Acusado de homicídio é condenado a 23 anos de prisão

No banco dos réus, Idenilton Bayma da Silva Ribeiro estava sendo acusado de, junto com mais duas pessoas, ter matado um homem no Povoado Areia Branca, localidade de Turiaçu.

O Poder Judiciário em Turiaçu realizou no final de maio uma sessão do Tribunal do Júri, sob presidência da juíza titular Urbanete de Angiolis. No banco dos réus, Idenilton Bayma da Silva Ribeiro. Ele estava sendo acusado de, junto com mais duas pessoas, ter matado um homem no Povoado Areia Branca, localidade de Turiaçu. Idenilton foi considerado culpado e recebeu a pena de 24 anos e nove meses de prisão, a ser cumprida em regime fechado inicialmente.

Narra a denúncia, baseada em inquérito policial, que no dia 22 de outubro de 2016, por volta das 19h, o denunciado Idenilton Bayma Silva Ribeiro, conhecido como “Doidão”, foi até a residência de Clebenilson Silva Sousa, vulgo “Piolho”, conhecido traficante local, com o intuito de comprar maconha. Prossegue a denúncia que os dois acusados teriam se dirigido até o Povoado Areia Branca, Município de Turiaçu, acompanhados de Gideão Abreu Nogueira, cobrar uma dívida da vítima referente à venda de drogas. Dessa forma, os três acusados se dirigiram até o cais da cidade, onde já havia uma embarcação à espera, de propriedade de dois pescadores.

Durante a viagem, os acusados teriam ingerido bebida alcoólica e, ao desembarcarem na praia, ficaram aguardando a vítima chegar de uma pescaria. Assim que a vítima retornou, por volta das 6h da manhã, os acusados o abordaram e passaram a agredi-lo. Ato contínuo, Idenilton Bayma teria desferido golpes de garrafa e facão contra a vítima, acertando a cabeça e o pescoço, enquanto os outros dois, armados de revólver calibre 38 e uma garruncha, teriam desferido vários tiros, sendo nove ao todo, de modo que três atingiram o alvo, e que após a vítima cair ao chão, Gideão ainda teria cortado o seu pescoço, para confirmar a sua morte. A vítima teria morrido no local, sendo depois enterrada por moradores no mesmo dia, pois tratava-se de pessoa sem parentesco conhecido.

Durante o julgamento atuou na acusação o promotor Guilherme Gouvêa Fajardo e na defesa trabalhou o advogado Henrique Moreira Filho. Como Idenilton está preso desde outubro de 2016, a pena final ficou em 23 anos e dois meses de reclusão. Os outros dois acusados estão foragidos.

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