Cunha Santos

Artigo | Por isso a oposição nem sequer tem candidato a governador

O Maranhão inteiro estava ali representado. 14 siglas partidárias, dezenas de prefeitos maranhenses debatendo, no sábado, durante o encontro Diálogos pelo Maranhão, as propostas do governador e candidato à reeleição Flávio Dino.

O Estado que mais cresceu no ano de 2017, o governo mais eficiente do país a honrar 92 % de seus compromissos de campanha, quer-se nos mesmos trilhos, no rumo certo, trazendo de volta ao presente o futuro do Maranhão.
E se pôs fim aqui às estatísticas do medo e do atraso. Enquanto reduzia-se drasticamente o número de postos de trabalho no Nordeste, o Maranhão criava 1.221 novas vagas.

Segundo estudo do Itau Unibanco, em 2017 o Maranhão foi o estado que mais cresceu em meio à maior crise econômica da história do Brasil, com investimentos que ultrapassaram 1 bilhão de reais.

Escreve-se aqui uma nova história. Que não mais comporta a economia represada, os piores indicadores sociais do país, o patrimonialismo criminoso, os assaltos aos cofres públicos, marcas dos governos governados pelos Sarney. O Maranhão saiu das páginas policiais de todo o mundo, sob a égide da corrupção, da vassalagem e da violência, para se tornar referência nacional em efetividade da administração.

De último lugar em quase tudo de bom no governo Roseana Sarney, para primeiro lugar em quase tudo de bom no governo Flávio Dino, o Maranhão que no sábado debatia um novo programa de governo, soergueu-se sob a luz de um novo olhar socioeconômico: Mais IDH, Escola Digna, Bolsa Escola, Casa de Apoio Ninar, Hospitais Regionais Agropolos, Força Estadual de Saúde, Mais Asfalto, Pacto Pela Paz, são exemplos de programas sociais que traduzem a era transformadora que vive o Maranhão.

Por isso, a não ser que se centre a escolha entre mafiosos e acovardados, a oposição, até agora, nem sequer tem candidato a governador. Eduardo Braide provavelmente está fazendo jogo de cena, barganhando alguma coisa que ainda não se sabe o que é.

Roseana Sarney acovardou-se, teme, treme diante da rejeição imaculada que lhe dedica o povo do Maranhão e Roberto Rocha é candidato somente da sigla pois toda militância partidária que poderia vir em seu socorro se mudou para o PRB de Carlos Brandão.

Porque seria ousar demais confrontar o desastre de seus governos apagados e corruptos com a eficiência de uma administração que alcança os mais pobres, que é primeiro lugar em transparência e honestidade, que cumpre seu dever, que vence, no até ontem dito estado mais pobre da Federação, a maior de todas as crises econômicas nacionais.

Resta-lhes tão-somente o que resta a todos os tiranos e covardes: pedir intervenção militar no estado para, assim, se vingarem do povo do Maranhão.

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