Assaltos a bancos reduzem em 85% no Maranhão

Os dados mostram o primeiro trimestre deste ano em comparativo a 2016

Dados levantados pela Polícia Civil, por meio da Superintendência Estadual de Investigações Criminais (SEIC), apontam que o número de roubos e furtos com a utilização de explosivos a bancos reduziu em 85% no Maranhão.

O gráfico abaixo é relativo ao primeiro trimestre deste ano em comparativo ao primeiro trimestre de 2016. A Segurança Pública do Maranhão tem investido em ações conjuntas entre Polícia Civil e Polícia Militar para desarticular quadrilhas que praticam os assaltos.

Medidas adotadas

Ainda em fevereiro deste ano,  a Secretaria de Segurança Pública do Maranhão apresentou o balanço da operação integrada ente a Polícias Civil e Militar do Estado que neutralizou uma quadrilha especializada em arrombamentos a instituições financeiras e carros fortes nos estados do Maranhão, Mato Grosso e Goiás, que pretendia executar um plano ousado no interior do Estado.

A ação policial resultou na apreensão de um arsenal de guerra e na morte de três bandidos durante confronto direto com a polícia.À época, Jefferson Portela afirmou que ações desses tipos seriam rotineiras ao ponto de extinguir crimes contra instituições financeiras no Maranhão. “ Vai prevalecer a força do estado” disse Portela em relação a ações policiais que, em 2017, já conseguiu prender 35 assaltantes.

Reconhecimento

Já em março deste ano, a SSP-MA divulgou nota de reconhecimento por parte de uma das instituições bancárias em virtude das ações no combate as investidas criminosas no estado.  O documento entregue pelo Banco do Brasil agradeceu às Polícias Civil e Militar, em principal a Superintendência Estadual de Investigações Criminais (SEIC), ao Departamento de Combate ao Roubo a Instituições Financeiras (DECRIF), além da Diretoria de Inteligência e Assuntos Estratégicos (DIAE) da PMMA. O Banco do Brasil reconheceu a redução das investidas criminosas contra a instituição, em especial nas modalidades conhecidas como “novo cangaço noturno”, “vapor” ou “tora”, bem como as prisões de bandos e quadrilhas especializadas em assaltos a agências bancárias ao longo do ano de 2016 e no primeiro bimestre de 2017.

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