Com Sassá decisivo, Botafogo arranca empate no Equador e segue na liderança do Grupo A

Após a maratona entre Libertadores e Taça Rio, o Botafogo foi ao Equador enfrentar o Barcelona (EQU). E foi Gigante.

Após a maratona entre Libertadores e Taça Rio, o Botafogo foi ao Equador enfrentar o Barcelona (EQU). E foi Gigante. Teve pênalti perdido, jogador adversário expulso e catimba do rival. Mas o Botafogo tinha Sassá. O atacante saiu do banco e, de pênalti, aos 42, marcou o gol de empate que levou o Botafogo aos 7 pontos e manteve o Alvinegro na liderança do Grupo A ao lado do Barcelona.

O Alvinegro volta a campo pela Conmebol Libertadores Bridgestone diante do próprio Barcelona (EQU), no dia 2 de maio, só que desta vez no Estádio Nilton Santos. Antes, pela semifinal do Estadual, clássico contra o Flamengo, domingo, no Maracanã.

O JOGO

Um encontro entre dois times invictos na Libertadores, duro, disputado e que valia a liderança do Grupo A. O Botafogo, visitante, não se intimidou e partiu para o ataque desde o primeiro segundo. O resultado foi um pênalti, no primeiro minuto, de Mena em Roger. Camilo bateu e o goleiro Banguera pegou a cobrança e o rebote, de João Paulo.

A chance de sair na frente do marcador foi boa, mas não dava para ficar no lamento. Era seguir lutando. O time da casa chegou pela primeira vez aos 6, com Alvez, mas Emerson Silva foi bem na proteção. O jogo ganhou em qualidade, com ambas as equipes buscando oportunidades. O Botafogo, com as mais claras, chegou novamente aos 18, em cobrança de escanteio de Victor Luis cabeceada com perigo por Emerson Silva e no rebote de Pimpão de carrinho que, por azar, parou na trave.

Outra grande chance alvinegra aos 23, com Camilo, que venceu a disputa com o goleiro pelo alto e viu a zaga equatoriana salvar em cima da linha. O lance seguiu com o Botafogo, Roger ajeitou com carinho e João Paulo bateu nas mãos de Banguera.

Mas o Barcelona não estava morto no jogo e começou a colocar as asas de fora aos 27, com Gatito firme e preciso nas defesas. Poucas oportunidades, mas uma bem aproveitada. Aos 31, Alemán fez boa tabela, passou por Gatito e abriu o placar. 1 a 0 para o Barcelona de Guayaquil.

Ainda tocou ao Glorioso mais uma boa oportunidade na primeira etapa, aos 43, mas a patada de Camilo de longe parou em nova defesa de Banguera.

Jair Ventura não promoveu mudanças no time para a segunda etapa, que começou corrida, mas sem grandes chances para os dois lados. O Barcelona levou perigo aos 16, no chute forte de Calderón que se perdeu por cima do gol. Jair decidiu mudar e, aos 19, colocou Sassá na vaga de Roger.

O Botafogo se empolgou, voltou a criar e viu as oportunidades não se concretizarem. Primeiro com Bruno Silva, aos 22, em chute da entrada da área rente ao gol. Seis minutos mais tarde foi a vez de Sassá, que recebeu a bola escorada de cabeça por Camilo e, também de cabeça, mandou rente ao poste.

Gatito funcionou bem e, aos 33, voltou a operar boa defesa em subida da equipe equatoriana. O time da casa ficou com um a menos em campo após a expulsão de Mena,que atingiu Guilherme na entrada da área. A partir desse momento, um jogo ainda mais de Libertadores, com um time querendo jogar e o da casa querendo prevalecer com uma catimba tradicional.

Mas em campo estava o fator Sassá. Não teve jeito, foi decisivo e fez a tradicional “sassarada no ar” em terras equatorianas. O Barcelona, com Mena expulso, deu espaço e o Glorioso chegou ao empate em nova cobrança de pênalti. Aos 42. o zagueiro rival meteu a mão na bola e adivinha quem estava lá para  bater? Sassá. Chute no meio e empate garantido.

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