Polícial Civil investigará morte de comerciante em Barra do Corda

comerciantes morreu após uma crise de hipertensão na cela. Ele chegou a ser atendido em uma UPA, mas não resistiu.

A Polícia Civil do estado informou que está levantando inquérito para apurar as circunstâncias da morte do comerciante Francisco Lima Silva, morto no dia 8 de outubro em uma cela de presos a céu aberto em Barra do Corda.

O corpo do empresário passou ou exames no IML de Imperatriz e forma expedidos mandados de intimação à todas as testemunhas.

Francisco havia sido preso por lesão corporal e embriagez ao volante. Ele foi colocado na cela que tem por finalidade o banho de sol dos presos, mas vinha servindo como detenção provisória.

O comerciantes morreu após uma crise de hipertensão na cela. Ele chegou a ser atendido em uma UPA, mas não resistiu.

Em nota, o Governo do Maranhão lamentou a morte, informou que a redução de presos temporários em delegacias é um trabalho constante e que determinou apuração completa dos fatos.

Leia a nota na íntegra:

A estrutura existente na Delegacia de Barra do Corda tem por finalidade garantir o banho de sol de presos provisórios, como prevê a Lei de Execução Penal. Inquérito da Polícia Civil irá apurar se houve uso indevido do local.

Desde 2015, o Governo do Maranhão vem trabalhando para extinguir a presença de presos provisórios em delegacias. A situação encontrada em janeiro de 2015 foi de cerca de 1.600 presos provisórios em delegacias.

O número foi reduzido para menos de 800, mesmo com aumento de 50% da detenção de suspeitos, graças à ação mais efetiva das polícias.

Essa redução deve-se à transferência de detentos para o sistema prisional, que teve o incremento de 1.400 novas vagas nos últimos dois anos.

No caso específico do óbito ocorrido por crise hipertensiva, após prisão de acusado de embriaguez e lesão corporal, já foi instaurado Inquérito Policial para detalhada apuração dos fatos.

Lamentamos o desfecho do caso e reiteramos que todas as providências foram e estão sendo tomadas pelas autoridades policiais competente.

 

De Redação, com informações de Blog Marrapá

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