Projeto ‘Travessia’ já fez mais de 1.500 viagens

Conforto, economia e respeito. Essas são algumas das vantagens apontadas por usuários do Projeto ‘Travessia’, voltado para pessoas com mobilidade… [ ]

4 de maio de 2017

Francisco acompanha Dona Nazaré durante as idas ao fisioterapeuta. (Foto: Carlos Pereira/Secap)

Conforto, economia e respeito. Essas são algumas das vantagens apontadas por usuários do Projeto ‘Travessia’, voltado para pessoas com mobilidade reduzida. Com capacidade de atendimento para até mil viagens/mês, o Serviço ‘Travessia’ é executado em vans adaptadas, climatizadas e com capacidade para levar até três cadeirantes e seus acompanhantes na Região Metropolitana de São Luís (Paço do Lumiar, São José de Ribamar e Raposa) e Imperatriz (Davinópolis e Senador La Rocque). Em seu primeiro ano, o serviço realizou mais de 5 mil atendimentos.

“Era muito difícil antes de ter esse carro. A gente trazia no carro próprio, mas ela não tinha o mínimo conforto. Depois de o projeto chegar a Imperatriz, começamos a usar e tem sido ótimo”, diz Francisco Mendes, marido de Dona Nazaré, que usa o programa há meses em Imperatriz.

Assim como Dona Nazaré, outros 144 imperatrizenses com mobilidade reduzida fazem uso do ‘Travessia’ na cidade deste de dezembro do ano passado, quando o projeto deixou de ser oferecido só em São Luís e chegou à Região Tocantina.

“Em abril completamos cinco meses de operação do serviço Travessia na região metropolitana de Imperatriz, atendendo também João Lisboa, Senador La Roque e Davinópolis. Deveremos estender esse serviço a Ribeirãozinho e outros municípios da região”, afirma o presidente da Agência Estadual de Mobilidade Urbana e Serviços Públicos (MOB), Artur Cabral.

Economia

Desde a expansão até abril, o projeto já realizou 1.539 viagens em Imperatriz e região, beneficiando pessoas como Marilene Dias de Menezes, que acompanha o cunhado nas viagens até a fisioterapia. “Antes tínhamos que pagar táxi para levar e trazer até a clínica de fisioterapia; depois fizemos um convênio com uma empresa que transporta pessoas, mas tudo era um gasto. Era pelo menos R$ 110 por mês”, conta. “Mas agora a gente não gasta nenhum centavo e ainda tem um serviço muito bom para o paciente e para o acompanhante. Espero que continue assim”.

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