Reforma pode ser adiada por pressão popular

Votação, inicialmente prevista para a segunda semana de maio, ficou comprometida pela pressão popular

Da Redação

Parece que a pressão diante do texto da Reforma da Previdência tem surtido efeito. Sem o apoio de parlamentares aliados, o Governo Federal admite que a votação, inicialmente prevista para a segunda semana de maio, pode ser adiada.

Os bastidores da base aliada de Michel Temer se convencem aos poucos de que a população ainda não aceitou as novas propostas na matéria, muito menos o argumento de que tais alterações serão um alívio na economia brasileira.

Ainda no começo da última semana, o portal Página 2 informou a decisão do Ministro da Fazenda, Henrique Meirelles de diminuir para 62 anos o tempo de contribuição da mulher na nova proposta da Reforma. Um dos indícios de que a pressão popular falou mais alto desta vez.

Anteriormente, o documento pretendia igualar a idade das mulheres a dos homens, o que eu gerou uma das maiores polêmicas em relação ao texto. Contudo, a decisão de Meireles ainda não foi o suficiente para a Reforma ser aceita pelos brasileiros.

Marcada para o dia 8 de maio, o início da votação no plenário da Câmara deve ser adiado por conta da avaliação do Governo quanto a mais resistências a outros assuntos propostos na Reforma da Previdência. Confira abaixo o gráfico elaborado pela Folha de S. Paulo as pautas a serem votadas:

 

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