Polícia suspeita de envolvimento de políticos do MDB no assassinato de Marielle

Revista Fórum

Três deputados estaduais do MDB-RJ estão sendo investigados por participação no assassinato da vereadora Marielle Franco (PSOL), ocorrido em 14 de março, segundo o deputado estadual Marcelo Freixo (Psol-RJ). Em entrevista ao site da revista Veja, Freixo contou que ele participou de reunião com procuradores do Ministério Público Federal para tratar da ligação de políticos emedebistas na morte de Marielle.

Os parlamentares investigados são Edson Albertassi, Jorge Picciani e Paulo Melo – todos estão presos desde 2017, acusados de envolvimento com uma máfia de empresários de ônibus. Freixo não descarta a participação dos deputados no crime. Para Freixo, o assassinato de Marielle foi um crime político – no atentado também morreu o motorista Anderson Gomes. “Quem matou mandou um recado. E, se continuar solto, vai matar mais gente”, concluiu.

Em 11 de maio, a polícia tinha indícios da participação de “políticos importantes” no caso. Nesta terça, (07/08), o ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, afirmou que o assassinato de Marielle envolve agentes de Estado, inclusive políticos. A Polícia Civil trabalha numa linha de investigação que liga o assassinato a políticos do MDB.

De acordo com essa linha de investigação, o assassinato seria uma forma de vingança para atingir o próprio Freixo – Marielle entrou na política como assessora do deputado, que se referia à vereadora como “minha filha”. Por conta de seu trabalho à frente da CPI das Milícias, ele sofreu várias ameaças de morte e, há dez, anos anda em carros blindados, protegido por policiais militares, o que dificultaria um atentado contra ele.

Assim, os políticos do MDB atribuiriam ao parlamentar do PSOL a responsabilidade por eles terem sido presos – decisão tomada em ação judicial protocolada por Freixo, a Justiça impediu que o deputado Edson Albertassi disputasse uma cadeira de conselheiro no Tribunal de Contas do Estado. Se fosse conselheiro do TCE, Albertassi teria seus processos judiciais remetidos para o Superior Tribunal de Justiça, em Brasília. Denunciados no mesmo processo receberiam o mesmo benefício.

Pelas normas do TCE, a vaga de conselheiro iria para um técnico da instituição. Mas, no fim do ano passado, o governo estadual decidiu que a cadeira seria de Albertassi. A nomeação passou a ser tratada com urgência. No dia 7 de novembro, Freixo foi à tribuna da Assembleia Legislativa e criticou de maneira dura a indicação. Freixo entrou com a ação judicial contra a escolha de Albertassi que, derrotada em primeira instância, obteria, no dia 13, uma liminar no TJRJ, impedindo a ida do deputado para o TCE.

No dia seguinte, 8 de novembro, PF e o MPF deflagraram a Operação Cadeia Velha, prendendo um filho de Picciani e a realização de buscas em escritórios e residências dos três deputados. Dois dias depois, o Tribunal Regional Federal da 2ª Região determinou a prisão dos três – isto não teria sido possível caso Albertassi tivesse ido para o TCE.

Freixo desconfia da versão de uma testemunha de que Marielle tenha sido morta por ter contrariado interesse de milicianos envolvidos em disputas de terras na Zona Oeste. A testemunha relacionou o crime ao assassinato de Carlos Alexandre Pereira, o Cabeça, assessor informal do vereador Marcello Siciliano (PHS). Um policial foi afastado ao não relacionar os dois fatos.

Acusados de assassinato são condenados em Cantanhede

A Comarca de Cantanhede realizou duas sessões do Tribunal do Júri esta semana, sob a presidência do juiz titular Paulo do Nascimento Júnior. Foram julgados os réus Silva Vieira Reis e Marcelo de Lima Vieira Filho, na segunda-feira (30), e Fábio da Silva Moreira, nesta terça-feira (31). Os réus estavam sendo acusados pela prática de crime de homicídio. No primeiro Júri, Silva Vieira recebeu a pena de 17 anos e dez meses, a ser cumprida inicialmente em regime fechado.

Sobre o julgamento dos dois primeiros acusados, consta na denúncia que eles teriam matado uma mulher, em 19 de dezembro de 2015. O inquérito policial relata que o primeiro denunciado, Silva Vieira, teria marcado um encontro com a vítima numa estrada vicinal e de pouca movimentação. Lá, em companhia de Marcelo Vieira, teria desferido dois disparos de arma de fogo, na cabeça e no braço esquerdo da vítima, causando-lhe a morte. A polícia verificou que o corpo da vítima só foi encontrado no dia seguinte e que, após ouvir uma testemunha, tomaram conhecimento de que a vítima teria deixado anotações em uma agenda que indiciariam a suspeita sobre Silva Vieira.

Uma semana após o crime, a polícia realizou diligências e encontrou o primeiro denunciado na cidade de Pirapemas. Ele confessou ter participado da morte da mulher, afirmando ainda que, após o crime, os dois se dirigiram para uma seresta no povoado Morro Grande. O segundo denunciado também confirmou a participação no assassinato. Marcelo de Lima Vieira Filho foi absolvido.

A segunda sessão do Tribunal do Júri teve como réu Fábio da Silva Moreira, acusado pelo assassinado de um homem com um golpe de facão. De acordo com a denúncia, o acusado teria ouvido de algumas pessoas que a vítima não gostava dele e que queria matá-lo. No dia 25 de agosto, na Rua Boa Esperança, Fábio avistou a vítima, que morava próximo à sua casa, e teria perguntado sobre as ameaças. A vítima ainda tentou se armar com um facão, mas foi golpeado. Fábio foi condenado à pena de oito anos e sete meses de reclusão, a ser cumprida inicialmente em regime fechado.

Acusados de assassinato e tentativa de feminicídio são julgados

O juiz Paulo do Nascimento Júnior, titular de Cantanhede, presidiu dois julgamentos na comarca, tendo como réus Raimundo Vicente Barbosa da Silva, em júri realizado na terça-feira (24) e David da Conceição Silva, julgamento realizado na quarta-feira (25). Raimundo Vicente Barbosa foi condenado à pena de 16 anos de reclusão, e David da Conceição pegou 6 anos e dez meses de prisão. No primeiro julgamento, o réu foi condenado pelo assassinato e porte ilegal de arma de fogo.

Sobre o primeiro caso, a denúncia relata que Raimundo Vicente Barbosa estava sendo acusado de ter matado, em dezembro de 2016, Maria Ciríaca Barbosa de Sousa. O crime aconteceu no Povoado Curimatã, localidade de Pirapemas, termo judiciário de Cantanhede. A vítima era irmã do acusado e foi morta com um disparo de arma de fogo artesanal, por causa de uma confusão envolvendo um porco. Raimundo teria matado o animal, de propriedade de Maria, causando o mal-estar.

Ato contínuo, ela foi até a casa do irmão e, chegando lá, teria sido alvejada. Ao chegarem em casa, o filho e o marido da vítima amarraram Raimundo até que a polícia chegasse. No segundo julgamento, o réu David Conceição Silva estava sendo acusado de crime de tentativa de feminicídio, praticado contra Gracilene Nunes dos Santos.

O inquérito do caso relata que no dia 10 de fevereiro deste ano, a polícia foi avisada que David Conceição, conhecido pelo apelido de “zé de neguinho” teria atingido Gracilene a facadas e estaria escondido numa casa. Entretanto, o acusado fugiu e teria sido capturado horas depois, ao sair de um matagal. Ele confessou ter atingido Gracilene Nunes com uma facada nas costas e outra na costela, causando uma fratura. David Conceição terá que cumprir a pena em regime inicialmente semiaberto.

Dupla suspeita de homicídio é presa em Pinheiro

Uma equipe do Grupo de Operações Especiais – GOE, da Polícia Militar do Maranhão, logrou êxito nas prisões de Dário Marcena Araújo e Bruno Ferreira de Castro, suspeitos de homicídio, ocorrido ontem no município de Pinheiro.

A dupla é suspeita do homicídio, na noite deste domingo (27), por volta da 19h00, de um homem identificado como “Meio Quilo”. Após a concretização do crime, a polícia militar recebeu inúmeras denúncias relatando que os homens estariam fugindo em direção ao município de Bequimão, em um veículo Ford Fiesta, de cor prata.

De pronto o GOE se deslocou para verificar as denúncias, conseguindo abordar o veículo no Povoado Vitória, em Bequimão. A equipe contou ainda com apoio de uma viatura de Bequimão durante a ocorrência.

Segundo a polícia, no decorrer da abordagem, Bruno Ferreira arremessou uma arma de fogo pela janela, em um matagal próximo, sendo encontrada momentos depois pela polícia. Com a dupla foi encontrado um revólver calibre 38; cinco munições intactas; duas mochilas com roupas e um aparelho celular Samsung J7, cor preto.

Dário Araújo e Bruno Ferreira foram apresentados na 5ª Delegacia Regional de Polícia Civil de Pinheiro, com algumas escoriações, que segundo a dupla teriam sofrido uma tentativa de homicídio momentos depois da consumação da prática de homicídio praticada por eles.

Menina de 13 anos é encontrada morta com tiro no peito

Uma menina de 13 anos foi encontrada morta na cidade de Timon, neste domingo (20), com um tiro no peito. Ela estava em uma casa cuja propriedade era desconhecida, e foi achada por populares, no bairro Bela Vista, Travessa 22.

A pré-adolescente teria saído da casa no sábado (19), por volta das 23h e não retornou. A mãe da menina, Raimunda Maciel, prestou depoimento na Central de Flagrantes de Timon, e não soube dizer com quem a filha estava, mas relatou suspeitar de um ex-namorado da menor.

Segundo o investigador da polícia Geraldo Alves, a suspeita é de que o crime contra a menina seja feminicídio.

A polícia ainda não sabe se a menina foi abusada, a perícia inicial identificou apenas uma bala no peito, próximo ao coração.

Réu é condenado a 16 anos de prisão por homicídio em Imperatriz

O réu Alisson Pereira Lima, de 23 anos, foi condenado em Imperatriz a 16 anos, sete meses e 15 dias de prisão pelo assassinato de Genildo dos Santos Lima, em 2014.

O crime ocorreu em 22 de fevereiro daquele ano, em um posto de combustível, na Avenidade Pedro Neiva de Santana.

Segundo o promotor do caso, Carlos Róstão, o réu nega a autoria do crime, mas o Ministério Público reconhece claramente que foi ele o assassino de Lima.

A tese usada pela acusação foi de homicídio qualificado por motivo torpe. O crime teria sido motivado pela desconfiança do réu de que a vítima estaria tendo um caso com sua esposa.

Alisson Lima já estava preso, cumprindo pena por um outro crime, praticado também em 2014, na Vila Redenção II.

Homem que matou o próprio filho em Colinas é preso

A Polícia prendeu nesta sexta-feira (27) José Alberto Pereira da Silva, conhecido como “Capila”, de 30 anos, acusado de matar a golpes de faca o próprio filho em Colinas.

José Alberto teria cometido o ato bárbaro por não aceitar a separação da mãe da criança, que havia ocorrido meses antes do crime.

O acusado teria visto a ex-mulher dançando em um bar, quando resolveu ir até a casa da sogra onde encontrou a criança dormindo em uma rede.

Ele desferiu cinco golpes contra a criança, pegou o corpo enrolou na rede e abandonou no meio da rua.

Rapaz é assassinado e tem corpo carbonizado dentro de casa

Um rapaz de 29 anos, Bruno Marques de Sousa foi morto dentro de casa carbonizado. Ele foi encontrado pelo Corpo de Bombeiros debaixo de um garga-roupas, em Imperatriz.

Os bombeiros foram acionados por vizinhos ara atender a uma ocorrência de incêndio no cruzamento das ruas Tupinambá e Piauí, no bairro Mercadinho.

Segundo informações da polícia, Bruno era usuário de drogas e tinha passagens pelo sistema criminal. A casa pertence à família da vítima, mas estava abandonada, sem portas e contendo apenas o guarda-roupas e um colchão no chão.

Ainda segundo a polícia, o local era frequentado por outros usuários de drogas, e um casal teria sido visto na tarde de quarta-feira com Bruno no local.

Flanelinha é morto a tiros no Centro de São Luís

Um homem foi morto nesta segunda-feira (26), no Centro de São Luís, nas proximidades de um hospital da região. Leandro Martins Rodrigues, tinha 34 anos e trabalhava como flanelinha há, pelo menos, três anos no local.

Segundo uma testemunha, um homem, ainda não identificado, teria discutido com Rodrigues e disparado tiros contra ele. O suspeito teria fugido em direção à Camboa.

Buscas estão sendo realizadas para encontrar o suspeito e perícias estão sendo feitas para confirmar a motivação do crime e outras informações do caso.

Dois homens são presos por suspeita de homicídio em Imperatriz

Francisco Lago (20 anos) e Ildeglan Pereira de Abreu (38 anos) foram presos nessa quarta-feira (14), em uma boca de fumo na cidade de Imperatriz, no sul do Estado, suspeitos de envolvimento na morte de um rapaz na semana passada na cidade.

Clenildo Moraes foi assassinado teve o corpo enrolado em um saco plástico e jogado dentro de uma vala na rua Pitágoras. Ele foi encontrado por populares um dia depois do crime. O jovem seria usuário de drogas.

Segundo a polícia, Moraes foi morto com várias pancadas na cabeça, possivelmente pauladas. Lago e de Abreu são os principais suspeitos de ter cometido o crime.