EXECUÇÃO: funcionários da CEMAR são mortos e assassino é identificado

Um duplo homicídio foi registrado na manhã desta terça-feira (15), no Sítio Natureza, em Paço do Lumiar, localizada na região metropolitana de São Luís. As vítimas prestavam serviços para a Companhia Energética do Maranhão (Cemar) e foram identificadas como João Victor Melo e Francivaldo Carvalho da Silva. Os dois foram assassinados a tiros dentro do veículo da empresa. Segundo informações preliminares a razão da execução se deu pelo o corte de energia que os funcionários estariam realizando na residência e dão conta ainda de que os envolvidos no crime seriam pessoas de uma facção criminosa que atua na localidade e o assassino foi identificado como menor.

Testemunhas revelaram que os dois teriam cortado a energia de uma pessoa e depois foram para outra rua do bairro. Ao chegarem na Rua B, onde iriam fazer outro serviço, eles foram surpreendidos pelo atirador, que se aproximou das vítimas e sem nenhuma discussão disparou contra os dois, que morreram no local. A Polícia Militar foi acionada juntamente com o Instituto Médico Legal (IML) e Instituto de Criminalística (Icrim) para fazer os procedimentos de praxe para dar início às investigações.

Em nota a CEMAR declara:

A Cemar e o Consórcio Norte, empresa prestadora de serviços, informam que irão acompanhar os trabalhos de investigação pelas autoridades policiais do homicídio ocorrido na manhã desta terça-feira (15), em São Luís, vitimando os colaboradores João Victor Melo e Francivaldo Carvalho da Silva.
Cabe esclarecer que a Companhia e o Consórcio Norte irão acompanhar e colaborar com o trabalho de investigação da polícia, que deverá identificar as causas que levaram ao homicídio.
Neste momento as empresas lamentam e se solidarizam com os familiares e estão empenhadas em prestar toda assistência necessária.

Investigações policiais apontam que briga no trânsito pode ter causado morte de motorista de Uber em São Luís

O delegado George Marques, da Superintendência de Homicídios e Proteção à Pessoa (SHPP) tomou depoimento de três dos quatro passageiros que estavam em uma corrida com o motorista de Uber, Edmilson Pimenta Azevedo, na noite de domingo (6) quando o condutor foi morto a tiros na Avenida Luiz Rocha, na Liberdade, em São Luís. Com base no que foi dito pelos passageiros, a Polícia Civil investiga o crime como sendo em decorrência de uma briga no trânsito, mas não descarta outras possibilidades.

Inicialmente, testemunhas haviam dito aos policiais que se tratava de um latrocínio (assalto seguido de morte), mas os policiais não adotaram totalmente esta linha de investgação, pois pertences de valor do motorista, como dinheiro e celular, foram deixados no carro. O delegado revelou que as três pessoas disseram em depoimento que iam para uma festa de pré-carnaval no bairro Madre Deus, mas no meio do caminho, houve uma discussão do motorista do carro com um motoqueiro, que terminou com tiros disparados pelo homem na moto.

“No trajeto, eles apontam que houve uma discussão com um motoqueiro, que teria ‘trancado’ o veículo em que eles estavam. Nesta discussão, o motorista teria xingado o motoqueiro, que sacou uma arma e efetuou uns disparos. O motorista continuou seguindo a trajetória e o motoqueiro manteve a perseguição e efetuou mais dois disparos”, disse o delegado sobre a história contada em depoimentos por três passageiros.

Na viagem eram quatro pessoas, sendo um casal e outros dois homens. Três se apresentaram na segunda-feira, dia seguinte ao crime, para prestar depoimento. A polícia aguarda o último passageiro para concluir esta etapa de ouvir quem estava presente na hora do crime.

“Ainda é cedo para concluir qualquer coisa. Precisamos de outros elementos para comprovar o que de fato aconteceu. No dia do crime, foi relatado que as pessoas que estavam no carro teriam fugido dando a impressão que eles teriam praticado o crime, mas eles relataram que fugiram do local com medo do passageiro retornar e matá-los também”, declarou o delegado.

A polícia espera por laudos da perícia para avançar a investigação, mas o delegado antecipou que os tiros que atingiram o veículo vieram de fora do carro. Além do motorista, um passageiro também teve um ferimento a bola de raspão em um dos braços.

“Observando o veículo, a gente percebe que o carro foi atingido pelo menos três vezes com tiros de fora para dentro”, disse o delegado.

A Polícia Civil pediu informações para a empresa que administra o aplicativo sobre a rota feita pelo motorista especificamente nesta corrida para confirmar a versão dos passageiros. Imagens de câmeras de residências, empresas e também públicas de videomonitoramento são aguardadas pelos investigadores para reforçar o trabalho previsto para ser concluído em 30 dias.

Manifestações
Nestas segunda e terça, motoristas de aplicativo se reuniram em diversos pontos de São Luís para protestar por conta da morte de Edmilson Azevedo. O corpo do motorista foi sepultado no cemitério do São Cristóvão, em São Luís, na tarde de segunda. Motoristas fizeram carreta e paradas no Calhau, Cohatrac, Camboa e Calhau, por exemplo.

 

Fonte: G1-MA

EXECUÇÃO: motorista do Uber é assassinado no bairro Liberdade

Um motorista de aplicativo identificado como Edmilson Pimenta Azevedo, de 54 anos, foi assassinado na noite de domingo, dia 6, logo após ter realizado uma corrida no bairro Liberdade, em São Luís. Segundo a polícia, ele havia deixado uma passageira no bairro Liberdade e estava atravessando a Avenida Luiz Rocha, na capital, quando foi atingido por disparos de arma de fogo. A vítima foi alvejada na região das costas e segundo informações preliminares os disparados teria sido causado por criminosos que ainda não foram identificados.

Ainda de acordo com a polícia, Edmilson Pimenta ainda tentou sair do local dirigindo por alguns metros, mas acabou batendo o seu veículo em um canteiro central, onde havia uma árvore. Ele chegou a ser socorrido e encaminhado para o Hospital Municipal Djalma Marques (Socorrão I), mas não resistiu a gravidade dos ferimentos e acabou morrendo.

A polícia vai realizar esta semana uma perícia no carro do motorista e as investigações ficará sob responsabilidade da Delegacia de Homicídios da capital.

Polícia investiga causas da morte do prefeito de Dávinopolis

O prefeito de Davinópolis, município do sul do Maranhão, Ivanildo Paiva (PRB), foi assassinado na noite do último domingo, dia 11. Segundo o delegado titular da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), Praxísteles Martins, a perícia já foi feita no local do crime e o exame de necropsia ainda vai ser finalizado, mas a princípio seria em torno de seis a sete disparos que teria tirado a vida do prefeito do município.

O corpo de Ivanildo foi encontrado a 2 km de sua chácara no povoado Juçara, em Davinópolis. Já o carro do prefeito foi encontrado abandonado na BR-010, ao lado da mata do 50 BIS, em Imperatriz. Até o momento, após perícia foram encontradas pequenas manchas de sangue e sinais de resistência da vítima em seu quarto na chácara, que para o delegado podem ser sinais de uma possível luta corporal entre a vítima e o assassino.

O delegado regional de Imperatriz, Eduardo Galvão, também informou detalhes sobre o dia e o local onde ele pode ter sido morto. Segundo as investigações, na sexta-feira (9) o prefeito informou à família que iria dormir na chácara, onde ele costumava ir para descansar.

“Ele foi sozinho para a chácara e depois desapareceu. Pelas informações, ele aparentemente não foi morto onde foi encontrado, mas morto em algum local e transportado na caminhonete, ou morto na caminhonete e transportado até o local. No local, ele foi encontrado sem camisa, de bermuda, e com tiro no peito”, informou o delegado Eduardo Galvão.

Agora a polícia aguarda os resultados da perícia e começa a ouvir testemunhas, mas ainda não há uma linha de investigação. A ideia é conhecer um pouco da história da vítima nos últimos dias e meses para traçar uma linha mais definida para a investigação.

Mulher é assassinada com 13 tiros em Pedreiras

Um crime bárbaro aconteceu na manhã desta terça-feira, 30, no interior do estado. Dois homens em uma motocicleta executaram com cerca de 13 tiros a dona de casa Rosileide Granjeiro Sousa, de 33 anos, conhecida como “Lêda”. O crime ocorreu no bairro Novo Senegal na cidade de Pedreiras, (MA). A Vítima foi assassinada na porta da sua residência quando saía para levar a filha na escola. Os assassinos que já estavam fazendo cerco na casa quando se aproximaram e efetuaram vários disparos matando Rosileide no local.

Segundo informações fornecidas pela polícia o marido de Rosileide também foi executado a tiros no ano de 2014, quando a vítima se deslocava em uma moto nas proximidades da entrada da cidade. Naquela oportunidade “Lêda”, estava na garupa da moto e escapou sem ferimentos. A polícia está a procura dos criminosos e não descarta a possibilidade de que haja ligação entre os dois crimes.

Polícia suspeita de envolvimento de políticos do MDB no assassinato de Marielle

Revista Fórum

Três deputados estaduais do MDB-RJ estão sendo investigados por participação no assassinato da vereadora Marielle Franco (PSOL), ocorrido em 14 de março, segundo o deputado estadual Marcelo Freixo (Psol-RJ). Em entrevista ao site da revista Veja, Freixo contou que ele participou de reunião com procuradores do Ministério Público Federal para tratar da ligação de políticos emedebistas na morte de Marielle.

Os parlamentares investigados são Edson Albertassi, Jorge Picciani e Paulo Melo – todos estão presos desde 2017, acusados de envolvimento com uma máfia de empresários de ônibus. Freixo não descarta a participação dos deputados no crime. Para Freixo, o assassinato de Marielle foi um crime político – no atentado também morreu o motorista Anderson Gomes. “Quem matou mandou um recado. E, se continuar solto, vai matar mais gente”, concluiu.

Em 11 de maio, a polícia tinha indícios da participação de “políticos importantes” no caso. Nesta terça, (07/08), o ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, afirmou que o assassinato de Marielle envolve agentes de Estado, inclusive políticos. A Polícia Civil trabalha numa linha de investigação que liga o assassinato a políticos do MDB.

De acordo com essa linha de investigação, o assassinato seria uma forma de vingança para atingir o próprio Freixo – Marielle entrou na política como assessora do deputado, que se referia à vereadora como “minha filha”. Por conta de seu trabalho à frente da CPI das Milícias, ele sofreu várias ameaças de morte e, há dez, anos anda em carros blindados, protegido por policiais militares, o que dificultaria um atentado contra ele.

Assim, os políticos do MDB atribuiriam ao parlamentar do PSOL a responsabilidade por eles terem sido presos – decisão tomada em ação judicial protocolada por Freixo, a Justiça impediu que o deputado Edson Albertassi disputasse uma cadeira de conselheiro no Tribunal de Contas do Estado. Se fosse conselheiro do TCE, Albertassi teria seus processos judiciais remetidos para o Superior Tribunal de Justiça, em Brasília. Denunciados no mesmo processo receberiam o mesmo benefício.

Pelas normas do TCE, a vaga de conselheiro iria para um técnico da instituição. Mas, no fim do ano passado, o governo estadual decidiu que a cadeira seria de Albertassi. A nomeação passou a ser tratada com urgência. No dia 7 de novembro, Freixo foi à tribuna da Assembleia Legislativa e criticou de maneira dura a indicação. Freixo entrou com a ação judicial contra a escolha de Albertassi que, derrotada em primeira instância, obteria, no dia 13, uma liminar no TJRJ, impedindo a ida do deputado para o TCE.

No dia seguinte, 8 de novembro, PF e o MPF deflagraram a Operação Cadeia Velha, prendendo um filho de Picciani e a realização de buscas em escritórios e residências dos três deputados. Dois dias depois, o Tribunal Regional Federal da 2ª Região determinou a prisão dos três – isto não teria sido possível caso Albertassi tivesse ido para o TCE.

Freixo desconfia da versão de uma testemunha de que Marielle tenha sido morta por ter contrariado interesse de milicianos envolvidos em disputas de terras na Zona Oeste. A testemunha relacionou o crime ao assassinato de Carlos Alexandre Pereira, o Cabeça, assessor informal do vereador Marcello Siciliano (PHS). Um policial foi afastado ao não relacionar os dois fatos.

Acusados de assassinato são condenados em Cantanhede

A Comarca de Cantanhede realizou duas sessões do Tribunal do Júri esta semana, sob a presidência do juiz titular Paulo do Nascimento Júnior. Foram julgados os réus Silva Vieira Reis e Marcelo de Lima Vieira Filho, na segunda-feira (30), e Fábio da Silva Moreira, nesta terça-feira (31). Os réus estavam sendo acusados pela prática de crime de homicídio. No primeiro Júri, Silva Vieira recebeu a pena de 17 anos e dez meses, a ser cumprida inicialmente em regime fechado.

Sobre o julgamento dos dois primeiros acusados, consta na denúncia que eles teriam matado uma mulher, em 19 de dezembro de 2015. O inquérito policial relata que o primeiro denunciado, Silva Vieira, teria marcado um encontro com a vítima numa estrada vicinal e de pouca movimentação. Lá, em companhia de Marcelo Vieira, teria desferido dois disparos de arma de fogo, na cabeça e no braço esquerdo da vítima, causando-lhe a morte. A polícia verificou que o corpo da vítima só foi encontrado no dia seguinte e que, após ouvir uma testemunha, tomaram conhecimento de que a vítima teria deixado anotações em uma agenda que indiciariam a suspeita sobre Silva Vieira.

Uma semana após o crime, a polícia realizou diligências e encontrou o primeiro denunciado na cidade de Pirapemas. Ele confessou ter participado da morte da mulher, afirmando ainda que, após o crime, os dois se dirigiram para uma seresta no povoado Morro Grande. O segundo denunciado também confirmou a participação no assassinato. Marcelo de Lima Vieira Filho foi absolvido.

A segunda sessão do Tribunal do Júri teve como réu Fábio da Silva Moreira, acusado pelo assassinado de um homem com um golpe de facão. De acordo com a denúncia, o acusado teria ouvido de algumas pessoas que a vítima não gostava dele e que queria matá-lo. No dia 25 de agosto, na Rua Boa Esperança, Fábio avistou a vítima, que morava próximo à sua casa, e teria perguntado sobre as ameaças. A vítima ainda tentou se armar com um facão, mas foi golpeado. Fábio foi condenado à pena de oito anos e sete meses de reclusão, a ser cumprida inicialmente em regime fechado.

Acusados de assassinato e tentativa de feminicídio são julgados

O juiz Paulo do Nascimento Júnior, titular de Cantanhede, presidiu dois julgamentos na comarca, tendo como réus Raimundo Vicente Barbosa da Silva, em júri realizado na terça-feira (24) e David da Conceição Silva, julgamento realizado na quarta-feira (25). Raimundo Vicente Barbosa foi condenado à pena de 16 anos de reclusão, e David da Conceição pegou 6 anos e dez meses de prisão. No primeiro julgamento, o réu foi condenado pelo assassinato e porte ilegal de arma de fogo.

Sobre o primeiro caso, a denúncia relata que Raimundo Vicente Barbosa estava sendo acusado de ter matado, em dezembro de 2016, Maria Ciríaca Barbosa de Sousa. O crime aconteceu no Povoado Curimatã, localidade de Pirapemas, termo judiciário de Cantanhede. A vítima era irmã do acusado e foi morta com um disparo de arma de fogo artesanal, por causa de uma confusão envolvendo um porco. Raimundo teria matado o animal, de propriedade de Maria, causando o mal-estar.

Ato contínuo, ela foi até a casa do irmão e, chegando lá, teria sido alvejada. Ao chegarem em casa, o filho e o marido da vítima amarraram Raimundo até que a polícia chegasse. No segundo julgamento, o réu David Conceição Silva estava sendo acusado de crime de tentativa de feminicídio, praticado contra Gracilene Nunes dos Santos.

O inquérito do caso relata que no dia 10 de fevereiro deste ano, a polícia foi avisada que David Conceição, conhecido pelo apelido de “zé de neguinho” teria atingido Gracilene a facadas e estaria escondido numa casa. Entretanto, o acusado fugiu e teria sido capturado horas depois, ao sair de um matagal. Ele confessou ter atingido Gracilene Nunes com uma facada nas costas e outra na costela, causando uma fratura. David Conceição terá que cumprir a pena em regime inicialmente semiaberto.

Dupla suspeita de homicídio é presa em Pinheiro

Uma equipe do Grupo de Operações Especiais – GOE, da Polícia Militar do Maranhão, logrou êxito nas prisões de Dário Marcena Araújo e Bruno Ferreira de Castro, suspeitos de homicídio, ocorrido ontem no município de Pinheiro.

A dupla é suspeita do homicídio, na noite deste domingo (27), por volta da 19h00, de um homem identificado como “Meio Quilo”. Após a concretização do crime, a polícia militar recebeu inúmeras denúncias relatando que os homens estariam fugindo em direção ao município de Bequimão, em um veículo Ford Fiesta, de cor prata.

De pronto o GOE se deslocou para verificar as denúncias, conseguindo abordar o veículo no Povoado Vitória, em Bequimão. A equipe contou ainda com apoio de uma viatura de Bequimão durante a ocorrência.

Segundo a polícia, no decorrer da abordagem, Bruno Ferreira arremessou uma arma de fogo pela janela, em um matagal próximo, sendo encontrada momentos depois pela polícia. Com a dupla foi encontrado um revólver calibre 38; cinco munições intactas; duas mochilas com roupas e um aparelho celular Samsung J7, cor preto.

Dário Araújo e Bruno Ferreira foram apresentados na 5ª Delegacia Regional de Polícia Civil de Pinheiro, com algumas escoriações, que segundo a dupla teriam sofrido uma tentativa de homicídio momentos depois da consumação da prática de homicídio praticada por eles.

Menina de 13 anos é encontrada morta com tiro no peito

Uma menina de 13 anos foi encontrada morta na cidade de Timon, neste domingo (20), com um tiro no peito. Ela estava em uma casa cuja propriedade era desconhecida, e foi achada por populares, no bairro Bela Vista, Travessa 22.

A pré-adolescente teria saído da casa no sábado (19), por volta das 23h e não retornou. A mãe da menina, Raimunda Maciel, prestou depoimento na Central de Flagrantes de Timon, e não soube dizer com quem a filha estava, mas relatou suspeitar de um ex-namorado da menor.

Segundo o investigador da polícia Geraldo Alves, a suspeita é de que o crime contra a menina seja feminicídio.

A polícia ainda não sabe se a menina foi abusada, a perícia inicial identificou apenas uma bala no peito, próximo ao coração.