Bira destaca ranking que aponta Flávio Dino como o governador mais eficiente do Brasil

O deputado Bira do Pindaré (PSB) destacou, na Sessão Plenária de segunda-feira (9), o ranking divulgado pelo portal G1, da Rede Globo, que classifica Flávio Dino (PCdoB) como o governador mais eficiente do Brasil. Segundo a avaliação, o comunista honrou, em três anos e meio, 94,5% de seus compromissos.

O parlamentar frisou que faltam apenas 5% para Dino alcançar o ápice e ressaltou que tal resultado aparece em meio à grave crise econômica e política por que passa o Brasil. Para ele, isto só foi possível graças ao trabalho sério, honesto e comprometido do Governo do Estado.

“O governador Flávio Dino não somente se manteve no topo da lista do G1, como contribuiu para aumentar o coeficiente de eficiência do Brasil. Isto demonstra uma mudança completa de postura de um governante que assume e constrói um programa com a participação popular, ouvindo a sociedade e honrando seus compromissos”, sublinhou Bira do Pindaré.

Flávio Dino aparece no topo da lista do G1. Na sequência, são citados os governadores dos estados de Rondônia (87,88%), Goiás (86%), Ceará (85%), Pará (83%) e São Paulo (79%).  “Estamos no topo da lista, ou seja, somos o número um. E isto precisa ser destacado, porque há muito tempo esperamos uma notícia boa em relação ao Maranhão. Até pouco tempo, só se tinha conhecimento de estatísticas ruins. O Maranhão estava sempre em última colocação em todas as estatísticas. E, agora, começa a chegar notícias boas, mostrando que o estado está no caminho certo e que estamos pavimentando uma estrada segura e consistente”, afirmou.

O deputado acrescentou que o Governo do Estado tem obtido bons resultados em todas as esferas. “Essa notícia nos empolga, pois mostra que estamos fazendo a coisa certa”, concluiu.

Bira comemora exclusão de São Luís e demais cidades maranhenses do ranking das mais violentas do mundo

O deputado estadual Bira do Pindaré (PSB) subiu à tribuna da Assembleia Legislativa, nesta quinta-feira (8), para destacar o resultado do ranking das 50 cidades mais violentas do mundo. O parlamentar comemorou que São Luís não integra a lista, assim como nenhuma outra cidade maranhense.

Para ele, o dado precisa ser destacado, porque muitos tentam escamotear os resultados dos últimos investimentos em segurança pública. Segundo o socialista, as estatísticas começam a confirmar o que já é uma realidade no Maranhão, resultado de um trabalho intenso, sério e compromissado do governador Flávio Dino (PCdoB).

“Lamentavelmente, essa não é uma realidade do Brasil. 17 cidades, das 50 mais violentas do mundo, são brasileiras. Mas nenhuma é maranhense. E São Luís, até 2016, fazia parte desse ranking, mas desde 2017 não faz mais parte da lista das cidades mais violentas do mundo”, frisou.

O ranking a que se refere o parlamentar foi divulgado esta semana pela organização de sociedade civil mexicana Segurança, Justiça e Paz, que faz o levantamento anual dos índices de violência de todas as cidades do mundo com mais de 300 mil habitantes.

No Brasil, o primeiro lugar é ocupado por Natal; o segundo por fortaleza; o terceiro por Belém do Pará; o quarto por Vitória da Conquista; o quinto por Maceió, e o sexto por Aracaju, seguida de Feira de Santana, Recife, Salvador, João Pessoa, Manaus, Porto Alegre, Macapá, Campos de Goytacazes, Campina Grande, Teresina e Vitória. De todas as capitais nordestinas, apenas São Luís não faz parte.

Bira ressaltou que isso é motivo de alegria, pois é uma conquista do povo, da cidade e do Maranhão. Ele acrescentou que a segurança está melhor porque o estado está mudando, com políticas públicas voltadas para pastas como Educação, Saúde e Infraestrutura.

“Isto é fruto de muito trabalho do governador Flávio Dino, do secretário Jeferson Portela, da Polícia Militar, da Polícia Civil, e de todos aqueles que atuam no sistema de segurança do Maranhão. Mas, de maneira especial, é fruto das políticas públicas, porque a segurança envolve um conjunto de fatores. E tudo isso concorre para a melhoria desses indicadores”, disse.

Ao lembrar que o tema da Campanha da Fraternidade 2018 incentiva a cultura de paz e a luta pela superação da violência, o deputado chamou atenção para o fato do Rio de Janeiro não compor o ranking das cidades mais violentas. Ele classificou o dado como curioso, justamente porque decretaram intervenção militar na capital carioca.

Bira questionou o porquê de a intervenção ser no Rio de Janeiro, quando cidades como Natal, Fortaleza e Belém ocupam o topo do ranking da violência no Brasil. Para ele, algo curioso e estranho, que reforça a ideia de que a intervenção no Rio decorre mais de uma arquitetura política do que de algo com base em dados reais.

“Todo mundo é a favor da segurança. Todo mundo quer. É óbvio que é bom você reforçar a segurança, reprimir a criminalidade, mas quais são os critérios utilizados? Por que o Rio e não Vitória? Por que o Rio e não Salvador? Por que o Rio de Janeiro, se a cidade não está entre as mais violenta do país? São os dados oficiais reconhecidos pela ONU e que estão sendo divulgados para o mundo inteiro”, completou.

Ele concluiu dizendo que não poderia deixar de destacar o resultado que classificou como extraordinário. E afirmou que, hoje, o Maranhão tem índices de violência reduzidos. “Portanto, parabéns ao governador Flávio Dino, ao secretário Jefferson Portela e a todos que integram essa luta para transformar e mudar a história do Maranhão”, finalizou.

Bira reafirma pré candidatura a deputado federal mas não descarta Senado

Em entrevista ao programa Roda Viva da Rádio Educadora, nesta manhã de sexta-feira (23), o deputado estadual Bira do Pindaré (PSB) reafirmou a pré candidatura a deputado federal, mas não descartou a possibilidade de disputar o Senado.
Ao ser questionado pelo radialista Juraci Filho, o socialista afirmou que é muito leal ao grupo liderado pelo governador Flávio Dino (PCdoB) e que é preciso deixá-lo à vontade para gerir a questão.
“Mas o senhor sabe que existe um vaga em aberto”, insistiu o radialista, que lembrou a votação expressiva que Bira teve quando foi candidato ao senado, oportunidade em que o parlamentar saiu da disputa com mais de meio milhão de votos.
“Eu sei que está em aberto e se fosse chamado aceitaria a missão na hora. Eu gosto muito de futebol, então digo que estou ali no banco de reserva, assistindo o jogo e observando toda a movimentação. Se me chamar pode ter certeza que a gente vai para a área e bota a bola para dentro”, frisou.
Sobre a possível candidatura de Roseana Sarney (PMDB) ao Estado, ele destacou que acredita que a filha de Sarney não será candidata porque não se comporta como tal.
“Nunca foi de entrar em bola dividida. Todas as vezes que ela entrou numa eleição foi em situações favoráveis. Ela nunca entrou em situação de desvantagem como está agora. De modo que eu creio que ela dificilmente vai entrar nessa parada”, ressaltou.

De Assessoria.

Audiência propõe defesa das empresas públicas

O deputado estadual Bira do Pindaré (PSB) lançou uma proposta de formação de uma Frente Parlamentar em Defesa das Empresas Públicas e Contra as Privatizações, que foi aprovada em audiência pública na tarde dessa quarta-feira (19), no Plenarinho, pela Comissão de Assuntos Municipais e de Desenvolvimento Regional da Assembleia.

“Os bancos públicos a exemplo do Banco do Brasil (BB), Caixa Econômica Federal (CEF), Banco do Nordeste, Banco da Amazônia e as Empresas de Correios correm risco de serem privatizadas, assim como as companhias de abastecimento de água. Por isso a necessidade dessa audiência pública”, declarou Bira.

Compuseram a mesa de debates o presidente do Sindicato dos Urbanitários do Maranhão (STIU/MA), Fernando Antônio Pereira; o presidente do Sindicato dos Bancários do Estado do Maranhão (SEEB/MA), Eloá Oliveira; o presidente do Sindicato dos Trabalhadores das Empresas de Correios do Maranhão (SINTEC/MA), Márcio Martins e o Diretor Regional dos Correios do Maranhão, Rusvel Pereira de Carvalho, funcionário de carreira dessa instituição.

Segundo o presidente do Sindicato dos Bancários, em duas décadas, houve uma redução de mais 50% do número de bancários, no Brasil, que, hoje, é de 482 mil. “Em 2016, o Banco do Brasil e a Caixa Econômica tiveram lucros, respectivamente, de mais de R$ 18 e quase 5 bilhões. Por que, então, privatizar empresas públicas que vêm dando lucro e cumprindo seu papel social”, ressaltou.

Já para o diretor dos Correios, Rusvel Caralho, contra argumentou que a empresa apresenta um déficit da ordem de R$ dois bilhões que precisa ser saneado e que, por enquanto, não se cogita sobre sua privatização. “Não se cogita privatizar os Correios, mas, sim, tornar essa empresa superavitária”, frisou.

Ao final foram aprovados os seguintes encaminhamentos para o enfrentamento do processo de privatização das empresas públicas:

1) Criação da Frente Parlamentar em Defesa das Empresas Públicas e Contra as Privatizações;

2) Ajuizar Ação Civil Pública contra as privatizações das empresas públicas;

3) Reforçar a luta contra as privatizações na paralização dos trabalhadores que no dia 28 de abril;

4) Realizar debates permanentes contra as privatizações;

5) Instalar Comitês Estaduais contra as privatizações;

6) Realizar audiência pública sobre a segurança das agências dos Correios e bancos;

7) Apresentar requerimento na Assembleia pedindo o apoio da bancada do Maranhão, na Câmara e no Senado, contra as privatizações.