“Impressiona o desprezo de Jair Bolsonaro pela educação”, diz deputado Márcio Jerry sobre desmonte no setor

Da Revista Fórum

Apesar de negar possíveis cobranças de mensalidades de estudantes das universidades federais neste fim de semana, as medidas adotadas por Abraham Weintraub, à frente do Ministério da Educação (MEC), foram alvo de uma enxurrada de críticas de parlamentares nesta segunda-feira (15). Em dois dias, além de mudanças nos regimes de universidades, reportagens de diferentes veículos apontaram o esvaziamento dos investimentos direcionados à educação básica pública durante os primeiros seis meses de gestão.

Vice-líder do PCdoB na Câmara, o deputado federal Márcio Jerry externou sua indignação nas redes sociais.

“Impressiona o desprezo de Jair Bolsonaro pela educação. Expele raiva da educação pública, a persegue, diminui recursos. Expressa toda a sua mediocridade e obscurantismo ao colocar a educação como inimiga”, comentou em um tuíte. Autor de um Projeto de Lei que tenta impedir o corte e a suspensão de bolsas de pesquisas, Jerry afirmou que é preciso reagir nas ruas, escolas e parlamento contras as decisões.

Para a deputada Margarida Salomão (PT-MG), presidente da Frente Parlamentar em Defesa das Universidades Federais, é hipocrisia o governo Bolsonaro falar em prioridade para a educação básica enquanto ataca as universidades públicas. “Eis o emblema máximo da hipocrisia: um governo que ameaça as universidades federais em nome da educação básica, mas que trata esta com a mais rigorosa vilania”, criticou.

Uma reportagem divulgada hoje, pelo jornal Folha de S. Paulo, apontou que não houve qualquer repasse do Governo Federal à educação integral nos ensinos fundamental e médio das escolas brasileiras. Com a queda no investimento e o atual direcionamento da política de Bolsonaro, foram diretamente impactados os apoios à educação em tempo integral, à construção de creches, à alfabetização e o ensino técnico, por exemplo.

Também pelo Twitter, Orlando Silva (PCdoB-SP) afirmou que não bastou a Bolsonaro cortar recursos dos jovens do Institutos Federais e das Universidades. “O semeador da ignorância quer tirar também as escolas das crianças. Quer levar o Brasil a um apagão”,

No domingo (14), uma outra matéria publicada pelo Valor apontou a convocação feita pelo MEC, a fim de tornar pública a Reforma Administrativa que fará com que Universidades Públicas deixem ser Autarquias e passem a ser subordinadas ao regime jurídico de direito público. A reunião está marcada para esta quinta-feira (18), durante o lançamento do Programa “Future-se”.

Bolsonaro chama manifestantes de “idiotas” e “imbecis”

Em declaração sobre o que achava dos manifestantes que saíram às ruas do país nesta quarta-feira (15), o presidente Jair Bolsonaro, disse que são “uns idiotas” uns imbecis” e “massa de manobra”. O presidente disse, ainda, que não gostaria de contingenciar verbas, em especial da educação, mas que o bloqueio é necessário.

Bolsonaro está em Dallas, no estado norte-americano do Texas, onde receberá uma homenagem e terá um encontro com o ex-presidente dos Estados Unidos George W. Bush. Ao sair do hotel em que está hospedado, alguns apoiadores e a imprensa estavam na porta e questionaram o presidente sobre o bloqueio de recursos. Veja abaixo o posicionamento de Bolsonaro.

 

“É natural, é natural. Agora… a maioria ali é militante. É militante. Não tem nada na cabeça. Se perguntar 7 x 8 não sabe. Se perguntar a fórmula da água, não sabe. Não sabe nada. São uns idiotas úteis, uns imbecis que estão sendo utilizados como massa de manobra de uma minoria espertalhona que compõe o núcleo de muitas universidades federais do Brasil”, afirmou Bolsonaro.

 

“Agora educação também está deixando muito a desejar no Brasil. Você pega as provas do Pisa, que eu peguei agora, de três em três anos, de 2000 pra cá, cada vez mais ladeira abaixo. A garotada com 15 anos de idade, da nona série, 70% não sabe a regra de três simples.” disse ainda, o presidente.

Durante protestos ocorridos durante o dia no Brasil inteiro, vários manifestantes carregaram cartazes com frases de repúdio à declaração do presidente.

 

Manifestantes lotam ruas pelo Brasil inteiro contra contingenciamento de recursos para educação

Manifestantes do Brasil inteiro se reuniram nesta quarta-feira (15), para protestar contra o bloqueio de recursos destinados às instituições de ensino superior anunciado pelo Ministério da Educação. Em São Luís, a concentração ocorreu por volta das 15h na Praça Deodoro. De lá os manifestantes caminharam pela Praça Maria Aragão e chegaram na Praça dos Catraieiros, onde se concentraram até as 18h, quando a manifestação encerrou.

 

Na Universidade Federal do Maranhão (UFMA) e no Instituto Federal do Maranhão (IFMA) as aulas foram canceladas hoje. Na manhã de hoje, um outro protesto já havia sido realizado na porta da UFMA.

Vários manifestantes carregavam cartazes favor da educação, alguns faziam referência à declaração dada pelo presidente Jair Bolsonaro na qual ele chamou os manifestantes de “idiotas”, “imbecis” e “massa de manobra“.

Ao todo, os manifestantes contabilizaram cerca de 20 mil pessoas no protesto. A Polícia Militar contabilizou 5 mil pessoas. Além de São Luís, foram realizados atos nos municípios de Pinheiro, Balsas, Santa Inês e Imperatriz.

De acordo com o Ministério da Educação, o bloqueio é de 24,84% das chamadas despesas discricionárias — aquelas consideradas não obrigatórias, que incluem gastos como contas de água, luz, compra de material básico, contratação de terceirizados e realização de pesquisas. O valor total contingenciado, considerando todas as universidades, é de R$ 1,7 bilhão, ou 3,43% do orçamento completo — incluindo despesas obrigatórias.

Em 2019, as verbas discricionárias representam 13,83% do orçamento total das universidades. Os 86,17% restantes são as chamadas verbas obrigatórias, que não deverão ser afetadas. Elas correspondem, por exemplo, aos pagamentos de salários de professores, funcionários e das aposentadorias e pensões.

Segundo o governo federal, a queda na arrecadação obrigou a contenção de recursos. O bloqueio poderá ser reavaliado posteriormente caso a arrecadação volte a subir. O contingenciamento, apenas com despesas não obrigatórias, é um mecanismo para retardar ou deixar de executar parte da peça orçamentária devido à insuficiência de receitas e já ocorreu em outros governos.

Novo decreto de porte de armas é assinado pelo Presidente Jair Bolsonaro. 

Novo decreto de porte de armas é assinado pelo Presidente Jair Bolsonaro. Foto: Reprodução

O texto foi assinado por Bolsonaro em cerimônia no Palácio do Planalto na terça-feira (7), e disponibilizado no Diário Oficial da União na manhã desta quarta-feira (8). O decreto facilita o porte de armas para algumas categorias de trabalhadores como advogados, caminhoneiros, políticos eleitos e jornalistas. Em outras palavras, o decreto permite que algumas carreiras tenham o reconhecimento automático ao direito de possuir o porte de arma apenas pela função que exercem. 

O decreto ainda assegura que o registro de armas terá prazo indeterminado para integrantes das Forças Armadas, policiais civis e militares, guardas municipais, servidores da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) e auditores da Receita Federal.  

Leia o Decreto na integra. 

Taxa de desemprego chega a 12,4% no primeiro trimestre, diz IBGE

 

A taxa de desemprego voltou a subir no Brasil. No trimestre encerrado em fevereiro, o número de desocupados atingiu 13,1 milhões de brasileiros. Os dados foram divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), nesta sexta-feira (29). Essa alta representa a entrada de 892 mil pessoas na população desocupada.

No trimestre encerrado em janeiro de 2019, a taxa de desemprego entre os brasileiros chegou a 12%, alcançando 12,7 milhões de pessoas. Essa foi a primeira alta em dez meses, assim como a maior desde agosto de 2018.

O IBGE também verificou a taxa de subutilização, que corresponde ao numero de pessoas que poderiam estar trabalhando por mais horas- ficou 24,6%, a porcentagem foi a maior já registrada desde o começo da contagem em 2012.

Bolsonaro faz reunião ministerial para ouvir propostas e planos

O presidente Jair Bolsonaro se reúne hoje, dia 8, com o Conselho de Ministros. Ele pretende conversar com os ministros sobre as ações que pretendem executar até o fim do mês, eventuais medidas para redução de gastos e planos. É a segunda reunião em menos de uma semana. A primeira foi no dia 2. A expectativa é que seja discutida a reforma da Previdência cujo texto, elaborado pela equipe econômica, deve ser enviado ao Congresso Nacional. Segundo o ministro-chefe da Casa Civil, a primeira reunião foi de alinhamento e denição de tarefas.

Na semana passada, o ministro da Economia, Paulo Guedes, recebeu de Bolsonaro a tarefa de denir os principais pontos do texto que o governo pretende encaminhar aos parlamentares neste semestre. Para o presidente, a proposta deve incluir a xação de idade mínima, de forma gradual, para aposentadoria. Assim, os homens teriam piso de 62 anos e mulheres, de 57.

Outra missão repassada a todos as pastas foi uma lista de medidas que cada ministro pretende colocar em prática já nas próximas semanas, além de uma varredura nas contas de cada uma delas e a análise, principalmente, dos gastos feitos nos últimos dias da gestão Michel Temer. A equipe de Bolsonaro identicou “uma movimentação incomum de exonerações e nomeações e recursos destinados a ministérios”.

Com isso, o recado para os ministros foi o levantamento de atos e gastos dos últimos 30 dias. Pelo menos parte desses relatórios deve ser apresentada no encontro desta terça-feira.

Ameaças a Bolsonaro continuam e GSI pede estudo para reforçar segurança

O ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), general Sérgio Etchegoyen, encomendou à equipe estudo para reforçar a segurança de Jair Bolsonaro e sua família a partir da posse do novo presidente, em 1º de janeiro.

O motivo do pedido, além do atentado sofrido na campanha, são as frequentes ameaças identificadas pela inteligência do governo. Bolsonaro teve sua segurança reforçada pela Polícia Federal durante a campanha, após ser vítima de uma facada no dia 6 de setembro, em Juiz de Fora (MG).

Segundo informações da área de inteligência, as ameaças continuaram mesmo após a eleição. A segurança de Bolsonaro após a posse será chefiada pelo general Luiz Fernando Estorilho Baganha.

Na semana passada, com Bolsonaro já eleito, a Agência Brasileira de Inteligência (Abin) e a PF se reuniram para discutir o novo esquema reforçado no governo de transição. Durante a campanha, o candidato foi avisado que corria risco. Aliados, inclusive, citaram as ameaças como justificativa para que Bolsonaro não participasse dos debates eleitorais na reta final. Anunciado como futuro ministro da Defesa, o general da reserva Augusto Heleno chegou a divulgar um vídeo na véspera da eleição com o alerta para uma “real ameaça de atentado terrorista” contra Bolsonaro, articulada por uma “organização criminosa”.

Modelo norte-americano

Na semana passada, com Bolsonaro já eleito, a Agência Brasileira de Inteligência (Abin) e a PF se reuniram para discutir o novo esquema reforçado que irá vigorar durante o governo de transição. Atualmente, uma equipe de 55 homens da PF se revezam na proteção ao presidente eleito. A informação é de que as ameaças partiram de diferentes fontes, inclusive de facções criminosas como PCC e Comando Vermelho e existem escutas telefônicas das ameaças que estão sendo investigadas.

A ideia é adotar no Brasil algumas das medidas usadas para proteger os presidentes norte-americanos, em que os cuidados com segurança chegam a níveis máximos. As tradicionais entrevistas nas quais o presidente fica rodeado por repórteres, por exemplo – chamadas de quebra-queixo no jargão jornalístico -, devem acabar. Os preparativos de viagens e contato com o público também serão repensados.

A equipe de Bolsonaro estuda, ainda, abandonar o tradicional desfile em carro aberto na cerimônia de posse. O veículo que costuma ser utilizado no percurso pela Esplanada dos Ministérios é um Rolls-Royce que o Brasil recebeu de presente do governo britânico, em 1953. Em entrevista à Rede Vida, na quinta-feira, o presidente eleito afirmou que vai seguir “rigorosamente” as recomendações da área de inteligência na posse.

Troca na guarda

A PF ficará com Bolsonaro até 31 de dezembro. A equipe do GSI, formada em parte por militares do Exército, será reforçada para assumir a função na virada do ano. Caso haja alguma solicitação, há a possibilidade de que a “passagem de bastão” seja antecipada. Mais de 800 pessoas trabalham neste setor.

A segurança será ampliada não só pelas ameaças, mas também pela quantidade de pessoas a serem protegidas. Bolsonaro é casado e tem cinco filhos. Todos têm direito à segurança da Presidência.

Além disso, serão montados escritórios no Rio de Janeiro para dar infraestrutura à família tanto de Bolsonaro quanto do seu vice, general Hamilton Mourão, que têm casa na capital fluminense.

“De coração leve”, Haddad cumprimenta Bolsonaro pelo Twitter: “desejo-lhe sucesso”

Revista Fórum

Candidato derrotado nas eleições presidenciais, o petista Fernando Haddad foi ao Twitter nesta segunda-feira (29) cumprimentar o oponente, Jair Bolsonaro (PSL), pela vitória deste domingo (28).

“Presidente Jair Bolsonaro. Desejo-lhe sucesso. Nosso país merece o melhor. Escrevo essa mensagem, hoje, de coração leve, com sinceridade, para que ela estimule o melhor de todos nós. Boa sorte”, tuitou Haddad.

 

Na noite de domingo (28), em entrevista coletiva após a apuração dos votos, o petista explicou o motivo de não ter telefonado para Bolsonaro após o resultado da eleição. “Ele me chamou de canalha e disse que se eleito mandaria me prender”, afirmou.

“A marcha da insensatez ainda pode ser contida”, diz Flávio Dino

O governador Flávio Dino afirmou nesta segunda (22) que “a marcha da insensatez ainda pode ser contida”. A declaração foi feita nas redes sociais, após a divulgação do vídeo em que o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL) ameaça fechar o Supremo Tribunal Federal (STF) em caso de impugnação da candidatura de Jair Bolsonaro à Presidência da República.

Dino relembrou comentário feito na semana passada, quando criticou a postura leniente de parte do Judiciário em relação ao discurso fascista no país. “Parte da comunidade jurídica deu decisiva sustentação à escalada fascista. Caso o pior aconteça, tenho impressão de que, muito rapidamente, eles irão se arrepender duramente. E talvez não haja remédio eficaz”, escreveu.

Flávio Dino disse que independentemente do posicionamento dos ministros da Suprema Corte haverá reação em defesa da democracia.

“Um filhote de fascista disse que um cabo e um soldado bastam para fechar o Supremo. Não sei o que os ministros acham disso. Só digo que tentem a ousadia. Estaremos lá na porta do Supremo protegendo a democracia. E seremos muitos a esperar os micróbios”, afirmou.

Sobre o apoio à candidatura de Haddad à Presidência, o governador do Maranhão disse não ter medo de nada. “Independentemente de resultado, quem luta pelo bom, pelo belo, pelo justo, jamais perde. Venceremos”, tuitou.

Ele afirmou ainda que é cristão e sua fé não o permite votar em amigo de torturador. “Sou professor de Direito Constitucional. Minha profissão me leva a votar no único candidato que defende a Constituição e as leis.”

CONFIRA:“Esses marginais vermelhos serão banidos de nossa pátria”, diz Bolsonaro

O presidenciável do PSL, Jair Bolsonaro, afirmou por um vídeo divulgado no último domingo que fará uma “faxina” e que os “marginais vermelhos” serão “banidos” do país, em referência aos seus adversários. A fala transmitida por manifestantes a favor de sua candidatura na avenida Paulista, em São Paulo, e “dedicada a todo o Brasil” Bolsonaro afirmou que seus apoiadores são a maioria e que eles são “o Brasil de verdade”. Confira o vídeo aqui.

“Não tem preço as imagens que vejo agora da Paulista e de todo o meu querido Brasil. Perderam ontem, perderam em 2016 e vão perder a semana que vem de novo. Só que a faxina agora será muito mais ampla. Essa turma, se quiser ficar aqui, vai ter que se colocar sob a lei de todos nós. Ou vão pra fora ou vão para a cadeia. Esses marginais vermelhos serão banidos de nossa pátria”, disse o candidato, em referência aos que apoiam seu adversário, Fernando Haddad (PT).

Vídeos e imagens publicados em seu perfil do Twitter mostravam multidões em manifestações em São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Maceió, Salvador, Belém e Brasília, entre outras cidades. O capitão reformado aproveitou a fala para bater mais uma vez na tecla da corrupção, acusando Haddad de estar próximo de ser preso para fazer companhia ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que cumpre pena desde abril em Curitiba após condenação por corrupção e lavagem de dinheiro no caso do apartamento tríplex no litoral de São Paulo.

“Aqui não terá mais lugar para a corrupção. E seu Lula da Silva, se você estava esperando o Haddad ser presidente para soltar o decreto de indulto, eu vou te dizer uma coisa: você vai apodrecer na cadeia. E brevemente você terá Lindbergh Farias (senador do PT) para jogar dominó no xadrez. Aguarde, o Haddad vai chegar aí também. Mas não será para visitá-lo, não, será para ficar alguns anos ao teu lado”, afirmou.

“Já que vocês se amam tanto, vocês vão apodrecer na cadeia. Porque lugar de bandido que rouba o povo é atrás das grades.” O tom da fala, em clima de vitória, apesar do pedido do candidato para que seus apoiadores não se desmobilizem até a votação no próximo domingo, seguiu com Bolsonaro afirmando que irá cortar as “mordomias” de petistas.

“Pretalhada, vai tudo vocês para a ponta da praia. Vocês não terão mais vez em nossa pátria”, avisou. “Vocês não terão mais ONGs para saciar a fome de mortadela de vocês. Será uma limpeza nunca vista na história do Brasil.”

O candidato aproveitou para reafirmar que as Forças Armadas e de segurança terão papel importante em seu governo.  Também voltou a declarar que pretende tipificar como terrorismo as atividades do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) e do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST).

“Vocês verão umas Forças Armadas altivas. Que estará colaborando com o futuro do Brasil. Vocês, pretalhada, verão uma Polícia Civil e Militar com retaguarda jurídica para fazer valer a lei no lombo de vocês”, ameaçou. “Bandidos do MST, bandidos do MTST, as ações de ações serão tipificadas como terrorismo. Vocês não levarão mais o terror ao campo ou às cidades. Ou vocês se enquadram e se submetem às leis ou vão fazer companhia ao cachaceiro lá em Curitiba.”

O segundo turno da eleição presidencial entre Bolsonaro e Fernando Haddad (PT) ocorre no próximo dia 28. Segundo pesquisa Datafolha divulgada na quinta-feira, Bolsonaro tem 59 por cento dos votos válidos, enquanto Haddad soma 41 por cento.