Diagnóstico precoce do câncer na Feirinha

Com o tema “Uma simples atitude pode salvar a sua vida. Procure um médico”, o Governo do Maranhão realiza mais uma ação da Campanha Outubro Rosa, neste domingo (21), na Feirinha de São Luís.

Na programação, haverá rodas de conversa sobre saúde da mulher, orientação sobre a prevenção do câncer de mama, distribuição de material informativo, além de aulão de zumba.

Outubro Rosa

Em São Luís, o Dia D do Outubro Rosa aconteceu segunda-feira (15), no Hospital de Câncer do Maranhão.

Como parte da programação da campanha, a Unidade Móvel de Saúde – Carreta da Mulher Maranhense percorrerá bairros de São Luís, até o dia 30, disponibilizando mamografia, exame preventivo, vacinas e palestras.

Nesta sexta (19) e sábado (20), o atendimento da unidade móvel será no bairro do Maracanã. A ação é realizada pela Secretaria de Estado da Saúde (SES), em parceria com a Secretaria de Estado da Mulher (SAMU). A ação será ao lado da União de Moradores da Vila Nova República, localizada na Rua Tancredo Neves.

Justiça determina retomada de tratamento de paciente com câncer

Após pedido do Ministério Público, o Poder Judiciário determinou, em 21 de setembro, que o Estado do Maranhão e o Município de Raposa garantam o tratamento de uma paciente com câncer na tireoide. A decisão judicial, em caráter liminar, determina que o tratamento com radioiodoterapia (iodo 131) seja feito em rede hospitalar pública ou privada, ofertando, imediatamente, todo e qualquer procedimento, cujos custos deverão ficar a cargo dos réus.

Em caso de descumprimento, o Estado do Maranhão e o Município de Raposa devem pagar multa diária de R$ 5 mil, limitada até o limite de 100 dias-multa. Também foi deferido o bloqueio das contas dos réus, no valor de R$ 100 mil, com o fim de garantir o tratamento urgente na rede particular, caso o tratamento não seja providenciado na rede pública.

A paciente buscou ajuda do MPMA, em 19 de setembro, informando que era atendida pelo Hospital Universitário Presidente Dutra e, em 2017, realizou a cirurgia para a retirada de toda a glândula tireoide. Ela realizava o tratamento de radioterapia na Clínica Nuclear Maranhão, pelo Sistema Único de Saúde, que foi suspenso, em 2017, por falta de medicação.

Ajuizada em 19 de setembro deste ano pelo promotor de justiça Reinaldo Campos Castro Júnior, a Ação de Obrigação de Fazer solicitou à Secretaria de Estado de Saúde a continuidade do tratamento. Em resposta ao Ministério Público, a secretaria sugeriu o tratamento no Hospital Aldenora Belo. Porém, a unidade de saúde sugeriu que a paciente fosse atendida no Hospital Universitário Presidente Dutra, mas em ambos não há o tratamento de terapia com iodo 131.

“Convém ressaltar que a oferta de tratamento de iodo 131 deve ser garantida pelo SUS, por meio do Estado ou pelo Município, ou mesmo na rede privada, na hipótese de impossibilidade deste serviço em hospitais ou clínicas oficiais. Registre-se que a paciente está sem fazer a continuação do tratamento desde março do corrente ano, o que agravará ainda o quadro de saúde, pondo em risco a vida da cidadã”, afirmou, na ação, o promotor de justiça.

Estado e Município devem garantir equipamentos para tratamento de câncer na Capital e Interior

A Vara de Interesses Difusos e Coletivos promoveu nesta quarta-feira, 29, uma audiência de conciliação entre o Ministério Público (autor), Estado do Maranhão e Município de São Luís (requeridos), para tratar sobre a ampliação de políticas de combate ao câncer na capital e interior. Na audiência, presidida pela juíza Alessandra Arcangeli (respondendo pela unidade judicial), o Estado do Maranhão se comprometeu a fazer funcionar o serviço de radioterapia no prédio anexo ao Hospital do Câncer Tarquínio Lopes Filho, dotado de um Acelerador Linear para o procedimento de Radioterapia, no prazo de um ano.

O Estado informou que, mediante convênio com o Hospital Aldenora Bello, foi adquirido mais um Acelerador Linear; e comprometeu-se a fazê-lo funcionar até março de 2019, vez que está em fase de testes. Já o Município de São Luís e o Estado do Maranhão, considerando tratar-se de gestão compartilhada e no sentido de assegurar a atenção à saúde da mulher na rede pública, comprometeram-se em manter o funcionamento, na região de São Luís, de 11 mamógrafos, sendo cinco de comandos simples (APAE; Hospital Tarquínio Lopes Filho; Hospital Universitário; Hospital Aldenora Bello e na Unidade Móvel de Prevenção do Câncer), três mamógrafos guiados por esterotaxia, todos para a gestão municipal; e três mamógrafos computadorizados, sendo dois no PAM Diamante e um na Unidade Móvel de Prevenção do Câncer.

Nas demais regiões, o Estado comprometeu-se a manter o funcionamento de 18 mamógrafos (Imperatriz, Balsas, Chapadinha, Caxias, Rosário, Pinheiro, Bacabal, Itapecuru-Mirim, Codó, Presidente Dutra e São João dos Patos). Quanto ao serviço de radioterapia no Hospital Tarquínio Lopes, o Estado do Maranhão se compromete, a cada 3 meses, informar nos autos sobre o andamento e cumprimento do calendário referente a obra. O Município de São Luís dispõe de 15 dias para juntada de documentos referentes ao funcionamento dos mamógrafos mantidos pelo Município.

AÇÃO – A Ação Civil Pública foi baseada no Inquérito Civil Público procedente da Procuradoria da República do Maranhão, instaurado com o objetivo de investigar se os mamógrafos disponibilizados às usuárias do Sistema Único de Saúde (SUS) estão em funcionamento para satisfazer as demandas da população, bem como verificar a existência e a efetividade de políticas públicas locais de prevenção ao câncer de mama e útero. Na época, Estado e Município emitiram relatórios sobre como organizam e desenvolvem as políticas públicas de combate ao câncer na Capital e no interior.

Foi anexado à ação um Relatório Social proveniente da Procuradoria da República no Estado do Maranhão (PRMA), datado de 27 de julho de 2012, com objetivo de analisar a prestação de serviços de prevenção ao câncer de mama e útero, especialmente no que diz respeito à oferta e efetividade dos mamógrafos, no Estado do Maranhão. À época, em consulta realizada ao sítio eletrônico do Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde, verificou-se que existiam 14 mamógrafos com estereotaxia existentes no estado do Maranhão, todos em uso, sendo cinco em São Luís. No que se refere ao mamógrafo em comando simples, existiam à época 62 cadastrados e 58 em uso, sendo 18 em São Luís.

A ação cita que a Portaria Nº 1.102/2002 do Ministério da Saúde estabelece 01 (hum) mamógrafo para 240 mil habitantes, e no caso do Estado do Maranhão – cuja população em 2010, segundo dados do IBGE, era de 6.574.789 habitantes – haveria a necessidade de 27 mamógrafos. Em se tratando de São Luís – cuja população era 1.014.837 habitantes em 2010, segundo dados do IBGE -, utilizando-se do mesmo parâmetro mencionado, havia a necessidade de quatro mamógrafos, e a capital maranhense contava com 23 mamógrafos. “Desse modo, pode-se afirmar que o número de mamógrafos cadastrados atualmente atendem e ultrapassam o parâmetro estabelecido pelo Ministério da Saúde. Cabia, entretanto, avaliar se a produção deste mamógrafo era satisfatória, haja vista a grande quantidade em desuso”, destacou a ação.

Governo leva Unidade Móvel de Prevenção ao Câncer para a região do Maracanã

O Governo do Estado inicia, nesta segunda-feira (2), o atendimento da população do Maracanã e região, na Unidade Móvel de Prevenção ao Câncer, das 8h às 17h, em frente ao Viva. A carreta permanece no local até a próxima sexta-feira (6).

A Unidade Móvel de Prevenção ao Câncer dispõe de exames preventivos e laboratoriais, mamografia e consultas odontológicas. Fruto da parceria entre o Governo do Estado, o Hospital de Câncer de Barretos, a Vale e a Fundação Pio XII, a carreta itinerante reforça as ações de combate ao câncer no Maranhão, especialmente câncer de colo de útero, mama e boca.

Para o secretário de Estado da Saúde, Carlos Lula, a unidade móvel agrega serviços de extrema importância para a população com atendimento ágil e de fácil acesso. “Os investimentos que vêm sendo realizados na gestão do governador Flávio Dino têm como objetivo beneficiar os cidadãos. Os usuários do sistema público de saúde merecem um atendimento de qualidade”, enfatizou.

Mais Saúde

Como parte das ações do Mais Saúde, a Unidade Móvel de Prevenção ao Câncer, instalada no Centro de Ensino Professor Mario Martins Meireles, na BR-135, registrou mais de 200 atendimentos. A unidade permaneceu no local entre os dias 22 e 27 de março.

O Governo registrou mais de 11 mil atendimentos, entre os dias 21 e 22 março, na edição do Mais Saúde na BR-135, zona rural de São Luís. Foram feitos 372 testes rápidos (sífilis, HIV e hepatites), 1.073 serviços de enfermagem (aferição de pressão e teste de glicemia), 324 atendimentos de serviço social. Na vacinação, 111 pessoas a partir de 10 anos foram imunizadas contra doenças como HPV e febre amarela.

ARTIGO | Maranhão contra o Câncer

Temos hoje no Maranhão um governo que leva a sério o que é sério. E que olha para todos os cidadãos do Maranhão, sem exclusão. Por isso, cuidamos da oferta de serviços públicos que, quando existiam, estavam restritos à capital. Grande exemplo é a inédita rede de prevenção e tratamento do câncer que temos estruturado no estado.

Desde 2015, executamos serviços permanentes de enfrentamento a esta doença. Um dos meus primeiros atos, foi implantar a radioterapia em Imperatriz, acabando com o sofrimento de milhares de pessoas em longas viagens. Na mesma Imperatriz, instalamos a Unidade de Oncologia Pediátrica, com leitos clínicos, cirúrgicos e de UTI, além de consultas médicas especializadas, exames laboratoriais e diagnósticos por imagem, por meio de procedimentos modernos, garantindo o tratamento a crianças de mais de 40 municípios da região, que antes precisavam se deslocar para serem atendidas.

Por meio da Carreta da Mulher, Onibus Lilás e da Unidade Móvel de Prevenção ao Câncer, já realizamos mais de 130 mil atendimentos, entre consultas, exames e palestras educativas, estas fundamentais para o reforço da cultura da prevenção. Em convênio com o Hospital Aldenora Bello, investimos na ampliação física da unidade e na aquisição de equipamentos para radioterapia e mamografia, para garantir o aumento da capacidade de atendimento no tratamento oncológico.

Em São Luís, após a inauguração do Hospital de Ortopedia e Traumatologia (HTO), o Hospital Geral, que também atendia a estas especialidades, passou a funcionar exclusivamente como Hospital do Câncer, devidamente reformado e equipado para esse tipo de tratamento. Desenvolvemos o Projeto Bem Acompanhado, realizado com foco nos acompanhantes dos pacientes, por meio de atividades lúdicas, dinâmicas, entretenimento e exercícios físicos. E instalamos a Casa de Apoio ao Hospital do Câncer, espaço de acolhimento aos pacientes e seus familiares durante o tratamento, quando oriundos de outras cidades. A Casa, que fica nas proximidades da unidade hospitalar, dispõe de dormitórios, espaços de convivência, sala de leitura e refeitório, onde são servidas as principais refeições gratuitamente.

No início deste mês, também inauguramos a Unidade de Oncologia do Hospital Macrorregional de Caxias, servindo a municípios das regionais de saúde de Caxias e Codó, com capacidade para realizar mais de 400 procedimentos quimioterápicos por mês, e estrutura completa de serviços de prevenção e tratamento do câncer.

Ontem e hoje, estamos realizando mais uma Caravana Mais Saúde, desta feita no CINTRA, em São Luís, com foco na saúde da mulher, inclusive com exames específicos de prevenção contra o câncer. Estas caravanas já atenderam mais de 70 mil pessoas e são um exemplo da política de saúde séria que existe hoje no Maranhão, deixando para trás o império da mentira e da irresponsabilidade.

Tantas iniciativas mostram nossa seriedade em estruturar a rede de saúde do Maranhão com unidades hospitalares, e, muito além, com a humanização dos serviços ofertados, de modo que ampliamos e melhoramos as condições de enfrentamento a essa doença.

Das muitas batalhas travadas na missão de governar o Maranhão, a de garantir condições adequadas de prevenção, diagnóstico e tratamento do câncer é uma das que temos empenhado esforços. Com a convicção de que estamos no caminho certo, vamos seguir e avançar.

Câncer de ovário é um dos mais perigosos, apontam oncologistas

O câncer de ovário ocupa a sétima posição dentre os cânceres malignos mais frequentes em mulheres e a terceira posição entre os cânceres ginecológicos no Brasil. Trata-se de uma doença silenciosa com sintomas que aparecem em fases avançadas levando ao atraso do início do tratamento.

O Instituto Nacional do Câncer (INCA) estimou 6150 novos casos em 2016 e é a quinta maior causa de morte por câncer entre as mulheres. Essa elevada mortalidade está diretamente relacionada ao diagnóstico tardio. “Atualmente 80% dos tumores são diagnosticados em fase avançada, reduzindo a sobrevida da paciente. Entender o comportamento e os fatores desencadeantes desse tipo de câncer é o primeiro passo”, aponta o oncologista clínico David Pinheiro Cunha do Grupo SOnHe – Sasse Oncologia e Hematologia de Campinas.

O câncer de ovário é o tumor ginecológico mais difícil de ser diagnosticado e, por esse motivo, é o que menos tem chance de cura, “Na fase inicial, a grande maioria das pacientes são assintomáticas ou apresentam sintomas inespecíficos como dores abdominais, náuseas e alteração do hábito intestinal, não levando a paciente a procurar seu médico. Quando os sintomas tornam-se intensos, podendo cursar com aumento do volume do abdômen pela formação de liquido (ascite) ou obstrução do intestino causando dificuldade para evacuar, a doença já está avançada e a chance de cura é menor”, explica o oncologista clínico.

O médico conta que o câncer de ovário pode ser dividido em três principais tipos: tumores epiteliais, que se iniciam nas células que recobrem a superfície externa no ovário, responsáveis por 95% dos casos; tumores de células germinativas, que originam os espermatozoides e os ovócitos, responsáveis por 2-3% dos casos e tumores estromais, constituídos a partir do cordão sexual da gônada, responsáveis por 5% dos casos.

“É importante saber que todas as mulheres podem ter câncer de ovário, mas as que apresentam maior risco são: as com histórico familiar de câncer de ovário ou mama, idade avançada (acima dos 60 anos), nunca ter ficado grávida, menarca precoce, menopausa tardia, endometriose, reposição hormonal na pós-menopausa e tabagismo. As síndromes hereditárias também aumentam significativamente esse risco, predispondo a doença em idades mais jovens. As mutações de maior importância são BRCA 1, BRCA 2 e a síndrome de Lynch (alteração genética em genes do DNA)”, afirma.

Para o diagnóstico o médico necessita de uma avaliação clínica, exame físico e ginecológico, exames de sangue com marcador tumoral (Ca 125) e exames de imagem (ultrassom transvaginal, tomografia computadorizada e ressonância magnética). “Quando o tumor está em fase inicial, os exames de imagem identificam uma lesão nodular ou uma massa restrita aos ovários. Na doença avançada pode ocorrer disseminação dos nódulos para o peritônio (camada que reveste o intestino), formação de liquido no abdômen e metástase para outros órgãos como fígado e pulmão. Importante ressaltar que para o diagnóstico definitivo é necessário uma biópsia da tumoração apontada no exame de imagem”, explica o medico.

Tratamento

O tratamento depende do estágio da doença. As opções principais são: cirurgia seguido de quimioterapia ou, quando o tumor apresenta-se mais avançado, iniciar quimioterapia e posterior avaliação cirúrgica. “Infelizmente os métodos de rastreamento para câncer de ovário não se mostraram efetivos para a população geral como é o caso do Papanicolau no câncer de colo de útero. A realização de exames de ultrassom transvaginal e marcador tumoral (Ca 125) apenas resultou em maior número de procedimentos e gastos para a saúde sem benefício significativo em reduzir a mortalidade, portanto, não sendo indicado de rotina”, aponta o especialista.

De Agência.

Prefeitura intensifica ações de prevenção ao câncer e outras doenças

As ações de combate ao câncer de próstata e testículos, entre outras doenças, serão intensificadas durante o mês de novembro pela Prefeitura de São Luís. Motivada pela campanha do Novembro Azul, a Secretaria Municipal de Saúde (Semus) planejou uma série de atividades como panfletagens nas unidades de saúde, serviços de promoção de saúde na Feirinha de São Luís, caminhada e torneio de futebol. As atividades têm início neste domingo (5) dentro da programação da Feirinha e culminam em uma caminhada na Avenida Litorânea, no dia 26.

O secretário Municipal de Saúde, Lula Fylho, explicou que a programação destaca também outras datas importantes do calendário no mês de novembro. “As ações desenvolvidas terão foco não somente na prevenção ao câncer de próstata e testículos. A rede municipal de saúde vai evidenciar também outras datas importantes do mês, como o Dia Mundial do Diabetes e o Dia da Consciência Negra, que serão comemorados com mobilizações de alerta e outras atividades, reforçando a cidadania através de eventos de promoção à saúde e qualidade de vida”, destacou.

Durante o mês de novembro, as edições da Feirinha São Luís, que acontece aos domingos na Praça Benedito Leite, contarão com serviços como orientações sobre câncer de próstata, distribuição de preservativos, aferição de pressão, orientações sobre hipertensão, orientação nutricional, orientações sobre HPV, vacinação para meninos e ouvidoria.

PROGRAMAÇÃO

Na terça-feira (07), no Centro de Especialidades Médicas do Filipinho será realizada a abertura oficial da programação. Durante a ação, que começa às 8h, será realizada palestra sobre a prevenção de doenças urológicas e oferecidos serviços de aferição de pressão e glicemia, testes rápidos e consultas com urologista e proctologista. Também no CEM do Filipinho será realizada, no dia 18 de novembro a ação “Saúde para Todos”, com consultas com urologista, cardiologista e proctologista e outros serviços de promoção à saúde.

Nas Unidades Básicas de Saúde (UBS), a programação do Novembro Azul inclui ações educativas com a distribuição de folders informativos e laços alusivos à campanha; teste de glicemia, testes rápidos, aferição de pressão e entrega de preservativos; e orientações sobre tabagismo, diabetes, hipertensão, Política de Equidade, Ist-Aids, Hepatites virais, câncer de próstata, câncer de pênis e dicas de alimentação saudável.

Além das ações e serviços na área da prevenção de doenças, a programação do Novembro Azul inclui um torneio de futebol, entre secretários municipais, vereadores, agentes de saúde e servidores da Semus. O evento acontece no dia 19, no Estádio Nhozinho Santos.

A programação do Novembro Azul culmina em uma caminha na Avenida Litorânea, que será realizada no dia 26, com o objetivo de reunir a sociedade para combater os índices negativos que dizem respeito à incidência do câncer de próstata e testículos.

Morre cantor Jerry Adriani

Faleceu na tarde deste domingo (23), por volta das 15h30 segundo boletim médico, o cantor Jerry Adriani. O ídolo da Jovem Guarda tinha 70 anos e lutava contra um câncer. Ele estava internado no Hospital Vitória, na Barra da Tijuca, Zona Oeste, após sofrer uma trombose, segundo informações do G1.

Jair Alves de Souza, nasceu em 29 de janeiro de 1947, no Brás, na cidade de São Paulo. Começou a sua vida profissional em 1964, com a gravação do seu primeiro LP, “Italianíssimo”, e no mesmo ano gravou seu 2º LP , “Credi a Me”.

Em 1965, grava “Um grande Amor”, sendo o primeiro LP em português. Tornou-se apresentador do programa Excelsior a Go Go, na antiga TV Excelsior (Canal 9), atual RedeTV!, em São Paulo, ao lado do comunicador Luís Aguiar; apresentava músicas dos Vips, Os Incríveis, Trini Lopez, Cidinha Campos, entre tantos outros.

Entre 1967 e 1968, já na antiga TV Tupi, (Canal 4), atual SBT em São Paulo, passou a apresentar A Grande Parada, ao lado de grandes artistas, como Neyde Aparecida, Zélia Hoffmann, Betty Faria e Marília Pera. Era um musical ao vivo que apresentava grandes nomes da música popular brasileira.

Foi responsável pela ida de Raul Seixas para o Rio de Janeiro, seu amigo desde a época da banda baiana Raulzito e os Panteras, por três anos, a qual fez sucesso com músicas como “Tudo que é bom dura pouco”, “Tarde Demais” e “Doce doce amor”.