Levantamento sobre Aedes aegypti indica áreas de risco em São Luís

O Levantamento de Índice Rápido de Aedes aegypti, conhecido como LIRAa, indicou que as arboviroses, que incluem o vírus da dengue, zika vírus, febre chikungunya e febre amarela, ainda são preocupação em diversas regiões da Grande São Luís.

Diante dessa constatação, secretários e técnicos da área de saúde dos municípios de São Luís, Paço do Lumiar, Raposa e São José de Ribamar, que fazem parte do Comitê de Arboviroses, estão analisando ações de prevenção e combate dessas doenças.

Por meio do LIRAa é possível descobrir como está a situação do município em relação à infestação de arboviroses, bem como quais os bairros mais críticos e quais depósitos de focos são predominantes na área.

“Daí a extrema importância deste levantamento para a elaboração de ações de combate e prevenção”, destaca o presidente da Agência Executiva Metropolitana (AGEM), Lívio Jonas Mendonça Corrêa.

No mais recente levantamento, os bairros Cidade Olímpica e Ilhinha são os pontos com maior infestação, devido ao armazenamento inadequado de água. “Também devemos considerar o baixo número de agentes de saúde atuando nas ruas e nas casas”, ressalta o coordenador do Comitê de Arboviroses e do Programa da Dengue, Pedro Souza Tavares.

Outra localidade com bastante infestação é a Vila Luizão. “Lá essa situação se deve à quantidade de lixo acumulada nas ruas”, acrescenta o coordenador.

Integração

Lívio Corrêa alerta que é importante que os gestores municipais desenvolvam ações e campanhas para prevenção das doenças. “Cada um deve fazer a sua parte, inclusive no que se refere a registrar número de casos”, destaca.

Para Lívio Corrêa, levantamentos como o LIRAa são importantes pois facilita as tomadas de decisão. “A partir dos dados, os gestores municipais podem criar estratégias mais efetivas para combater o mosquito”, justificou.

Encaminhamentos 

O Levantamento de Índice Rápido de Aedes aegypti é apresentado durante as reuniões do Comitê Municipal de Arboviroses, que acontecem todos os meses. Este ano, já foram realizadas quatro.

“Com a AGEM, realizamos apenas uma e há outra programada para o final deste mês”, revela Pedro Sousa Tavares, ao fazer referência a reunião que acontecerá no próximo dia 31. Na ocasião, será definida, entre outras ações, mais uma edição do Dia D de Combate às Arboviroses. “Definiremos data e local da ação”, informa Lívio Corrêa.

Casos de dengue caem 74% no Maranhão

Reportagem do jornal Folha de S.Paulo desta quinta-feira (15) mostra que o Maranhão teve queda de 74,5% no número de casos suspeitos de dengue nas primeiras semanas deste ano na comparação com o mesmo período de 2017.

A redução é mais acentuada que a verificada no Brasil todo, de 44%. No Maranhão, a queda foi de 271 para 69 casos suspeitos até a terceira semana de janeiro.

Alguns Estados tiveram aumento de casos, como São Paulo, cuja alta foi de 241%.

O Governo do Maranhão tem adotado desde 2015 uma série de ações para combater a dengue. O Programa Estadual de Controle da Dengue faz um trabalho intenso com as visitas de campo às residências, os carros-fumacê e todo o esforço educativo feito nas escolas e centros comunitários do Maranhão.

Tem havido também capacitações em municípios para mapear as principais áreas infestadas.

Cuidado de todos

A adoção de medidas preventivas e de combate ao mosquito transmissor devem ser de caráter permanente, tanto da parte do poder público como no dia a dia da população.

É sempre importante tampar as caixas d’água, manter as calhas limpas, lixeiras bem tampadas e limpar, semanalmente, os pratos de vasos de plantas com areia.

“Precisamos eliminar os focos do mosquito para evitar surtos das doenças por ele transmitidas. Isso é uma responsabilidade de todos. Precisamos unir forças para combater o Aedes, a ação mais efetiva é eliminar os focos”, diz o secretário de Estado da Saúde, Carlos Lula.

Novas ações

Em janeiro, a Secretaria de Estado de Saúde lançou novas ações de imunização contra o Aedes Aegypti. As ações incluíram o envio de oito carros fumacê para combater o mosquito nas cidades de Barra do Corda, Pinheiro e Cururupu – destinos populares entre os foliões que viajam para curtir o carnaval no interior do Estado.

Também em janeiro, o Governo do Maranhão iniciou o monitoramento em prédios públicos na Região Metropolitana de São Luís.

“Estamos fazendo esse trabalho em colaboração com o município. Assumimos a inspeção de todos os prédios públicos estaduais e alguns federais. Dessa forma, estamos protegendo o trabalhador e a população que ali é atendida”, diz a superintendente de Epidemiologia e Controle de Doenças da SES, Maria das Graças Lírio.

A ideia é atuar de forma preventiva, identificando focos e orientando servidores para atuar de maneira adequada.

Governo promove combate ao mosquito Aedes nesta quarta-feira (13)

O Governo do Maranhão, por meio da Secretaria de Estado da Saúde (SES), em parceria com as secretarias municipais de saúde de Paço do Lumiar, São José de Ribamar, Raposa e São Luís, realiza o Dia D de Combate ao Aedes aegypti. A atividade acontecerá, nesta quarta-feira (13), no Parque do Bom Menino, em São Luís.

Durante a ação, os agentes de saúde visitarão imóveis no bairro Apicum e região. O objetivo é orientar a população sobre ações de combate ao Aedes e eliminar possíveis criadouros do mosquito. Para eliminar o mosquito na fase adulta, será adotada nebulização espacial com veículos UBV (carro fumacê). Será feito ainda o recolhimento de bagulhos volumosos e pneus.

De acordo com o Levantamento do Índice de Infestação por Aedes aegypti (LIRAa), o Apicum é um dos bairros com maior número de focos de criadouros do mosquito.

O Ministério da Saúde intensificou as ações de combate ao mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya em todo o país. Em São Luís, o Dia D contará com o representante do governo federal, o secretário de Recursos Hídricos e Qualidade Ambiental do Ministério do Meio Ambiente, Jair Tannus.

Dados

O Maranhão notificou, até a 49ª semana epidemiológica de 2017, 7.108  casos de dengue, 6.479 de chikungunya e 538 de zika vírus.  Em 2016, no mesmo calendário de notificação, a SES informa que em todo estado foram notificados 23.854 casos de dengue, 12.940 de chikungunya e 4.632 de zika Vírus.

Pessoas que nunca tiveram dengue não devem tomar vacina da doença, diz Anvisa

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária divulgou nesta quarta-feira (29) que o laboratório Sanofi-Aventis, fabricante da vacina da dengue, apresentou informações que sugerem que pessoas que nunca tiveram contato com o vírus da dengue podem desenvolver formas mais graves da doença caso tomem a vacina. A vacina Dengvaxia foi aprovada no Brasil em 28 de dezembro de 2015 e não é oferecida pelo Programa Nacional de Imunizações.

A suspeita do laboratório, apresentada nesta semana, ainda não é conclusiva, mas, diante do problema, a recomendação da Anvisa é que a vacina não seja tomada por pessoas que nunca tiveram dengue. Apesar de esclarecer que a vacina por si só não é capaz de desencadear um quadro grave da doença nem induzir ao aparecimento espontâneo da dengue – para isso, é preciso ser picado por um mosquito infectado -, existe a possibilidade de que pessoas soronegativas desenvolvam um quadro mais agudo de dengue caso sejam infectadas após terem recebido o medicamento.

A bula da vacina será atualizada enquanto a Anvisa avalia os dados completos dos estudos, que ainda serão apresentados pelo fabricante. A vacina da Sanofi, chamada Dengvaxia, é a única aprovada no Brasil. O produto é indicado para imunização contra os quatro subtipos do vírus. Para as pessoas que já tiveram dengue, a Anvisa avalia que o benefício do uso da vacina permanece favorável.

Por meio de um comunicado, a Anvisa esclareceu que “este risco não havia sido identificado nos estudos apresentados para o registro da vacina na população para a qual a vacina foi aprovada”. A agência informou que, antes do registro, os efeitos da imunização foram estudados em mais de 40 mil pessoas em todo o mundo, e que as pesquisas seguiram os padrões estabelecidos por guias internacionais da Organização Mundial da Saúde (OMS).

De Agência Brasil.

Prefeitura reduz casos de dengue em São Luís com ações de combate ao Aedes Aegypti

A Prefeitura de São Luís reduziu em mais de 80% o número de casos de dengue na capital nos primeiros oito meses deste ano, se comparado ao mesmo período de 2016. Segundo o último boletim epidemiológico da Superintendência de Vigilância Epidemiológica e Sanitária da Secretaria Municipal de Saúde (Semus) até o início de agosto foram notificados 894 casos de dengue. Ano passado foram 4.647 notificação de casos da doença. A redução do número de casos foi possível graças às ações de combate ao Aedes aegypti e às campanhas de prevenção implantadas pela Prefeitura do município por determinação do prefeito Edivaldo.

“A Prefeitura tem intensificado a vigilância, a prevenção e o controle, com a nebulização espacial, as visitas domiciliares, o tratamento dos focos e o trabalho educativo, que têm tido uma resposta positiva da população; e vamos traçar novas estratégias dirigidas especialmente aos bairros onde há maior incidência, seguindo determinação do prefeito Edivaldo”, disse o secretário municipal de Saúde, Lula Fylho.

As ações do Programa Municipal de Combate às Arboviroses são realizadas em toda a cidade, com atenção especial para os estabelecimentos como ferros velhos e borracharias, que são orientados, fiscalizados e recebem o Selo Legal, quando adotam as determinações sanitárias para evitar a proliferação de focos do mosquito. Esse trabalho está sendo intensificado para garantir o controle total do Aedes aegypti.

Além da dengue, o Aedes aegypti transmite ainda a febre chikungunya e a zika, doenças que também estão apresentando tendência de redução, mas a Secretaria Municipal de Saúde alerta para a necessidade da população continuar mantendo os cuidados para evitar a formação de criadouros, pois o fim do período chuvoso e a temperatura mais alta criam condições favoráveis à eclosão dos ovos do mosquito.

De acordo com os dados apresentados pela Semus, a incidência maior de dengue está na faixa etária de 20 a 34 anos, e o bairro onde há maior número de notificações é o São Francisco onde a Prefeitura realizou uma grande ação esta semana.

Ação, iniciada na terça-feira se estedeu até sexta-feira (29) e abrangeu os bairros do São Francisco e Ilhinha que receberam grande ação de limpeza urbana realizada pela Prefeitura de São Luís com o objetivo de combater o mosquito Aedes aegypti, intensificando as ações de coleta de resíduos que já é feita diariamente nestes locais.

Durante o “bota fora”, os agentes de controle de arboviroses visitaram ruas e avenidas dos bairros com atividades de nebulização espacial com o carro fumacê, visitas às residências para a coleta de resíduos volumosos e colocação do “Selo Legal” em estabelecimentos comerciais como borracharias, ferros-velhos e oficinas que estão seguindo as recomendações de prevenção.

O trabalho foi coordenado pela Secretaria Municipal de Saúde por meio da Superintendência Municipal de Vigilância Epidemiológica e Sanitária com o apoio do Comitê Gestor de Limpeza Urbana. A ação teve o objetivo de combater as chamadas arboviroses, que são doenças transmitidas por insetos, como a dengue, febre chikungunya e zika vírus, e educar a população sobre o descarte correto de resíduos sólidos.

Intensificadas ações de combate ao Aedes aegypti no São Francisco e Ilhinha

Até sexta-feira (29), os bairros São Francisco e Ilhinha recebem uma grande ação de limpeza urbana realizada pela Prefeitura de São Luís com o objetivo de combater o mosquito Aedes aegypti, intensificando as ações de coleta de resíduos que já é feita diariamente nestes locais. Durante o “bota fora”, que começou nesta terça-feira (27), os agentes de controle de arboviroses visitam ruas e avenidas dos bairros com atividades de nebulização espacial com o carro fumacê, visitas às residências para a coleta de resíduos volumosos e colocação do “Selo Legal” em estabelecimentos comerciais como borracharias, ferros-velhos e oficinas que estão seguindo as recomendações de prevenção.

O trabalho segue determinação do prefeito Edivaldo e está sendo coordenado pela Secretaria Municipal de Saúde por meio da Superintendência Municipal de Vigilância Epidemiológica e Sanitária com o apoio do Comitê Gestor de Limpeza Urbana. A ação tem o objetivo de combater as chamadas arboviroses, que são doenças transmitidas por insetos, como a dengue, febre chikungunya e zika vírus, e educar a população sobre o descarte correto de resíduos sólidos.

No primeiro dia da ação o principal alvo das equipes foram as borracharias. “Estamos voltando a estes estabelecimentos para verificar se eles fizeram as adequações que pedimos durante nossa visita na última ação realizada nesta área da cidade”, informou o coordenador municipal de Controle às Arboviroses, Pedro Tavares.

Pneus podem se tornar criadouros do mosquito Aedes aegypti, que transmite dengue, febre chikungunya e zika vírus. Alguns deles acabam sendo descartados em terrenos baldios que foram limpos por equipes de remoção mecanizada da Prefeitura. “Todo ponto de descarte irregular de resíduos representa riscos à saúde pública porque favorece a proliferação de insetos e outros animais transmissores de doenças”, destacou a presidente do Comitê Gestor de Limpeza Urbana, Carolina Estrela.

Ao longo dos três dias, será feito o recolhimento porta a porta de resíduos volumosos – móveis velhos como sofás e colchões, aparelhos como TVs, restos de capina e poda domésticas e de material de construção. A população deve colocar estes resíduos do lado de fora de suas casas para que sejam recolhidos.

“Estes materiais já são recolhidos nos sete Ecopontos em funcionamento em São Luís. Na região do São Francisco e Ilhinha funciona o Ecoponto Jardim Renascença, localizado na Rua Netuno, próximo à Paróquia São Paulo Apóstolo, mas durante o ‘bota fora’ fazemos uma coleta mais concentrada, indo direto nas casas da população”, afirmou Carolina Estrela.

Os bairros São Francisco e Ilhinha somam cerca de 6 mil domicílios e mais de 20 mil moradores. A Avenida Ferreira Gular, na Ilhinha, tem pontos de descarte irregular de resíduos sólidos, apesar da coleta ser diária e realizada duas vezes ao dia na localidade.

SELO

No primeiro dia da ação, as equipes da Vigilância Sanitária inspecionaram as borracharias situadas nos bairros para a concessão do “Selo Legal”. O selo é entregue a estabelecimentos comerciais como borracharias, ferros-velhos e oficinas que estão seguindo as recomendações de prevenção da Prefeitura.

O borracheiro Evandro Lopes é dono de uma borracharia na Avenida Ana Jansen e seu estabelecimento já havia sido inspecionado. Na época, ele foi notificado porque não cumpria todas as normas exigidas pela Vigilância Sanitária. “Ele fez muitas melhorias desde a nossa última inspeção, mas ainda tem algumas adequações que precisam ser feitas. Nós o orientamos e vamos voltar aqui novamente para verificar se ele está seguindo todas as normas”, explicou Pedro Tavares.

Na inspeção desta terça-feira (27), os fiscais observaram problemas no acondicionamento dos pneus. “Sei que eu não posso deixar os pneus aqui na calçada porque pode juntar água parada. Eu vou procurar uma forma para poder guardar corretamente os pneus e evitar riscos à população”, disse Evandro Lopes.

Maranhão registra queda de 43% nos casos de dengue, diz SES

Segundo relatório da Secretaria de Saúde do Maranhão, os casos de dengue e chikungunya, no último quadrimestre de 2017, cairam em 43% e 14%, respectivamente, em relação a 2016.

Até abril deste ano, foram registrados 3. 901 casos de dengue e 2.909 casos de chikungunya no estado. No mesmo período do ano anterior, 6.897 casos de dengue e 3.376 casos de chikungunya registrados.

De acordo com o Programa Estadual de Controle da Dengue, vinculado à Superintendência de Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Estado da Saúde (SES), houve uma redução de 43% no quantitativo de casos notificados de dengue, de janeiro a abril de 2017, em comparação a este mesmo período de 2016 no Maranhão, ou seja, 2.996 menos casos. Já na capital, a redução aponta queda de 83% (redução de 1827 casos) no mesmo intervalo de tempo avaliado.

Com relação à chikungunya, ocorreu 14% (467) de redução dos casos confirmados da doença no estado, no período de janeiro a abril de 2017 em comparação ao mesmo intervalo de tempo em 2016. Na capital, o percentual de redução registrado é de 86%, ou seja, 831 casos a menos.

Para a coordenadora do Programa Estadual de Controle da Dengue, Zika e Chikungunya, Joseneide Matos, as expressivas reduções dos casos confirmados de dengue e chikungunya no estado refletem o trabalho intenso que é realizado nas visitas de campo às residências, aos carros-fumacê e todo o trabalho educativo feito nas escolas e centros comunitários do Maranhão.

Ações de combate

A adoção de medidas preventivas e de combate ao mosquito transmissor Aedes aegypti devem ser de caráter permanente, tanto da parte do governo estadual como no dia a dia da população, é o que alerta coordenadora do Programa Estadual de Controle da Dengue, Zika e Chikungunya, Joseneide Matos.

“Não podemos descuidar das medidas preventivas dentro da nossa casa e do vizinho. É sempre importante tampar as caixas d’água, manter as calhas limpas, lixeiras bem tampadas e limpar, semanalmente, os pratos de vasos de plantas com areia”, recomendou.

Brasil fora de perigo

O Brasil declarou o fim da Emergência Nacional em Saúde Pública para Chikungunya e Zika. A decisão, comunicada à Organização Mundial da Saúde, foi adotada em virtude da redução do número de casos da doença e de bebês com malformações congênitas provocadas pela infecção.

38 estabelecimentos no combate à dengue

Nos quatro primeiros meses deste ano, a Prefeitura de São Luís concedeu o Selo Legal a 38 estabelecimentos comerciais que preenchem requisitos essenciais no combate ao mosquito Aedes aegypti. A ação é considerada de grande importância no combate ao inseto responsável pela transmissão de doenças como dengue, chikungunya e zica.

Instituído no ano passado, o Selo Legal é uma distinção da Prefeitura de São Luís, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (Semus) e coordenada pela Superintendência de Vigilância Epidemiológica e Sanitária, concedida a borracharias, oficinas mecânicas, sucatões, ferros-velhos, entre outros estabelecimentos que potencialmente apresentam elevado risco de se tornar ponto de proliferação.

A secretária de Saúde, Helena Duailibe, reforçou a importância do serviço realizado pela Prefeitura. “A melhoria dos indicadores concretiza um compromisso do prefeito Edivaldo para a área da Saúde. Seguimos trabalhando em ações efetivas e intensivas de combate ao mosquito. Os bairros recebem gradativamente atividades emergenciais no período de sazonalidade, que vai de janeiro a junho, mais propício para a proliferação das doenças causadas pelo Aedes, além de ações de rotina durante todo ano”, relembrou a secretária municipal de Saúde, Helena Duailibe.

“Estes locais que percorremos com a fiscalização do Selo Legal apresentam alto risco de proliferação do mosquito, mas o que vemos é um comprometimento para que se combata com eficiência o inseto transmissor de muitas doenças, seguindo uma orientação do prefeito Edivaldo que não tem medido esforços para que a cidade seja um lugar livre destas doenças. Para tanto, contamos também com o apoio da população”, explicou o superintendência de Vigilância Epidemiológica e Sanitária, Pedro Tavares.

As vistorias aos estabelecimentos pelas equipes da Superintendência da Secretaria Municipal de Saúde são realizadas regularmente às quartas-feiras. Nos estabelecimentos em que as equipes de vistoria constatam inadequação no armazenamento de materiais, são primeiramente recomendadas novos procedimentos aos proprietários e dado prazo de 15 dias para regulamentação. Os estabelecimento que não cumprem as determinações são advertidos. Os reincidentes recebem notificações ou multas arbitradas pela Vigilância.

A ação tem sido realizada em parceria e colaboração com outras secretarias municipais como a de Meio Ambiente (Semam), Urbanismo e Habitação (Semurh), por meio da Blitz Urbana, Obras e Serviços Públicos (Semosp) e Segurança com Cidadania (Semusc), por meio da Defesa Civil.

Resultados Positivos

Graças aos avanços na área de prevenção, com campanhas educativas, de limpeza e gestão correta de resíduos, executadas na gestão do prefeito Edivaldo nas áreas de saúde pública, o município de São Luís nos quatro primeiros meses deste ano, houve redução de 80,81% no registro de casos notificados de dengue no município de São Luís em relação ao mesmo período de 2016.

A redução do número de casos foi possível graças às ações sistemáticas de combate ao Aedes aegypti e às campanhas de prevenção implantadas pela Prefeitura de São Luís na gestão do prefeito Edivaldo. Entre janeiro e abril de 2017, foram 326 casos notificados. No mesmo período do ano passado, a Secretaria Municipal de Saúde (Semus) havia registrado 1.699 casos.

São Luís reduz em 80% os casos de dengue

Semus tem realizado de forma rotineira visitas a domicílios na cidade

Nos quatro primeiros meses deste ano, houve redução de 80,81% no registro de casos notificados de dengue em São Luís relativos ao mesmo período de 2016. A redução do número de casos foi possível graças às ações sistemáticas de combate ao Aedes aegypti e às campanhas de prevenção implantadas pela Prefeitura do município. Entre janeiro e abril de 2017, foram 326 casos notificados. No mesmo período do ano passado, a Secretaria Municipal de Saúde (Semus) havia registrado 1.699 casos.

“Estamos empenhados no combate ao Aedes aegypti e não medimos esforços para continuar reduzindo a incidência da doenças causadas por este mosquito em nossa cidade. Graças ao trabalho que estamos desenvolvendo nos últimos anos, temos melhorado sistematicamente esses indicadores. As nossas ações de prevenção tem alcançado todos os bairros da capital e contribuído para esclarecer os moradores e reduzir os focos”, afirmou o prefeito Edivaldo, que também pediu apoio da população no combate ao mosquito.

“Essa é uma guerra que só venceremos com a ajuda da população, tanto evitando criar ambientes em que o mosquito possa depositar seus ovos, quanto recebendo em sua casa os agentes de endemias”, finalizou o prefeito.

A secretária de Saúde, Helena Duailibe, reforçou a importância do serviço realizado pela Prefeitura. “Esta melhoria nos indicadores concretiza um compromisso do prefeito Edivaldo para a área da Saúde. Seguimos trabalhando em ações efetivas e intensivas de combate ao mosquito. Os bairros recebem gradativamente atividades emergenciais no período de sazonalidade, que vai de janeiro a junho, mais propício para a proliferação das doenças causadas pelo Aedes, além de ações de rotina durante todo ano”, declarou a secretária municipal de Saúde, Helena Duailibe.

Até o fim deste mês, a Semus deve reforçar o combate ao mosquito junto à população com o lançamento de mais uma campanha estratégica de esclarecimento sobre a eliminação do mosquito Aedes aegyti, transmissor da dengue, chikungunya e zika. Segundo o coordenador de vigilância sanitária do município, Pedro Tavares, o controle deverá ser reforçado a partir do mês de maio, após o período de chuvas mais intensas. “No ano passado, neste período, os focos estavam mais dentro das residências, que são os depósitos preferenciais da criação do Aedes aegypti”, explica o coordenador.

Como estratégia para o combate do mosquito e eliminação de focos, a Semus dividiu o município em oito áreas distritais. A secretaria tem realizado de forma rotineira visitas a domicílios na cidade. O serviço é feito pelos 325 agentes de combate à dengue que atuam nas distritais.