C&A abre 5 mil vagas de trabalho temporárias para o fim de ano

A empresa de moda C&A, está selecionando para 5 mil vagas temporárias, em suas mais de 270 lojas no país. As contratações representarão um aumento de 30% em seu quadro de funcionários, para atender à demanda de Natal. Os cargos disponíveis são de operador de vendas e serviços. Podem concorrer candidatos acima de 18 anos poderão concorrer às vagas, não sendo necessária experiência prévia – porém, é recomendado interesse pelo segmento de
moda.

Os interessados também devem possuir o ensino médio completo. Os selecionados irão trabalhar por um período determinado, que pode variar entre 14 e 45
dias. O processo seletivo será realizado em parceria com as empresas GI Group, Luandre, Global, Umana e Potenza. Os interessados podem se inscrever por meio do site Vagas.com. Os salários variam de acordo com a região escolhida. Assim, o candidato deve se informar com a empresa parceira durante o processo seletivo. A C&A informa que os processos seletivos estão abertos a candidatos transgêneros e refugiados

Maranhão lidera criação de emprego com carteira no Nordeste pelo 2º mês seguido

O Maranhão foi o Estado que mais criou empregos com carteira assinada no mês de julho no Nordeste, de acordo com o Ministério do Trabalho. É o segundo mês seguido em que o Maranhão lidera a geração de postos de trabalho na região.

Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgado mensalmente pelo Governo Federal. O Maranhão criou 1.853 empregos formais em julho, repetindo o desempenho positivo do mês anterior.

Além disso, o crescimento do Estado na geração de empregos (0,40%) foi maior que a média nacional e a do Nordeste (ambas de 0,12%).

Parceria com os empresários

O Maranhão tem conseguido gerar empregos graças à parceria firmada desde 2015 entre o Governo Flávio Dino e os empresários. Flávio estabeleceu incentivos para criar empregos, o que vem dando resultados concretos, como mostra o Caged.

Isso também tem a ver com o ambiente saudável de negócios que foi criado no Maranhão, com segurança para os investimentos e programas de apoio a áreas estratégicas.

Os empresários se sentem confiantes para investir porque sabem que o Maranhão hoje tem uma solidez econômica muito maior que no passado. O Governo vem pagando em dia – quase sempre antecipando – os salários dos servidores, o que também mostra a saúde fiscal do Estado.

Junto com os programas de geração de trabalho e renda – além das obras tocadas pelo Governo em todas as regiões do Maranhão –, esses fatores vêm estimulando cada vez mais a geração de empregos, mesmo com a crise econômica nacional que vem prejudicando o Brasil.

Maranhão é o 5º Estado que mais criou emprego com carteira assinada em maio

Pelo terceiro mês seguido, o Maranhão teve crescimento no número de empregos com carteira assinada. Além disso, o Estado registrou o quinto maior aumento de novos postos, segundo dados do Cadastro de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho.

O Maranhão gerou 2.075 empregos formais em maio. É o melhor desempenho para o mês desde 2007, há onze anos. Em relação a maio do ano passado, o aumento foi de 165%.

O Estado só ficou atrás de São Paulo, Minas Gerais Bahia e Espírito Santo. Proporcionalmente, o crescimento dos empregos formais no Maranhão (0,45%) ficou bem acima da média do Nordeste (0,17%) e do Brasil (0,09%). E também foi o maior do Nordeste.

O setor que mais criou empregos no Maranhão em maio foram os Serviços, os Serviços Industriais de Utilidade Pública e a Agropecuária.

Investimentos

Esse cenário tem muito a ver com os investimentos e incentivos feitos pelo Governo do Maranhão. O Estado foi o quarto que mais ampliou investimentos em 2017 em todo o país, com alta de 25,64%. O total foi de R$ 1,176 bilhão, mesmo em meio à grave crise fiscal.

São centenas de obras e empreendimento em execução, o que estimula o mercado de trabalho. Na Indústria e no setor de Serviços, por exemplo, um dos exemplos mais recentes para atrair negócios é o novo Parque Empresarial de São Luís.

O local já despertou o interesse de dezenas de empresas, e um dos empreendimentos já está aberto, o que gerou 500 empregos imediatamente e vai chegar a 2 mil.

Mais três cidades do Maranhão receberão unidades do SINE para facilitar a busca por emprego

O Governo do Estado entregará até o fim deste ano mais três unidades do Sistema Nacional de Empregos (SINE) no Maranhão. Grajaú, Pinheiro e Barreirinhas serão as cidades a receber as novas agências.

As entregas estão previstas para o segundo semestre deste ano. Com isso, serão 20 unidades atuando em todo o Maranhão até o fim de 2018, coordenadas pela Secretaria de Estado do Trabalho e Economia Solidária (Setres).

Os novos postos fazem parte da política de investimentos da gestão estadual na área do trabalho e economia solidária, reforçadas pelo governador Flávio Dino. A ampliação da rede vai melhorar o desenvolvimento da região, por meio da disponibilização de vagas de emprego e oportunidade para os empresários.

Atualmente, o Maranhão dispõe de 17 agências para atendimento ao trabalhador. Três delas estão em São Luís, sendo uma a central estadual. As demais estão distribuídas em Imperatriz, Bacabal, Paço do Lumiar, São José de Ribamar, Bacabeira, Chapadinha, Pedreiras, Caxias, Codó, Barra do Corda, Balsas, Estreito, Açailândia e Timon.

“Nós vamos oportunizar aos trabalhadores maranhenses mais serviços dentro da política de geração de emprego e renda”, ressalta a coordenadora estadual do SINE, Izaura Moreira Lima.

Entre os serviços que serão oferecidos nas novas unidades, está a intermediação entre o trabalhador e as empresas. O secretário da Setres, Hernando Macedo, explica como as empresas dessas cidades serão beneficiadas com as novas unidades.

“O SINE presta seus serviços trazendo todo o apoio ao processo de recrutamento e seleção da mão de obra para as empresas, e tudo isso de forma gratuita”, informa o secretário.

“A colocação dos trabalhadores que buscam oportunidades de trabalho ocorre quando há relacionamento entre empresários e trabalhadores. E o SINE funciona exatamente nessa intermediação”, completa.

Termo de cooperação técnica

O termo de cooperação técnica, que já funciona em algumas unidades, é uma parceria com as prefeituras. A gestão municipal cede o espaço físico e a Setres disponibiliza equipamentos, capacitações, acompanhamento, materiais necessários e demais serviços.

A parceria agiliza o processo de inserção de unidades do SINE nas cidades e possibilita que outras prefeituras disponibilizem os serviços para a população e empresários nos municípios. O município passa a custear algumas despesas, como aluguel, pessoal, água, luz, vigilância e outras.

A parceria reduz o custo de implantação e manutenção da agência, além de tornar mais atrativa a relação custo-benefício para a ampliação dos serviços no estado.

Maranhão cria emprego com carteira assinada no mês, no quadrimestre e no acumulado de 12 meses

O desempenho positivo do Maranhão na criação de empregos com carteira assinada em abril não foi um episódio isolado. O Estado tem gerado vagas formais nas mais diferentes medições de períodos.

Em abril, por exemplo, o Maranhão registrou 1.332 novas contratações com carteira assinada, de acordo com dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados, do Ministério do Trabalho. Foi o melhor resultado para o mês nos últimos 6 anos.

Se forem levados em consideração os quatro primeiros meses, também há resultado positivo, com a criação de 1.770 postos com carteira assinada.

No acumulado de 12 meses, mais um saldo favorável: 9.548 vagas. Trata-se de um crescimento de 2,14%. Essa expansão é proporcionalmente maior que a verificada na média brasileira no mesmo período, de 0,75%.

No quadrimestre deste ano, o setor que ajudou a gerar mais postos de trabalho formais foi o de Serviços, seguido pela Agropecuária. No acumulado de 12 meses, a situação se repete.

Investimentos

Esse cenário tem muito a ver também com os investimentos e incentivos feitos pelo Governo do Maranhão. O Estado foi o quarto que mais ampliou investimentos em 2017 em todo o país, com alta de 25,64%. O total foi de R$ 1,176 bilhão, mesmo em meio à grave crise fiscal.

São centenas de obras e empreendimento em execução, o que estimula o mercado de trabalho. Na Indústria e no setor de Serviços, um dos exemplos mais recentes para atrair negócios é o novo Parque Empresarial de São Luís. O local já despertou o interesse de dezenas de empresas, e um dos empreendimentos já está aberto, o que gerou 500 empregos imediatamente e vai chegar a 2 mil.

Usina de pelotização retoma atividades e gera empregos no Maranhão

A Vale iniciou nesta sexta-feira (4) a operação da usina de pelotização em São Luís, marcando a retomada de uma importante atividade para a economia do estado. Nesta primeira fase, estão gerados 370 postos de trabalho. A retomada das atividades contou com a presença do governador Flávio Dino e do diretor-presidente da Vale, Fábio Schvartsman.

A unidade estava parada desde 2012 e tem capacidade anual de produzir 7,5 milhões de toneladas. “Isso está acontecendo num Estado que vem sendo dirigido com mão firme por seu governador Flávio Dino”, afirmou o presidente da Vale. Ele ressaltou o crescimento econômico do Maranhão em 2017, o maior em todo o país: “Isso está acontecendo aqui porque existe um quadro político estável que garante a consistência e a justiça no tratamento das empresas”.

Para o governador Flávio Dino é “muito importante para economia do Estado a retomada da pelotização, que estava interrompida desde 2012. Há um cenário internacional favorável a esse tipo de produto, o que significa crescimento das exportações, fato que é positivo para o Brasil e para o Maranhão”.

A usina tem quase 60 fornecedores no processo de revitalização, sendo 40% de empresas maranhenses. Para a segunda fase de operação, prevista para o terceiro trimestre deste ano, deverão ser contratados cerca de 50 fornecedores da região.

“A usina está voltando em seu quadro com mais de 90% de maranhenses”, afirmou Marcelo José Carvalho, orientador técnico da usina.

Fábio Schvartsman acrescentou que os empregos gerados com a retomada se somam a outros milhares criados pela companhia no Estado. “Isso mostra o quanto a Vale estima, respeita e precisa do Maranhão”.

A operação

A usina de pelotização fica na área Itaqui-Bacanga, próximo ao Boqueirão. A Vale decidiu retomar a operação da usina em 2017 porque o mercado apresenta condição favorável de demanda. Para a renovação da planta, a Vale investiu mais de US$ 100 milhões.

As pelotas produzidas pela usina são pequenas bolinhas de minério de ferro usadas na fabricação de aço e têm alto valor agregado por garantir mais produtividade às usinas siderúrgicas. Entre os produtos que usam o material, estão pontes, carros, aviões e bicicletas.

Maranhão é o 2º Estado do Nordeste que mais criou emprego com carteira assinada em março

Além de ter o maior saldo de empregos com carteira assinada dos últimos oito anos para o mês de março, o Maranhão também se destacou no desempenho da Região Nordeste. Embora a média regional tenha registrado queda, o Estado destoou e teve o segundo maior número de vagas da região.

O Maranhão criou em março 1.017 postos com carteira assinada, um crescimento de 0,22%. Já o Nordeste inteiro teve o número inverso: uma queda de 0,22%. Foram 13.608 postos perdidos.

Além disso, o Maranhão só ficou atrás da Bahia na criação de novos empregos formais.

Trimestre positivo

No acumulado do primeiro trimestre do ano, o desempenho do Maranhão também é positivo, destoando mais uma vez do Nordeste, que cortou mais vagas do que criou.

Entre janeiro e março, apenas quatro Estados nordestinos tiveram alta no emprego – entre eles, o Maranhão. E cinco tiveram queda.

Serviços 

O setor que mais contribuiu para a geração de empregos em março no Maranhão foi Serviços, com um crescimento de 0,70% e mais de 1.300 postos com carteira assinada.

O Governo tem atraído empresas do setor de Serviços com incentivos para gerar emprego. Um dos exemplos é o novo Parque Empresarial de São Luís, que já gerou centenas de vagas no setor atacadista.

Maranhão tem o melhor saldo de emprego com carteira assinada em 8 anos

O Maranhão teve em março o maior saldo de empregos com carteira assinada dos últimos oito anos para esse mês. De acordo com dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho, o Estado ganhou 1.017 novas vagas formais em março.

O crescimento do Maranhão no mês foi maior que a média do Brasil. Entre os Estados do Nordeste, ficou atrás apenas da Bahia.

A maior parte dos empregos foi criada em Serviços; Pesquisa e Desenvolvimento Experimental em Ciências Sociais e Humanas; Atividades de Cobranças e Informações Cadastrais; e Indústria de Transformação .

Trimestre

No acumulado do primeiro trimestre, o saldo também é positivo, bem acima do verificado no mesmo período de 2017, quando a crise econômica nacional puxou o número para baixo.

Entre as cidades que mais se destacaram na criação de empregos com carteira assinada no trimestre estão Balsas, São Luís, Tasso Fragoso e Açailândia.

Em Balsas, Tasso Fragoso e Açailândia, quem puxou a criação de novas vagas foi o agronegócio. Já na capital, o setor de Serviços foi quem mais contribuiu para o saldo positivo.

Incentivos

O agronegócio tem recebido diversos incentivos do Governo do Maranhão, como redução de impostos para os produtores.

As centenas de obras que vêm sendo feitas pelo Estado também têm estimulado o mercado de trabalho. E o Governo tem atraído empresas do setor de Serviços com incentivos para gerar emprego. Um dos exemplos é o novo Parque Empresarial de São Luís, que já gerou centenas de vagas no setor atacadista.

Emprego com carteira assinada sobe pelo 4º mês seguido no Maranhão

O Maranhão teve em agosto o quarto mês seguido de crescimento do emprego com carteira assinada. De acordo com o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho, foram 1.734 vagas formais a mais no estado.

O número é maior do que o verificado em julho, quando foram gerados 1. 567 postos. Além disso, mesmo com a crise financeira no Brasil, o Maranhão conseguiu atingir saldo positivo no acumulado do ano.

O desempenho é melhor do que o conjunto do Nordeste, que ainda tem saldo negativo de janeiro a agosto de 2017, com perda de 62.139 vagas.

Crescimento maior

A taxa de crescimento do emprego com carteira assinada em agosto no Maranhão (0,37%) também é superior à do Nordeste (0,32%) e à do país (0,09%) no mesmo mês.

O aumento das vagas formais no Maranhão em agosto foi puxado pela Indústria de Transformação, pela Construção Civil e pelos Serviços.

Os investimentos públicos e as obras que o Governo do Maranhão executa vêm contribuindo fortemente para a geração de vagas. Programas como o Mais Empregos e o Juros Zero também têm ajudado a combater a crise financeira nacional.

Produção industrial cresce e emprego cai em maio, diz CNI

A produção industrial cresceu em maio, alcançando 53,8 pontos, divulgou hoje (26) a Confederação Nacional da Indústria (CNI), na pesquisa Sondagem Industrial. No entanto, o emprego industrial segue em queda, tendo alcançado um índice de 48,1 pontos no mês passado. Os indicadores da pesquisa Sondagem Industrial variam de zero a cem pontos. Resultados acima da linha divisória dos 50 pontos indicam melhora no cenário, enquanto abaixo indicam piora.

A CNI destacou que, de forma geral, os indicadores de maio são positivos. Apesar de o emprego continuar em queda, o índice subiu 1,1 ponto percentual em relação ao do mês passado. Já a produção industrial cresceu significativamente na comparação com maio de 2016, quando estava em 45,5 pontos, bem abaixo da linha divisória dos 50 pontos.

A CNI informou ainda que a utilização média da capacidade instalada da indústria ficou em 66% em maio, 3 pontos percentuais acima do que foi registrado em abril, o que sinaliza queda na ociosidade do parque industrial. Os estoques ficaram dentro do planejado pelos empresários. O índice de evolução de estoques ficou em 50,7 pontos e o índice de estoque efetivo em relação ao planejado, em 49,8 pontos.

Na avaliação da entidade, a reação no mês de maio pode ser devida à alta quantidade de feriados no mês de abril e não a uma efetiva recuperação do setor. “A reação veio depois de um mês atípico, com muitos feriados. É cedo para dizer que a recuperação de maio vai se sustentar nos próximos meses”, analisou Marcelo Azevedo, economista da CNI.

Também de acordo com a pesquisa, os empresários da indústria ainda mostram pouca disposição para investir. O indicador de intenção de investimento ficou em 46,5 pontos, acima dos 41,2 pontos registrados no ano passado, mas abaixo da linha divisória dos 50 pontos.

Da Agência Brasil