São Luís deixa a lista das 50 cidades mais violentas e passa para a lista das 15 que mais geram empregos

Antes lembrada como uma das cidades mais violentas do mundo, a capital do Maranhão reverteu essa marca negativa e hoje comemora a entrada no ranking de municípios brasileiros que mais geraram vagas de emprego em 2018.

De acordo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho, São Luís ocupa a 13ª posição na lista de cidades de todo o país que mais geraram postos de trabalho formal no ano passado, com 9.649 vagas criadas. Reportagem do jornal O Globo destaca que a cidade acompanhou boa média nacional ao interromper a sequência de três anos em que demissões superaram contratações.

Nesse mesmo período, a capital maranhense deixou lista de cidades mais violentas do país, conforme números da organização da sociedade civil mexicana Segurança, Justiça e Paz. Ranking da instituição apontou em 2018, que São Luís é a única capital do Nordeste brasileiro fora da lista das 50 áreas urbanas mais violentas do planeta. Em 2014, São Luís era a 10ª cidade mais violenta em todo o globo.

O governador Flávio Dino (PCdoB) usou as redes sociais para comemorar o bom resultado. “Vamos continuar fazendo investimentos públicos. Parabéns aos nossos empresários e trabalhadores pelo destaque no ranking”, disse.

Com política de incentivo a investimentos, Alumar injetará US$ 1,7 bilhão e vai gerar 1.500 novos empregos até 2021

A política de incentivo e fomento para atração e expansão de investimentos implantada pelo Governo do Estado, por meio da Secretaria de Indústria, Comércio e Energia (Seinc), segue dialogando com empresas instaladas no Maranhão. Na quarta-feira (23), durante agenda com o Consórcio de Alumínio do Maranhão (Alumar), a empresa apresentou a expansão da sua planta no estado, com investimento de US$ 1,7 bilhão.

Durante a reunião, diretores da empresa mostraram o projeto de expansão no Maranhão, que até 2021 vai gerar 1.500 novos empregos durante o período. O secretário da Seinc, Simplício Araújo, ressaltou que o anúncio é resultado da ambiência favorável aos negócios do Maranhão.

“A expansão da planta da Alumar em São Luís representa não só a abertura de novas vagas de trabalho, mas reforça que estamos no caminho certo para que as empresas instaladas aqui possam expandir seus negócios”, declarou.

O diretor da Alumar no Maranhão, Helder Teixeira, disse que o Brasil tem uma das melhores bauxitas do mundo, e destacou as tratativas com o Governo do Estado.

“Essa reunião discutiu assuntos de interesses comuns, as oportunidades que juntos estamos observando e identificando. Para Alumar, esse relacionamento com o Governo tem sido feito desde o primeiro momento”, disse.

Alumar e Alcoa

O Consórcio de Alumínio do Maranhão (Alumar) é um dos maiores complexos do mundo para produção de alumínio primário e alumina. Instalado no estado em julho de 1984, é formado pelas empresas Alcoa, Rio Tinto e South32. A Alcoa possui participação nos dois principais negócios do empreendimento: redução e refinaria.

“Reduzimos tributos para gerar empregos”, afirma Flávio Dino

O governador e pré-candidato à reeleição Flávio Dino ressaltou nesta segunda-feira (6) que a geração de empregos tem sido uma das prioridades desde que assumiu o governo. E que os resultados têm mostrado que as medidas lançadas estão no caminho certo.

“Tivemos anos muito difíceis no país todo, com desemprego e desativação de programas federais que ajudavam na geração de vagas. E apesar disso estamos com saldo positivo. Ficamos em primeiro lugar no Nordeste e terceiro no país”, disse em entrevista à rádio 92,3 FM, referindo-se aos dados mensais mais recentes divulgados pelo Ministério do Trabalho sobre criação de postos com carteira assinada.

De acordo com ele, os fortes investimentos públicos têm ajudado na criação de empregos no Maranhão. Ele citou o Mais Asfalto e a construção e reforma de escolas, que abrem muitos postos de trabalho.

“Também apoiamos as empresas com incentivos tributários em vários setores. Reduzimos tributos para garantir que pudessem investir mais e, assim, gerar emprego”, afirmou o governador.

Flávio lembrou que reduziu a carga tributária das micro e pequenas empresas, além de ter ampliado o limite para entrar no Simples.

Maranhão é o 3º Estado que mais cria empregos com carteira assinada em todo o Brasil

O Maranhão criou em junho 2.807 empregos com carteira assinada, de acordo com dados do Caged, do Ministério do Trabalho. Foi o melhor mês de junho em sete anos para o Estado.

Foi também o melhor desempenho em todo o Nordeste. E o terceiro melhor em todo o Brasil, atrás apenas de Minas Gerais e Mato Grosso.

Além disso, o Maranhão também destoa da média nacional. Levando em consideração todo o país, foram cortadas 661 vagas. Ou seja, enquanto o Brasil demite, o Maranhão contrata.

O setor que mais contribuiu para a geração de emprego em junho no Maranhão foi a Indústria de Transformação, seguida pela Agropecuária.

O Maranhão tem adotado diversos incentivos para atrair empresas e melhorar a produção. Isso vem resultado em empregos, como mostra o Ministério do Trabalho

Mais de 100 empregos diretos previstos para Pindaré-Mirim com instalação de fábrica de cimento

A empresa Cinor Cimento Norte assinou termo de compromisso para instalar uma fábrica de cimento no município de Pindaré-Mirim. Com o investimento de R$ 26 milhões, a indústria, do setor de construção civil, foi aprovada no Conselho Deliberativo do Programa Mais Empresas, gerenciado pela Secretaria de Estado de Indústria, Comércio e Energia (Seinc). A expectativa é que o empreendimento gere 150 empregos diretos.

“Se conseguirmos atrair mais empresas, estimular os empreendedores com ações efetivas e buscar sempre essa harmonia com o setor privado, criamos emprego e geramos renda ao mesmo tempo”, explica o secretário de Estado de Indústria, Comércio e Energia, Expedito Rodrigues.

A empresa prevê, também, a implantação de centros de distribuições em São Luís, Imperatriz e Caxias. A escolha de Pindaré-Mirim para instalar a fábrica foi motivada pela localização do município, que tem acessos rodoviários fácil, pelas BR-135 e BR-222, pois é perto do município de Santa Inês e da Ferrovia Carajás. Também fica a 255 km de São Luís.

Em funcionamento desde 2008, a Cinor calcula que terá a capacidade de produzir 300 mil toneladas de cimento/ano, podendo chegar a 420 mil toneladas/ano após a implantação da segunda fase do projeto. Extração de calcário, britamento de pedras, fabricação de cal e gesso, transporte rodoviário de cargas, dentre outros, também integram as atividades da empresa.

São Luís lidera a geração de empregos com carteira assinada no Maranhão

Mais uma vez o Maranhão apresenta expressivo número de empregos gerados com carteira assinada. Em maio, foram criados 2.075 novos postos de trabalho, liderados pelo setor de Serviços, atingindo um patamar de crescimento de 0,9% do estoque de empregos com carteira, similar ao observado no plano nacional, que cresceu 1%. Esse foi o melhor resultado desde 2007 para o mês de maio, quando foram registradas 2.309 vagas de emprego formal, o que proporcionou o 5º lugar no Brasil em criação de empregos com carteiras.

O Instituto Maranhense de Estudos Socioeconômicos e Cartográficos (Imesc) monitora os dados sobre o mercado formal de trabalho no Maranhão, por meio de informações do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego. A nota completa sobre os resultados para o mês de maio pode ser lida acessando o link: http://imesc.ma.gov.br/portal/Post/view/21/233

Dentre os oito setores de atividade verificados pelo estudo do Caged, foi registrado desempenho positivo em seis, com a abertura de vagas sendo lideradas pelo setor de Serviços, com 1,8 mil novas vagas; e Serviços Industriais de Utilidade Pública – SIUP, que registrou 335 postos de trabalho. Os municípios de São Luís e Balsas foram os principais responsáveis pela criação de empregos formais no acumulado de 2018.

Na capital do estado, o setor de Serviços liderou a geração de postos de trabalho de janeiro a maio de 2018, com a criação de 4,7 mil novas vagas, com destaque para as atividades de Associações de Defesa de Direitos Sociais e Cobranças e Informações Cadastrais, com 1,4 mil e 917 novos postos, respectivamente. Somente em maio deste ano, o setor registrou 1,4 mil empregos formais, em especial no segmento de Associações de Defesa de Direitos Sociais, com 1,2 mil novas vagas.

Observando a comparação dos resultados de 2018 com o ano anterior, tanto no acumulado do ano quanto no mensal, o Maranhão apresenta melhor desempenho na geração de postos de trabalho.

O presidente do Imesc, Felipe de Holanda, ressalta que o Maranhão apresentou o segundo maior ritmo de crescimento do Emprego Formal da região Nordeste, com registro de 4,2 mil contratações líquidas no acumulado do ano. “Esse dado sinaliza um processo de recuperação do emprego formal em relação ao acumulado de 2017, quando foram eliminados cerca de 5 mil postos de trabalho”, afirma.

No Brasil

No mês de maio de 2018 foram abertas 33,7 mil vagas no mercado de trabalho formal brasileiro, marcando o quinto mês consecutivo em que se verificou saldo positivo de emprego celetista. Em termos setoriais, o emprego formal foi liderado pela Agropecuária, com a criação de 29,3 mil novas vagas; e Serviços, com 18,6 mil vagas, enquanto que o Comércio eliminou 11,9 mil vagas.

Os dados do Caged revelam que a maioria das regiões registraram criação de emprego formal em maio de 2018, sendo mais expressivas na região Sudeste, que contratou liquidamente 30,8 mil trabalhadores com carteira assinada. Em relação à Região Nordeste, o Maranhão registrou o segundo maior saldo de emprego formal em maio de 2018, com 2,1 mil novos postos.

Saldo de empregos em maio foi o melhor dos últimos 11 anos no Maranhão

O saldo positivo de empregos no Maranhão em maio foi o maior para o mês nos últimos 11 anos. O Estado criou 2.075 vagas com carteira assinada em maio, a quinta melhor marca em todo o Brasil.

Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados, divulgado mensalmente pelo Ministério do Trabalho. Entre os Estados do Nordeste, o Maranhão só criou menos empregos que a Bahia nesse mês.

A parceria entre o poder público e a iniciativa privada tem sido uma constante do Governo do Maranhão desde 2015, o que tem gerado grandes empreendimentos e projetos para o Estado. Isso também significa trabalho e renda para os maranhenses.

O Maranhão tem adotado incentivos para atrair e estimular empresas. Entre eles, estão a redução de alíquotas e condições favoráveis para empreendimentos, como o novo Parque Empresarial de São Luís, um local voltado exclusivamente para atrair negócios e gerar empregos.

O Governo do Maranhão também ampliou instrumentos para a geração de mais empregos com carteira assinada. Um exemplo é a abertura, no ano passado, de uma nova agência do Sine na Área Itaqui Bacanga para que moradores da área tenham oportunidades nas empresas instaladas na região.

Mais Renda

Além de incentivar o emprego com carteira assinada, o Governo do Maranhão também estimula o empreendedorismo.

O Mais Renda já está em 13 cidades e já capacitou cerca de 1.800. Foram entregues mais de 1.100 equipamentos – os chamados kits, que são os carrinhos e o material de trabalho. Os demais devem ser entregues até junho.

Os beneficiários passam por cursos e treinamentos para, no fim, receber um kit completo de trabalho. Pode ser um carrinho para a venda de alimentos ou um minissalão de beleza. Além disso, são acompanhados por técnicos durante um ano para conseguir manter o negócio lucrativo.

Complexo Industrial de Calcário de Formosa da Serra Negra deve gerar mais de 200 empregos

Diálogos do Governo do Estado, por intermédio da Secretaria de Indústria, Comércio e Energia (Seinc), iniciados em abril com a empresa Serra Negra Mineração LTDA, garantiram a instalação de um Complexo Industrial de Calcário e derivados na cidade de Formosa da Serra Negra, situada na região central do Maranhão.

Para o secretário da Seinc, Expedito Rodrigues, o empreendimento fortalece as cadeias produtivas que dependem do calcário. “Essa implantação em Formosa garante maior competitividade ao Maranhão, considerando que, hoje, o calcário existente aqui vem de outros estados”, pontuou.

De acordo com Expedito Rodrigues, os empresários não precisarão pagar por um frete mais caro do que o produto. Além disso, a implantação desenvolve as cadeias produtivas locais e aumenta a oferta de emprego e renda aos maranhenses.

Os debates reuniram o prefeito do município de Formosa da Serra Negra, Janes Clei; um dos diretores da empresa, Samuel Tomaz e outros representantes do empreendimento. Na ocasião, foi evidenciado todo o potencial mineral nas fases de pesquisas do complexo, que vai abrigar diversas indústrias. Destas, a primeira será responsável pela produção de calcário para cimenteiras e siderúrgicas.

Com a instalação do complexo que teve o aporte de R$ 10 milhões, estima-se que sejam gerados aproximadamente 200 empregos diretos e indiretos em todo o processo. Durante as negociações – como tem acontecido com as demais empresas interessadas em se instalar no Maranhão por meio da Secretaria de Indústria e Comércio – a empresa se comprometeu em contratar mão de obra maranhense. Isso também abrange compras de bens e serviços, obedecendo as contrapartidas sociais do Governo.

Recuperação de estradas

A empresa já conta com todo o maquinário do primeiro investimento e se encontra impossibilitada de transportar até o local da mina, por conta da situação das estradas. Formosa da Serra Negra foi um dos munícipios mais afetados com o intenso período de chuvas no Maranhão, chegando a decretar situação de emergência. Na ocasião, o Governo do Estado manifestou apoio à construção de pontes e manutenção das estradas, ação que beneficiará a população e que agora também contribuirá para o desenvolvimento local.

“Este apoio do Governo beneficia não somente este novo empreendimento, mas, também, toda a população da zona rural que tem sofrido com estes transtornos”, disse o prefeito Janes Clei.

Maranhão combina crescimento da economia e geração de emprego mesmo com crise nacional

Em 2017, o Nordeste perdeu mais de 14 mil empregos com carteira assinada. Em março de 2018, a mais recente medição, a região eliminou mais 13 mil postos formais de trabalho. O Maranhão faz parte do Nordeste, mas foi na contramão da região. O Estado criou vagas tanto em 2017, quanto em março de 2018 – e em ambas as situações, se saiu melhor do que a média nacional.

No saldo de contratações e desligamentos, o Maranhão criou 1.221 novos postos formais no ano passado. Bem diferente da situação do Brasil inteiro, que fechou 20.832 postos em 2017.

No último mês de março, o Estado criou 1.017 vagas, um aumento de 0,22%. O Brasil também teve aumento de vagas, mas em ritmo menor: 0,15% de acréscimo.

Com esse desempenho, o Maranhão vem combinando dois elementos que nem o país e nem o Nordeste têm conseguido: geração de emprego com crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) ao mesmo tempo.

Segundo estudo do Itaú Unibanco, o Maranhão foi o Estado que mais cresceu em 2017. O Brasil também teve alta do PIB, mas sem conseguir criar emprego com carteira assinada.

Investimentos

Esse cenário tem muito a ver também com os investimentos e incentivos feitos pelo Governo do Maranhão. O Estado foi o quarto que mais ampliou investimentos em 2017 em todo o país, com alta de 25,64%. O total foi de R$ 1,176 bilhão, mesmo em meio à grave crise fiscal.

São centenas de obras e empreendimentos em execução, o que estimula o mercado de trabalho. Na Indústria e no setor de Serviços, por exemplo, um dos investimentos mais recentes para atrair negócios é o novo Parque Empresarial de São Luís.

O local já despertou o interesse de dezenas de empresas, e um dos empreendimentos já está aberto, o que gerou 500 empregos imediatamente e vai chegar a 2 mil.

“Temos realizado um trabalho de ambiência favorável aos negócios. Estamos num esforço de atração de investimentos com foco no desenvolvimento econômico para geração de emprego e renda, apoiando sempre a expansão de empresas já instaladas aqui. Temos como exemplo a nova área industrial de São Luís, que já tem empresas instaladas e outras em fase de obras e licenciamento”, diz o secretário de Estado de Indústria, Comércio e Energia, Expedito Rodrigues.

Além disso, as cidades de Imperatriz, Caxias, Timon e Pinheiro também têm Parques Empresariais. São locais com atrativos para novos empreendimentos, sempre com o objetivo final de gerar empregos e fazer a economia do Estado crescer.

Agronegócio

O Agronegócio é um dos setores que mais têm contribuído para a geração de emprego no Maranhão. Os produtores têm recebido diversos incentivos do Governo do Maranhão, como redução de impostos.

Os incentivos também são voltados para os pequenos produtores. O Governo do Maranhão lançou recentemente o selo com a inscrição “produto maranhense” para destacar a produção da agricultura familiar. Os itens ficam expostos em grandes supermercados. É a garantia que o consumidor está comprando e valorizando a produção agrícola feita no próprio Estado.

“Vivemos 50 anos de atraso, mas já começamos a ver resultados importantes. Um exemplo é na Ilha de São Luís, onde nós entramos nos mercados e vemos uma gôndola de produtos maranhenses. Vemos a presença do Governo do Estado”, diz o secretário da Agricultura, Pecuária e Pesca (Sagrima), José Edjahilson Sousa.

Folha de São Paulo destaca construção do Porto São Luís, que deve gerar 5 mil empregos

O Maranhão é mais uma vez destaque positivo no cenário nacional. Repercutiu na edição desta segunda-feira, 19, no jornal Folha de São Paulo, o acordo entre o Governo do Estado e a China, para a construção do Porto São Luís, terminal privado de multicargas que vai gerar cerca de 5 mil empregos e permitir escoamento de milhões de toneladas de grãos e minério de ferro. A publicação destaca a importância do empreendimento citando sua capacidade de quase dobrar a movimentação do Porto do Itaqui.

O jornal reforça que apesar da crise econômica, os chineses veem oportunidades de negócios viáveis e apostam no Brasil, que já é parceiro da China na exportação de grãos. Em 2017, 79% da soja produzida nacionalmente foi exportada ao país oriental.

O Maranhão atrai o interesse pelas condições climáticas, solos férteis, e, principalmente, a posição estratégica. Entrevistado na matéria, o governador Flávio Dino enfatiza que o novo porto será um complemento ao Porto do Itaqui e que isso é positivo para o Maranhão.

As exportações realizadas no Porto São Luís devem alcançar 15 milhões de toneladas por ano, pontua a Folha de São Paulo. São grãos – soja e milho – que responderão por pouco mais de 70% da movimentação; fertilizantes, petróleo e carga geral.

Na primeira etapa de construção serão gerados cinco mil postos de trabalho, diretos e indiretos, em diversas áreas de serviço. O Porto São Luís vai ocupar área de 200 hectares com seis berços, ponte de acesso, mais acesso rodoferroviário e ferroviário (linha férrea em formato da fruta, usada no descarregamento de vagões e manobra de trens). A obra terá investimento de R$ 1,7 bilhões.

O Porto São Luís será comandando pela Communications Construction Company (CCCC) an América, gigante chinesa da área de infraestrutura e construção, majoritária nas ações. Participam ainda a brasileira WPR, de São Paulo, fundada em 1981, que atua na construção civil, desenvolvimento imobiliário e logística; e Lyo Capital Partners, do ramo de prospecção de fundos por participação da iniciativa privada.

Na ocasião de formalização do acordo, o empresário que comanda a CCCC, Chang Yunbo, enfatizou que este será um importante passo do estado para o maior desenvolvimento de suas potencialidades portuárias. A construção do Porto São Luís integra a política de atração de investimentos da gestão, desenvolvida desde 2015.