Governador entrega nova sede da AGED, equipamentos e títulos de regularização fundiária

Na tarde desta quarta-feira (31), a cidade de Imperatriz foi beneficiada com um pacote de ações do Governo do Maranhão. O governador Flávio Dino esteve no município e inaugurou a reforma da sede da Agência Estadual de Defesa Agropecuária do Maranhão (AGED), distribuiu equipamentos para a cadeia produtiva do leite, sementes e entregou 190 títulos de regularização imobiliária.

O bloco de investimentos contempla, principalmente, o produtor rural maranhense. A inauguração da reforma e adequação das instalações da AGED em Imperatriz, por exemplo, irá ofertar um serviço público de mais qualidade ao agricultor. De acordo com o governador Flávio Dino, a ação “visa ampliar, desenvolver e qualificar políticas sociais e serviços públicos, para que possa atender a todos”.

Durante a solenidade, o governador também fez a entrega dez equipamentos para o fortalecimento da cadeia produtiva do leite, como ensiladeira, distribuidor de calcário, ordenhadeiras e analisador de leite. Foram beneficiados os municípios de Montes Altos, Sítio Novo, Vila Nova dos Martírios, São Francisco do Brejão, Senador La Roque, Amarante, João Lisboa, Imperatriz, Buritirana e Itinga.

De acordo com Genivaldo Miranda, presidente da cooperativa de produtores rurais de Sítio Novo, a política do governador Flávio Dino de incentivar a agricultura familiar é responsável pela melhora da qualidade de vida de muitas famílias. “O governador é diferenciado. Ele tem contato diretamente com o produtor e sabe o que precisa. A gente só trabalha se tiver ferramenta, se tiver estímulo para vender os nossos excedentes e ele tem essa preocupação. Isso é uma alegria imensa”, afirmou. Por fim, foram distribuídas 60 toneladas de sementes de milho, por meio do programa Mais Sementes, como forma de incrementar a produção agrícola familiar. Mais de cinco mil agricultores rurais serão beneficiados com as sementes, em 15 municípios da região tocantina.

Títulos de regularização imobiliária 

Na segunda solenidade do dia, o governador Flávio Dino entregou 190 títulos de regularização imobiliária para famílias do Residencial Habitar Brasil I e II.  Com essa ação, o Governo do Maranhão garante a propriedade definitiva dos imóveis às famílias que já residem no local. “Essa ação garante moradia digna e, ao mesmo tempo, significa um benefício econômico. Nós sabemos que um imóvel documentado, regularizado, tem mais valor de mercado do que um imóvel que não possui esses atributos. Vamos continuar esse trabalho para que a gente possa levar esse benefício a centenas de outras famílias de outras áreas da cidade”, garantiu o governador Flávio Dino.

Moradora do Habitar Brasil II, Angela Maria Silva Costa esperou 22 anos para regularizar o seu imóvel. “Este título para mim é muito importante. Esperei uma vida por esse momento. Agradeço muito ao governador Flávio Dino. Agora eu tenho uma casa com título”, comemorou.

Reunião com empresários

Como último compromisso na cidade, o governador Flávio Dino participou de uma reunião com empresários da Associação Comercial e Industrial de Imperatriz (ACII), onde foi apresentado um balanço dos eventos empresariais que foram realizados em 2018 e contaram com apoio do Governo do Maranhão, a exemplo da EXPOIMP e FECOIMP.

Prefeito Edivaldo entrega novos kits com fardamentos e equipamentos a agentes de combate a endemias

O prefeito Edivaldo entregou, nesta terça-feira (16), a agentes de combate a endemias da capital, novos kits contendo uniformes e equipamentos individuais de trabalho. A iniciativa integra as ações da gestão do prefeito Edivaldo de valorização dos profissionais que desenvolvem importante trabalho de controle à doenças e visa promover mais qualidade ao serviço ofertado à população. O ato de entrega dos kits – compostos por bolsa, calças, camisas, bota, boné, repelentes e protetor solar – aconteceu no ginásio do Parque do Bom Menino, com a presença de grande número de profissionais que compõem as equipes do município.

Durante a entrega, o prefeito Edivaldo destacou a importância dos novos itens entregues, para a efetivação das ações de combate às arboviroses como dengue, chikungunya e zika vírus em São Luís. “Além de garantir uma melhor apresentação e identificação de nossos agentes no trabalho de porta a porta nas ações de combate às endemias, os novos equipamentos promovem também mais segurança no desempenho de suas funções e melhores condições à execução desse trabalho que é fundamental para garantir a saúde da população”, afirmou Edivaldo que estava acompanhado da primeira-dama, Camila Holanda; do vice-prefeito Julio Pinheiro; e do secretário municipal de Saúde, Lula Fylho.

Pela primeira vez os profissionais da área participaram de todo o processo de escolha dos equipamentos e da tomada de decisões quanto à qualidade dos materiais adquiridos. “São eles que estão à frente do trabalho diário travando essa guerra contra o mosquito Aedes aegypti, portanto, nada mais importante e democrático que ouvi-los sobre o que melhor convém à categoria na execução de seu trabalho”, frisou Edivaldo acrescentando ainda que graças ao bom trabalho desempenhado pelos profissionais a Prefeitura de São Luís conseguiu reduzir este ano, em relação ao ano passado; em cerca de 60% o número de casos de dengue e em 68% os de zika e chikungunya.

Segundo o vice-prefeito Julio Pinheiro, com a entrega dos novos uniformes e equipamentos de trabalho aos agentes, a Prefeitura não apenas investe na valorização do trabalhador e na melhoria do serviço, como também garante à população meios para melhor identificar os agentes que chegam às suas casas para combater os focos do isento causador das doenças.

“São intervenções importantes no combate às endemias e em favor da saúde da população, principalmente agora que estamos nos aproximando do período chuvoso. O uniforme adequado faz com que os agentes trabalhem mais motivados e sejam valorizados pela população. Além disso, proporcionando melhores condições de trabalho aos profissionais, consequentemente teremos resultados mais efetivos no enfrentamento a essas doenças”, observou Julio Pinheiro.

Os agentes de endemias trabalham em toda a cidade e têm sido importantes para garantir a redução dos casos de dengue, chikungunya e zika vírus, através das visitas domiciliares para identificação e tratamento de possíveis focos do mosquito transmissor dessas doenças.

O secretário municipal de Saúde, Lula Fylho, também atribuiu a queda na incidência de dengue, febre chikungunya e zika vírus em grande parte ao esforço empreendido pelos agentes de endemias na capital. “A maior prova de que o trabalho de nossas equipes de agentes de endemias tem dado certo é que tivemos uma redução drástica no número de pessoas que procuram nossas unidades de saúde com sintomas dessas doenças”, disse Lula Fylho.

“Os agentes de endemias trabalham em toda a cidade e têm sido importantes para garantir a redução dos casos destas doenças, através das visitas para identificação e tratamento de possíveis focos do mosquito transmissor. É um trabalho silencioso, realizado com muita diligência por nossos agentes, e que tem apresentado resultados muito satisfatórios”, acrescentou Lula Fylho.

As iniciativas de valorização da categoria também foram destacadas pelo presidente do Sindicato dos Trabalhadores do Controle de Endemias do Estado do Maranhão (Sintracema), Bernardo Medeiros. “Hoje temos um fardamento realmente de melhor qualidade. Fomos ouvidos e participamos efetivamente do processo de escolha, inclusive com relação até mesmo à cor dos uniformes, o que consideramos extremamente importante para identificação da nossa categoria. Sem dúvida, na gestão do prefeito Edivaldo avançamos muito no nosso objetivo de trabalhar com mais dignidade”, relatou Medeiros.

Em ato simbólico, o prefeito fez a entrega do kit a agente Francineide Nogueira, que disse considerar louvável a iniciativa de melhor paramentar o profissional para o trabalho de campo. “São equipamentos que nos proporcionam mais segurança no ambiente de trabalho e melhores condições para desempenharmos a contento nossa função”, disse ela.

Antônio Travassos Nunes destacou a qualidade do material recebido das mãos do prefeito Edivaldo

O agente de endemia Antônio Travassos Nunes, que atua no Distrito de Saúde do Tirirical, também enalteceu a iniciativa. “Pela primeira vez recebemos fardamentos feitos com materiais realmente de qualidade. Isso nos dá mais motivação para trabalhar e nos ajuda a ser melhor identificados pela população durante as nossas visitas domiciliares”, observou.

VALORIZAÇÃO

Visando uma maior qualificação e valorização dos profissionais, a Prefeitura de São Luís realizou, em setembro deste ano, o curso Introdutório para Agentes Comunitários de Endemias (ACE). O curso reuniu 150 agentes, com o objetivo fortalecer a atenção primaria em saúde no processo de formação dos profissionais. A capacitação, promovida pela Secretaria Municipal de Planejamento e Desenvolvimento (Seplan), via Escola de Governo e Gestão Municipal (EGGEM), atendeu a uma demanda específica da Secretaria Municipal de Saúde (Semus), sendo colocadas em prática na gestão do prefeito Edivaldo.

Com a qualificação, os agentes comunitários de endemias aprimoraram sua formação para atuarem no Sistema Único de Saúde, a partir de conhecimentos das normas e instrumentos essenciais à sua atuação cotidiana, no controle ambiental de riscos e danos à saúde e a responsabilidade no desempenho de função pública.

Também estiveram presentes à solenidade de entrega dos novos kits, o vereador Pavão Filho, os secretários municipais José Cursino (Planejamento) e Rommeo Amim, a secretária adjunta de Serviços de Saúde, Natália Mandarino; o coordenador do Programa de Combate às Arboviroses, Pedro Tavares, entre outras autoridades.

Estado e Município devem garantir equipamentos para tratamento de câncer na Capital e Interior

A Vara de Interesses Difusos e Coletivos promoveu nesta quarta-feira, 29, uma audiência de conciliação entre o Ministério Público (autor), Estado do Maranhão e Município de São Luís (requeridos), para tratar sobre a ampliação de políticas de combate ao câncer na capital e interior. Na audiência, presidida pela juíza Alessandra Arcangeli (respondendo pela unidade judicial), o Estado do Maranhão se comprometeu a fazer funcionar o serviço de radioterapia no prédio anexo ao Hospital do Câncer Tarquínio Lopes Filho, dotado de um Acelerador Linear para o procedimento de Radioterapia, no prazo de um ano.

O Estado informou que, mediante convênio com o Hospital Aldenora Bello, foi adquirido mais um Acelerador Linear; e comprometeu-se a fazê-lo funcionar até março de 2019, vez que está em fase de testes. Já o Município de São Luís e o Estado do Maranhão, considerando tratar-se de gestão compartilhada e no sentido de assegurar a atenção à saúde da mulher na rede pública, comprometeram-se em manter o funcionamento, na região de São Luís, de 11 mamógrafos, sendo cinco de comandos simples (APAE; Hospital Tarquínio Lopes Filho; Hospital Universitário; Hospital Aldenora Bello e na Unidade Móvel de Prevenção do Câncer), três mamógrafos guiados por esterotaxia, todos para a gestão municipal; e três mamógrafos computadorizados, sendo dois no PAM Diamante e um na Unidade Móvel de Prevenção do Câncer.

Nas demais regiões, o Estado comprometeu-se a manter o funcionamento de 18 mamógrafos (Imperatriz, Balsas, Chapadinha, Caxias, Rosário, Pinheiro, Bacabal, Itapecuru-Mirim, Codó, Presidente Dutra e São João dos Patos). Quanto ao serviço de radioterapia no Hospital Tarquínio Lopes, o Estado do Maranhão se compromete, a cada 3 meses, informar nos autos sobre o andamento e cumprimento do calendário referente a obra. O Município de São Luís dispõe de 15 dias para juntada de documentos referentes ao funcionamento dos mamógrafos mantidos pelo Município.

AÇÃO – A Ação Civil Pública foi baseada no Inquérito Civil Público procedente da Procuradoria da República do Maranhão, instaurado com o objetivo de investigar se os mamógrafos disponibilizados às usuárias do Sistema Único de Saúde (SUS) estão em funcionamento para satisfazer as demandas da população, bem como verificar a existência e a efetividade de políticas públicas locais de prevenção ao câncer de mama e útero. Na época, Estado e Município emitiram relatórios sobre como organizam e desenvolvem as políticas públicas de combate ao câncer na Capital e no interior.

Foi anexado à ação um Relatório Social proveniente da Procuradoria da República no Estado do Maranhão (PRMA), datado de 27 de julho de 2012, com objetivo de analisar a prestação de serviços de prevenção ao câncer de mama e útero, especialmente no que diz respeito à oferta e efetividade dos mamógrafos, no Estado do Maranhão. À época, em consulta realizada ao sítio eletrônico do Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde, verificou-se que existiam 14 mamógrafos com estereotaxia existentes no estado do Maranhão, todos em uso, sendo cinco em São Luís. No que se refere ao mamógrafo em comando simples, existiam à época 62 cadastrados e 58 em uso, sendo 18 em São Luís.

A ação cita que a Portaria Nº 1.102/2002 do Ministério da Saúde estabelece 01 (hum) mamógrafo para 240 mil habitantes, e no caso do Estado do Maranhão – cuja população em 2010, segundo dados do IBGE, era de 6.574.789 habitantes – haveria a necessidade de 27 mamógrafos. Em se tratando de São Luís – cuja população era 1.014.837 habitantes em 2010, segundo dados do IBGE -, utilizando-se do mesmo parâmetro mencionado, havia a necessidade de quatro mamógrafos, e a capital maranhense contava com 23 mamógrafos. “Desse modo, pode-se afirmar que o número de mamógrafos cadastrados atualmente atendem e ultrapassam o parâmetro estabelecido pelo Ministério da Saúde. Cabia, entretanto, avaliar se a produção deste mamógrafo era satisfatória, haja vista a grande quantidade em desuso”, destacou a ação.

Tecnologia a favor do esporte: como equipamentos da UFMA auxiliam na avaliação de atletas

Câmera termográfica, fotocélula, analisador de gases, cronômetro de alta precisão. Não entendeu o que é tudo isso? Nós explicamos: esses foram alguns dos equipamentos usados pelo Grupo de Pesquisas em Genética e Esporte da UFMA (Genes) para acompanhar o rendimento dos atletas do clube Sampaio Corrêa durante a campanha que levou o time a ser campeão da Copa do Nordeste em 2018. Os resultados obtidos pelas avaliações centraram na prevenção ao risco de lesões, fator determinante para a manutenção do bom ritmo de jogo durante as partidas e forte característica do time no campeonato.

“É melhor a medicina preventiva do que a curativa”

Imagine um atleta com rendimento satisfatório, como o artilheiro de um clube de futebol, por exemplo. Ele está prestes a participar de um importante jogo que decidirá a possível classificação do seu time para uma final inédita, mas acaba se lesionando e precisa ficar afastado durante meses. Episódios como esses não são incomuns no cenário esportivo, mas muito deles poderiam ser prevenidos com o uso de uma câmera termográfica, um dos equipamentos utilizados pelo Genes no acompanhamento dos atletas.

O professor Mário Sevilio, coordenador do Genes, explicou como o material, por meio da termografia, auxilia na previsão ao risco de lesão. Basicamente, funciona da seguinte maneira: quando um atleta faz um exercício, a temperatura corporal aumenta e, em alguns casos, podem acontecer microlesões que geram um processo inflamatório, aumentando a temperatura no local específico. Tudo isso é captado pela câmera termográfica.

“Dependendo desse aumento de temperatura, nós temos postura mais conservadora com esse atleta. Ou seja, diminuímos a carga de treino, tiramos um dia para recuperação ou descanso, para que esse processo inflamatório desapareça e a sua musculatura se restabeleça”, explanou Sevilio.

Colocar um atleta nessas condições para atuar em jogos ou treinos pode causar um problema ainda maior que não pode não ser resolvido em curto prazo: “Se continuar insistindo no treino é bem provável que esse atleta se lesione. E então você vai perdê-lo por um tempo maior, uma vez que vai precisar ir para o departamento médico e ser tratado durante duas ou três semanas, ou até mais. Então é muito melhor a medicina preventiva do que a curativa”, frisou.

Identificação de problemas

Para além da prevenção de lesões, a identificação de problemas no condicionamento físico e na velocidade dos atletas auxilia no desenvolvimento da estratégica tática do time. Então entra em cena, ou melhor, em campo, a fotocélula, uma espécie de cronômetro de alta precisão – o mesmo usado nas corridas de Fórmula 1 – que avalia a velocidade do atleta em milissegundos.

“Em 30 metros é a arrancada do atleta. O equipamento tem quatro pares de tripés com laser e quando ele passa, aciona o cronômetro. Em cada barreira, ele fecha um circuito e abre outro, então nós temos informações como o tempo que ele levou para acelerar, o tempo que permaneceu naquela velocidade e em qual momento ele começa a cair”, explicou o professor.

Todas essas informações servem como parâmetro para entender a capacidade do atleta nas mais diversas modalidades e condições, o que permite a aplicação tática de acordo com o seu limite físico.

Exclusividade usada na pesquisa

Um dos equipamentos mais importantes do Genes no acompanhamento externo dos atletas, é o analisador de gases, sendo que existem apenas dois equipamentos desses ativos no Brasil, e aproximadamente outros 50 no mundo todo. Seu objetivo é avaliar a parte cardíaca, respiratória e metabólica.

A maior vantagem, no entanto, é ser portátil e poder acompanhar os atletas em condições ambientes diferentes. O desempenho de um jogador correndo em uma esteira em lugar fechado e climatizado difere do indivíduo realizando a mesma atividade à beira de uma praia, com influência do clima, de sons e demais fatores, acompanhando o comportamento cardiorrespiratório e metabólico do atleta em seu próprio local de treino.

Menor incômodo, maior precisão

Para acompanhamento da temperatura interna, normalmente são usadas as chamadas “sondas esofágicas”, que são introduzidas no nariz do atleta e seguem até o esôfago, enquanto faz o exercício acompanhado de alguém que segure o equipamento. Porém, com um termômetro especial utilizado atualmente no Brasil apenas pela UFMA e a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), isso se tornou muito menos incômodo.

Os sensores de temperatura estão inseridos em uma cápsula cuja bateria dura 12 horas e é quase do tamanho de um comprimido, sendo que, ao ser ingerido pelo atleta, envia a temperatura interna, por meio da telemetria, para o seu avaliador. Essas informações ajudam a compreender a relação entre a temperatura interna e a externa do corpo, como explica o professor Mário.

“Você já tem duas fornalhas, uma é o estresse do ambiente, que já é um ambiente quente, e a outra que é o exercício que aumenta ainda mais a temperatura corporal. Esses dois fatores somados geram um grande estresse para o sistema cardiovascular, e dependendo da temperatura que esse indivíduo chegar, ele pode entrar numa faixa de risco de morte. Então nossos estudos são justamente na tentativa de buscar compreender esses mecanismos”, pontuou.

A contribuição acadêmica

O Genes teve início em 2014 e hoje tem cerca de 40 participantes, entre docentes e discentes dos cursos de Educação Física, Biologia, Fisioterapia e Psicologia. Com o apoio financeiro da Fapema, Capes, CNPQ e o Grupo Mateus, por meio da Lei de Incentivo ao Esporte promovido pelo Governo do Estado, o Grupo dá suporte, a diversos clubes maranhenses como o Moto Clube, Sampaio Corrêa e Imperatriz.

Atualmente, o Genes trabalha com diversas modalidades esportivas como o vôlei, o futebol, o triátlon, o atletismo e o badminton.