Suspeito de estelionato é preso com vários cartões de benefícios sociais

A Polícia Civil, por meio da 2ª Delegacia Regional de Itapecuru Mirim, prendeu em flagrante na cidade de Miranda do Norte, Valtenir Bezerra de Mesquita (56), suspeito de cometer crimes de agiotagem e estelionato.

Com o suspeito, foram apreendidos vários cartões de benefícios sociais e bancários, cheques, notas promissórias, cerca de R$ 1.284, cinco aparelhos de celular e outros itens.

Os policiais encontraram ainda anotações de senhas de bancos, datas e valores. As investigações continuam e segue agora para o depoimentos das vítimas e identificação de possíveis outros integrantes do esquema criminoso.

PF faz operação para deter seita envolvida com trabalho escravo e estelionato

A Polícia Federal (PF) deflagrou hoje (6) a Operação Canaã – A Colheita Final, que investiga o envolvimento de uma seita religiosa em crimes como trabalho escravo, tráfico de pessoas, lavagem de dinheiro e estelionato. O grupo é suspeito de atuar em municípios de São Paulo, Bahia e Minas Gerais. Nesses três estados, 220 agentes cumprem 22 mandados de prisão preventiva, 17 de interdição de estabelecimento comercial e 42 de busca e apreensão – todos expedidos pela 4ª Vara Federal em Belo Horizonte.

De acordo com a PF, os investigados cooptaram pessoas na capital paulista para que doassem imóveis e veículos de luxo. Em nota, a PF informa que, depois de devidamente doutrinados, os novos fiéis eram levados para zonas rurais e urbanas em Minas Gerais (Contagem, Betim, Andrelândia, Minduri, Madre de Deus, São Vicente de Minas, Pouso Alegre e Poços de Caldas), na Bahia (Ibotirama, Luiz Eduardo Magalhães, Wanderley e Barra) e em São Paulo (capital). Ao chegar a esses locais, eram explorados, sendo forçados a trabalhar em lavouras e estabelecimentos comerciais, como oficinas mecânicas, postos de gasolina, pastelarias e confecções, sem descanso e remuneração. Segundo a PF, o grupo criminoso já expandia sua ação para o estado do Tocantins.

A investigação, cujo nome é uma referência bíblica à terra prometida, começou em 2011, quando a seita estava migrando de São Paulo para Minas Gerais. Em 2013, foi deflagrada a Operação Canaã, com foco em inspeções em propriedades rurais e algumas empresas urbanas. A etapa foi sucedida pela etapa De Volta para Canaã, em 2015, que resultou na prisão temporária de cinco dos líderes.

A operação de hoje tem o apoio de 55 auditores fiscais do Ministério do Trabalho e do Grupo Especial de Fiscalização Móvel da pasta. Se condenados, os suspeitos poderão cumprir até 42 anos de prisão.

Suspeito de estelionato é preso tentando realizar saques na Caixa

Policiais Civis do Maranhão, por intermédio da Superintendência Estadual de Investigações Criminais (Seic), prenderam na manhã desta quarta-feira (24), Walter de Jesus Correa (53), quando este tentava realizar saques e transferências bancárias na Caixa Econômica Federal, onde teria se apresentado utilizando de documento de identidade falso.

Durante apuração foi constatado que Walter Correa já possuía em seu nome dois antecedentes pela prática do mesmo crime, e que ele seria integrante de uma quadrilha especializada na falsificação de documentos para a realização de empréstimos consignados fraudulentos em nome de servidores públicos, onde em seguida apoderam-se dos valores obtidos ilicitamente, levando prejuízo à diversas instituições financeiras.

Após análise técnico-jurídica dos fatos, o indivíduo foi autuado pelo crime de estelionato, e encaminhado ao Centro de Triagem e Observação Criminológica do Sistema Penitenciário Estadual, onde permanecerá à disposição da Justiça.

Dupla de estelionatários especialistas em golpes contra idosos é presa

Um homem e uma mulher foram presos em São Luís, na noite desta terça-feira (5), acusados de estelionato contra várias pessoas idosas. Claudiane dos Santos Silva e Berenildes Alves Lima, foram presos em flagrante na Vila Janaína.

As vítimas, cinco idosos encontrados na casa no momento da prisão, contaram à polícia que a dupla lhes prometia empréstimos com taxas de juros mais baixa que no mercado regular.

Em depoimento, as vítimas do golpe contaram que são do interior e que seus documentos e cartões de banco foram retidos por Claudiane e Berenildes.

A polícia constatou vários saques das contas bancárias das vítimas realizados nos últimos dias. Claudiane dos Santos Silva e Berenildes Alves Lima foram encaminhados ao Complexo Penitenciário São Luís, e estão à disposição da justiça.

Advogado é preso por estelionato no Calhau

Reprodução/MA10

Foi preso pela Polícia Civil do Estado o advogado Erlande de Jesus Castro, acusado de estelionato e associação criminosa, enquanto tentava sacar R$31 mil de forma fraudulenta no Banco do Brasil, do Calhau.

A prisão em flagrante aconteceu no fim da tarde dessa quarta-feira (8) por agentes da Superintendência Estadual de Investigações Criminais (Seic).

Castro estava em posse de diversos documentos falsos, que, segundo a polícia, seriam usados para sacar dinheiro de outras pessoas em bancos. De acordo com as investigações, o último saque efetuado pelo advogado foi em 3 de outubro, no valor de R$ 57 mil.

Erlane foi conduzido ao Centro de Triagem do Complexo de Pedrinhas, onde responderá pelos dois crimes.

Integrante de grupo estelionatário preso em São Luís ostentava vida de luxo e se dizia contra a corrupção

Da redação

Luís Gustavo de Oliveira Melo, de 25 anos, é um dos integrantes de uma associação criminosa presa neste sábado (19) acusada de tentar praticar o crime de esteletionato ao Banco do Brasil. Gustavo Melo como é identificado nas redes sociais ostentava vida de luxo e se dizia contra a corrupção em suas postagens.

Já o segundo integrante da quadrilha, Rayan Hallef Rodrigues Fontoura, tem 23 anos e é advogado formado pela Universidade Mackenzie, de São Paulo, conhecida como uma das universidades pagas mais caras do país. Rayan Hallef frenquentava a igreja e amigos dele afirmam que jamais imaginaram o envolvimento dele com qualquer tipo de prática criminosa.

Eles juntamente ao terceiro integrante, Eduardo Balluz Neto, de 19 anos, foram presos em flagrante pela Polícia Civil, por meio da Superintendência Estadual de Investigações Criminais (Seic) após terem apresentado documentos falsos (procuração reconhecida em cartório e cópia de identidade de terceiro) junto ao Banco do Brasil (agência da Cohama). O grupo foi autuado pelos crimes de Associação Criminosa e Estelionato na modalidade tentada.

O intuito dos presos era o de receber o valor de R$35 mil referente a uma Requisição de Pequeno Valor (RPV) – verba oriunda de pagamentos de condenações judiciais contra a Fazenda Pública – pertencente a uma cliente do banco.

Após averiguações, verificou-se que os três indivíduos fazem parte de grupo criminoso especializado na falsificação de documentos para o recebimento de verbas desta natureza em várias agências bancárias do Maranhão, inclusive em relação a beneficiários que já vieram a óbito, o que será apurado no decorrer das investigações. Após a prisão, eles foram encaminhamos ao Sistema Penitenciário Estadual, onde ficarão à disposição da Justiça.

Receita Federal alerta cidadãos para “golpe do amor”

O crescente número de casos de mulheres que têm sido enganadas para repassar dinheiro a estelionatários para supostamente buscar presentes em aeroportos fez a Receita Federal disparar o alerta à população.

Chamado “golpe do amor”, o esquema tem ocorrido sobretudo em Guarulhos (SP). Os suspeitos usam perfis falsos nas redes sociais e se passam por estrangeiros com boas condições financeiras. Eles se envolvem com as vítimas e prometem presentes a elas.

Contudo, os bens só poderiam ser liberados depois que as mulheres depositassem valores nas contas deles para liberar os itens que eles alegam terem sido retidos pela Receita nos aeroportos.

De acordo com a Receita, existem relatos de propostas de casamento e de envio de presentes como óculos, bolsas, celulares, anéis de ouro para o ‘noivado’, documentos pessoais e, em muitos casos, dinheiro em espécie em dólares, libras ou euros.

“Após o suposto envio dos presentes, a quadrilha exige pagamento da vítima alegando que as mercadorias estariam retidas na alfândega e só seriam liberadas após o pagamento de taxas e outros valores”, advertiu o órgão.

A Receita Federal ressalta que não exige qualquer pagamento em espécie ou por meio de depósito em conta-corrente e que todos os tributos aduaneiros administrados pelo órgão são recolhidos por meio Documento de Arrecadação de Receitas Federais (Darf).

Fonte: Portal Brasil, com informações da Agência Brasil

‘Dijé’ é presa no João Paulo

Dijé foi presa 02 (duas) vezes na cidade de Pinheiro

Uma operação da Polícia Civil do Maranhão,  por intermédio da Superintendência Estadual de Investigações Criminais (SEIC), em diligências no bairro João Paulo, deu cumprimento ao mandado de prisão preventiva à Maria de Jesus Rodrigues de Sousa, vulgo “Dijé”.

Dijé é acusada de estelionato e outras fraudes, já tendo sido presa 02 (duas) vezes na cidade de Pinheiro (flagrante pelo crime de estelionato, em 2006 e prisão preventiva, em 2010). O mandado de prisão foi expedido pela Comarca de São José de Ribamar.

Ela também é acusada de cometer fraudes contra instituições financeiras e, também, contra o INSS (empréstimos fraudulentos, saques de benefícios de pessoas já falecidas). Após o cumprimento das formalidades legais, Dijé foi encaminhada ao Sistema Penitenciário Estadual onde permanecerá a disposição do Poder Judiciário.

PF deflagra operação contra crimes previdenciários

A Força-Tarefa Previdenciária, integrada pela Secretaria de Previdência, Polícia Federal (PF) e Ministério Público Federal (MPF), com a finalidade de reprimir crimes previdenciários, deflagrou na manhã desta terça-feira (13/6), na cidade de Teresina/PI, a Operação DUO FRATRES.

As investigações, iniciadas no ano de 2015, levaram à identificação de um esquema criminoso no qual através da falsificação de documentos públicos eram realizados saques post mortem de benefícios previdenciários e assistenciais.

O esquema criminoso é liderado por dois irmãos que já foram presos em flagrante em três ocasiões distintas em anos anteriores na cidade de Bacabal/MA por crimes relacionados à clonagem de cartões e fraudes previdenciárias.

Por esses fatos respondem em liberdade a ações penais na Justiça Estadual de Bacabal/MA.
Em 12/2/2016, equipe da Delegacia de Repressão a Crimes Previdenciários da PF no Maranhão cumpriu mandados de busca e apreensão nas residências dos investigados em Trizidela do Vale/MA, ocasião em que foram localizados diversos documentos relacionados a fraudes previdenciárias.

Analisando os documentos apreendidos, que abrangem desde cartões magnéticos e documentos de identificação (RG, CPF e CTPS) a anotações manuscritas, extratos de pagamentos e consultas de Sistemas do INSS, foram identificados mais de 300 benefícios previdenciários e 40 documentos de identidade falsos.

Após o cumprimento do mandado em 2016, os dois irmãos líderes do esquema criminoso se mudaram para Teresina/PI utilizando-se de nomes falsos, além de ostentarem um patrimônio incompatível com suas rendas declaradas. Só de veículos constatou-se um patrimônio de quase R$ 500 mil.

A PF no Maranhão, com o apoio da Superintendência de PF no Piauí, cumpriu hoje cinco Mandados Judiciais, sendo dois de prisão preventiva e três de busca e apreensão na cidade de Teresina/PI.

Foi determinado, ainda, o arresto de valores e de bens, incluindo veículos e propriedades dos investigados, além da suspensão de mais de 100 benefícios e a convocação de 200 titulares para a realização de auditoria.

São investigados os crimes de estelionato previdenciário, uso de documento falso, falsidade material e ideológica, lavagem de capitais e associação criminosa, cujas penas máximas somadas podem chegar a mais de 30 anos de prisão.

O prejuízo inicialmente identificado é de 1,15 milhão, considerando a data do cumprimento do mandado de busca em fevereiro de 2016. Já o prejuízo evitado é de 5,7 milhões, tomando como base a expectativa de vida dos titulares dos benefícios objeto de suspensão judicial.

O nome DUO FRATRES vem do latim e significa dois irmãos, em alusão ao laço de parentesco dos principais investigados.

 

Da PF/MA