“De coração leve”, Haddad cumprimenta Bolsonaro pelo Twitter: “desejo-lhe sucesso”

Revista Fórum

Candidato derrotado nas eleições presidenciais, o petista Fernando Haddad foi ao Twitter nesta segunda-feira (29) cumprimentar o oponente, Jair Bolsonaro (PSL), pela vitória deste domingo (28).

“Presidente Jair Bolsonaro. Desejo-lhe sucesso. Nosso país merece o melhor. Escrevo essa mensagem, hoje, de coração leve, com sinceridade, para que ela estimule o melhor de todos nós. Boa sorte”, tuitou Haddad.

 

Na noite de domingo (28), em entrevista coletiva após a apuração dos votos, o petista explicou o motivo de não ter telefonado para Bolsonaro após o resultado da eleição. “Ele me chamou de canalha e disse que se eleito mandaria me prender”, afirmou.

OPINIÃO | O amor vencerá o ódio

O Brasil está diante da eleição mais importante da história, desde a redemocratização do país. De um lado, a luz da democracia e do amor. Do outro, a escuridão da intolerância e da barbárie.

No centro, a população dividida. Parte desta, inebriada com pregações de ódio e violência. Não estamos, portanto, diante de simples decisão sobre quem será o presidente pelos próximos quatro anos. Mas, a escolher entre o caminho da dignidade humana, das liberdades individuais e o medievalismo das ‘santas inquisições’.

As recentes pesquisas mostram que há progressivo desencanto com o ‘mito’ da candidatura, que se apresenta como signatária da antipolítica, do combate à corrupção e à violência. Isto porque as práticas mostram o inverso. O representante da extrema direita tem se revelado um político intolerante, enredado em denúncias de corrupção, caixa dois e defensor da violência e da tortura.

A pregação do ódio aos opositores e morte, inclusive de inocentes, estarrece o país e o mundo. Quem em sã consciência seria capaz de utilizar o voto para autorizar um presidente da República a torturar e matar seus semelhantes?

Ainda mais contraditório é tentar associar a violência, misoginia, racismo, homofobia, intolerância, guerra, armamento com a mensagem de amor, da coexistência e da paz deixada por Jesus para a humanidade.

Decerto, o filho de Deus feito homem condenou práticas imorais e a corrupção. É verdade! Contudo, o fez convertendo estes por meio do amor e do perdão. Foi assim com a mulher que seria apedrejada por adultério, com os cobradores de impostos, entre outros tantos exemplos. “Aquele que dentre vós estiver sem pecado seja o primeiro que lhe atire pedra. (…) Nem eu tampouco te condeno; vai e não peques mais.” Sábias palavras, que ecoam por séculos, milênios.

Jesus não pregou a extinção, mas o respeito aos diferentes. “As pessoas saudáveis não precisam de médico, mas sim os doentes. (…) Pois eu não vim chamar os justos, mas os pecadores.” (Mateus 9:12, 13)

É preciso dizer não à ameaça à democracia no Brasil, aos direitos humanos e às liberdades individuais. Valorizar as famílias é assegurar igualdade de direitos e oportunidade para todos e todas, moradia digna, educação gratuita e com qualidade, acesso à saúde.

O futuro do nosso país depende de cada um de nós. É auspicioso ver que eleitores indecisos e propensos em votar em branco e/ou nulo começam a entender que se omitir do processo é fortalecer os ideais odiosos e intolerantes, que ameaçam a dignidade humana.

Dos mais brilhantes líderes da história, Nelson Mandela afirmou que “ninguém nasce odiando outra pessoa pela cor da sua pele, por sua origem ou ainda por sua religião. Para odiar as pessoas precisam aprender, e se podem aprender a odiar, elas podem ser ensinadas a amar”.

É preciso refletir sobre tudo isto na hora de votar. Não podemos ser cúmplices, nem compactuar com a morte da esperança numa nação melhor e mais justa para esta e as próximas gerações. É o destino de mais de 200 milhões de brasileiros que está em jogo. O amor vencerá o ódio!

Radialista, jornalista, Secretário adjunto de Comunicação Social e diretor-geral da Nova 1290 Timbira AM.

Haddad sobe e diferença para Bolsonaro cai cinco pontos nos votos totais, aponta Datafolha

Pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira, 25 de outubro, trouxe algum ânimo para o petista Fernando Haddad, que cresceu três pontos percentuais e diminuiu a diferença Jair Bolsonaro (PSL). O candidato de extrema direita marca 48% (contra 50% há uma semana), ante 38% do petista (eram 35%): a diferença entre eles caiu 5 pontos percentuais, o que deve servir à campanha petista para animar seus apoiadores a tentar convencer indecisos (6%) e eleitores que dizem que irão votar branco ou nulo (8%). A três dias do segundo turno, o placar nos votos válidos está em 56% para Bolsonaro contra 44% de Haddad (redução de seis pontos percentuais).

9.173 eleitores em 341 cidades nestas quarta e quinta-feira para este levantamento, com margem de erro de dois pontos. Os números de Datafolha não são idênticos aos do Ibope de terça-feira, mas vão na mesma direção. Bolsonaro exibe uma tendência negativa. Os números mais recentes do instituto ligado à Folha são ainda melhores para Haddad, porque mostram o avanço de três pontos em uma semana. A rejeição do petista também oscilou para baixo (é 52% agora e era 54%), enquanto a do deputado de extrema direita subiu (é agora 44% e antes era 41%).

Houve mudanças significativas entre os eleitores de acordo com a renda. Entre os mais ricos (renda de mais de 10 salários mínimos), os mais resistentes a Haddad, Bolsonaro cai de 67% para 61%. Já Haddad foi de 24% para 32%. A mudança com mais impacto no total se deu entre os mais pobres (até 2 salários mínimos): o petista vai de 44% a 47% enquanto o deputado vai de 39% e 37% no seguimento.

O quadro acendeu um alerta na campanha do PSL: uma tendência negativa a tão pouco tempo da votação poderia produzir efeitos perigosos. O resultado aparece em uma semana ruim para a campanha de extrema direita. O deputado federal teve de pedir desculpas aos ministros do Supremo Tribunal Federal depois que declarações de seu filho ameaçando a corte passaram a circular nas redes sociais. O TSE (Tribunal Superior Eleitoral) e a Polícia Federal também investigam desde sexta-feira se empresas bancaram ilegalmente disparos em massa via WhatsApp para beneficiá-lo, conforme publicado em reportagem da Folha.

Nesta quarta, o capitão da reserva do Exército utilizou uma conversa em tempo real com seus seguidores no Facebook para cobrar os aliados de São Paulo, onde, segundo o Ibope, passou a perder do ex-prefeito da cidade, Haddad. Segundo o Datafolha, João Doria (PSDB) e Márcio França (PSB) estão empatados nos votos totais: 43% X 40%.

 

Ex-ministra Marina Silva declara “voto crítico” a Haddad

Com apenas seis dias para decidir o futuro presidente da República, a ex-candidata Marina Silva (Rede), oitava colocada no primeiro turno das eleições, declarou “voto crítico” em Fernando Haddad (PT). Marina já havia recomendado a seus filiados e simpatizantes que não votassem em Jair Bolsonaro (PSL), adversário de Haddad no segundo turno, mas só agora se manifestou a favor do petista.

Bem cotada no início das pesquisas presidenciais, Marina Silva teve 1.069.577 votos no último dia 7 de outubro, que representa apenas 1%  da votação válida. “Sei que, com apenas 1% de votação no primeiro turno, a importância de minha manifestação, numa lógica eleitoral restrita, é puramente simbólica. Mas é meu dever ético e político fazê-la”, afirma a acreana em nota.

Através de seu perfil no Twitter, Fernando Haddad agradeceu o apoio da ambientalista.

Segundo Marina Silva, três motivos relacionados aos riscos oferecidos pela eleição de Bolsonaro a fizeram declarar voto no candidato do PT. Primeiro, o desmonte da estrutura de proteção ambiental – “Chega ao absurdo de anunciar a incorporação do Ministério do Meio Ambiente ao Ministério da Agricultura. Ademais, desconsidera os direitos das comunidades indígenas e quilombolas” -; depois, a incitação ao ódio em detrimento da diversidade existente na sociedade; e, por fim, o “pouco apreço” do projeto do candidato do PSL à democracia brasileira. Marina faz questão de ressaltar que será oposição ao governo em 2019, seja qualquer um dos vencedores, e não isenta Haddad e o PT de críticas. Ela acusa o patido de não entender a gravidade do momento para fazer uma “autocrítica corajosa” e o “eixo de uma alternativa democrática verdadeira”.

Após ter adotado um discurso se oferecendo como opção aos extremos durante a campanha eleitoral, a ex-Ministra também lamentou o reducionismo que transformou o pleito em um confronto entre direita x esquerda, que “inaugurou o triste tempo do ‘pelo menos’. Diante do pior risco iminente, (…) darei um voto crítico e farei oposição democrática a uma pessoa que, ‘pelo menos’ e ainda bem, não prega a extinção dos direitos dos índios, a discriminação das minorias, a repressão aos movimentos, o aviltamento ainda maior das mulheres, negros e pobres, o fim da base legal e das estruturas da proteção ambiental, que é o professor Fernando Haddad”, conclui Marina Silva.

 

“A marcha da insensatez ainda pode ser contida”, diz Flávio Dino

O governador Flávio Dino afirmou nesta segunda (22) que “a marcha da insensatez ainda pode ser contida”. A declaração foi feita nas redes sociais, após a divulgação do vídeo em que o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL) ameaça fechar o Supremo Tribunal Federal (STF) em caso de impugnação da candidatura de Jair Bolsonaro à Presidência da República.

Dino relembrou comentário feito na semana passada, quando criticou a postura leniente de parte do Judiciário em relação ao discurso fascista no país. “Parte da comunidade jurídica deu decisiva sustentação à escalada fascista. Caso o pior aconteça, tenho impressão de que, muito rapidamente, eles irão se arrepender duramente. E talvez não haja remédio eficaz”, escreveu.

Flávio Dino disse que independentemente do posicionamento dos ministros da Suprema Corte haverá reação em defesa da democracia.

“Um filhote de fascista disse que um cabo e um soldado bastam para fechar o Supremo. Não sei o que os ministros acham disso. Só digo que tentem a ousadia. Estaremos lá na porta do Supremo protegendo a democracia. E seremos muitos a esperar os micróbios”, afirmou.

Sobre o apoio à candidatura de Haddad à Presidência, o governador do Maranhão disse não ter medo de nada. “Independentemente de resultado, quem luta pelo bom, pelo belo, pelo justo, jamais perde. Venceremos”, tuitou.

Ele afirmou ainda que é cristão e sua fé não o permite votar em amigo de torturador. “Sou professor de Direito Constitucional. Minha profissão me leva a votar no único candidato que defende a Constituição e as leis.”

Weverton participa de caminhada de Haddad em São Luis

Ao lado do governador Flávio Dino (PCdoB) e de diversas lideranças políticas de São Luis e do interior do estado, o deputado federal Weverton (PDT), eleito senador no último dia 7, participou, neste domingo (21), de uma caminhada do candidato à Presidência da República Fernando Haddad (PT). “Estamos do lado da democracia e do lado certo da história. Vamos dizer neste segundo turno não à intolerância, não ao discurso de ódio, não ao fascismo. Queremos o debate, queremos discutir propostas, queremos discutir o Brasil”, declarou.
Weverton lembrou que no primeiro turno das eleições o PDT tinha Ciro Gomes como seu candidato a presidente, mas que infelizmente não foi possível ele seguir para o segundo turno. E, que, sendo assim, agora seu candidato é o Haddad. “É 13! Aqui nós vamos fazer a nossa parte”, falou, chamando a população do Maranhão para fazer a mesma escolha.
Na reta final para o segundo turno das eleições, marcada para o dia 28, o ato arrastou uma multidão pelas ruas do bairro do Anil, em São Luis. Haddad falou que viajou por todas as regiões do Nordeste e, que, como isto fazia um tempo, está voltando para reiterar o compromisso com esta região, que só deu boas notícias para o Brasil desde o início do século, aumentando sua participação no PIB, as oportunidades educacionais, as oportunidades de empreendedorismo, entre outras. “Enfim, o Nordeste vem perdendo ímpeto nos últimos dois anos em função das políticas recessivas do atual governo. E é importante retomar o crescimento desta região”, ressaltou o candidato.

“Eu sou irmão do nordeste”, declara Haddad em coletiva

Com milhares de pessoas vestidas de vermelho e branco foi realizada uma caminhada pró ao presidenciável Fernando Haddad na capital maranhense. A caminhada começou às 8h30 no bairro do anil. Com ele esteve presente Gleice Hoffmann, presidente do Partido dos Trabalhadores (PT) e atual senadora pelo partido, sua esposa Ana Estela Haddad, o governador do estado do Maranhão Flávio Dino (PCdoB), o então eleito senador Weverton Rocha (PDT) e outras lideranças políticas.

Em seu discurso Haddad fala que Bolsonaro não honra a farda que já vestiu um dia. “Já são 28 anos no poder nunca fez nada pelo nosso povo. Ele não tem o mínimo compromisso com o nosso país, a não ser com os milionários com esse país. Só tem uma candidatura que defende a soberania nacional. Nós não vamos entregar a base de Alcântara pra base militar americana. Não vamos entregar nosso petróleo para ninguém. O pré-sal é do povo, para saúde e educação. O Maranhão tá precisando é de creche, de saúde e de segurança, não de uma base militar. Vocês precisam que o estado proveja um livro e uma carteira de trabalho na mão. Se ganharmos um 1 ponto por dia a gente vira a eleição domingo e viramos a rampa do Planalto juntos”, declarou.

O governador Flávio Dino reafirmou seu compromisso com Fernando Haddad e disse está em jogo não só uma eleição, mas sim o décimo terceiro, a agricultura familiar, a aposentadoria dos trabalhadores rurais, o bolsa família, o Prouni: “não podemos nos curvar a manipulação, quem decide a eleição é o povo brasileiro, não é a mídia. Sabe porque Bolsonaro tem medo de debater? Porque ele tem medo da verdade. Aqui no Maranhão nós vamos dar uma surra de voto contra esse soldado, porque aqui não existe facismo”, declarou.

Após o ato o candidato se direcionou a uma coletiva de imprensa onde atendeu a mídia local e nacional. Haddad reforçou a sua promessa de redução no preço do gás: “a partir do dia primeiro de janeiro de 2019 o gás custará R$ 49,00”, ele ainda ressaltou a necessidade de recuperar o poder de compra do bolsa família, visando ainda a luta de combate à fome. “O bolsa família vem perdendo o poder de compra por culpa de uma inflação que vem sendo reajustada diariamente, inflação essa que não cabe ao grupo do mais pobre, já que essa subiu muito mais.  Por isso, será dado um reajuste de 20% no bolsa família. Eu sou irmão do nordeste e conto com vocês para essa vitória”, declarou em coletiva.

Após a coletiva o presidenciável se dirigiu ao Palácio dos Leões. Na próxima quinta-feira, o governador do estado convida a população maranhense para um grande ato pró-Haddad, no bairro João de Deus a partir das 18h.

Haddad desafia Bolsonaro e cobra explicação sobre WhatsApp

O candidato à Presidência da República pelo PT, Fernando Haddad (PT) subiu o tom contra seu adversário, Jair Bolsonaro (PSL), e o chamou de “aberração” e “soldadinho barato” durante um discurso em Fortaleza (CE) na manhã deste sábado (20). “No dia 28 de outubro, nós vamos eleger uma chapa com compromisso com a democracia, com as liberdades, com os direitos sociais e civis e não essa aberração que eles inventaram”, disse Haddad. “Vem me enfrentar, soldadinho barato. Não está preparado para a Presidência da República”, afirmou.

Cercado por lideranças petistas como o deputado federal José Guimarães (CE) e pelo líder do MTST (Movimento dos Trabalhadores Sem Teto), Guilherme Boulos, Haddad endureceu as críticas a Bolsonaro e disse que, ao longo de 28 anos de carreira política, Bolsonaro deixou um rastro de ofensas contra os nordestinos.

“A elite ficou dois procurando um candidato para representá-la. Acharam o que tem de pior no Congresso Nacional. Uma aberração que só fala em violência, ofende os nordestinos, ofende as mulheres, ofende os negros […] durante 28 anos ele deixou gravado o que pensa do Nordeste, o que pensa do Bolsa Família, o que pensa das mulheres, dos negros. É uma figura doentia que só tem ódio no coração”, disse o petista.

O foco no Nordeste faz parte da estratégia do PT de consolidar sua liderança na região para tentar reverter a diferença de votos entre Haddad e Bolsonaro.  A ida a Fortaleza marca sua primeira viagem ao Nordeste desde o início do segundo turno das eleições. Antes do discurso, mais cedo, o petista disse querer ter 75% dos votos válidos no Ceará, estado onde Ciro Gomes (PDT) foi o mais votado na primeira etapa da disputa. O porcentual representa a soma dos votos de Ciro e do petista no primeiro turno.

Críticas a adversário

O candidato do PT também afirmou que tem sido “o centro de calúnias” de seu adversário, Jair Bolsonaro (PSL). Ele cobrou providências para que sejam conduzidas investigações sobre o suposto grupo de empresários que financiaria o envio em massa de mensagens falsas anti-PT na plataforma WhatsApp.

“Esperamos que com o tranco, essas denúncias tragam prisão preventiva de algum empresário, para que eles denunciem em delação o que que aconteceu na campanha dele”, disse aos apoiadores que o aguardavam no Comitê Cultura, na Praia de Iracema.

Agenda

Na busca por angariar mais votos no Nordeste, onde o PT teve vantagem em vários estados, Haddad faz neste sábado caminhada em Fortaleza e segue para atos organizados em Juazeiro do Norte e Crato, no Ceará. Amanhã o presidenciável estará aqui na capital maranhense.

No Dia dos Professores, Haddad acena a Mario Sérgio Cortella para Ministério da Educação

No Dia dos Professores, comemorado nesta segunda-feira (15), Fernando Haddad, candidato do PT à Presidência da República, voltou a acenar para o escritor, filósofo e professor universitário, Mario Sergio Cortella, com a possibilidade de que ele ocupe o Ministério da Educação, caso o petista seja eleito.

“Sou amigo do Mario Sérgio Cortella há anos. Ele acompanhou meu trabalho como ministro e há muito tempo digo que ele deveria pensar em ocupar o Ministério da Educação. Quero montar a equipe dos melhores”, tuitou Haddad.

Em entrevista ao blog do jornalista Leonardo Sakamoto, publicada nesta segunda-feira (15), Haddad disse que já esteve com Cortella, além de outros possíveis ministeriáveis, caso ele seja eleito.

“Eu não convidei ninguém ainda para ministro. Mas tenho interlocução com pessoas que eu respeito. Fui falar com Joaquim Barbosa porque entendo que ele tem um serviço prestado ao país muito relevante. São 40 anos de serviço público e como ministro do Supremo Tribunal Federal. Não tenho como deixar de considerar a opinião dele para uma agenda tão importante quanto a questão republicana, de combate à corrupção, do fortalecimento da democracia. Falei ontem com o Mario Sérgio Cortella, sobre educação, dei abertura para que pudéssemos conversar depois das eleições. Quando Ciro voltar de viagem, vou procurá-lo, porque entendo que o Ciro é uma liderança preparada para ajudar Brasil a sair da crise.