Polícia identifica suspeito de matar jovem na Avenida Litorânea em São Luís

A Polícia Civil do Maranhão, por meio da Superintendência de Homicídio e Proteção à Pessoa (SHPP), identificou Eduardo Correa Durans como o principal suspeito de ter executado a tiros na noite de segunda-feira, dia 11, na Avenida Litorânea, em São Luís, o jovem Erick Cuba de Oliveira, 19 anos, quando ele estava com amigos jogando bola na praia.

Segundo a polícia, Eduardo Correa teria uma rixa antiga contra a vítima. Eles teriam tido uma desavença no ano de 2018. Erick Cuba, a vítima do homicídio, teria esfaqueado Eduardo Correa, o autor do homicídio. Após as investigações e descobertas da polícia, o próximo passo da equipe policial é tentar encontrar e prender o suspeito da morte de Erick Cuba de Oliveira.

Homicídio na Avenida Litorânea
Erick Cuba de Oliveira foi executado a tiros na noite desta segunda-feira (11), na Avenida Litorânea quando estava com amigos jogando bola na praia, em São Luís. Segundo testemunhas, o crime teria sido cometido por dois homens que estavam em uma motocicleta vermelha.

Erick de Oliveira era filho de um policial civil aposentado. O corpo da vítima ficou caído no calçadão da Avenida Litorânea. Ele já estava com o material pronto para o jogo noturno quando foi atingido.

Homem é condenado em Coroatá por praticar homicídio privilegiado

A 2ª Vara da Comarca de Coroatá realizou uma sessão do Tribunal do Júri nesta segunda-feira (10), com o julgamento de Nelson de Sousa Rodrigues, conhecido com “Nelson do Nóe”, acusado de homicídio simples contra um homem. O Conselho de Sentença, presidido pelo juiz Francisco Ferreira de Lima, titular da unidade judicial, condenou o acusado a 5 anos de prisão, pena definitiva, a ser cumprida inicialmente em regime semiaberto.

Consta na denúncia ministerial, que no dia 7 de junho de 2017, por volta das 2 horas e 15 minutos da madrugada, na Rua Yomar Galvão, no Bairro Tresidela, em Coroatá, Nelson Rodrigues caminhava ao lado da vítima, e após desentendimento com o mesmo, cometeu o crime utilizando uma faca. “Posteriormente, por volta das 9h, a guarnição policial foi informada por meio de denúncia anônima, que o autor do crime estaria no Povoado Remanso de Fogo, zona rural de Coroatá, razão pela qual os agentes policiais se deslocaram de imediato até o referido povoado encontrando o acusado, que de pronto confessou o crime”, narra o MPMA.

Na instrução processual e durante o julgamento, acusado e testemunhas, dentre as quais, os policiais que realizaram a prisão, ratificaram os depoimentos sobre ter sido Nelson Rodrigues o autor do crime de homicídio.

Além do magistrado Francisco Lima e dos sete jurados do Conselho de Sentença, atuaram pela acusação, o promotor de Justiça Luís Samarone de Carvalho; e defesa, o advogado Jocundo Ferreira Franco Filho.

HOMICÍDIO PRIVILEGIADO – Esse tipo de homicídio engloba crimes motivados por valores sociais comuns, compaixão, piedade ou quando o autor está sob domínio de violenta emoção. Por exemplo, o pai que, tomado pela emoção de ver o filho assassinado, mata o autor do crime em seguida. Os casos de legítima defesa também se encaixam nessa categoria. As penas podem ser reduzidas caso o Conselho de Sentença entenda tratar-se desse tipo de homicídio.

Durante a sessão do Tribunal do Júri desta segunda-feira (11), em Coroatá, na resposta dos quesitos sobre a culpabilidade ou não do acusado, a maioria dos jurados respondeu que Nelson Rodrigues cometeu o crime de homicídio sob domínio de forte emoção, logo após provocação injusta da vítima, que teria jogado o acusado numa “poça de lama” e ameaçado matá-lo com uma faca.

Réu é condenado a 15 anos e três meses de reclusão por homicídio

Em sessão do Tribunal do Júri, realizada em 19 de julho, o réu Domingos da Silva Alves Filho (vulgo Mirolho) foi condenado a 15 anos e três meses, em regime fechado, devido ao homicídio qualificado por motivo fútil de Cândida Silva Sousa, em 30 de outubro de 2013, no povoado Jaburu, em Icatu.

O assassinato foi praticado em conjunto com a companheira dele, Maria dos Reis Fraga e Fraga (vulgo Jovelândia) e o crime de ocultação de cadáver com os irmãos Reginaldo Alves dos Santos (vulgo Régis) e Elenelson Alves dos Santos (vulgo Lenilson).

O condenado era traficante de drogas e a vítima reclamava do movimento na residência dele. Foragidos, os ajudantes do crime estão sendo procurados pelo crime de ocultação de cadáver da vítima.

A tese do Ministério Público foi defendida pelo promotor de justiça João José e Silva Veras. A sentença foi proferida pelo juiz Karlos Alberto Ribeiro Mota.

Acusado de homicídio é condenado a 23 anos de prisão

O Poder Judiciário em Turiaçu realizou no final de maio uma sessão do Tribunal do Júri, sob presidência da juíza titular Urbanete de Angiolis. No banco dos réus, Idenilton Bayma da Silva Ribeiro. Ele estava sendo acusado de, junto com mais duas pessoas, ter matado um homem no Povoado Areia Branca, localidade de Turiaçu. Idenilton foi considerado culpado e recebeu a pena de 24 anos e nove meses de prisão, a ser cumprida em regime fechado inicialmente.

Narra a denúncia, baseada em inquérito policial, que no dia 22 de outubro de 2016, por volta das 19h, o denunciado Idenilton Bayma Silva Ribeiro, conhecido como “Doidão”, foi até a residência de Clebenilson Silva Sousa, vulgo “Piolho”, conhecido traficante local, com o intuito de comprar maconha. Prossegue a denúncia que os dois acusados teriam se dirigido até o Povoado Areia Branca, Município de Turiaçu, acompanhados de Gideão Abreu Nogueira, cobrar uma dívida da vítima referente à venda de drogas. Dessa forma, os três acusados se dirigiram até o cais da cidade, onde já havia uma embarcação à espera, de propriedade de dois pescadores.

Durante a viagem, os acusados teriam ingerido bebida alcoólica e, ao desembarcarem na praia, ficaram aguardando a vítima chegar de uma pescaria. Assim que a vítima retornou, por volta das 6h da manhã, os acusados o abordaram e passaram a agredi-lo. Ato contínuo, Idenilton Bayma teria desferido golpes de garrafa e facão contra a vítima, acertando a cabeça e o pescoço, enquanto os outros dois, armados de revólver calibre 38 e uma garruncha, teriam desferido vários tiros, sendo nove ao todo, de modo que três atingiram o alvo, e que após a vítima cair ao chão, Gideão ainda teria cortado o seu pescoço, para confirmar a sua morte. A vítima teria morrido no local, sendo depois enterrada por moradores no mesmo dia, pois tratava-se de pessoa sem parentesco conhecido.

Durante o julgamento atuou na acusação o promotor Guilherme Gouvêa Fajardo e na defesa trabalhou o advogado Henrique Moreira Filho. Como Idenilton está preso desde outubro de 2016, a pena final ficou em 23 anos e dois meses de reclusão. Os outros dois acusados estão foragidos.

Dupla suspeita de homicídio é presa em Pinheiro

Uma equipe do Grupo de Operações Especiais – GOE, da Polícia Militar do Maranhão, logrou êxito nas prisões de Dário Marcena Araújo e Bruno Ferreira de Castro, suspeitos de homicídio, ocorrido ontem no município de Pinheiro.

A dupla é suspeita do homicídio, na noite deste domingo (27), por volta da 19h00, de um homem identificado como “Meio Quilo”. Após a concretização do crime, a polícia militar recebeu inúmeras denúncias relatando que os homens estariam fugindo em direção ao município de Bequimão, em um veículo Ford Fiesta, de cor prata.

De pronto o GOE se deslocou para verificar as denúncias, conseguindo abordar o veículo no Povoado Vitória, em Bequimão. A equipe contou ainda com apoio de uma viatura de Bequimão durante a ocorrência.

Segundo a polícia, no decorrer da abordagem, Bruno Ferreira arremessou uma arma de fogo pela janela, em um matagal próximo, sendo encontrada momentos depois pela polícia. Com a dupla foi encontrado um revólver calibre 38; cinco munições intactas; duas mochilas com roupas e um aparelho celular Samsung J7, cor preto.

Dário Araújo e Bruno Ferreira foram apresentados na 5ª Delegacia Regional de Polícia Civil de Pinheiro, com algumas escoriações, que segundo a dupla teriam sofrido uma tentativa de homicídio momentos depois da consumação da prática de homicídio praticada por eles.

Homem é condenado por tentativa de homicídio em Matões

O Tribunal do Júri da Comarca de Matões condenou, em 2 de maio, Manoel Marinho dos Santos, vulgo “Marlon”, a três anos e um mês de reclusão, pela tentativa de homicídio contra Joaquim Pedro de Sousa Rubim. O crime foi cometido em 7 de janeiro de 2016.

Segundo a denúncia do Ministério Público, Joaquim Rubim estava caminhando na rua quando cruzou com o agressor. Ele desferiu o primeiro golpe de facão na cabeça da vítima, perseguindo-o com o objetivo de atingi-lo e matá-lo.

Na fuga, o réu anunciou que mataria Rubim e ainda chegou a atingir as costas dele. O motivo da agressão teria sido, segundo o agressor, o fato de a vítima ter, supostamente, agredido um sobrinho de Marlon.

Atuou no julgamento a promotora de justiça Patrícia Fernandes Gomes Costa Ferreira. O júri foi presidido pelo juiz Marcos Aurélio Veloso de Oliveira Silva.

De MPMA.

Homem é executado dentro de casa, em Imperatriz

Um homem identificado como Edivaldo Costa Lima foi executado dentro de casa na cidade de Imperatriz, no bairro Vila Vitória, na noite desta quarta-feira (20).

O crime foi cometido por dois homens que chegaram na residência em uma moto. Lima morava a pouco tempo no local.

Segundo informações de locais, a vítima já havia sido preso em Barra da Grota, em Araguamina, por roubo. Seus pais seriam de Buriticupu.

De Redação, com informações de Nelson Melo.

Adolescente encontrado morto no Centro foi vítima de homicídio, diz polícia

A primeira impressão da Polícia ao encontrar o corpo de um adolescente de 16 anos no Centro de São Luís foi a de um crime de latrocínio, mas as investigações caminham agora para homicídio.

José Tauan Campelo dos Santos foi assassinado na quarta-feira (13) com um tiro no pescoço, na rua Jansen Muller.

“Nem o dinheiro e nem a bicicleta da vítima foram levados após o crime. Então descartamos essa hipótese (latrocínio)”, declarou o delegado Yang Cao, que está à frente do caso.

De acordo com Chao, o principal suspeito do crime prestou depoimento na superintendência Estadual de Investigação de Homicídios e Proteção à Pessoa (SHPP) e imagens de videomonitoramento feitas próximas ao local do crime ajudarão na investigação.

De Redação.

Homem morre após levar facada no pescoço, em Imperatriz

No começo da manhã desta quinta-feira (30), um homem morreu à caminho do hospital após levar uma facada no pescoço. Airton Berbado da Silva, de 26 anos, foi agredido na rua Paraíba. Ele é a 12ª vítima de homicídio na cidade neste mês.

O suspeito do crime, Jean Aguiar Matos, teria desferido o golpe após uma discussão sobre um suposto furto cometido por Airton na frutaria de sua mãe.

Jean foi impedido de fugir po um agente de segurança, até que a polícia chegasse para efetuar a prisão.

Airton chegou a ser socorrido pelo SAMU, mas não resistiu aos ferimentos e morreu à caminho do hospital municipal.

 

PMs são denunciados por homicídio qualificado

O Ministério Público do Maranhão ofereceu, na última segunda-feira, 2, Denúncia contra quatro policiais militares acusados de matar a estudante Karina Brito Ferreira e de tentativa de homicídio da irmã dela, Kamila Brito Ferreira, em Balsas. A denúncia é assinada pela promotora de justiça Rita de Cássia Pereira Souza, da 5ª Promotoria de Justiça da Comarca de Balsas.

Os policiais André Zacarias Passos Dias, Bruno Rafael Moraes, Joas Gomes Nunes e Raifran de Sousa Almeida foram denunciados por homicídio doloso (quando há intenção de matar) qualificado, mediante recursos que impossibilitaram a defesa da vítima.

De acordo com o MPMA, as vítimas voltavam de um velório, na madrugada de 14 de dezembro do ano passado, quando foram perseguidas pelos policiais militares em um carro descaracterizado. Elas receberam diversos tiros e mesmo após o carro delas estar parado continuaram a ser alvejadas. Karina Ferreira tinha 23 anos e levou 17 tiros.

Os denunciados realizavam diligências com o objetivo de localizar o esconderijo da associação criminosa que explodiu as agências do Banco do Brasil e do Bradesco, no dia anterior ao homicídio, na cidade de Fortaleza dos Nogueiras, quando avistaram o veículo das vítimas e as perseguiram.

Ao serem ouvidos pela autoridade policial, Raifran de Sousa Almeida negou a prática do crime, afirmando que atirou apenas nos pneus. Os policiais militares Bruno Rafael Moraes e André Zacarias Passos Dias confessaram a prática do delito e Joas Gomes Nunes negou.

O Ministério Público solicitou à Justiça o recebimento da Denúncia e o prosseguimento do processo até julgamento pelo Tribunal do Júri.