Homicídios na Grande São Luís caem 73% em agosto na comparação com 2014

Os homicídios no Maranhão continuam caindo, confirmando a tendência verificada desde 2015, quando Flávio Dino assumiu o governo. Em agosto deste ano, foram registrados 24 casos na Grande Ilha. Em agosto de 2014, antes de Flávio assumir, foram 90.

É uma diferença de 73%. Isso significa que 66 vidas foram salvas em um mês na Grande Ilha.

Na comparação entre 2018 e 2017, também há redução significativa, de 31%. Ou seja, há uma queda consistente da criminalidade.

Isso já foi verificado por estudos no Núcleo de Violência, da USP, pelo Atlas da Violência e pelo Fórum Brasileiro de Segurança pública.

Maranhão tem a maior queda de homicídios no Nordeste, mostra Anuário Brasileiro de Segurança

A mais recente edição do Anuário Brasileiro de Segurança Pública mostra que o Maranhão continua reduzindo os homicídios e teve a maior queda nesse tipo de crime entre 2016 e 2017 no Nordeste.

A publicação é feita pelo Fórum de Segurança Pública, uma das mais respeitadas instituições no Brasil quando o tema é o combate à violência.

De acordo com o estudo, o Maranhão teve queda de 12,9% nos homicídios entre 2016 e 2017. Outros quatro Estados também tiveram redução, mas menor que a maranhense. O Piauí registrou diminuição de 7,2%, seguido por Bahia (queda de 5,2%), Paraíba (queda de 3,6%) e Alagoas (queda de 0,1%).

Os piores resultados são do Ceará (alta de 50,4%) e Pernambuco (alta de 19,4%). Rio Grande do Norte e Sergipe não tiveram os dados divulgados.

Brasil

O resultado do Maranhão também destoa da média nacional, que registrou aumento de 2,1% nos homicídios entre 2016 e 2017. Levando em conta todo o país, o Maranhão teve a quinta maior redução.

Em números absolutos, o Brasil teve 55.900 homicídios em 2017, acima dos 54.338 verificados em 2016.

Segundo o estudo, das 27 unidades federativas, apenas 13 conseguiram reduzir o número de homicídios.

Homicídios na Grande São Luís caem pela metade no 1º semestre do ano na comparação com 2014

O número de homicídios na Grande São Luís caiu 57% no primeiro semestre deste ano na comparação com o mesmo período de 2014. Desde 2015, a criminalidade vem caindo ano a ano no Estado.

De janeiro a junho de 2018, foram registrados 186 homicídios. Em 2014, antes das mudanças adotadas na política de Segurança Pública, foram 432 homicídios nos seis primeiros meses do ano. Os 57% significam uma queda de mais pela metade nesse tipo de crime.

Também houve redução na comparação com o primeiro semestre do ano passado. Nesse caso, a diminuição é de 38%.

Se for levado em conta apenas o mês de junho, mais uma vez houve queda expressiva. Foram 37 casos no mês neste ano, contra 59 em 2014 – uma redução de 37%. Em relação a junho de 2017, houve diminuição de 26%.

Investimentos 

A redução da criminalidade tem acompanhado o aumento nos investimentos em Segurança Pública no Maranhão.

Entre os exemplos, estão as mais de 1.000 viaturas entregues desde 2015, equipadas para chegar aos pontos de mais difícil acesso no Estado.

O Maranhão atingiu pela primeira vez a marca de 12 mil policiais em serviço. São cerca de 3.500 novas nomeações em pouco mais de três anos. Os policiais também têm sido valorizados: foram 8 mil promoções em três anos.

O Maranhão agora tem três bases do Centro Tático Aéreo (CTA) espalhadas pelo Estado: São Luís, Imperatriz e Presidente Dutra. Antes, era só na capital. Agora, são quatro helicópteros que levam rapidamente os policiais para onde for necessário em mais de 170 cidades.

Isso significa uma resposta imediata ao crime. As aeronaves também fazem atendimentos médicos emergenciais.

Secretário destaca redução do número de homicídios no Maranhão

O secretário de Estado de Segurança Pública do Maranhão, Jefferson Portela, foi o convidado desta sexta-feira (22) do “Sala de Entrevista”, quadro exibido no telejornal Portal da Assembleia, na TV Assembleia.

Jefferson Portela destacou os avanços da pasta, afirmando que o número de homicídios, por exemplo, foi reduzido significativamente. “De 2009 a 2014, o Maranhão teve uma elevação de homicídios da ordem  de 308%. É um número grave, que nós conseguimos reverter. Foi um salto muito grande num período não prolongado. Agora, estamos numa escala de três anos com a seta criminal apontando para baixo em relação ao crime contra a vida”, revelou o secretário.

Portela fez uma observação sobre o aumento do efetivo policial no Maranhão, que passou para 12 mil, e salientou a criação da Superintendência Estadual de Homicídios. Ele falou ainda sobre o esforço no combate a explosões e arrombamentos de agências bancárias. “Em 2014, havia 48 casos e reduzimos para 13, ou seja, uma diferença de 73%. Isto se deve ao conjunto de atividades policiais. A inteligência deve sempre anteceder a parte operacional. Hoje, temos um sistema integrado com o Nordeste e com o Brasil em relação aos crimes mais violentos, como tráfico e roubo a bancos”, frisou.

Ainda sobre explosões e arrombamentos a bancos, o secretário lembrou que seis ou sete casos eram registrados em apenas uma semana no Maranhão. Realidade esta que não existe mais. “Nós tivemos a menor redução do Brasil nessa modalidade de crime e houve uma conjugação de fatores. Nós criamos unidades apropriadas para esse tipo de combate, tanto na Polícia Militar quanto na Polícia Civil. Desenvolvemos operações mensais. Há um período em que deslocamos um contingente integrado da capital para o interior. São policiais civis e militares envolvidos na mesma ação e na mesma área. Isso implica em ótimos resultados”, destacou, citando ainda o Departamento de Roubo a Bancos, ligado à CEIC e que já efetuou a prisão de mais de 280 assaltantes de bancos no Maranhão, todos encaminhados à Penitenciária de Pedrinhas.

Pacto Integrador de Segurança

Em um dos momentos da entrevista, Jefferson Portela mencionou a criação do chamado Pacto Integrador de Segurança Pública, que é a aliança entre os estados para combater crimes transnacionais e interestaduais, como é o caso do tráfico de drogas, para compensar, segundo ele, a omissão da União no que se refere a esse aspecto. “Hoje, a polícia maranhense, pelo convênio que assinamos, pode sair daqui até Goiás, por exemplo, e prender criminosos ou desenvolver ações integradas com a polícia de lá, sem essa demarcação de divisas, que era um impedimento legal. Hoje, o pacto integrador agrega 24 estados e isso possibilitou uma intervenção operacional muito forte”, disse.

O secretário abordou ainda a criação do Ministério da Segurança Pública, que, na opinião dele, ajudará, e muito, porque especializa a gestão pública. “O Ministério da Justiça cuidava, prioritariamente, da questão prisional e são duas coisas completamente distintas. A ação da segurança e do policiamento é uma coisa e o aprisionamento é algo completamente diferente. O Ministério da Justiça priorizava toda a aplicação de recursos, que é algo muito caro para o sistema prisional. Agora, não. Nós teremos um Ministério próprio, com uma verba própria para aplicar na segurança pública”, analisou.

Atlas da Violência confirma queda de homicídios no Maranhão

Os números da nova edição do Atlas da Violência, elaborado pelo Ipea e pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública, confirmam o que outros levantamentos vêm mostrando: os homicídios no Maranhão tiveram queda em 2016. A redução desse tipo de crime em 2015 também já tinha sido atestada pelo Atlas.

O estudo também mostra que o Maranhão foi um dos poucos Estados brasileiros a reduzir o número de jovens assassinados.

Os números refletem os efeitos da nova política de Segurança Pública adotada a partir de 2015 no Estado.

De acordo com o Atlas, em 2014, na gestão passada, o índice de homicídios por 100 mil habitantes era de 35,9 no Maranhão. Em 2015, primeiro ano da atual gestão, a taxa caiu para 35,3. E em 2016, uma nova queda: 34,6 por 100 mil habitantes.

As quedas verificadas na atual gestão interromperam dez anos seguidos de aumento dos homicídios no Maranhão.

Entre 2004 e 2014, a taxa de homicídios no Maranhão aumentou ano a ano, sem trégua. De acordo com o Atlas, o índice de homicídios por 100 mil habitantes passou de 11,3 para 35,9 nesse período. Em números absolutos, o aumento foi de 699 homicídios em 2004 para 2.407 em 2014.

Ou seja, a quantidade mais do que triplicou em dez anos, evidenciando a grave crise na Segurança nesse período.

Só partir de 2015 os números começaram a cair, invertendo a curva ascendente até então.

Jovens

O Atlas da Violência também mostra que Maranhão está entre os oitos Estados brasileiros que conseguiram reduzir o número de homicídios de jovens (entre 15 e 29 anos) no Brasil entre 2015 e 2016. Outras 19 unidades da Federação tiveram aumento nesse crime.

Além disso, a taxa verificada no Maranhão está abaixo da média nacional. A queda no assassinato de jovens entre 2015 e 2016 no Maranhão foi de 3,3%. No Brasil, houve alta de 7,6%.

Nordeste

Ainda de acordo com o Atlas, o Maranhão é um dos três Estados do Nordeste – e um dos oito no país todo – que conseguiram reduzir a taxa de homicídios entre 2015 e 2016. Além disso, o Maranhão tem o terceiro menor índice desse crime na região. Os outros Estados do Nordeste que tiveram queda foram Ceará e Paraíba.

Isso faz que o Maranhão destoe da média de homicídios na região, que subiu. Enquanto a média do Nordeste aumentou de 41,84 para 44,15 homicídios por 100 mil habitantes entre 2015 e 2016, a taxa do Maranhão caiu de 35,3 para 34,6.

Dados mais recentes

O Atlas não traz os dados de 2017 (eles serão divulgados na edição do próximo ano), mas outras estatísticas já mostram que os homicídios continuam caindo no Maranhão.

De acordo com dados da Secretaria de Segurança Pública do Maranhão, por exemplo, o Estado registrou redução de 73% nas ocorrências de assaltos a banco, quando comparados os anos de 2017 e 2014. Já a Região Metropolitana de São Luís fechou o último ano com redução de 40,6% na quantidade de homicídios notificados, no mesmo período.

O Atlas da Violência é uma publicação anual elaborada pelo Ipea e pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública. O estudo trabalha com dados do Sistema de Informação sobre Mortalidade (SIM), do Ministério da Saúde.

Homicídios reduzem 53,5% em maio em relação ao mesmo período de 2014

O número de homicídios reduziu 11% comparando o mês de maio deste ano com o mesmo período do ano passado. Foram 37 casos registrados em 2017, que diminuíram para 33 este ano. Em relação a 2014, a redução foi ainda maior, pois este crime chegou a registrar 71 casos no mesmo período, um índice 53,5% maior, se comparado com os dados deste ano. As estatísticas, referentes à Região Metropolitana de São Luís, são da Secretaria de Estado da Segurança Pública (SSP-MA). A diminuição é reflexo de investimentos do Governo do Estado na área e influi na redução de outros tipos de mortes violentas.

“Neste governo, a investigação de crimes envolvendo mortes violentas avançou significativamente. Temos um sistema especializado de operações e equipamentos que nos garantem maior resolutividade dos casos”, aponta o titular da Superintendência Estadual de Homicídios e Proteção à Pessoa (SHPP), Lúcio Reis.

Segundo ele, o Plantão de Homicídios, que funciona 24 horas e atua especificamente na investigação destes crimes, resolve, em média, 48% das ocorrências. As mortes, em sua maioria, são motivadas por envolvimento em crimes (25%) e disputa de facções (17%).

Os dados da SSP apontam, também, a redução gradativa de outros tipos de mortes violentas, incluídas nos Crimes Violentos Letais Intencionais (CVLIs). Além dos homicídios, constam os latrocínios e as lesões com morte. Neste conjunto, as ocorrências diminuíram 12% no mês de maio. “A redução deste grupo de crimes significa a retração da violência e mais segurança à população. Temos mantido uma linha de diminuição gradativa destes casos”, diz o superintendente.

Considerando os últimos cinco meses, os casos de CVLIs reduziram 42%, este ano, em comparação ao mesmo período do ano passado. De janeiro a maio, 2018 somou 156 casos; enquanto 2017 contabilizou 269. Em 2014, esses dados alcançaram 373 ocorrências – 60% maior, se relacionado a 2018. “A gestão na Segurança vem mantendo a diminuição das mortes violentas, devido às ações direcionadas e realizadas de forma integrada pelas polícias do Maranhão”, disse Lúcio Reis.

Critérios de Avaliação

Os CVLIs são base da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp) para medir os índices de violência no país. Outra estratégia é a utilização do comparativo de períodos iguais – vigente e anterior – para determinar evolução ou queda destes números. “É a partir deste quadro estatístico que podemos planejar as ações, buscando a redução das ocorrências e garantia da tranquilidade da população”, destaca o superintendente da SHPP.

Redução de homicídios já salvou 883 vidas na Grande São Luís desde 2015

A redução dos homicídios na Grande São Luís já significa pelo menos 883 vidas salvas desde 2015, quando uma nova política de Segurança Pública foi colocada em prática no Maranhão. Desde então, tem havido uma queda constante da criminalidade no Estado.

O cálculo das vidas salvas leva em conta o cenário que havia em 2014 e os índices mais positivos que se verificaram entre 2015 e o primeiro quadrimestre de 2018.

Se o padrão de homicídios de 2014 tivesse se mantido, seriam 3.032 casos nestes 40 meses que se passaram desde então. No entanto, com a redução progressiva da criminalidade, o Maranhão teve um número bem menor, com uma diferença de 883 vidas poupadas.

Pela primeira vez, o Maranhão tem mais de 12 mil policiais atuando no Estado. Mais de mil novas viaturas foram entregues. Novos prédios foram abertos para ampliar o poder de investigação e prevenção da polícia. Essas e outras medidas se refletem na queda da violência.

Redução constante

O primeiro quadrimestre deste ano apresentou resultados históricos no combate à criminalidade. O número de homicídios na Grande São Luís caiu 62% na comparação com os quatro primeiros meses de 2014.

De janeiro a abril deste ano, foram 116 casos na Grande São Luís, 62% a menos que os 302 homicídios verificados em 2014.

Entre 2014 e 2015, a queda nos homicídios no primeiro quadrimestre foi de 7%. Entre 2015 e 2016, foi de 12%. Entre 2016 e 2017, de 13%. E entre 2017 e 2018, de 46%.

Ou seja, é possível afirmar que os quatro primeiros meses de 2018 representam um marco no combate aos homicídios, com a maior redução verificada em quatro anos até agora.

Fora da lista

O Maranhão conseguiu outro feito histórico recentemente. Em março, a organização de sociedade civil mexicana Segurança, Justiça e Paz anunciou que São Luís deixou a lista das 50 cidades mais violentas do mundo. Agora, é a única do Nordeste a não constar na pesquisa.

A entidade realiza a pesquisa anualmente e considera as taxas de homicídios por 100 mil habitantes em cidades com mais de 300 mil moradores para medir o índice de violência.

“A capital do Maranhão saiu desta lista após os investimentos em viaturas, efetivo, inteligência policial, seriedade e firmeza na condução da segurança. O Maranhão está fora desta lista, mostrando que uma organização internacional reconhece o trabalho que estamos fazendo na segurança pública”, disse o governador Flávio Dino.

Levantamento mostra queda no número de homicídios no Maranhão

No Maranhão ocorreram 110 mortes em 2017, enquanto no ano anterior 127 pessoas morreram durante ações da polícia. Os múmeros são de uma pesquisa feita pelo portal G1, que levantou dados por meio da Lei de Acesso à Informação, do Fórum Brasileiro de Segurança Pública e de pedidos para assessorias dos governos de todo o país.

Os dados de 2016 são do anuário do Fórum Brasileiro de Segurança Pública.

No lado oposto do espectro, o Brasil segue com aumento do número de mortes por homicídios e latrocínios. Foram 5.012 mortes em 2017, enquanto em 2016 o número havia sido de 4.222 mortes.

O Maranhão está também abaixo da média mensal nacional de homicídios, que é de 2,4, contando com uma taxa de 1,6 homicídios por mês.

Segundo o Anuário Brasileiro de Segurança Pública, Maranhão está entre os cinco estados do país que mais aumentaram proporcionalmente os investimentos em Segurança Pública, entre os anos de 2015 e 2016

Os investimentos do Governo do Estado passam de R$ 1,5 no combate à violência em 2017. O Maranhão tem também a maior tropa de policiais de sua história, com mais de 12 mil profissionais. Além disso, 800 viaturas foram distribuídas às polícias Civil e Militar.

Homicídios caem 57% em abril na Grande São Luís na comparação com 2014

O número de homicídios na Grande São Luís caiu 57% em abril deste ano na comparação com o mesmo mês de 2014. Naquela ocasião, foram 69 casos, contra os 30 verificados agora.

Também houve redução significativa com o mesmo mês de 2017. Nesse caso, a queda foi de 27%. Em abril do ano passado, tinham sido registrados 41 homicídios. Desde 2015, vem havendo redução ano a ano da criminalidade.

A redução da criminalidade tem acompanhado o aumento nos investimentos em Segurança Pública no Maranhão durante o Governo Flávio Dino.

Entre os exemplos, estão as mais de 1.000 viaturas entregues desde 2015, equipadas para chegar aos pontos de mais difícil acesso no Estado.

O Maranhão atingiu pela primeira vez a marca de 12 mil policiais em serviço. São cerca de 3.500 novas nomeações em pouco mais de três anos. Os policiais também têm sido valorizados: foram 8 mil promoções em três anos.

Novos prédios

A infraestrutura está bem melhor: já são mais de 60 prédios construídos, instalados ou reformados para melhorar as investigações e dar mais segurança à população. O Corpo de Bombeiros teve grande expansão, com novos quartéis. Além disso, são 500 unidades aparelhadas e estruturadas tecnologicamente.

O Maranhão agora tem três bases do Centro Tático Aéreo (CTA) espalhadas pelo Estado: São Luís, Imperatriz e Presidente Dutra. Antes, era só na capital. Agora, são quatro helicópteros que levam rapidamente os policiais para onde for necessário em mais de 170 cidades.

Isso significa uma resposta imediata ao crime. As aeronaves também fazem atendimentos médicos emergenciais.

Grande São Luís tem o menor número de homicídios dos últimos 11 anos

Dados apresentados pela Secretaria de Segurança Pública (SSP) mostram que o número de Crimes Violentos Letais Intencionais (CVLIs) registrados na Grande São Luís em março de 2018 é o menor dos últimos 11 anos, comparado com o mesmo período dos outros anos. Os CVLIs incluem os crimes violentos que resultam em morte: homicídio, latrocínio e lesão seguida de morte.

Segundo o setor de estatística da SSP, em março de 2018 foram 22 CVLIs registrados nos municípios que compõem a Grande Ilha: São Luís, São José de Ribamar, Raposa e Paço do Lumiar.

Os números de março de 2018 são os menores desde 2009. Nessa série histórica, o ano de 2014 foi o que registrou o pico de ocorrências no mês de março, totalizando 84 casos de crimes violentos na Grande São Luís.

Se comparado ao ano passado, março de 2018 também registrou quedas nos casos, saindo dos 60 em 2017 para os atuais 22, totalizando uma redução de 63%.

Mais investimentos

Entre os fatores importantes para redução gradativa dos casos de crimes letais na Grande Ilha, estão a criação, em 2016, da Superintendência de Homicídios e Proteção à Pessoa (SHPP), que modificou a dinâmica de combate aos crimes e trouxe maior precisão à investigação criminal desses casos, com a utilização de um método diferenciado que inclui uma delegacia móvel e ferramenta de georreferenciamento de casos.

O secretário de Estado da Segurança Pública, Jefferson Portela, afirma que a proposta colocada para o sistema de Segurança Pública no início da gestão do governador Flávio Dino, está sendo concretizada. “No governo atual ampliamos as Superintendências no intuito de descentralizar a Segurança Pública. Desse modo, atendemos com mais qualidade e agilidade as necessidades da população”, destaca Portela.

Inovação

“A Delegacia Móvel, outra inovação realizada nesta gestão, usa a plataforma ArcGIS, que ajuda a georreferenciar as ocorrências de forma online, coletando dados do crime no local, além de ouvir testemunhas. Isso fez com que nossa taxa de identificação de autoria chegasse a 47%, ainda no local do crime”, afirma Portela.

Jefferson Portela destaca que o setor de segurança maranhense “conseguiu superar a meta estabelecida pelo Governo Federal, que era de redução de 20% para 4 anos. Além disso temos uma redução de 40% de homicídios em 2017, na comparação com 2014, da Grande Ilha. Com a queda, cerca de 700 vidas foram salvas em três anos”, declara.