Cemar se pronuncia sobre sentença de indenização proferida pela Justiça

A Companhia Energética do Maranhão (Cemar) enviou nota à redação do Página 2 em que se pronuncia sobre a matéria “Empresa não pode cobrar por seguro em fatura sem autorização do consumidor”, postada no último dia 10 de julho. A matéria relata decisão do Poder Judiciário que obriga a Cemar ressarcir um consumidor por causa de uma cobrança indevida de seguro, que vinha embutida na conta de luz.

Leia a íntegra da resposta da Cemar

A Cemar esclarece que as cobranças lançadas na conta de energia elétrica correspondentes a seguradoras, instituições sociais (APAE, UNICEF, LBV, etc.) e outros serviços, a exemplo do Vida Premiada, tratam-se de uma modalidade de convênio, firmado entre a Cemar e as instituições citadas, regido pela Resolução 581/2013 da ANEEL.

Cabe informar, ainda, que todos os lançamentos de convênios por meio da conta de energia, obedecem a legislação vigente, e que, caso o cliente não deseje mais o serviço contratado ou não queira mais destinar a sua contribuição, o pedido de cancelamento pode ser feito a qualquer momento, basta entrar em contato com a seguradora ou instituição, ou ainda em uma agência de atendimento da Cemar. Eventuais situações que gerem algum valor a ser devolvido, a Cemar avaliará junto à empresa contratada e procederá a devolução, conforme exige a resolução;

Sobre a decisão do TJMA por meio da comarca de Lago da Pedra, a Cemar informa que tão logo seja intimada da decisão, adotará as medidas processuais cabíveis.

Assessoria de Imprensa da Cemar

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O Diretório Estadual do PCdoB no Maranhão se manifestou sobre matéria veiculada no jornal O Estado do Maranhão este sábado (dia 09/06).
Em nota, o partido confirma que a empresa citada na reportagem teve serviços prestados ao partido durante campanha eleitoral de 2014, o que foi declarado à Justiça Eleitoral. No entanto, parte do pagamento dos serviços não foi concluída, entrando nas dívidas de campanha que foram assumidas pelo partido.
“Transformar esse reconhecimento de dívida, registrado oficialmente, em crime só faz sentido entre os interessados em conturbar o processo eleitoral”, afirma a nota
Confira a íntegra da nota enviada pelo partido.
A citada empresa prestou serviços para a campanha, conforme consta em contrato e na prestação de contas apresentada à Justiça Eleitoral – e aprovada. Parte dos serviços foi paga à época e o restante consta de assunção de dívida pelo partido, tudo nos marcos da legislação eleitoral e partidária.
Transformar esse reconhecimento de dívida, registrado oficialmente, em crime só faz sentido para os interessados em conturbar o processo eleitoral.