Pesquisa de preços do Procon/MA encontra variação de até 230% em itens de carnaval

No carnaval, muita gente sai a procura de diversão, não é mesmo? Pensando na folia de Momo que está chegando, a equipe do Procon/MA preparou uma pesquisa de preços com os principais itens de carnaval em São Luís, Imperatriz, Codó, Colinas, Viana, Chapadinha e Itapecuru. Na capital, a maior variação foi no preço do preservativo, que atingiu uma diferença de até 230%.

Para conferir a lista completa, acesse o site do Procon/MA: www.procon.ma.gov.br

Entre os dias 31 de janeiro e 05 de fevereiro, foram pesquisados mais de 190 itens em 10 estabelecimentos, entre preservativos, bebidas, fantasias e acessórios. Vale lembrar que os órgãos públicos, como postos de saúde, distribuem preservativos, gratuitamente, e que a venda de bebidas alcoólicas para menores de 18 anos é proibida. Além disso, bebida e volante não combinam e o folião deve sempre optar por não dirigir após consumir bebidas alcoólicas.

O preservativo de maior variação é o pacote 3 por 1, da marca “Prudence”, cor e sabor chocolate, que custa entre R$ 1,45, na Pague Menos (São Francisco), até R$ 4,79, no Supermercado Mateus. O segundo produto com maior variação de preços foi o Lovetex Menta, também 3 por 1, que atingiu variação de até 221%, custando de R$ 1,99, nas Drogarias Globo (São Francisco), até R$ 6,39 no Supermercado Mateus (Cohama).

Segundo o presidente do Procon/MA, Duarte Júnior, o consumidor deve ficar atento aos preços de produtos cujo valor aumenta nesta época. “Em temporadas festivas, a demanda de produtos específicos faz com o que os preços subam. Por isso, o consumidor consciente fica sempre atento para comprar o melhor produto, pelo preço mais baixo. A pesquisa é uma importante ferramenta para que as festas não se tornem um peso a mais no orçamento”, alertou o presidente.

Participaram da pesquisa, os estabelecimentos: Comercial Júnior, Supermercado Maciel, Supermercado Mateus, Extrafarma, Pague Menos (São Francisco), Drogarias Globo (São Francisco), Drogaria Farmadel (Angelim), Cantinho Doce (Rua de Santana), Sabrina Festas e Lojas Americanas (Rua Grande).

Acessórios e outros

A Caninha Ypioca Ouro, de 960ml, ficou com variação de 143%, com preço que custa de R$ 11,90, no Supermercado Mateus, a R$ 28,99, no Supermercado Maciel. A fantasia de palhaço, da fabricante Fantasia Super, com preço que vai de R$ 59,90, no Sabrina Festas (Rua de Santana), a R$118,90, no Cantinho Doce (Rua de Santana), com variação de 98%.

Número de empresas inadimplentes cresce 5,35% em 2017, aponta pesquisa

O número de empresas inadimplentes continua crescendo na comparação anual. De acordo com o indicador calculado pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), a alta foi de 5,35% em 2017 – em 2016 a variação anual havia sido de 5,01% e em 2015 de 11,9%.

“A crise econômica vivida pelo país nos últimos anos impôs severas dificuldades para empresas e consumidores, afetando a capacidade de honrarem todos os seus compromissos”, afirma o presidente do SPC Brasil, Roque Pellizzaro. “Ainda há efeitos da crise, mas também há sinais de retomada da economia. Para este ano, espera-se que, à medida que os negócios se recuperem, o fenômeno da inadimplência desacelere”, explica.

Número de dívidas tem crescimento de 3,64% em 2017

Outro indicador também mensurado pelo SPC Brasil e pela CNDL é o de dívidas em atraso. Neste caso, o crescimento foi de 3,64% na comparação anual.

“Ter acesso ao mercado de crédito é fundamental para a manutenção e expansão dos negócios. As empresas que se deparam com a restrições ao seu nome devem buscar uma boa negociação para suas pendências, algo que pode ser favorecido pelo ciclo recente de queda dos juros””, avalia a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti.

Nordeste lidera crescimento do número de empresas negativadas

A abertura do número de empresas devedoras por região mostrou que, no Sudeste, o número de empresas negativadas na comparação anual avançou mais do que em outras regiões: a alta foi de 7,37%. Em seguida, aparecem o Sul (3,18%); o Centro Oeste (2,99%); o Nordeste (2,61%) e a região Norte (2,23%).

Em termos de participação, o Sudeste concentra a maior parte do número de empresas negativadas, com 46,14% do total. O Nordeste, por sua vez, concentra 20,77%, enquanto o Sul aparece com uma fatia de 17,07%.

Setor de Serviços lidera crescimento do número de empresas devedoras

O setor em que o número de empresas negativadas mais cresceu no ano foi o Serviços, com variação de 8,22%. Em seguida, aparecem os setores de Comércio (3,42%), Indústria (2,93%) e Agricultura (-0,99%).

Quando se analisa os setores credores, isto é, aqueles setores para os quais as empresas devem, o maior avanço da inadimplência foi observado pela Indústria (4,67%), seguida do setor de Serviços (4,12%) e Comércio (3,24%).

Metodologia

O Indicador de Inadimplência das Empresas sumariza todas as informações disponíveis nas bases de dados do SPC Brasil (Serviço de Proteção ao Crédito) e da CNDL (Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas). As informações disponíveis referem-se a capitais e interior das 27 unidades da federação.

Procon/MA realiza pesquisa de preços de material escolar em 10 cidades do Estado

Para colaborar com as famílias que querem economizar na compra do material escolar dos filhos, o PROCON/MA pesquisou os preços de 1.111 itens que constam nas listas escolares, nas papelarias e livrarias estudantis de São Luís, Imperatriz, Timon, Pinheiro, Itapecuru, Codó, Santa Inês, Chapadinha, Balsas e Santa Luzia. A pesquisa foi realizada entre 02 e 08 de janeiro, em 34 estabelecimentos comerciais e encontrou variação de até 483,33%.

Para conferir a pesquisa completa, basta acessar o site www.procon.ma.gov.br. O levantamento demonstra a variação de preços dos produtos com os menores, maiores e valores médios de venda. São listados itens essenciais da rotina estudantil como agendas, apontadores, borrachas, canetas esferográficas e hidrográficas, cadernos, colas, giz de cera, dicionários, papel e mochilas.

Os estabelecimentos pesquisados em São Luís foram: Le Biscuit (Tropical Shopping), Delta Livraria e Papelaria (Renascença), São Patrício (Cohama), Livraria Leitura (Shopping da Ilha), Mateus Supermercados, Livraria Leitura (São Luís Shopping) e Livraria e Papelaria Moderna (Cohama).

O item que atingiu maior variação em São Luís, com 287,78%, foi o Apontador sem Depósito, da marca MAPED, que de R$ 0,90 na Livraria Leitura (Shopping da Ilha) chega a custar R$ 3,49 na Le Biscuit (Tropical Shopping). Em segundo lugar, vem a Régua Plástica Twist’n Flex, também da marca MAPED, com variação de 241,38%, com preços entre R$ 9,90 na Livraria Leitura ( São Luís Shopping), e R$ 2,90 na Delta Livraria e Papelaria (Renascença). Em terceiro lugar, vem a Agenda Escolar Broch, da marca Foroni, com preço entre R$ 14,99 na Le Biscuit (Tropical Shopping) e R$ 4,49 no Mateus Supermercados.

Segundo o presidente do Procon/MA, Duarte Júnior, o Instituto tem ampliado sua pesquisa a fim de colaborar com a economia dos consumidores em todo o Estado. “É importante que os consumidores adquiram o hábito de pesquisar. A pesquisa ajuda a economizar e a evitar o superendividamento, e nós estamos de olho nos preços praticados em todas as regiões do Maranhão”, afirmou o presidente.

Nos cadernos universitários, capa dura, com espiral e 10 matérias, a variação chega a 134,23%. É o caso do Caderno Frozen Fever, da marca Jandaia, vendido a R$ 34,90 na Livraria Leitura ( Shopping da Ilha) e R$ 14,90 na Livraria Leitura (São Luís Shopping).

Outra variação alta encontrada foi na Borracha FC Max Glitz 2×1, que custa R$ 7,43 na São Patrício (Cohama), e R$ 2,90 na Livraria e Papelaria Moderna (Cohama), uma variação de 156,21%.

Entre os produtos que mais pesam no orçamento e também apresentaram grande variação estão as mochilas. O modelo Mochila de Carrinho Barbie, da fabricante Cestini, na Livraria Leitura (São Luís Shopping) por R$ 299,90, e R$ 109,99 na Livraria Leitura (Shopping da Ilha). A variação de preços é de 172,66%.

Pesquisa nos demais municípios 

Chapadinha foi a cidade que apresentou maior variação, com 483,33%, o Apontador Escolar com Depósito 1 furo, da fabricante CIS, com preços de R$ 3,50, no Mercado do Livro, e R$ 0,60, no estabelecimento Marcos Papelaria. A cidade de Imperatriz registrou variação na pesquisa de 358,16%, no Apontador Simples com Depósito, da marca Faber Castell, cujo valor varia de R$ 0,98 na Livraria Imperatriz, a R$ 4,49, na A Nossa Livraria. Já em Balsas, foi o preço do Giz de Cera 6 cores, da marca Acrilex, apresentou uma variação no município de 311,76%, custando de R$ 3,50 a R$ 0,85.

Altas variações também em Timon, onde dividiram o primeiro lugar do ranking municipal a Lapiseira Shimmers 0.5 e 0.7, ambas da marca BIC, com variação de 202,1%, custando entre R$ 4,50 e R$ 1,49. Em Pinheiro, a Lapiseira Borracha Clic Eraser, da marca Pentel, atingiu o percentual de 150% de variação (R$ 8,00 a R$ 20,00).

Já em Itapecuru, a Caneta Hidrográfica Neo Pen 12 Cores, da marca Compactor, chegou a 81,54% de variação, com preços entre R$ 11,80 e R$ 6,50. A maior variação de Codó ficou com a Lapiseira Grip Matic 0.5mm, da Faber Castell, que atingiu 310,26% de variação, custando de R$ 8,00 a R$ 1,95. Em Santa Inês, o primeiro lugar marcou uma variação de 225,44%, correspondente aos preços do Giz De Cera 12 Cores, da Acrilex, no mercado à R$ 5,50 e R$ 1,69. Em Santa Luzia, o item de maior variação foi o Lápis Preto Nº 2 Evolution HB Hexagonal, da Bic, de R$ 1,00 a R$ 0,55, variação de 81,82%.

Mais de R$ 90 milhões investidos em pesquisa no Maranhão, diz Governo

Em três anos de gestão, o montante de investimentos em formação técnico-profissional e apoio a projetos científicos no Maranhão já ultrapassa R$ 90 milhões. A criação de programas de estímulo ao aprendizado, novas unidades de ensino superior e o lançamento de editais contemplando, também, a área social estão no conjunto de medidas adotadas pelo Governo do Estado para impulsionar o desenvolvimento.

Por meio da Secretaria de Estado da Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti) e da Fundação de Amparo e Apoio a Pesquisa e Extensão (Fapema), o Governo do Estado possui hoje o maior investimento nessa área, inclusive em relação às agências federais que atuam no Maranhão. São cerca de R$ 30 milhões em recursos anualmente destinados ao financiamento de projetos em áreas de diversos setores das ciências. O Governo do Estado é o maior fomentador de pesquisa e extensão no Maranhão.

“Hoje, no país, temos um cenário que muito nos assusta no que se refere ao corte e à redução dos investimentos em pesquisa científica. O Maranhão vive uma realidade diferente. Com o apoio do governador Flávio Dino, a Fapema dobrou o número de bolsas oferecidas em 2017 e foram abertos editais para que mais estudantes possam realizar o sonho de um mestrado e doutorado fora do Maranhão”, explica o titular da Secti, Davi Telles.

A inovação incentivada pela gestão estadual engloba todos os campos. Inclui a parceria com o Ministério da Saúde em R$ 1,2 milhão para pesquisas voltadas ao desenvolvimento de novas tecnologias voltadas para o Sistema Único de Saúde (SUS); a Inclusão Produtiva Quilombola, fruto da parceria entre Fapema e Secretaria de Igualdade Racial (Seir), que destinou R$ 550 mil para o desenvolvimento produtivo de comunidades quilombolas do Maranhão, em 2017; e o edital de Seleção de Organizações da Sociedade Civil com R$ 1,5 milhão em projetos selecionados por meio de chamada pública que se proponham a desenvolver atividades econômicas urbanas que valorizem a cultura afro-brasileira.

“Os investimentos em pesquisa fazem parte de uma estratégia prioritária do Governo Flávio Dino que busca garantir os direitos de professores, pesquisadores e graduandos. Com essa gestão focada em políticas públicas que assegurem a igualdade de condições entre as pessoas, o nosso estado tem hoje uma educação profissional baseada na economia, solidariedade e competência que ainda deverá crescer muito”, completa Davi Telles.

Mais incentivos

Por meio do programa Geração Ciência, foram destinados mais de R$ 6 milhões por meio de auxílios e bolsas para professores e estudantes e auxílio para despesas relacionadas ao desenvolvimento de projetos que colaborem para o estímulo à pesquisa na Educação Básica e no Ensino Médio.

Outro projeto importante é o edital Juventude com Ciência, que contribui para a formação de estudantes vinculados a instituições da rede pública ou privada sem fins lucrativos, por meio da mobilidade acadêmica, para desenvolvimento de projetos de caráter interventivo e melhoria dos indicadores sociais do Maranhão. Foram destinados R$ 200 mil.

Cooperação Internacional, Estágio Nacional e Estágio Internacional

Por meio do edital de Cooperação Internacional, o Governo do Maranhão apoia projetos de pesquisa a partir de intercâmbio de pesquisadores doutores, residentes e vinculados às instituições de ensino e pesquisa públicas no Maranhão com grupos de instituições fora do Brasil. Os recursos totais do edital são da ordem de R$ 400 mil.

Outro edital que beneficiou maranhenses foi o de Estágio Internacional, que apoia a realização de estágios e intercâmbios multilaterais de curta duração (30 a 90 dias) de estudantes de graduação, mestrado e doutorado. O apoio é para despesas com passagens para o deslocamento, bolsas e seguro-saúde.

Para quem não precisa sair do Brasil a fim de continuar as pesquisas, o Governo do Estado abriu o Edital de Estágio Nacional, que apoia a realização de estágios de curta duração de estudantes de graduação, mestrado e doutorado com um total de R$ 300 mil.

Por meio do Comuni, a gestão estadual apoia centenas de projetos de extensão desenvolvidos nos municípios do Maranhão com baixo Índice de Desenvolvimento Humano (IDH). Os recursos correspondem a R$ 600 mil.

Uema Sul

A descentralização da pesquisa vem sendo um dos objetivos do Governo do Maranhão. Com a criação da Uema Sul, por exemplo, houve um aumento das bolsas de pesquisa oferecidas por meio do Estado. Antes eram oferecidas 39 bolsas de pesquisa e agora são 96. Outra mudança foi o pagamento de 13 bolsas de tutoria para alunos, 10 bolsas de pesquisa do Mais IDH e de 24 bolsas de pesquisa de monitoria.

“A criação da Uema Sul veio acompanhada de um grande investimento e incentivo ao ensino superior na Região Tocantina. A importância se reflete na melhoria da qualidade do ensino, pesquisa e extensão, além do planejamento da expansão da universidade, promovendo maior acesso da sociedade ao ensino superior e contribuindo para o desenvolvimento regional”, destaca a reitora da Uema Sul, Elizabeth Nunes Fernandes.

A instituição, criada pelo governador Flávio Dino há um ano, tem 2.341 alunos, distribuídos em 17 cursos de graduação nos Campi de Imperatriz e Açailândia.

Flávio Dino vence eleição com 60% dos votos válidos, diz pesquisa Exata

Do Informante/JP

O governador Flávio Dino (PCdoB) fecha o ano na liderança das pesquisas e com amplo favoritismo na corrida para o Palácio dos Leões em 2018.

Segundo pesquisa Exata, contratada pelo Jornal Pequeno, o governador seria reeleito com 60% dos votos válidos. O levantamento foi realizado entre os dias 19 e 23 de dezembro.

Flávio Dino tem mais de 30 pontos percentuais à frente da segunda colocada Roseana Sarney (MDB) que aparece com 27% das intenções de votos.

O deputado estadual Eduardo Braide (PMN) é o terceiro com 6%, seguido por Roberto Rocha (PSDB) com 3%; Ricardo Murad (PRP) e Maura Jorge (Pode) têm 2% das intenções de votos cada.

De acordo com resultado da pesquisa Exata/JP, a eleição para o governo do Maranhão seria decidida em primeiro turno. Dino tem 20 pontos de vantagem sobre a soma dos demais candidatos.

A Exata ouviu 1.400 pessoas, em todas as regiões do Estado. O nível de confiança da pesquisa é de 95%. A margem de erro é de 3,2 pontos percentuais para mais ou para menos.

APROVAÇÃO

A Exata pesquisou também a avaliação do governo Flávio Dino. Segundo o levantamento, a gestão de Flávio Dino é aprovada por 63% da população, enquanto 33% desaprovam. Não sabem ou não responderam 4% dos entrevistados.

Flávio Dino mantém liderança e venceria no 1º turno, aponta pesquisa

O governador Flávio Dino (PCdoB) seria reeleito com mais de 60% dos votos válidos, segundo pesquisa do Instituto Datailha, divulgada pela TV Difusora, na noite desta sexta-feira (22).

De acordo com o levantamento estimulado, quando são apresentados os nomes dos candidatos, Flávio Dino lidera com 60,13% das intenções de votos válidos. Roseana Sarney (PMDB) é a segunda colocada com 30,21% das intenções de votos. Na terceira colocação Eduardo Braide (PMN) com 4,54%, seguido por Ricardo Murad (PRP) com 2,56%. Roberto Rocha (PSDB) e Maura Jorge (Pode) têm 1,63% e 0,93% das intenções de votos, respectivamente.

CONFRONTO DIRETO

Flávio Dino também venceria a eleição no confronto direto com Roseana Sarney, segundo o Datailha. O governador têm 65,30% dos votos válidos contra 34,70% da ex-governadora do PMDB.

APROVAÇÃO

O governo Flávio Dino segue com ampla aprovação popular, segundo a pesquisa. Questionados se aprovam ou não o governo, 60,49% dos entrevistados disseram aprovar a gestão Flávio Dino, enquanto 39,51% disseram não aprovar  governo.

A pesquisa foi realizada entre os dias 19, 20 e 21 deste mês. Foram ouvidos 2.032 eleitores em 37 municípios. A margem de erro é de 3,3 pontos percentuais com intervalo de confiança de 95 %.

Condições de vida são mais baixas em áreas longe dos centros, diz IBGE

O estudo Tipologia Intraurbana, divulgado hoje (20) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), analisou concentrações urbanas com mais de 300 mil habitantes de 435 municípios brasileiros onde residiam mais de 94 milhões de pessoas em 2010, praticamente metade da população à época.

Foram incluídas no estudo as capitais de Roraima (Boa Vista) e Tocantins (Palmas). O trabalho revela uma característica geral no país: quanto mais se afasta do centro das cidades, as condições de vida se tornam mais baixas.

O geógrafo Maurício Gonçalves e Silva, pesquisador do IBGE e um dos técnicos responsáveis pela pesquisa, observou, contudo, que existem subnúcleos que não têm áreas boas, ou regiões afastadas que contribuem com a capital para a produção de riquezas, como o ABC Paulista, por exemplo, no caso de São Paulo.

Brasília mostra padrão de vida do tipo A, porque foi uma cidade planejada, tem renda per capita (por pessoa) elevada, saneamento básico, nível de escolaridade alto e acesso à internet, entre outras variáveis.

“Ela foi planejada para dirigir o país. Tem moradias dos altos escalões”, disse. No Rio de Janeiro, o que se nota é que, perto das praias, o padrão de vida é melhor, e tende a piorar nas áreas mais distantes das regiões costeiras. No subúrbio, centros tradicionais do Rio foram crescendo ao longo da via férrea, como Méier, Madureira e Bangu, e têm condições de vida um pouco melhores do que bairros localizados no seu entorno.

Rio de Janeiro - O terceiro dia de ocupação das tropas federais na Rocinha começou com aparente tranquilidade neste domingo (24). Sem tiroteios desde a tarde de sábado, a população ficou mais confiante e saiu para

Silva afirmou que o diagnóstico traçado permite identificar o que existe de melhor nas cidades, tanto no que se refere à administração pública, como em termos de oportunidades na área privada, inclusive, na questão do esgotamento sanitário terceirizado pelas prefeituras.

“Tem tanto opções de negócio para identificar as áreas melhores, como nas áreas piores, também, para a iniciativa privada”. Para o setor público, o principal é pensar o que pode ser melhorado na gestão para corrigir as deficiências de maneira que efetivamente se atinja, “no mínimo”, uma média condição de vida nas áreas urbanas. O pesquisador acentuou que um conjunto de fatores leva os gestores a se preocupar com essas áreas e com a população que ali está. “Direciona tanto a visão privada como a pública”, disse.

Tipos intraurbanos

O estudo considerou uma distribuição percentual da população segundo o tipo intraurbano nas concentrações urbanas selecionadas no Brasil e grandes regiões. Foram definidos 11 tipos intraurbanos que vão do A ao K, descritos de acordo com 13 variáveis que incluem percentual de pessoas com domicílio com coleta de lixo, água distribuída por rede geral de abastecimento, esgotamento sanitário, densidade de moradores por dormitório, domicílios de alvenaria com revestimento externo, razão da dependência de menores de 15 anos, computador com acesso à internet, domicílios com máquina de lavar, instrução nível médio e superior completo e renda familiar per capita.

Do tipo F ao A, são consideradas condições de vida médias e boas. Já do G ao K, as condições são baixas, baixíssimas e precárias. O tipo A apresenta o melhor desempenho com áreas com boas condições de vida e B caracteriza-se por ter ótimo desempenho dentre os temas avaliados, mas não superior ao A.

O C tem boas condições de vida, mas perde em relação a outros em termos de existência de computador com acesso à internet no domicílio, em nível de instrução e em rendimento. O tipo D abrange áreas onde predomina bom desempenho na maioria das variáveis, ainda reflete boas condições de vida, estando comumente disposto no entorno de áreas mais ricas.

O tipo E se caracteriza por condições médias de vida, com vários temas mostrando percentuais satisfatórios, mas com alguns ainda por melhorar. E o F também tem condições médias de vida, mas tem pendências em algumas variáveis analisadas.

O tipo G engloba áreas onde prevalecem fortes oscilações nos resultados das variáveis pesquisadas, estando presente em todas as grandes regiões do país. O tipo H se caracteriza por ter resultados bons, médios e ruins de acordo com o tema avaliado. O tipo I reúne áreas com deficiências em vários atributos analisados.

O J é o segundo tipo de pior desempenho na classificação e, por fim, o tipo K tem o pior desempenho na classificação de modo geral, sendo as condições de vida definidas como precárias.

Condições de vida

Observando as 13 variáveis, percebe-se que a Região Sul é a que mostra mais condições médias e boas de vida, com os maiores percentuais acumulados, seguida pelo Sudeste. Segundo a pesquisa, 44,6% dos residentes no Sul brasileiro são do tipo E. No Sudeste, o percentual atinge 41,2%.

Na média do Brasil, a maior parte das 435 concentrações urbanas pesquisadas (30,9%) é encontrada no tipo E, com condições medianas de vida. Ótimas condições de vida são registradas por apenas 1,9% da amostra, em nível nacional, enquanto 20,6% estão inseridos no tipo G.

Segundo explicou Maurício Gonçalves da Silva, a região Centro-Oeste é bem parecida com a média do país, com predominância do tipo E (23,2%), embora mostre 22,7% de pessoas com condições de vida baixas (tipo H).

As regiões Norte e Nordeste apresentam peculiaridades na distribuição de suas populações. No Norte, por exemplo, 37% dos habitantes são do tipo F, contra 17,7% no Nordeste. O tipo G prevalece na amostra no Nordeste (34,1%), contra 9% na região Norte.

Considerando que boas condições de vida no país estão entre os tipos A e D (23,9%), constata-se que três quartos da população, ou o correspondente a 76,1%, não dispõem de boas condições de vida em áreas urbanas e se situam entre os tipos E e K.

Segundo o IBGE, entre a população urbana com as piores condições de vida (do tipo G ao K), os maiores percentuais estão no Norte (56,3%) e no Nordeste (59,9%).

A abordagem sobre as capitais revela que Belém, Boa Vista, Cuiabá, João Pessoa, Macapá, Palmas, Porto Velho, Rio Branco e Teresina não possuem população em áreas consideradas ricas (tipos A e B).

Particularidades

Segundo a pesquisa do IBGE, nas concentrações urbanas acima de um milhão e até 2,5 milhões de habitantes, os maiores percentuais de jovens de zero a 14 anos de idade podem ser encontrados nas áreas mais precárias de Manaus e João Pessoa (tipo intraurbano J), em São Luís (tipo K) e Baixada Santista (tipo I), todos com proporções acima de 30%.

Os idosos ultrapassam 14% em áreas com tipologia B, caso de Natal, A e B em Campinas e tipos C e D na Baixada Santista (SP). Nessas concentrações urbanas, predomina o percentual de católicos em quase todos os tipos, com destaque para Natal, São Luís e Maceió (todos tipo B acima de 75%) e Belém (tipo C).

Internet

O pesquisador do IBGE salientou que a inclusão da internet entre as variáveis que nortearam o estudo é importante porque a pessoa conectada está dentro do mundo.

“Ela acaba tendo mais oportunidades porque está [dentro] da discussão do que existe no mundo”. Quando não tem esse meio de comunicação, a pessoa fica em desvantagem em relação a outros grupos. Esse é um dos exemplos de variáveis que podem indicar vantagens e deveres de gestão para serem pensados e corrigidos.

De Agência Brasil.

Pesquisa Exata/JP: Roseana Sarney e Roberto Rocha lideram rejeição

A pesquisa realizada pelo Instituto Exata em parceria com o Jornal Pequeno e divulgada no último domingo aferiu também o índice de rejeição dos pré-candidatos ao governo do Estado para as eleições do ano que vem. Neste quesito, a ex-governadora Roseana Sarney aparece disparada em primeiro lugar com 49% de reprovação do povo maranhense.

Em segundo lugar está o senador Roberto Rocha com 29% de rejeição entre o eleitorado do Maranhão. Empatados na última posição estão a ex-prefeita de Lago da Pedra, Maura Jorge, e o governador Flávio Dino, ambos na casa dos 20%, de acordo com a pesquisa Exata/JP.

Vitória em primeiro turno

O levantamento realizado mostra que o governador Flávio Dino venceria a eleição em primeiro turno com 63% dos votos. A ex-governadora Roseana Sarney mantém-se em segundo lugar, mais de 30 pontos atrás, com 29%.

Em terceiro lugar, aparecem empatados com 4% o senador Roberto Rocha e a ex-prefeita de Lago da Pedra, Maura Jorge. Em relação à pesquisa realizada em outubro, Flávio Dino subiu três pontos e Roseana Sarney, um. Já o senador Roberto Rocha caiu três pontos e a ex-prefeita, um.

A pesquisa foi realizada entre os dias 27 de novembro e 1º de dezembro, ouvindo 1.415 eleitores em todas as regiões do estado. A margem de erro é de 3,2 pontos percentuais.

Exata/JP: Flávio Dino mantém vantagem de mais de 30 pontos sobre Roseana Sarney

Nova rodada de pesquisa realizada pelo Instituto Exata em parceria com o Jornal Pequeno mostra que o governador Flávio Dino venceria a eleição em primeiro turno com 63% dos votos. A ex-governadora Roseana Sarney mantém-se em segundo lugar, mais de 30 pontos atrás, com 29%.
Em terceiro lugar, aparecem empatados com 4% o senador Roberto Rocha e a ex-prefeita de Lago da Pedra, Maura Jorge.

Em relação à pesquisa realizada em outubro, Flávio Dino subiu três pontos e Roseana Sarney, um. Já o senador Roberto Rocha caiu três pontos e a ex-prefeita, um.

Aprovação
Realizada na semana após nova fase da Operação Sermão aos Peixes, a pesquisa aponta que a aprovação do governo teve variação positiva no período, em relação à pesquisa anterior. A entrevista apurou que 62% dos maranhenses aprovam a gestão de Flávio Dino contra 35% que a desaprovam, e 3% não sabem responder. Em outubro, eram 61% de aprovação, e em abril, a aprovação havia ficado em 60%.

Corrida presidencial
No cenário para Presidência da República, 65% dos maranhenses votariam outra vez em Luiz Inácio Lula da Silva. Outros 14% no candidato Jair Bolsonaro, 6% em Marina Silva, 4% em Ciro Gomes e os tucanos Geraldo Alckmin e João Dória aparecem empados com 2% cada.
A pesquisa foi realizada entre os dias 27 de novembro e 1º de dezembro, ouvindo 1.415 eleitores em todas as regiões do estado. A margem de erro é de 3,2 pontos percentuais.