Número de viaturas da PM cresce 86% em pouco mais de 3 anos no Maranhão

Entre as mais de mil novas viaturas entregues desde 2015 para a Segurança Pública do Maranhão, 825 foram para a Polícia Militar. Isso representa um salto de 86% na frota da corporação em pouco mais de três anos.

Até 2014, o Maranhão tinha 960 carros e motocicletas para os policiais militares. Hoje são 1.785. Contando também as viaturas da Polícia Civil e do Corpo de Bombeiros, o total chega a quase 2.700 unidades.

Os novos carros entregues desde 2015 são equipados com tecnologia de monitoramento, comunicação e tração, adequados para uso nas áreas de litoral e de difícil acesso.

Isso permitiu que a distribuição dos veículos fosse realizada de forma estratégica para garantir a eficácia do uso e para que todos os grandes comandos espalhados pelo Estado recebessem viaturas.

De acordo com o Comando da PM, a estratégia de distribuição considerou, entre outras vertentes, o tipo de policiamento, a natureza do terreno e a população atendida.

“Esse investimento duplo, material e pessoal, que o governador tem feito no sistema de Segurança possibilita uma atuação forte em todos os campos, tanto na parte operacional, na de inteligência, quanto na de investigações”, diz o secretário de Segurança Pública, Jefferson Portela.

O comandante geral da Polícia Militar, Jorge Luongo, diz que desde que entrou para a corporação, há 25 anos, nunca viu um momento como este em relação ao cuidado com a Segurança Pública. “Este governo vem investindo fortemente, teremos a entrada de novos PMs, a capacitação está sendo um marco para a polícia.”

“E também temos investimentos em viaturas e armamentos. Temos realmente viaturas em todo o Maranhão, não apenas carros pintados de viaturas”, acrescenta o comandante da PM.

Ofício da PM diz que são ilegais documentos sobre identificação de lideranças políticas

O Comando Geral da Polícia Militar do Maranhão expediu ofício nessa sexta-feira (20) para que fique claro que são ilegais e sem valor os documentos emitidos tratando de suposta determinação a Unidades do Interior sobre identificação de lideranças políticas. Essas notas foram emitidas sem o conhecimento e a autorização do comando da Polícia Militar.

O ofício da PM diz que os documentos “não foram submetidos à analise e autorização do comando da instituição policial militar” e que se trata de “ordem manifestamente ilegal”.

“Determino que desconsiderem e tornem sem efeito as solicitações contidas nos memorandos já mencionados”, diz o ofício assinado pelo comandante geral da PM, Jorge Luongo.

Investigação

A Secretaria de Segurança Pública do Maranhão determinou a conclusão em até 30 dias da sindicância para apurar a responsabilidade sobre os documentos ilegais.

Conforme estabelecido em lei, o prazo inicial de 30 dias corridos pode ser prorrogado por 20 dias, caso haja necessidade.

O encarregado pela apuração dos fatos será o coronel Antonio Roberto dos Santos Silva.

Entre os trabalhos que o coronel fará, está “qualificar, inquirir, conhecer e acarear, se for o caso, os envolvidos e demais testemunhas”, de acordo com a portaria que trata da apuração.

Exoneração

O tenente-coronel Emerson Faria Costa foi exonerado do cargo após a identificação da autoria de um dos documentos ilegais.

Jefferson Portela diz que ofício “é erro gravíssimo” e determina exoneração de responsáveis

O secretário Jefferson Portela (Segurança Pública) determinou a exoneração dos responsáveis por ofício que tratava de suposta determinação a Unidades do Interior sobre identificação de lideranças políticas.

“É um erro gravíssimo. Eu estava em uma reunião e por volta das 23h (de quinta) quando tomei conhecimento disso determinei ao Coronel Luongo a exoneração dos responsáveis por esta ‘nota’. Não tem como permanecer na direção de um controle de um processo eleitoral quem emite uma nota dessa. Somos uma corporação que tem disciplina e hierarquia. Qualquer determinação de normas e orientações gerais tem que partir, como o nome diz, de um comando geral. Então determinei ao Coronel Luongo que quero ver os atos de exoneração de um, dois ou três, quantos sejam, responsáveis pela nota”, disse o secretário de Segurança Pública.

O comandante geral da PM, Coronel Luongo, disse que o procedimento para determinar a participação de cada um já está instaurado. “Todos serão chamados para prestarem esclarecimentos. Mas garanto que esta ordem não partiu do Comando Geral, pois isso fere o princípio democrático”, afirmou.

Veja e ouça a entrevista do secretário Jefferson Portela:

Polícia Militar desmente suposto registro de políticos de oposição no MA

Por meio de nota, a Polícia Militar do Maranhão esclarece que o documento que circula nas redes sociais onde supostamente se determina às Unidades do Interior que identifiquem lideranças antagônicas ao Governo Local e Estadual é “um equívoco grave e sem precedentes”.

Segundo o Coronel PM Jorge Longo, não nada do gênero foi autorizado pelo Comando da Instituição Policial Militar, “que na sua gênese procurava tão somente catalogar dados informativos e estatísticos que subsidiassem um banco de dados para a elaboração do planejamento do policiamento das eleições 2018”.

Luongo diz ainda que “tomou medidas imediatas para corrigir tal erro e tornar sem efeito tais medidas, assim como instaurou um procedimento de apuração legal para as devidas providências que o caso requer”.

O suposto documento teria sido feito em Barra do Corda, nesta quinta-feira (19), versando sobre um “levantamento eleitoral”.

 

Investigador da Polícia Civil morre após ser atropelado e arrastado em São Luís

O investigador da Polícia Civil, Urbano Silva Barbosa, morreu após ser atropelado por uma caminhonete na Avenida dos Franceses, na noite deste domingo (15).

Urbano estava em uma motocicleta quando foi colhido pela caminhonete Nissan Frontier, de placa NHP-6666, conduzida por Raimundo Nonato de Sousa.

Sousa ainda arrastou Urbano pela avenida por cerca de 50 metros, e depois tentou fugir sem prestar socorro, mas foi parado por uma equipe da Polícia Militar a 200 metros do local do acidente.

O motorista aparentava estar sob efeito de álcool, mas se recusou a realizar o teste no etilômetro. Ele foi conduzido para o Plantão da Área Itaqui-Bacanga, onde foi autuado por homicídio doloso.

Urbano Silva Barbosa estava seguindo, segundo um familiar, para o hospital Clementino Moura (Socorrão II) para visitar o irmão que está internado. A vítima se aposentaria em breve.

 

 

Mais quatro suspeitos do ataque à unidade da PRF de Açailândia são presos

Quatro homens suspeitos de participação ao ataque ao porto da Polícia Rodoviária Federal de Açailândia foram presos neste domingo (25), enquanto tentavam fugir para Goiás, em uma carreta.

Na última sexta-feira (23) um grupo de homens fortemente armados sequestrou um policial militar, roubou uma viatura da PM e atacou a Unidade Operacional da PRF de Açailândia.

Em depoimento, o motorista da carreta que daria fuga aos acusados, disse que foi abordado pelos assaltantes às 21h de domingo. Eles o teriam obrigado a dirigir para o Tocantins, de onde seguiriam fuga para Goiás.

Entretanto, a polícia desconfiou desta versão, e descobriu que o mesmo é irmão de um dos homens acusados do assalto, sequestro e ataque.

Todos foram encaminhados para a Delegacia de Polícia Federal.

As polícias Federal Rodoviária e Militar estão trabalhando em conjunto para prender os criminosos. Ao todo, seis homens participaram da ação no domingo.

 

Sargento da PM é preso vendendo pistola em São Luís

Carlos Magno Alves, 2º sargento da Polícia Militar do Maranhão foi preso em São Luís, na noite desta terça-feira (20), após vender uma pistola .38 por R$ 3.200,00 na área do Itaqui Bacanga.

Segundo a polícia, o comprador da arma é um homem envolvido com o tráfico de drogas na baixada maranhense, Eliseu de Jesus Diniz Filho. Ele é natural de Penalva e também foi detido.

Major da PM e outros nove suspeitos de milícia são presos no Maranhão

Uma operação em conjunto das Polícias Militar e Civil, comandada pelo secretário de Estado de Segurança Pública e pelo Comandante da PMMA Coronel Pereira, cumpre mandados de prisão, na manhã desta quinta-feira (22), contra policiais acusados de formação de milícia.

Teriam sido presos até o momento dois soldados e um major da PM, além de apreensão de armamentos: escopetas, pistolas, revólveres.

A operação foi deflagrada na comunidade Arraial, no bairro do Quebra Pote, na zona rural de São Luís.

[Atualização]

Foram presas 10 pessoas, entre elas, um major da PM. Todos serão autuados em flagrante na Secor – Superintendência de Combate à Corrupção.

A operação apreendeu também uma caminhonete, duas carretas, um veículo de passeio, cigarros e uísque. No sítio,  havia ainda um porto clandestino para embarque e desembarque dos produtos roubados pela organização criminosa.

Situação de sub judices do concurso da PM é discutida em audiência pública

“Amanhã mesmo o governador Flávio Dino (PCdoB) vai receber os documentos que retratam a situação dos candidatos sub judice do concurso de 2012 da Polícia Militar”, anunciou o secretário de Estado de Segurança Pública do Maranhão, Jefferson Portela, na tarde desta terça-feira (20), no Plenarinho da Assembleia Legislativa, durante audiência pública realizada pela Comissão de Segurança Pública.

Coube ao deputado Júnior Verde (PRB), presidente da Comissão de Segurança Pública e autor do requerimento que propôs a reunião, presidir e coordenar os trabalhos. Também participaram o deputado Levi Pontes (PC do B) e dois representantes dos candidatos sub judice: Vitor Diniz e Marcelo Henrique, de São Luís, e Natália Portela, de Caxias.

O deputado Júnior Verde abriu a audiência agradecendo a presença do secretário Jerfferson Portela, do deputado Levi Pontes e dos sub judice, esclarecendo o objetivo da reunião. “Essa é uma luta justa, legítima e que une todos nós, inclusive o secretário de Segurança Pública, que fez questão de participar de nossa audiência pública. Estamos aqui para dialogar, cumprindo com a nossa obrigação como representantes do povo. Esse é o papel da Assembleia e vamos cumpri-lo da melhor maneira possível”, ressaltou.

Para Levi Pontes, a causa dos sub judice é legítima e conta com o irrestrito apoio da Assembleia. “O governador Flávio Dino tem feito todo o esforço para melhorar a segurança pública. E tem conseguido. Os números estão aí para mostrar e, com certeza, como ele já vem fazendo, continuará ampliando o efetivo da Polícia Militar com a convocação de mais sub judice. O governador tem sensibilidade para com a causa de vocês e, acima de tudo, o secretário Jefferson Portela e, com diálogo, como estamos fazendo aqui, chegaremos a uma solução para o problema”, salientou.

Situação e posição dos sub judices

Por meio da leitura da carta de uma sub judice de Bacabal, que não pôde comparecer, o sub judice Vitor Diniz expressou o sentimento de todos. “Se a nossa Carta Magna diz que todos são iguais perante a lei, por que não somos chamados para fazer o Curso de Formação como outros já foram? Peço que todos os deputados assinem um documento pedindo ao governador que nos chame para fazer o Curso de Formação e em seguida faça nossa nomeação como soldados da Polícia Militar, para servir e proteger a sociedade”, disse.

“São várias as situações dos sub judice, podendo ser classificadas assim: há os que já foram nomeados, que são mais de dois mil; há os que tiveram o Curso de Formação suspenso por força de limiar da Justiça, em torno de 300; há os que faltam cumprir outras etapas do certame e nós, que somos em torno de 630, que estamos apenas aguardando cumprir a última etapa, o sonhado Curso de Formação”, explicou Vítor Diniz.

Posição do secretário de Segurança Pública

Em seu pronunciamento, Jeferson Portela discorreu sobre os dados que demonstram o avanço da política de segurança pública no Maranhão, comparado com a situação de governos anteriores, graças ao aumento do efetivo policial, que passou de nove mil para 12 mil policiais.

“Em 2009, tivemos um crescimento de 308% nos casos de homicídios. Até 2014, tivemos sempre um gráfico crescente. De 2015 para cá, estamos com um gráfico descendente. Reduzimos em 43% a criminalidade, quando a meta nacional era de 20%. O Maranhão é, hoje, um estado exemplar em termos de segurança pública”, revelou o secretário.

Jeferson Portela enfatizou que só foi possível melhorar os indicadores de segurança pública no Maranhão em razão da contratação de mais policiais, grande parte deles dos sub judice que desde 2015 lutam por seu ingresso nos quadros da Polícia Militar e que, na próxima semana, deverá sair uma lista de mais 96 nomeações de sub judice. “A decisão de chamar mais policiais não é minha, é do governador. A partir da narrativa que ouvi de vocês vou tratar sobre essa situação com o governador e buscar um encaminhamento”, comprometeu-se.

Avaliação

Segundo Vitor Diniz, a audiência pública foi extremamente produtiva, principalmente pela presença do secretário de Segurança Pública. “Saímos daqui com nossas esperanças renovadas. Vamos vencer porque não desistiremos e também porque Deus está conosco. Nossa causa é justa e, com fé em Deus, seremos vitoriosos”, avaliou.

Júnior Verde avaliou como muito positiva a audiência pública e disse ter certeza de que, diante de tudo que o secretário Jerfferson Portela ouviu e dos documentos que recebeu, o governador Flávio Dino vai tomar uma decisão que atenda as demandas dos sub judice. “Acredito que foi um grande avanço e um momento de interação. É só uma questão de entendimento e de buscar apaziguar o processo jurídico. Assim, o governo vai ter todo o respaldo para convocá-los e nomeá-los”, assinalou.

Jeferson Portela avaliou como produtiva e importante a audiência pública. “Tivemos a oportunidade de ouvir os sub judice e de me fazer ouvir, o que é muito importante para se chegar a um entendimento. Vou analisar criteriosamente cada documento que recebi e encaminhar ao chefe do Executivo para uma apreciação e encaminhamento”, acrescentou.

Encaminhamentos

Foram tirados os seguintes encaminhamentos: 1 – Encaminhar os documentos que retratam a situação dos sub judice ao governador Flávio Dino; 2 – Acompanhar as novas nomeações anunciadas pelo governo; 3 – Aguardar um posicionamento do governador após a discussão da questão com o secretário de Segurança Pública; 4 – Solicitar à Procuradoria Geral do Estado (PGE) um quadro síntese da situação jurídica da litigância entre Estado e sub judices.

Candidata morre durante teste físico para Polícia Militar em São Luís

Uma candidata morreu enquanto realizava o Teste de Aptidão Física para a Polícia Militar do Maranhão. Daniele Nunes Silva, de 30 anos, foi levada à à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Bacanga, mas não resistiu.

A morte ocorreu no núcleo de esportes da Universidade Federal do Maranhão (UFMA). Silva trabalhava em Barra do Corda e teria sofrido um acidente vascular cerebral (AVC).

O laudo com a causa oficial da morte, entretanto, só saírá em 30 dias.

Outros candidatos ao mesmo teste reportaram se sentir mal com o esforço exigido.

O Teste de Aptidão Física corresponde à terceira etapa do concurso para ingresso nas forças da Polícia Militar. As provas iniciaram no dia 27 e seguem até o dia 4 de fevereiro.

Há ainda uma quarta fase, com exame psicotécnico, e uma quinta com investigação social.