Acusado de matar idoso é condenado a 24 anos de prisão

Uma sessão do Tribunal do Júri realizada na última semana movimentou a Comarca de Buriti Bravo. A sessão teve como réu Jaelson de Sousa, acusado de ter matado a golpes de faca um idoso e foi presidida pela juíza titular Mayanna Nadal Sant’Ana. Ao final do julgamento o conselho de sentença considerou Jaelson culpado, condenando-o à pena de 24 anos e 9 meses de reclusão, a serem cumpridos inicialmente em regime fechado.

Consta na denúncia que o crime ocorreu em 4 de abril do ano passado. Jaelson teria matado a vítima com vários golpes de faca. O crime foi caracterizado como homicídio qualificado por motivo fútil, mediante surpresa, prevalecendo-se de relações domésticas e contra pessoa maior de 60 anos de idade.

Na data mencionada, por volta das 22:00 horas, na sede do município, o denunciado teria consumado o crime, quando a vítima, avô da companheira de Jaelson, estava no quarto já deitado para dormir. O réu disse no inquérito que matou o idoso porque este vinha difamando e ameaçando a própria neta.

Buriti Bravo fica distante cerca de 500 quilômetros de São Luís, é comarca de termo único e pertence ao Polo de São João dos Patos.

Acusado de homicídio é condenado a 23 anos de prisão

O Poder Judiciário em Turiaçu realizou no final de maio uma sessão do Tribunal do Júri, sob presidência da juíza titular Urbanete de Angiolis. No banco dos réus, Idenilton Bayma da Silva Ribeiro. Ele estava sendo acusado de, junto com mais duas pessoas, ter matado um homem no Povoado Areia Branca, localidade de Turiaçu. Idenilton foi considerado culpado e recebeu a pena de 24 anos e nove meses de prisão, a ser cumprida em regime fechado inicialmente.

Narra a denúncia, baseada em inquérito policial, que no dia 22 de outubro de 2016, por volta das 19h, o denunciado Idenilton Bayma Silva Ribeiro, conhecido como “Doidão”, foi até a residência de Clebenilson Silva Sousa, vulgo “Piolho”, conhecido traficante local, com o intuito de comprar maconha. Prossegue a denúncia que os dois acusados teriam se dirigido até o Povoado Areia Branca, Município de Turiaçu, acompanhados de Gideão Abreu Nogueira, cobrar uma dívida da vítima referente à venda de drogas. Dessa forma, os três acusados se dirigiram até o cais da cidade, onde já havia uma embarcação à espera, de propriedade de dois pescadores.

Durante a viagem, os acusados teriam ingerido bebida alcoólica e, ao desembarcarem na praia, ficaram aguardando a vítima chegar de uma pescaria. Assim que a vítima retornou, por volta das 6h da manhã, os acusados o abordaram e passaram a agredi-lo. Ato contínuo, Idenilton Bayma teria desferido golpes de garrafa e facão contra a vítima, acertando a cabeça e o pescoço, enquanto os outros dois, armados de revólver calibre 38 e uma garruncha, teriam desferido vários tiros, sendo nove ao todo, de modo que três atingiram o alvo, e que após a vítima cair ao chão, Gideão ainda teria cortado o seu pescoço, para confirmar a sua morte. A vítima teria morrido no local, sendo depois enterrada por moradores no mesmo dia, pois tratava-se de pessoa sem parentesco conhecido.

Durante o julgamento atuou na acusação o promotor Guilherme Gouvêa Fajardo e na defesa trabalhou o advogado Henrique Moreira Filho. Como Idenilton está preso desde outubro de 2016, a pena final ficou em 23 anos e dois meses de reclusão. Os outros dois acusados estão foragidos.

Polícia Civil prende ex-prefeito de Cândido Mendes

O ex-prefeito de Cândido Mendes José Haroldo Fonseca Carvalhal,54, foi preso pela Polícia Civil do Maranhão, por intermédio da Superintendência Estadual de Investigações Criminais (Seic), após o juiz da Comarca de Cândido Mendes deferir três mandados de prisão contra o acusado.
José Haroldo foi prefeito da cidade entre 1997-2000, 2001-2004 e 2009-2012, e está sendo investigado por desvios de verbas na execução de convênio entre a prefeitura e o Ministério da Saúde, através da Fundação Nacional da Saúde.
Após as formalidades legais o ex-Prefeito foi encaminhado ao Centro de Observação Criminológica e Triagem de São Luís onde permanecerá à disposição do Poder Judiciário.

Polícia Civil prende quadrilha que assaltou banco em Dom Pedro nesta sexta (26)

Na noite desta sexta-feira, 26, a Polícia Civil conseguiu prender cinco suspeitos de participarem do assalto a banco no município de Dom Pedro, a 324 km da capital. A prisão é resultado das investigações e buscas realizadas desde a madrugada, pouco após a ocorrência.

No assalto, a quadrilha explodiu o caixa da agência do Banco do Brasil e chegou a trocar tiros com policiais da cidade, fugindo em seguida. O grupo foi autuado em flagrante e encaminhado ao Complexo Penitenciário de Pedrinhas, em São Luís.

“Após o acontecido, ainda na madrugada, percorremos a área na busca dos integrantes da quadrilha e conseguimos encontrá-los. Com eles apreendemos armas, material para produção de explosivos, drogas e dinheiro queimado, provavelmente do assalto. Indícios que comprovam a ligação entre eles e a participação no crime”, destacou o titular da Delegacia de Dom Pedro, que também responde pela Delegacia de Gonçalves Dias, Humberto Alves Júnior.

Os cinco homens foram detidos em diferentes pontos da zona rural de Gonçalves Dias e Governador Archer. Um dos detidos, o advogado Joaquim Avelino Sobrinho Filho, 32 anos, é apontando como mentor da quadrilha e responsável por garantir a logística de transporte e recursos para os assaltos. Com ele a polícia encontrou um montante de dinheiro queimado e diversos itens utilizados para produção de explosivos.

Os demais presos seriam ‘olheiros’ da quadrilha que eram pagos, entre outros, para monitorar a segurança na agência e informar o momento dos ataques. José Araújo Ferreira, 59 anos; Leandro Ferreira da Silva, 23 anos, que tem contra si acusações de tráfico de drogas e homicídio; e Fabiano Araújo Martins, 23 anos, que teria sido contratado pelo advogado e em depoimento o entregou à polícia como partícipe do crime. Ainda, Josiel José de Sousa, 56 anos, fazendeiro e suspeito de municiar a quadrilha. Com ele a polícia encontrou várias armas.

A quadrilha é suspeita, ainda, de participação no ataque a agência bancária em Senador Alexandre Costa e tem ligação com grupos de outros estados, especializados em assaltos a banco. Entre os crimes pelos quais os membros da quadrilha podem ser indicados estão homicídio, tráfico de drogas, sequestro, formação de quadrilha, porte ilegal de arma de fogo, associação para o crime, roubo e organização criminosa. “Cada um será indiciado pelo crime ou crimes que cometeu”, reforça o delegado Humberto Júnior.

Equipes do Centro Tático Aéreo (CTA) e do Comando de Operações e Sobrevivência em Área Rural (Cosar) também participaram das buscas e prisões dos envolvidos.

Homens são presos por assalto de farmácia no Vinhais

Durante patrulhamento no bairro do Monte Castelo, uma equipe do Bravo Choque, prendeu Igo de Oliveira, 24 anos, e Nataniel Martins Reis, 23 anos, suspeitos de ter assaltado uma farmácia no Vinhais.

Ao realizarem abordagem em Igo de Oliveira e Nataniel Reis, foi encontrado com eles 01 (uma) moto Fan de cor azul placa NMS 6361, 01 (um) revolver cal 32 com numeração suprimida, 01 (um) celular de marca Samsung, 01 (um) relógio da marca Tommy Hilfiger e a quantia de 252,00 reais em espécie.

A equipe então deu voz de prisão aos suspeitos, e ao averiguarem, foi confirmado pelo Igo Oliveira e Nataniel Reis, que eles haviam realizado o assalto de uma farmácia do Vinhais.

Em seguida eles foram conduzidos ao Plantão Central da Polícia Civil das Cajazeiras.

Suspeito de tráfico internacional de drogas é preso em São Luís

Uma operação integrada entre as polícias Civil e Militar, através da Superintendência Estadual de Investigações Criminais (SEIC) e do 16º BPM e da Diretoria de Inteligência e Assuntos Estratégicos (DIAE), resultou na manhã desta quinta-feira (11) na prisão de Geovan Firmino da Silva “Carabina” (38) suspeito pelo crime de tráfico internacional de drogas.

A prisão foi confirmada pelo superintendente da SEIC, Tiago Bardal, informando que o suspeito foi localizado no município de Chapadinha, que fica a 245 km de São Luís.

Segundo as investigações, “ Carabina” é considerado um grande narcotraficante que possuía três mandados de prisão expedidos pela comarca da cidade sul mato-grossense de Mirassol d’Oeste pelos crimes de tráfico internacional de drogas.

Após a prisão, Geovan foi recambiado pelo Centro Tático Aéreo (CTA) a sede da SEIC, onde foi dado cumprimento aos mandados de prisão. Dada as formalidades legais, o preso foi encaminhado ao Centro de Observação Criminológica e Triagem de São Luís (COCTS) ficando à disposição da justiça.

Editor do jornal de Sarney é condenado à prisão pela Justiça Federal

Blog do Gilberto Lima

O jornalista Marco Aurélio D´Eça foi condenado à prisão pela juíza federal Cláudia Schlichta Giusti, substituta da 1ª Vara Criminal, no dia 8 de agosto de 2017. A pena, por calúnia (artigo 138 do Código Penal), foi de 6 meses de detenção, em regime aberto, e 10 (dez) dias-multa.

A representação criminal contra o jornalista foi feita pelo Ministério Público Federal, que pediu a condenação do mesmo por calúnia, injúria e difamação contra o juiz Ney Bello.

O que fundamentou a ação do MPF foi a postagem “Juiz Ney Bello agride repórter fotográfico de O Estado”, feita no dia 17 de maio de 2007, relatando uma suposta agressão ao repórter-fotográfico Paulo Soares, no aeroporto do Tirirical, após a prisão do pai do magistrado, Ney de Bello Barros, na operação “Navalha”. Além disso, o jornalista liberou comentários à postagem que também atingiam a honra do juiz.

Em depoimento, o próprio Paulo Soares disse que o suposto abuso de autoridade do juiz não aconteceu e que o jornalista Décio Sá, que fazia a cobertura do caso, não foi expulso da sala de audiência aos empurrões, mas que foi retirado do local a pedido do magistrado, de forma civilizada.

Na referida postagem, o porta-voz da oligarquia Sarney insinua que o juiz Ney Bello estaria tentando usar a influência do cargo para libertar o pai.

O jornalista Rômulo Barbosa, então diretor de jornalismo, procurou livrar a pele do portal imirante.com, afirmando que a responsabilidade pelas postagens no blog era do próprio jornalista Marco D´Eça.

A decidir pela condenação, a juíza ressaltou que “em verdade o réu, livre e conscientemente, extrapolou o direito constitucional à liberdade de imprensa, com clara incidência da normal pena incriminadora prevista no artigo 138 (calúnia) do Código Penal”.

A pena privativa de liberdade foi substituída por prestação de serviços à comunidade (1h/dia de condenação, aproximadamente 180 horas) e pagamento de R$ 10.000,00 a uma entidade de assistência social, parcelado em 10 vezes.

Polícia prende suspeitos de assassinarem PM e enteado

Do Blog do Gilberto Lima

Policiais militares prenderam quatro suspeitos de envolvimento com as mortes do cabo PM Josélio Rocha Sousa, de 45 anos, e de seu enteado, Yuri de Paula Silva, o “Chacal”, de 26 anos, na tarde deste domingo (12), na Estrada do Sítio Grande, em Paço dos Lumiar.

Foram presos Nicolas Monteiro Ribeiro, residente no Parque Vitória; Herbert Mendes Pinho, residente na 2ª Trav. São Jorge, no Pão de Açúcar; Rafael de Jesus Fonseca, residente na Rua da Viração, no Centro; e Islane Katherine Ferreira, residente na Liberdade.

Todos foram encaminhados para a Superintendência de Homicídios e Proteção à Pessoa (SHPP), onde prestam depoimentos.

Na Estrada do Sítio Grande, os assassinos fizeram a emboscada, que terminou com a morte do PM e de seu enteado. O alvo do bando era “Chacal”, conhecido homicida.

A esposa de Yuri, Ingrid Maria de Jesus Ferrari, foi alvejada por dois disparos na região do braço. O filho do casal, Levi de Paula, de 1 ano, foi atingido na mão direita.

Os veículos utilizados pelos criminosos são uma Saveiro, cor branca, placa OJK-6595, e um Peugeot, cor cinza, placa NHA-6587.

A Saveiro foi localizada e apreendida na 3ª Travessa Nossa Senhora das Graças, na Liberdade.

Polícia prende organização criminosa, que envolve PMs de São Luís e Imperatriz

Do Informante/Jornal Pequeno

Sob a coordenação da Secretaria da Segurança Pública, a Polícia Civil, com apoio da Polícia Militar, desbaratou uma verdadeira organização criminosa que envolve ao menos 15 policiais de São Luís e de Imperatriz. Alguns já estão presos e sendo encaminhados para a SSP. Dois deles foram presos ontem na capital maranhense.

A organização criminosa, que mantém contatos com bandos do Maranhão, do Pará e do Tocantins, é especializada em assaltos e extermínios e estava agindo em toda a região sul do Maranhão, principalmente em Imperatriz.

Os policiais militares envolvidos vinham sendo investigados há alguns meses. A operação está em andamento e equipes das polícias Civil e Militar continuam nas ruas de São Luís à procura dos militares que ainda não foram capturados, mas que já estão devidamente identificados.

Acusado de matar policial pega 22 anos e meio de prisão

O Poder Judiciário em Raposa, termo da Comarca da Ilha de São Luís, condenou Rogério Batista Pereira à pena de 22 anos e meio de prisão, a ser cumprida inicialmente em regime fechado. A sentença, assinada pela juíza titular Rafaella Saif Rodrigues, foi proferida nesta sexta-feira (27). Rogério Batista estava sendo acusado de crime de latrocínio, cujo julgamento é de competência do juiz singular. A vítima foi a chefe de captura da Polícia Civil Iran Cerqueira Santos e o caso teve grande repercussão na imprensa.

Consta na denúncia, que no dia 2 de fevereiro deste ano por volta das sete da noite, no Farol do Araçagy, na Raposa, o acusado acompanhado de um comparsa tentou subtrair pertences da vítima. Eles desferiram vários disparos na policial, que veio a óbito. A polícia apurou que Iran estava na porta de casa, conversando com uma vizinha, quando os homens apareceram e a abordaram.

A vítima, investigadora da Polícia Civil do Maranhão, reagiu à ação dos criminosos. Na troca de tiros, Iran Cerqueira foi atingida e um dos homens, identificado como Leandro da Silva, também morreu. Iran ainda foi levada à UPA do Aracagy, mas não resistiu. As investigações policiais ainda apontaram a participação de uma terceira pessoa no latrocínio, identificado como Charlysson Nascimento. Ele seria o proprietário da motocicleta usada no crime e abandonada no local.

Através da esposa de Charlysson a polícia descobriu a participação de Rogério Batista. A polícia, então, descobriu que Charlysson emprestou a motocicleta para que os outros dois homens fossem praticar o assalto à policial, que terminou em latrocínio. Conforme Súmula 610 do Supremo Tribunal Federal, há crime de latrocínio, quando o homicídio é consumado, ainda que não realize o agente criminoso a subtração de bens da vítima.

Rogério Batista Pereira teve o benefício de apelar em liberdade negado pela Justiça, já que se encontra presente o requisito da custódia preventiva, qual seja, a garantia da ordem pública e o resguardo da aplicação da lei penal, em decorrência de estarem presentes motivos suficientes à decretação da custódia preventiva do sentenciado.