Estado investe R$ 73 milhões em infraestrutura no norte do MA e melhora qualidade de vida

“Era poeira demais, muita poeira, tinha que limpar duas, três vezes ao dia o comércio porque eu que comercializo comida, não posso deixar acumular poeira”. O depoimento é da comerciante Maria da Cruz, que há 20 anos é proprietária de uma padaria na rua Nestor Albuquerque, bairro Trizidela, em Itapecuru-Mirim. São experiências como a dela que reforçam a importância da chegada do Programa Mais Asfalto nas cidades maranhenses. Somente na região norte, o Governo do Estado investiu mais de R$ 73 milhões através do Mais Asfalto.

Assim como Itapecuru-Mirim, mais de vinte cidades dessa região também foram beneficiadas com a chegada de ruas pavimentadas e com acessos completamente revitalizados. Em Trizidela, por exemplo, há 50 anos o morador Antônio Mendes, esperava que o bairro Mutirão recebesse asfalto. “Estava cheio de buracos aí e estava muito ruim mesmo até para pedestre. Agora vamos poder fazer as atividades do dia com mais comodidade”, comemora.

As cidades de Alcântara, Barreirinhas e vários pontos de São Luís seguem com obras em execução. Para o secretário de Estado da Infraestrutura, Clayton Noleto, levar asfalto para as várias regiões do Maranhão é um desafio que o Governo do Estado está empenhado em cumprir. “Nós estamos presentes em todas as regiões do estado, em todo canto tem asfalto chegando. É um prazer para todos nós ver o Maranhão sendo transformado, esse é o compromisso dessa gestão: fazer o que nunca foi feito pelo nosso estado. Vamos continuar intensificando os trabalhos para poder expandir as obras em mais cidades”, declarou.

A meta do governador Flávio Dino é até o final de 2018 levar o Programa Mais Asfalto para todos os municípios maranhenses, atualmente mais de 190 municípios já foram alcançados com as obras de pavimentação.

Ecopontos implantados pelo prefeito Edivaldo melhoram qualidade de vida da população

Josivaldo Ribeiro Lopes é morador do Angelim e lembra do incômodo causado por insetos e pelo mau-cheiro vindo de um terreno baldio na Rua 27 do bairro que era usado como lixão. Esta realidade começou a mudar em novembro de 2016 quando foi inaugurado o Ecoponto Angelim. Assim como ele, moradores do entorno de outros Ecopontos destacam as melhorias que estes equipamentos estão trazendo para a comunidade. Na última semana São Luís chegou à marca de 10 Ecopontos, quando o prefeito Edivaldo inaugurou o equipamento no Anil.

O Ecoponto Angelim foi o quarto a ser entregue em São Luís pela gestão municipal e, desde sua inauguração até fevereiro deste ano, recebeu quase mil e quatrocentas toneladas de resíduos. A instalação do Ecoponto no bairro melhorou a vida de quem mora nas ruas mais próximas. “Antes a gente tinha muito problema com mosquito e o mau-cheiro que vinha do lixão incomodava demais. Agora isso não acontece. Melhorou bastante a nossa vida”, frisa Josivaldo Ribeiro Lopes.

Ele destaca ainda que a presença de insetos e outros animais era decorrente da falta de preocupação de muitos moradores do entorno. “Quando aqui era um lixão a Prefeitura limpava sempre, mas a população continuava sujando sem necessidade porque aqui no nosso bairro o caminhão de coleta passa toda terça, quinta e sábado sem falhar”, afirma.

Josivaldo Ribeiro Lopes é morador do Angelim e disse que Ecoponto diminuiu proliferação de mosquitos no bairro e eliminou mau-cheiro

A presidente do Comitê Gestor de Limpeza Urbana, Carolina Moraes Estrela, avalia que a população de São Luís reconhece a importância dos Ecopontos. “Quando fomos implantar o primeiro Ecoponto, houve uma certa desconfiança, o que é natural quando se trata de uma política nova. Mas hoje nós recebemos diversos requerimentos da população solicitando Ecopontos no seu bairro. Isso é a prova que a implantação dos Ecopontos foi um acerto da gestão do prefeito Edivaldo e que ela tem dado resultados eficazes à população”, afirma.

Com menos tempo de funcionamento, o Ecoponto São Francisco, inaugurado em janeiro deste ano, é outro que a população do entorno utiliza com frequência. Rafael Reis é morador do bairro e usuário frequente do equipamento. Antes ele colocava os resíduos que descarta nos Ecopontos nos contêineres ao longo da Avenida Ferreira Gullar. “Mas a existência de um local específico para colocar esses materiais facilita muito a vida da população e é uma garantia de que a gente não está sujando a cidade porque não tem o risco de algum animal ou pessoa revirar o contêiner e acabar jogando esse resíduo no chão”, comentou.

Morador do São Francisco, Rafael Reis usa com frequência Ecoponto do bairro

PREOCUPAÇÃO COM A CIDADE

Mesmo quem não tem um Ecoponto tão próximo de sua residência entende a importância dessa política. É o caso de Juliana Cruz. Moradora da Cohab ela conta que entrou em contato com a Central de Atendimento do Comitê Gestor de Limpeza Urbana para saber onde descartar um micro-ondas quebrado que tinha em casa. “Pelo telefone eu fui informada que poderia trazer até um Ecoponto. Perguntei qual era o mais próximo do meu bairro e vim até o Ecoponto Bequimão fazer a entrega. Aqui eu sei que ele terá o destino certo e que não vai prejudicar a cidade”, informou.

Em algumas famílias, a implantação dos Ecopontos despertou o interesse pela coleta seletiva. Como na residência de Waléria Lisboa, usuária do Ecoponto Angelim. “Eu trago sempre embalagens plásticas e de metal para o Ecoponto praticamente desde que ele foi inaugurado. Antes a gente jogava fora junto com o lixo de casa. A partir dos Ecopontos a gente despertou a consciência para a coleta seletiva e decidimos fazer nossa parte para contribuir com a melhoria do planeta”, conta.

BENEFÍCIOS

Os Ecopontos são um equipamento urbano que agregam uma série de benefícios a curto, médio e longo prazo à população. O primeiro benefício é a eliminação de lixões dentro do bairro, o que tem como consequência imediata da melhoria do paisagismo urbano. A médio prazo diminui a infestação de insetos na sua área de entorno com a eliminação de criadouros de mosquitos. A longo prazo os Ecopontos garantem a melhoria da qualidade da água, solo e do ar à medida que garantem o descarte ambientalmente adequado dos resíduos sólidos.

Carolina Moraes Estrela destaca ainda a importância dos Ecopontos para a coleta seletiva na capital. “Hoje apenas 7% das cidades brasileiras têm alguma política efetiva de coleta seletiva e reciclagem e por meio dos Ecopontos São Luís está nesse grupo. Tudo que é recebido nos Ecopontos é carreado para as cooperativas de catadores, aumentando a capacidade produtiva destas entidades e aumentando a renda que cada cooperado recebe mensalmente. Então, os Ecopontos agregam ainda uma função social importante, incluindo estes profissionais nesta cadeia e garantindo a eles melhores condições de trabalho e de sustento”, informa.

Juliana Cruz descartou micro-ondas quebrado no Ecoponto Bequimão

NOVOS ECOPONTOS

Para continuar avançando nesta política o Prefeito Edivaldo anunciou, durante a inauguração do Ecoponto Anil, a construção de 10 novos equipamentos e dois galpões de triagem de materiais recicláveis para as cooperativas de catadores. Com isso São Luís chegará ao número de 20 equipamentos do tipo, ampliando o total de bairros e moradores beneficiados, aumentando a coleta seletiva e reciclagem na cidade. Com os 10 Ecopontos já em pleno funcionamento a Prefeitura de São Luís atende a 350 mil moradores em 91 bairros e já recolheu mais de 11 mil toneladas de materiais recicláveis ou passíveis de reuso.

SAIBA MAIS

O Ecoponto Parque Amazonas foi o primeiro a ser inaugurado em São Luís, em maio de 2016. Ainda em 2016 foram inaugurados os Ecopontos Angelim, Bequimão e Turu. Ao longo de 2017 a Prefeitura entregou à população os Ecopontos Jardim América, Jardim Renascença, Residencial Esperança e Cidade Operária. Em janeiro deste ano foi inaugurado o Ecoponto São Francisco e, dia 26 de março, o Ecoponto Anil.

CENTRAL DE ATENDIMENTO

Para saber onde fica o Ecoponto mais próximo de seu bairro, que tipo de materiais podem ser descartados e tirar outras dúvidas sobre estes equipamentos a população pode entrar em contato com a Central de Atendimento do Comitê Gestor de Limpeza Urbana no telefone 0800 098 1636.

Prefeitura urbaniza Residencial Paraíso e proporciona mais qualidade de vida aos moradores

A lama e a poeira são agora um passado que o pedreiro José Osvaldo Pinto, 32 anos, não quer lembrar. Morador da 1ª Travessa Diamantina, no bairro Residencial Paraíso, ele diz que a realidade atual em nada se iguala ao que era antes. “Essa rua não existia. Aqui era um caminho de piçarra e que nem se conseguia andar. Quando chovia, ficava impossível. A gente vivia isolado, sem acesso a serviços. Agora, com essa obra da Prefeitura, a gente pode dizer que mora em um lugar mais digno”, afirma.

O morador se refere ao conjunto de ações estruturantes realizado pela Prefeitura de São Luís que levou obras, transformando a realidade da população que antes era obrigada a conviver com vias degradadas e intrafegáveis. Os serviços, executados pela Secretaria Municipal de Obras e Serviços Públicos (Semosp), contemplam mais de dez mil moradores que há anos esperavam por melhorias.

“Com estes serviços no bairro, além de garantir mais mobilidade, estamos também promovendo a melhoria da qualidade de vida dos moradores, com a urbanização de áreas que nunca tinham recebido qualquer intervenção. São ações que se estendem a diversas áreas de interesse direto da população, recuperando as vias do bairro”, ressalta o prefeito Edivaldo que por diversas vezes visitou as obras no local, ouvindo a população.

Um dos serviços mais significativos é a pavimentação asfáltica, que valorizou aproximadamente três mil residências nas ruas melhoradas. Com as obras e serviços, foram beneficiadas 70 ruas, totalizando 13 quilômetros de asfalto novo na área.

ASFALTO NA RUA

As obras integram o Asfalto na Rua, programa municipal que está mudando o cenário de vários bairros na capital. O Residencial Paraíso foi contemplado ainda com pavimentação em bloquetes, meio-fio, sarjeta, calçada e drenagem. As ruas Ayrton Sena, Palmares, Benjamim Constant, Nova, Babaçu, Topázio, Marfim, Laranjeiras, São Mateus, Diamante e as travessas do Poço e Lírio do Vale foram algumas das que receberam intervenções.

“São áreas que demandavam por uma melhor estrutura e que estão sendo priorizadas no cronograma de obras, com serviços de mobilidade urbana e que conferem dignidade à população da área. Esse conjunto de ações integra a política de desenvolvimento urbano do prefeito Edivaldo neste e outros bairros da cidade”, pontua o titular da Semosp, Antonio Araújo.

A iluminação na área também foi revitalizada, substituída e melhorada com a troca de 73 pontos do tipo vapor metálico – luz branca em lugar das amarelas. Este tipo de luz garante mais claridade para o ambiente. A substituição integra o projeto de modernização, expansão e melhorias do sistema de iluminação da cidade que também é executado pela Semosp.

DIGNIDADE

Fundado há 20 anos, o Residencial Paraíso, localizado na região Itaqui-Bacanga, possui uma população de aproximadamente nove mil pessoas. Os serviços do programa municipal Asfalto na Rua garantem mobilidade, qualidade de vida e valorização do bairro. “Nosso bairro era abandonado e com o prefeito Edivaldo passamos a ser vistos. Agradeço a ele por ter feito esse grande trabalho de urbanização que nós solicitamos e ele atendeu”, diz a professora Maria Eliene Moraes, que há 10 anos mora no local.

Para moradores e lideranças, as obras eram muito esperadas e mudaram para melhor o cenário na região. “É gratificante ver as ações do prefeito Edivaldo em nosso bairro, trazendo dignidade, renovando sonhos que por duas décadas esperávamos. Esses serviços de urbanização garantem acesso à saúde, segurança, lazer e tantas outras coisas boas para nós”, enfatizou o presidente da União de Moradores do bairro, River Vlademir da Silva Souza.

“Para o que tínhamos está muito melhor agora. Minha rua que era cheia de buracos hoje está um tapete. Antes, a gente não tinha acesso fácil e quando alguém adoecia a ambulância não conseguia entrar. Com essa obra, a saúde melhora para a gente”, disse a dona de casa Marinilda Oliveira Neres, 23 anos, moradora do bairro há cinco anos.

A casa do pedreiro Isaac Cunha, 35 anos, está aos poucos ganhando forma e se tornando a moradia que a família sempre quis. A Rua Diamantina, que antes era o cenário da lama e poeira, desestimulava o morador a fazer melhorias em sua casa. “Eu estou muito satisfeito. Ficou bom para meus filhos e agora estou cheio de esperança de ter, em breve, uma moradia melhor para eles”, diz ele, que mora com esposa e seis filhos menores.