No Dia da Limpeza Urbana, gestão do prefeito Edivaldo comemora avanços na gestão de resíduos sólidos

Perto de comemorar 406 anos de fundação, São Luís segue contabilizando melhorias na prestação dos serviços públicos municipais. E nesta terça-feira, 28 de agosto, Dia da Limpeza Urbana, a capital maranhense comemora também muitos avanços na gestão de resíduos sólidos por meio das políticas implantadas pelo prefeito Edivaldo e dentre os destaques nesta área estão os Ecopontos. A cidade, que antes não tinha qualquer política de incentivo à sustentabilidade, já encaminhou, em pouco mais de dois anos, 18 mil toneladas de resíduos sólidos para a reciclagem por meio dos 10 Ecopontos já em pleno funcionamento. Em setembro a Prefeitura entrega mais um Ecoponto à população localizado no bairro São Raimundo.

Antes da implantação dos Ecopontos São Luís não tinha políticas de incentivo à reciclagem e às cooperativas de catadores cujos profissionais trabalhavam de forma precária. Hoje, a capital maranhense faz parte do grupo de 7% das cidades brasileiras onde a reciclagem dos resíduos sólidos urbanos já é uma realidade. Todos os resíduos que são recebidos nos Ecopontos são entregues pela Prefeitura às cooperativas parceiras. Com isso, as cooperativas tiveram ganho médio de cerca de 600% e agora contratam mais profissionais. Desta forma, os Ecopontos garantem também a geração de emprego e renda por meio do fortalecimento da economia circular em São Luís.

Pouco mais de dois anos após a inauguração do primeiro Ecoponto – Parque Amazonas, em funcionamento desde maio de 2016 -, São Luís destaca-se na implementação de políticas que garantam à população o acesso à coleta seletiva e o encaminhamento dos resíduos sólidos urbanos para a reciclagem, atendendo ao que determina a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS) – Lei Federal 12.305/2010. Segundo esta legislação, as prefeituras devem cumprir uma ordem de prioridade para o gerenciamento dos resíduos que é reutilização, reciclagem, tratamento dos resíduos sólidos e disposição final ambientalmente adequada dos rejeitos.

O prefeito Edivaldo destaca a importância desta política para a população de São Luís. “Com os Ecopontos garantimos uma série de melhorias à nossa cidade. São Luís fica mais limpa porque agora todos estes resíduos que antes eram descartados nas ruas de forma irregular são entregues pelos moradores nos Ecopontos, que são equipamentos para uso das comunidades. Estamos avançando na implantação dos Ecopontos para que cada morador tenha um próximo do seu bairro. E com os Ecopontos incentivamos ainda a geração de emprego e renda para as cooperativas de catadores de São Luís”, destacou o prefeito.

ECOPONTO SÃO RAIMUNDO

Atualmente, São Luís tem 10 Ecopontos em pleno funcionamento, que atendem diretamente 350 mil moradores de 91 bairros. Recentemente a Prefeitura concluiu as obras do Ecoponto São Raimundo, que será o 11º entregue à população, ampliando o número de moradores e bairros beneficiados. A entrega do novo equipamento ocorrerá durante as comemorações dos 406 anos de São Luís, no mês de setembro. Antes, a Prefeitura, por meio do Comitê Gestor de Limpeza Urbana, vai executar ações de mobilização e conscientização dos moradores do entorno do novo Ecoponto que fica localizado na Rua 03, Quadra 50, próximo do ponto final das linhas de ônibus que atendem o bairro São Raimundo.

A presidente do Comitê Gestor de Limpeza Urbana, Carolina Moraes Estrela, avalia o impacto dos Ecopontos para a manutenção da limpeza urbana de São Luís. “Todo este material que é entregue pela população nos Ecopontos estaria sendo descartado nas ruas da cidade, causando uma série de problemas. Para termos uma noção do quanto isto significa, hoje temos em São Luís pontos de descarte irregular onde fazemos até quatro ações de limpeza por semana para controlarmos o acúmulo de resíduos. À medida que formos avançando na implantação dos Ecopontos e nas ações de educação ambiental junto à população vamos mudando o hábito do descarte irregular e avançando cada vez mais na reciclagem”, informa.

RECICLAGEM

Para avançar ainda mais neste trabalho já estão em fase de licenciamento a construção de dois galpões de triagem para uso pelas cooperativas de reciclagem. “Os galpões serão construídos anexos a dois novos Ecopontos em São Luís, um no Centro e outro na área Itaqui-Bacanga. À medida que formos entregando novos Ecopontos em São Luís o volume de materiais recicláveis recebidos pelas cooperativas vai aumentar. Com os galpões nosso objetivo é garantir que as cooperativas tenham condições de trabalho adequadas”, disse Carolina Moraes Estrela.

A Prefeitura está também licenciando a construção de um Pátio de Compostagem – para beneficiamento de resíduos orgânicos – e uma Usina de Beneficiamento de Resíduos Inertes – para a reciclagem de restos de construção civil. As duas unidades serão construídas na Unidade de Beneficiamento de Resíduos, área do antigo lixão de São Luís que foi desativado pela Prefeitura e passa por um rigoroso e permanente processo de recuperação ambiental. Com o pátio de compostagem e unidade de beneficiamento de resíduos inertes a Prefeitura de São Luís vai garantir que mais de sete mil toneladas de resíduos sejam recicladas por mês.

NOVOS ECOPONTOS

A área Itaqui-Bacanga e o Centro, onde serão construídos os galpões de triagem, estão entre as regiões da cidade que ainda não foram beneficiadas pela política dos Ecopontos. A segunda etapa de implantação dos equipamentos vai priorizar estas localidades. Ao todo, serão 10 novos Ecopontos distribuídos em bairros onde o descarte irregular ainda é um problema crônico. Na área Itaqui-Bacanga a Prefeitura já iniciou as mobilizações para a construção de um Ecoponto e galpão de triagem.

Entre as áreas que também ainda não têm Ecopontos e que a Prefeitura já iniciou estudos técnicos para verificar a viabilidade da implantação dos equipamentos estão Cohatrac, Cohaserma, Sacavém, Caratatiua, Cidade Olímpica, Ipem Calhau e Cohab. A região da Cidade Operária, por sua vez, já tem dois Ecopontos em pleno funcionamento – Jardim América e Cidade Operária. Entretanto, ainda têm pontos críticos de descarte de descarte irregular. “Em todos estes locais estão sendo verificadas a viabilidade de instalação de um novo Ecoponto na região para sanarmos de vez os problemas de descarte irregular na região”, destaca Carolina Moraes Estrela.

Números
Total de Ecopontos já implantados: 10
Total de resíduos recebidos: 18 mil toneladas
Bairros abrangidos: 91
População beneficiada: 350 mil pessoas
Aumento médio na renda das cooperativas: 575,42%

MAIS

O Ecoponto Parque Amazonas foi o primeiro a ser inaugurado em São Luís, em maio de 2016. Ainda em 2016 foram inaugurados os Ecopontos Angelim, Bequimão e Turu. Ao longo de 2017 a Prefeitura entregou à população os Ecopontos Jardim América, Jardim Renascença, Residencial Esperança e Cidade Operária. Em janeiro deste ano foi inaugurado o Ecoponto São Francisco e dia 26 de março o Ecoponto Anil. Em setembro, a Prefeitura inaugura do Ecoponto São Raimundo.

CENTRAL DE ATENDIMENTO
Para saber onde fica o Ecoponto mais próximo de seu bairro, que tipo de materiais podem ser descartados e tirar outras dúvidas sobre estes equipamentos a população pode entrar em contato com a Central de Atendimento do Comitê Gestor de Limpeza Urbana por meio do telefone 0800 098 1636.

Localização dos Ecopontos
– Ecoponto Anil
Rua 02, s/nº, Anil (próximo à agência do Banco do Brasil)
– Ecoponto Parque Amazonas
Avenida dos Africanos, s/nº, Bairro de Fátima, entrada do Parque Amazonas;
– Ecoponto Angelim
Rua 27, s/nº (antes do Makro, próximo ao Restaurante Chico Noca);
– Ecoponto Bequimão
Avenida 1, s/nº, Bequimão, ao lado do CRAS
– Ecoponto Habitacional Turu
Travessa G, s/nº, Habitacional Turu, próximo ao antigo Mateus Supermercados
– Ecoponto Jardim América
Avenida 03, s/nº, Jardim América, ao lado da União de Moradores
– Ecoponto Jardim Renascença
Rua Netuno, próximo à Paróquia de São Paulo Apóstolo
– Ecoponto Residencial Esperança
Rua Doutor Ribeiro, s/nº, Residencial Esperança
– Ecoponto Cidade Operária
Avenida Este 203, s/nº, Cidade Operária, próximo ao Campo do Real
– Ecoponto São Francisco
Avenida Ferreira Gullar, próximo à Estação Elevatória da Caema
– Ecoponto São Raimundo
Rua 03, Quadra 50, próximo do ponto final

Que materiais são recebidos nos Ecopontos?
ELETRÔNICOS: televisão, monitores, celular, impressoras, mouses, teclados, etc – até três unidades
ENTULHO: resíduos de construção civil, como tijolos, telhas, gessos etc – até 2m³ (volume de uma caixa d’água de 2 mil litros)
MADEIRAS: até 2m³ (volume de uma caixa d’água de 2 mil litros)
ÓLEO DE COZINHA: até 5 litros
PNEUS: até 4 unidades
PODAS DE ÁRVORE E RESTO DE CAPINA: até 2m³ (volume de uma caixa d’água de 2 mil litros)
RECICLÁVEIS: plástico, papel, isopor, metais, vidros, etc (até 300 litros – 3 sacos grandes)
VOLUMOSOS: móveis, sofás, colchão etc (até dois volumes)
*Quantidades por pessoa/dia

Que materiais os Ecopontos não recebem?
Lixo doméstico
Animais mortos
Resíduos hospitalares
Resíduos perigosos/contaminados: pilhas, baterias, lâmpadas, cartuchos/tonner etc

Qual o horário de funcionamento dos Ecopontos?
Segunda-feira a Sábado, das 7h às 19h

Alunos da rede de ensino recebem orientação sobre descarte correto de resíduos sólidos

A Prefeitura de São Luís iniciou o segundo semestre letivo nas escolas da rede municipal e com a volta às aulas foram retomadas as ações de educação ambiental da campanha Cidadão Limpeza Cidade Beleza, desenvolvidas pelo Comitê Gestor de Limpeza Urbana. O objetivo da campanha, uma iniciativa da gestão do prefeito Edivaldo, é despertar desde cedo a consciência ambiental e incentivar o manejo e descarte correto dos resíduos sólidos. A primeira ação do segundo semestre foi realizada nesta quinta-feira (9), para alunos da Educação Infantil da Unidade de Educação Básica (U.E.B.) Emir Justino Ribeiro, no São Bernardo.

Por meio do trabalho são realizadas palestras em escolas da rede municipal e nos bairros da cidade para chamar a atenção da população para os transtornos causados pelo descarte irregular de resíduos sólidos em vias públicas, incentivando o uso dos Ecopontos e promovendo a coleta seletiva e reciclagem.

As ações são coordenadas pelo Comitê Gestor de Limpeza Urbana e a expectativa é de que ao longo do mês de agosto mais de 2000 alunos da rede pública municipal participarão das atividades. “Temos um cronograma fixo de ações de educação ambiental e desde abril integramos esta programação com a campanha Cidadão Limpeza Cidade Beleza lançada este ano pela Prefeitura de São Luís. Para 2018, nossa meta é dobrar as ações realizadas em comparação a 2017, levando estas atividades ao maior número de bairros e escolas da nossa capital”, afirmou a presidente do Comitê Gestor de Limpeza Urbana, Carolina Moraes Estrela.

ESTUDANTES ATENTOS

Durante os períodos matutino e vespertino cerca de 300 alunos da Educação Infantil (3 a 5 anos) da U.E.B. Emir Justino Ribeiro tiveram uma aula bem diferente, assistindo uma palestra divertida. De forma lúdica, eles aprenderam sobre os diferentes tipos de materiais recicláveis, como separá-los e que eles devem ser entregues nos Ecopontos para que sejam reaproveitados pelas cooperativas de catadores.

As crianças ficaram empolgadas com a presença do Cidadão Limpeza na escola e participaram de todas as brincadeiras propostas por ele. Atentas, elas responderam todas as perguntas sobre a separação correta dos materiais recicláveis como a cor do coletor para cada tipo de material (papel, plástico, metal e vidro). Elas também ouviram com atenção as histórias criadas por ele para ensiná-las a importância da preservação do meio ambiente.

CAMPANHA CIDADÃO LIMPEZA

De abril a julho de 2018, já foram realizadas 38 ações de educação ambiental por meio da campanha Cidadão Limpeza Cidade Beleza, totalizando quase quatro mil pessoas beneficiadas entre estudantes das redes pública e privada, além de moradores dos mais diversos bairros de São Luís por meio das visitas guiadas a Ecopontos, palestras em escola e ações de rua. As ações de educação ambiental são desenvolvidas dentro do planejamento da Campanha Cidadão Limpeza Cidade Beleza que foi desenvolvida para informar e educar a população sobre o manejo adequado do lixo domiciliar.

As ações ocorrem em escolas públicas ou privadas, universidades, associações de moradores, entidades de classe entre outras interessadas em aprender mais sobre sustentabilidade, coleta seletiva, descarte ambientalmente adequado dos resíduos sólidos domiciliares entre outros. A divulgação dos Ecopontos também faz parte das ações de educação ambiental, por meio de visitas guiadas quando estudantes e comunidades do entorno dos Ecopontos conhecem melhor o equipamento e tiram suas dúvidas quanto ao seu funcionamento.

Desta forma, são desenvolvidas atividades de mobilização social, palestras, visitas técnicas, compensação ambiental, entre outras mostrando, assim, o interesse e a responsabilidade da Prefeitura de São Luís em trabalhar na educação ambiental de forma pontual e objetiva, fortalecendo práticas sustentáveis em busca do meio ambiente equilibrado para as presentes e futuras gerações.

Assinado convênio para destinação final de resíduos sólidos de Raposa e São José de Ribamar

O Governo do Maranhão, por meio da Agência Executiva Metropolitana (AGEM), deu mais um importante passo no processo de consolidação do Projeto de Transbordo, Transporte e Destinação Final de Resíduos Sólidos da Região Metropolitana. Com a assinatura, na quinta-feira (28), de convênio entre a AGEM e as prefeituras de Raposa e de São José de Ribamar, foi firmado o apoio à gestão de resíduos sólidos urbanos domiciliares, com serviços de tratamento e disposição final deste material.

Pelo convênio, o Governo do Estado auxiliará com 50% dos gastos municipais relativos à destinação final dos resíduos sólidos. Esta ação colabora para a resolução da problemática dos lixões, que, por lei, deveriam ter sido extintos no ano passado, em todo o Brasil. No Maranhão, a realidade ainda é preocupante devido ao abandono de politicas públicas voltadas para este setor por várias décadas.

Segundo o presidente da Agência Executiva Metropolitana, Lívio Jonas Mendonça Corrêa, o Maranhão, hoje, possui a menor cobertura em coleta domiciliar dos resíduos sólidos urbanos [RSU], segundo a última PNAD (2015) atendendo somente 59,5% da população, longe do Piauí, penúltimo colocado com 69,1%, e da média nacional com 89,8%.

“Essa realidade precisa ser modificada o quanto antes. Daí estarmos executando o Plano de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos (PGIRS) da Região Metropolitana da Grande São Luís (RMGSL), que tem como objetivo estabelecer, conforme as normas, os critérios técnicos e exigências mínimas, fornecendo informações que permitam a apresentação de propostas para contratação dos serviços de disposição final, em aterros sanitários, dos resíduos sólidos urbanos, por parte de todos os municípios que compõem a Região Metropolitana da Grande São Luís”, informa Lívio Jonas Mendonça Corrêa.

O presidente acrescenta, ainda, que o Governo do Estado está atento às grandes dificuldades dos municípios da Região Metropolitana, inclusive no que se refere à capacitação técnica e financeira para resolução do problema do lixão.

“Por esta razão, o Governo está licitando para a contratação de aterro sanitário para disposição final dos resíduos sólidos destas cidades”, explica o presidente da AGEM.

Próximos passos

Além da assinatura do convênio com os municípios de Raposa e São José de Ribamar, a AGEM está finalizando o processo licitatório de contratação de aterro sanitário para destinação final dos resíduos sólidos para os demais municípios da Região Metropolitana da Grande São Luís, a saber: Bacabeira, Santa Rita, Axixá, Morros, Icatu, Presidente Juscelino, Paço do Lumiar e Cachoeira Grande.

Lívio Jonas Mendonça Corrêa explica que, atualmente, Rosário já possui passivo ambiental, visto o Aterro de Titara estar instalado no município, e São Luís já possui um contrato de destinação final com o Titara, bem como São José de Ribamar e Raposa. Alcântara, por se localizar do outro lado da Baía de São Marcos, possui peculiaridades que demandam a construção de um aterro exclusivo. “Será de pequeno porte, para cinco toneladas ao dia, de operação manual”, conta o presidente.

Prefeito Edivaldo reforça gestão de resíduos sólidos com a construção de mais um Ecoponto

Avançando nas políticas de limpeza urbana na capital, a Prefeitura de São Luís iniciou as obras de mais um Ecoponto na capital, localizado no bairro São Raimundo. Com o novo equipamento, a gestão do prefeito Edivaldo ampliará para 11 o número de Ecopontos na cidade, além da quantidade de bairros e população beneficiada pela política. Os Ecopontos fortalecem as ações de limpeza urbana já desenvolvidas nos bairros, além de coibirem o descarte irregular na cidade.

“O Ecoponto São Raimundo é parte do pacote de 10 novos equipamentos que anunciamos em março deste ano. Atualmente nossa política de gerenciamento de resíduos sólidos já contempla 10 Ecopontos que estão em pleno funcionamento recebendo em torno de 60 toneladas de resíduos por mês que são destinados à reciclagem ou reuso. Inauguramos o primeiro deles, localizado no Parque Amazonas, em maio de 2016 e o último, no Anil, entregamos em março deste ano. Além de ser uma importante política de limpeza urbana, os Ecopontos também fortalecem a cadeia produtiva de resíduos sólidos em São Luís e fomenta a economia solidária” destacou o prefeito Edivaldo.

Em dois anos de implantação, os Ecopontos já beneficiaram 350 mil moradores em mais de 90 bairros da capital o que comprova o sucesso da inciativa da Prefeitura. Com a inauguração do Ecoponto São Raimundo estes números serão ampliados, garantindo que São Luís continue avançando na implantação de políticas de sustentabilidade.

A presidente do Comitê Gestor de Limpeza Urbana, Carolina Moraes Estrela, destaca a importância dos equipamentos para São Luís. “Hoje, não se pode falar em gestão de resíduos sólidos urbanos sem pensar em desenvolvimento sustentável e sem implantar políticas efetivas de reciclagem. Em São Luís, por determinação do prefeito Edivaldo, estamos avançando nestas ações com a implantação dos Ecopontos, que são espaços onde a população pode fazer a entrega voluntária dos resíduos passíveis de reciclagem”, afirmou.

Localizado na Rua 04, próximo ao ponto final da linha de ônibus que atende ao bairro, o Ecoponto São Raimundo está sendo implantado em uma área onde o descarte irregular de resíduos sólidos é comum na região. Para evitar o acúmulo de lixo, a Prefeitura de São Luís realiza pelo menos duas ações de remoção mecanizada por semana. No bairro, a coleta domiciliar é feita regularmente às segundas, quartas e sextas-feiras no período diurno, mas o descarte irregular nas vias públicas ainda é frequente.

Carolina Moraes Estrela destaca que a partir da implantação do Ecoponto uma série de ações serão realizadas para melhorar a limpeza urbana no bairro. “O início das obras é apenas o começo do fortalecimento de uma série de políticas que visam mudar essa realidade, pois além da instalação do equipamento nós faremos ações de educação ambiental com a população para estimular o manejo adequado do lixo domiciliar”, informou.

SAIBA MAIS

Localização dos Ecopontos em funcionamento
– Ecoponto Anil
Rua 02, s/nº, Anil (próximo à agência do Banco do Brasil)
– Ecoponto Parque Amazonas
Avenida dos Africanos, s/nº, Bairro de Fátima, entrada do Parque Amazonas;
– Ecoponto Angelim
Rua 27, s/nº (antes do Makro, próximo ao Restaurante Chico Noca);
– Ecoponto Bequimão
Avenida 1, s/nº, Bequimão, ao lado do CRAS
– Ecoponto Habitacional Turu
Travessa G, s/nº, Habitacional Turu, próximo ao antigo Mateus Supermercados
– Ecoponto Jardim América
Avenida 03, s/nº, Jardim América, ao lado da União de Moradores
– Ecoponto Jardim Renascença
Rua Netuno, próximo à Paróquia de São Paulo Apóstolo
– Ecoponto Residencial Esperança
Rua Doutor Ribeiro, s/nº, Residencial Esperança
– Ecoponto Cidade Operária
Avenida Este 203, s/nº, Cidade Operária, próximo ao Campo do Real
– Ecoponto São Francisco
Avenida Ferreira Gullar, próximo à Estação Elevatória da Caema

Que materiais são recebidos nos Ecopontos?
ELETRÔNICOS: televisão, monitores, celular, impressoras, mouses, teclados, etc – até três unidades
ENTULHO: resíduos de construção civil, como tijolos, telhas, gessos etc – até 2m³ (volume de uma caixa d’água de 2 mil litros)
MADEIRAS: até 2m³ (volume de uma caixa d’água de 2 mil litros)
ÓLEO DE COZINHA: até 5 litros
PNEUS: até 4 unidades
PODAS DE ÁRVORE E RESTO DE CAPINA: até 2m³ (volume de uma caixa d’água de 2 mil litros)
RECICLÁVEIS: plástico, papel, isopor, metais, vidros, etc (até 300 litros – 3 sacos grandes)
VOLUMOSOS: móveis, sofás, colchão etc (até dois volumes)
*Quantidades por pessoa/dia

Que materiais os Ecopontos não recebem?
Lixo doméstico
Animais mortos
Resíduos hospitalares
Resíduos perigosos/contaminados: pilhas, baterias, lâmpadas, cartuchos/tonner etc

Qual o horário de funcionamento dos Ecopontos?
Segunda-feira a Sábado, das 7h às 19h

30 mil toneladas de resíduos sólidos descartados irregularmente são recolhidos em SLZ

A Prefeitura de São Luís já recolheu este ano aproximadamente 30 mil toneladas de resíduos sólidos descartados irregularmente nas vias públicas da cidade. O serviço tem sido intensificado durante o período chuvoso porque o descarte inadequado do lixo é um dos fatores para o entupimento de bueiros, o que provoca alagamentos em alguns pontos da cidade. Para evitar transtornos, a população deve descartar o lixo domiciliar corretamente e encaminhar os recicláveis para um dos 10 Ecopontos em pleno funcionamento na capital.

A Prefeitura de São Luís, por meio do Comitê Gestor de Limpeza Urbana, seguindo orientação do prefeito Edivaldo, faz ações de remoções em pontos de descarte irregular de resíduos sólidos pela cidade. Este recolhimento ocorre por meio dos serviços de remoção manual e remoção mecanizada, de segunda a sábado, das 7h às 23h, para garantir a limpeza desses locais. Por meio das remoções são eliminados pontos de descarte irregular, conhecidos popularmente como “lixões”, na cidade.

A presidente do Comitê Gestor de Limpeza Urbana, Carolina Moraes Estrela, informa que o dimensionamento da coleta domiciliar em São Luís conseguiria atender toda a demanda de resíduos gerados na cidade, não fossem os descartes irregulares. “Nós poderíamos ter, inclusive, um volume de recolhimento maior diariamente, mas nem todo o lixo que é produzido em São Luís é recolhido porque muita coisa acaba se perdendo por causa dos descartes irregulares, apesar de termos ações diárias para coibir essa prática e coletar o que é decorrente dela”, disse.

REMOÇÕES

Nesta semana os serviços já contemplaram áreas como a Chácara Brasil, onde foi feito o serviços de remoção de lixo em todo. Também receberam equipes da Prefeitura, com serviço de remoções mecanizadas as avenidas dos Africanos, Franceses, Kennedy e Camboa. Somente em abril já foram feitos serviços de limpeza também em pontos de descarte irregular no Olho d’Água, Anel Viário, Anjo da Guarda, Parque Shalom, Cohaserma, Radional, Centro Histórico, Cidade Operária, Cidade Olímpica, Sá Viana, avenidas Luís Eduardo Magalhães, Luís Rocha, Getúlio Vargas, Portugueses entre outros pontos.

Os resíduos descartados de forma irregular, em São Luís, é gerado a partir de reformas de pequeno porte, restos de poda e capina de origem domiciliar, ou ainda, móveis e eletrodomésticos velhos que normalmente são descartados nas vias públicas, além de recicláveis como papel, plástico e vidro.

Há ainda o descarte ilegal feito por empresas dos mais diversos setores que descarregam seus resíduos nos pontos de descarte irregular quando o correto, segundo a Política Nacional de Resíduos Sólidos (Lei Federal Nº 12.305/2015), seria que elas tivessem um plano de gerenciamento dos resíduos por eles produzidos. Em média, a Prefeitura recolhe, por dia, cerca de 300 toneladas de resíduos com as ações de remoção.

PROBLEMAS

O descarte irregular de resíduos sólidos pode causar uma série de problemas à população que podem ser potencializados no período chuvoso, pois o lixo jogado irregularmente na rua vai para as bocas de lobo, de onde seguem para as galerias de águas pluviais, canais e rios da cidade. Isso afeta a rede de drenagem, pois diminui a vazão das galerias de águas das chuvas, provocando ponto de acúmulo de água pela cidade.

Com isso, a água pode invadir as casas, causando prejuízos materiais como a perda de móveis e eletrodomésticos e até mesmo danos na estrutura das casas e ainda problemas de locomoção por toda a cidade, além da degradação do asfalto das ruas e avenidas da capital.
O resíduo jogado nas ruas pode, ainda, contaminar a água das chuvas, provocando a proliferação de doenças porque atrai animais como moscas, ratos, baratas e facilita a reprodução de mosquitos transmissores de doenças como a dengue, chikungunya, o zika vírus e a febre amarela. O descarte irregular causa também problemas ambientais e prejudica o paisagismo urbano, pois cria “lixões” dentro dos bairros.

Prefeito Edivaldo avança na gestão de Resíduos Sólidos com inauguração do 10º Ecoponto

A partir da política de resíduos sólidos colocada em prática pelo prefeito Edivaldo, São Luís figura no cenário nacional entre as poucas capitais brasileiras que apresentam ações específicas nesta área. Com a entrega, nesta segunda-feira (26), do 10º Ecoponto para a população ludovicense, a Prefeitura de São Luís dá mais um passo importante no avanço desta política, ampliando para 91 o número de bairros atendidos, alcançando 30% da população da capital e beneficiando 350 mil pessoas. O novo equipamento está instalado no bairro do Anil.

Os Ecopontos têm a proposta de ser um espaço voltado para o descarte adequado e contribuem para o desenvolvimento de outras políticas públicas em áreas como saúde, meio ambiente e infraestrutura. O prefeito Edivaldo, ao lado da primeira-dama Camila Holanda, destacou que o avanço das ações é resultado do comprometimento da gestão com o desenvolvimento das políticas públicas que visam à melhoria da qualidade de vida da população.

“Estamos muito satisfeitos com o trabalho realizado. A entrega do 10º Ecoponto é reflexo do esforço que vem sendo executado pelo poder público para tornar São Luís uma cidade cada vez mais limpa, melhor pra se viver e tem impactos muito positivos em outras áreas como a saúde pública e também o fortalecimento da consciência ambiental”, disse o prefeito. Além do vice-prefeito, Julio Pinheiro e do secretariado municipal, participaram da inauguração o deputado federal Weverton Rocha e os vereadores Raimundo Penha, Fátima Araujo, Paulo Vitor, Marcelo Poeta e Pavão Filho.

Durante seu pronunciamento o prefeito disse ainda que “é um estímulo à parceria entre o poder público e a comunidade que pode e deve fazer sua parte para contribuir com a limpeza da cidade”. Na ocasião Edivaldo anunciou, ainda, a construção de mais 10 Ecopontos em 2018 e dois centros de triagem para as cooperativas que recebem os materiais dos equipamentos.

Além do Anil, o Ecoponto beneficia moradores de bairros como Alto do Pinho, Aurora, Jardim Alvorada, Pão de Açúcar, Parque Seilândia, Parque Universitário, Vila Nossa Senhora da Conceição, João de Deus, Planalto Anil, Planalto Aurora, Residencial Turquesa e Sítio São José.

O vice-prefeito de São Luís, Julio Pinheiro acompanhou a inauguração do Ecoponto Anil. “A nossa cidade tem sido destaque nacional com as ações do poder público municipal para o tratamento adequado do lixo. Além de contribuir com uma cidade mais limpa, essa é uma ação que favorece os trabalhadores e trabalhadoras que atuam nas cooperativas de reciclagem em São Luís, gerando trabalho e renda para esses cidadãos”, destacou o vice-prefeito.

A presidente do Comitê Gestor de Limpeza Urbana, Carolina Moraes Estrela, falou sobre a importância da política de gestão de resíduos sólidos. “Essa é uma determinação muito importante do prefeito Edivaldo porque trabalha com a educação ambiental. Precisamos destacar que poucos municípios no Brasil executam alguma política voltada para a reciclagem. 80 milhões de toneladas de lixo são geradas todos os anos e apenas 3% segue para a reciclagem, o que gera para a economia brasileira uma perda de cerca de R$ 120 milhões de reais”, destacou.

AVANÇOS

Os 10 ecopontos em São Luís estão distribuídos no Parque Amazonas, Angelim, Bequimão, Habitacional Turu, Jardim América, Jardim Renascença, Residencial Esperança, Cidade Operária, São Francisco e Anil. Desde maio de 2016, quando o primeiro Ecoponto foi entregue, mais de 11 mil toneladas de materiais recicláveis, entulho e outros resíduos foram recebidos nos locais.

Em comparação a outras capitais, os Ecopontos de São Luís destacam-se por serem unidades com maior capacidade de recebimento de resíduos, terem horário de funcionamento prolongado e não cobrarem taxas para o recebimento de resíduos específicos.

EDUCAÇÃO AMBIENTAL

O estudante Guilherme Araújo ressaltou a importância da reciclagem

A inauguração do Ecoponto contou com a visita de alunos de escolas como a Unidade de Educação Básica (U.E.B.) Sá Vale e o Instituto Divina Pastora. Conduzidos pelo Cidadão Limpeza, personagem de projeto de Educação Ambiental da Prefeitura de São Luís, os estudantes descobriram como funciona um Ecoponto e refletiram sobre a importância de jogar os resíduos no local adequado.

“Aprendi que não devemos jogar lixo na rua e que precisamos reciclar”, disse o estudante Guilherme Araújo, 10 anos. “A gente precisa reciclar para salvar o mundo, senão no futuro não haverá mais árvores, oxigênio e animais”, explicou João Vinícius Pontes.

ECOPONTOS

Os Ecopontos, que funcionam de segunda-feira a sábado, das 7h às 19h, são unidades para o recebimento de resíduos sólidos domiciliares passíveis de reuso ou reciclagem. São recebidos pelos espaços materiais como eletrônicos (televisão, monitores, celular, impressoras, mouses, teclados, etc), entulhos (resíduos de construção civil como tijolos, telhas, gessos), madeira, óleo de cozinha, pneus, podas de árvore e resto de capina, recicláveis (plástico, papel, isopor, metais, vidros, etc) e bagulhos volumosos (móveis, sofás, colchão, etc). Os materiais vão para cooperativas de catadores, entidades que fazem a seleção e a comercialização desse material.

Também prestigiaram a entrega do 10º ecoponto da cidade os secretários municipais Ivaldo Rodrigues (Agricultura, Pesca e Abastecimento), José Cursino (Planejamento), Delcio Rodrigues (Fazenda), Lula Fylho (Saúde), Antonio Araújo (Obras e Serviços Públicos), Conceição Castro (Comunicação), Mádison Leonardo Andrade (Urbanismo e Habitação) e Heryco Coqueiro (Segurança com Cidadania).

Região metropolitana avança na gestão integrada de resíduos sólidos

A Agência Executiva Metropolitana (AGEM) deu um importante passo para resolver um problema histórico entre as cidades que compõe a região, no que se refere a gestão dos resíduos sólidos. Na tarde desta segunda-feira (15), o presidente Pedro Lucas assinou o contrato e a ordem de serviço para a elaboração do Plano que trará um diagnóstico completo. O documento terá ainda indicação de soluções consorciadas, concepção tecnológica e de viabilidade para tratamento e disposição final dos resíduos, pelos próximos 20 anos.

Os serviços serão realizados pela Floram Engenharia e Meio Ambiente, que terá sete meses para concluir esse primeiro Plano de Resíduos Sólidos da Região Metropolitana da Grande São Luís. A empresa elaborou o mesmo tipo de documento para Maceió, capital do estado de Alagoas, e projetos específicos para os estados da Bahia e Pernambuco.

“É um trabalho desafiador, integrar na mesma gestão, cidades com perfis tão diferentes e construir soluções que atendam aos interesses de todos e ao mesmo tempo soluções individualizadas”, comentou Augusto Braga, gerente técnico que também assinou os documentos.

Todo o material apurado será submetido ao Comitê para validação dos estudos e o processo acontecerá com a plena participação da comunidade, em cinco etapas que incluem audiências públicas, como prevê o controle social dentro da política de saneamento, com apresentação dos resultados, questionamentos, bem como as contribuições dos moradores. O Plano também terá diretrizes de educação ambiental, um trabalho que se inicia quando o resíduo é gerado e vai até a disposição final.

Para o presidente da AGEM, Pedro Lucas Fernandes, esta é uma grande conquista para toda a região, que pela primeira vez terá um plano com todas as sugestões para implantação de uma gestão responsável dos resíduos sólidos.

“O plano vem ao encontro das exigências da Política Nacional de Resíduos, que prevê, dentre outra ações, o fechamento dos lixões com a consequente implantação de aterros sanitários, incrementando a questão da coleta seletiva com aproveitamento de materiais para a reciclagem e a valorização do trabalho do catador, além de se pensar também na melhoria dos serviços de limpeza pública”, concluiu.

Seminário sobre Gestão dos Resíduos Sólidos é realizado em Imperatriz

Foi realizado em Imperatriz, no último dis 23 de junho, o I Seminário do Programa Estadual para o Fortalecimento da Gestão Integrada dos Resíduos Sólidos no Maranhão. O objetivo foi fortalecer a gestão municipal de resíduos, além de capacitar gestores e técnicos da área.

A organização do seminário foi da Secretaria de Estado do Meio Ambiente.

“Na prática, se gerenciarmos bem os resíduos, poderemos evitar contaminação de solo, poluição das águas e menos emissões atmosféricas, isso tudo sem falar nos benefícios econômicos que a própria atividade de gerenciamento pode trazer. E estamos aqui para ajudar os municípios nessa missão”, disse o secretário de Estado de Meio Ambiente, Marcelo Coelho.

O programa será realizado em duas etapas, em cada regional (Imperatriz, Pinheiro e Codó) e cada etapa é constituída por duas fases, sendo estas, a capacitação e lançamento das metas; e a execução das metas por parte dos municípios, vinculado ao monitoramento e assessoramento contínuo por parte da SEMA, sendo a primeira etapa realizada no período de junho a dezembro de 2017, e, a segunda, no período de janeiro à junho de 2018.

Os seminários abrangerão os 217 municípios do Estado. Sendo que essa primeira etapa envolveu os seguintes: Alto Parnaíba, Riachão, Tasso Fragoso, Balsas, Carolina, Feira Nova do Maranhão, Formosa da Serra Negra, Fortaleza dos Nogueiras, Nova Colinas, São Pedro dos Crentes, São Raimundo das Mangabeiras, Sambaíba, Loreto, São Felix de Balsas, São João dos Patos, Barão do Grajaú, Benedito Leite, Buriti Bravo, Colinas, Jatobá, Lagoa do Mato Mirador, Nova Iorque, Paraibano, Passagem Franca, Pastos Bons, São Domingos do Azeitão, São Francisco do Maranhão, Sucupira do Norte, Sucupira do Riachão, Imperatriz, Amarante do Maranhão, Buritirana, Campestre do Maranhão, Davinópolis, Estreito, Governador Edison Lobão, João Lisboa, Lajeado Novo, Montes Altos, Porto Franco, Ribamar Fiquene, Senador La Roque, São João do Paraíso, Açailândia, Bom Jesus das Selvas, Buriticupu, Cidelândia, Itinga do Maranhão, São Francisco do Brejão, São Pedro da Água Branca e Vila Nova dos Martírios, Presidente Dutra, Capinzal do Norte, Dom Pedro, Fortuna, Gonçalves Dias, Governador Archer, Governador Eugênio Barros, Governador Luiz Rocha, Graça Aranha, Joselândia, Santa Filomena do Maranhão, Santo Antônio dos Lopes, Senador Alexandre Costa, São Domingos do Maranhão e São José dos Basílios, Barra do Corda, Arame, Fernando Falcão, Grajaú, Itaipava do Grajaú, Jenipapo dos Vieiras, Sítio Novo e Tuntum.

Em julho será a vez das cidades no entorno de Pinheiro, e, em agosto, dos municípios ao redor de Codó.

 

Durante o seminário foi assinado o Termo de Habilitação dos municípios de Vila Nova dos Martírios e Estreito. Agora eles estão aptos a licenciar, monitorar e fiscalizar. “Que sirva de exemplo para as demais cidades do Estado, para que essas se insiram nesse processo, porque juntos somos mais fortes”, finalizou Coelho.

Com informações da Sema