Goleiro Silva é apresentado no Maranhão Atlético Clube

Foi apresentado na manhã desta quinta-feira (10) no Parque Valério Monteiro, o mais novo reforço do MAC, para as disputas do Campeonato Maranhense.

O novo reforço Atleticano é o goleiro Silva, 27 anos, que já teve passagem nas equipes do Verê-RS, Vila Nova-GO, Mixto-MT, União Beltrão-PR, Rio Verde-GO e Grêmio Anápolis-GO. O jogador foi apresentado pelo presidente do Clube Robson Paz.

“Expectativa muito boa em vestir a camisa do Maranhão Atlético Clube, um clube que tem tradição no estado, sabemos do projeto que a diretoria tem para esta temporada, então chego bem feliz e animado para trabalhar, e fazer de tudo para que os objetivos sejam alcançados “. Destacou o goleiro Silva.

Na quarta-feira (09), foi apresentado o goleiro André Matheus, que em 2018, esteve disputando o estadual com a camisa Atleticana.

Nesta sexta-feira (11), a equipe realiza um jogo treino às 16h no Parque Valério Monteiro, contra a equipe amadora do Guarani.

A estreia do Maranhão Atlético Clube no estadual, será no dia 20 contra o Cordino, no estádio Leandrão na cidade de Barra do Corda.

Ficha Técnica

Nome: Emanuel Silva Souza ( Silva)

Data de Nascimento: 09/12/1991

Naturalidade: Capão Bonito (SP)

Posição: Goleiro

Com Paz no comando, MAC apresenta comissão técnica e atletas para o Maranhense

A temporada 2019 do Maranhão Atlético Clube, começou de forma oficial nesta sexta-feira (4). Pela manhã na sede social do Clube no bairro do Cohaserma, foram apresentados os jogadores e a comissão técnica da equipe Atleticana, para as disputas do Campeonato Maranhense.

A apresentação foi comandada pelo presidente do clube Robson Paz, juntamente com o vice Roberto Brandão e o diretor de futebol Evandro Marques e contou com a presença de jornalistas e torcedores.

Neste primeiro momento foram apresentados 27 jogadores. Nos próximos dias, a diretoria do clube, deverá anunciar a chegada de mais alguns reforços.

“Vamos fazer o Maranhão cada vez mais forte, por isso buscamos trazer jogadores de muita qualidade e experiência, mantendo uma base que jogou a Copa FMF. Trouxemos uma comissão técnica nova, que contribuiu muito na montagem do elenco. Tenho certeza que nos teremos um grupo competitivo e vamos brigar pelo titulo do Campeonato Maranhense “. Declarou o presidente Robson Paz.

Elenco Temporada 2019

Goleiro: Dida.

Zagueiros: Maicon, Railson Penalva, Bruno Bacabal, Patrick , Anderson Alagoano e Lucas.

Laterais: Matheus Rubens(D), Denilson (D), André Radija(E) e Jeferson Abreu (E)

Volantes: Abu, Wiliam Daltro,Rafael Santose Rodrigo.

Meias: Wanderson, Lesson, Deylon, Carlinhos Farias e Felipe Costa.

Atacantes: Cleber Pereira, Cris, Pedro Victor, Mauricio,Marciano, Russo e Ricardo Maranhão.

Comissão Técnica

Treinador: Marcinho Guerreiro

Auxiliar técnico: Zé Augusto

Preparador Físico: Gabriel Junior

Preparador de Goleiros: Esquerdinha

Fisioterapeuta: Rodrigo Loureiro

Massagista: Heraldo Lucio

Roupeiro: Dominguinhos

OPINIÃO | O amor vencerá o ódio

O Brasil está diante da eleição mais importante da história, desde a redemocratização do país. De um lado, a luz da democracia e do amor. Do outro, a escuridão da intolerância e da barbárie.

No centro, a população dividida. Parte desta, inebriada com pregações de ódio e violência. Não estamos, portanto, diante de simples decisão sobre quem será o presidente pelos próximos quatro anos. Mas, a escolher entre o caminho da dignidade humana, das liberdades individuais e o medievalismo das ‘santas inquisições’.

As recentes pesquisas mostram que há progressivo desencanto com o ‘mito’ da candidatura, que se apresenta como signatária da antipolítica, do combate à corrupção e à violência. Isto porque as práticas mostram o inverso. O representante da extrema direita tem se revelado um político intolerante, enredado em denúncias de corrupção, caixa dois e defensor da violência e da tortura.

A pregação do ódio aos opositores e morte, inclusive de inocentes, estarrece o país e o mundo. Quem em sã consciência seria capaz de utilizar o voto para autorizar um presidente da República a torturar e matar seus semelhantes?

Ainda mais contraditório é tentar associar a violência, misoginia, racismo, homofobia, intolerância, guerra, armamento com a mensagem de amor, da coexistência e da paz deixada por Jesus para a humanidade.

Decerto, o filho de Deus feito homem condenou práticas imorais e a corrupção. É verdade! Contudo, o fez convertendo estes por meio do amor e do perdão. Foi assim com a mulher que seria apedrejada por adultério, com os cobradores de impostos, entre outros tantos exemplos. “Aquele que dentre vós estiver sem pecado seja o primeiro que lhe atire pedra. (…) Nem eu tampouco te condeno; vai e não peques mais.” Sábias palavras, que ecoam por séculos, milênios.

Jesus não pregou a extinção, mas o respeito aos diferentes. “As pessoas saudáveis não precisam de médico, mas sim os doentes. (…) Pois eu não vim chamar os justos, mas os pecadores.” (Mateus 9:12, 13)

É preciso dizer não à ameaça à democracia no Brasil, aos direitos humanos e às liberdades individuais. Valorizar as famílias é assegurar igualdade de direitos e oportunidade para todos e todas, moradia digna, educação gratuita e com qualidade, acesso à saúde.

O futuro do nosso país depende de cada um de nós. É auspicioso ver que eleitores indecisos e propensos em votar em branco e/ou nulo começam a entender que se omitir do processo é fortalecer os ideais odiosos e intolerantes, que ameaçam a dignidade humana.

Dos mais brilhantes líderes da história, Nelson Mandela afirmou que “ninguém nasce odiando outra pessoa pela cor da sua pele, por sua origem ou ainda por sua religião. Para odiar as pessoas precisam aprender, e se podem aprender a odiar, elas podem ser ensinadas a amar”.

É preciso refletir sobre tudo isto na hora de votar. Não podemos ser cúmplices, nem compactuar com a morte da esperança numa nação melhor e mais justa para esta e as próximas gerações. É o destino de mais de 200 milhões de brasileiros que está em jogo. O amor vencerá o ódio!

Radialista, jornalista, Secretário adjunto de Comunicação Social e diretor-geral da Nova 1290 Timbira AM.

OPINIÃO | Que vença a boa política

A profusão de notícias falsas tem caracterizado as eleições deste ano. A disseminação de fake news na campanha eleitoral é algo desmesurado, nocivo e assustador. Funcionam como cortina de fumaça. Enquanto a população perde tempo discutindo o que é verdade ou mentira, o debate sobre aquilo que realmente interessa para o país passa ao largo do processo eleitoral.

Não há debate em profundidade sobre os principais problemas do Brasil. Falta discussão acerca de medidas para retirar o país do caos econômico, institucional e político. A indignação com parte dos políticos, na maioria dos casos legítima, parece ter levado à cegueira e à surdez boa parte do eleitorado. E há candidato(s) a estimular isso para retirar dividendos eleitorais.

Questões extraordinariamente importantes para nosso país estão sem respostas ou sequer são debatidas.

Como retirar milhões de brasileiros do desemprego? De onde virá financiamento para a educação pública? Quais as propostas para viabilizar a eficiência do sistema público de saúde? Há políticas públicas para reduzir o déficit habitacional? E o combate ao tráfico de drogas e de armas. Quais as soluções e responsabilidades?

Aparentemente nada disso tem importado para parte do eleitorado, que está embevecido pela agenda das discussões rasas, intolerantes e odiosas sobre fake news, kit gay, antipolítica e outras superficialidades.

Contudo, os resultados do primeiro turno mostram que há luz no fim do túnel. Em nível nacional, houve expressivas renovações na Câmara dos Deputados e no Senado Federal. A população refutou o caciquismo regional e mandou para casa muitos dos apoiadores do colapso político do país.

No Maranhão, o povo disse não à usina da fake news utilizada pelos opositores do governador Flávio Dino. Por trás dos ataques a tentativa de impedir sua recondução para mais um mandato.

Por três anos e meio, foram incontáveis as inverdades disseminadas para desgastar o governo junto à população. No período eleitoral, a produção das noticias falsas cresceu exponencialmente. De apreensão indiscriminada de motocicletas à inexistente criação de impostos passando por insinuações criminosas. Tudo foi utilizado nas redes sociais e até mesmo no horário eleitoral de rádio e TV. Em vão!

Feitos os devidos esclarecimentos, os milhões de eleitores maranhenses priorizaram aquilo que é essencial: trabalho e propostas para melhorar a vida das pessoas.

Ao fim, a consagradora reeleição de Flávio Dino em primeiro turno com larga vantagem sobre a candidata adversária e a inédita eleição dos senadores, maioria das bancadas federal e estadual demonstraram que a agenda que de fato interessa à população é a resolução dos problemas concretos e imediatos do cotidiano.

Prevaleceu a seriedade e decência na condução da coisa pública; a política que prioriza a dignidade e melhora a vida das pessoas; a promoção da justiça social e de oportunidades para todos e todas. Que a verdade vitoriosa no pleito do Maranhão prepondere também no segundo turno das eleições presidenciais. Viva a democracia!

Radialista, jornalista, Secretário adjunto de Comunicação Social e diretor-geral da Nova 1290 Timbira AM.

OPINIÃO | “Desinteresse’ do eleitorado pelo Senado

Por quase meio século a representação do Maranhão no Senado da República é hegemonizada por membros de um mesmo grupo político. No mais das vezes, sua atuação atende aos interesses menores e até eleitoreiros deste agrupamento que ao conjunto da população.

Dois episódios demonstram isto na prática. Em meados da década passada, a população foi às ruas para reivindicar a aprovação de empréstimo de US$ 30 milhões junto ao Banco Mundial, para financiar o Programa de Desenvolvimento Integrado do Maranhão (Prodim).

Pois bem! Os três senadores do Maranhão à época fizeram de tudo para boicotar o projeto, cujo objetivo era combater a pobreza rural e o então governador do Estado José Reinaldo Tavares teve de recorrer a senadores de outros estados para aprovar o projeto. O trio senatorial local preferiu atender às ordens do chefe político a ouvir o clamor da maioria dos maranhenses.

Mais recentemente, outro fato demonstrou a baixa eficiência da bancada do Maranhão. No momento da maior crise econômica da história do país, em que estados e municípios amargam quedas substanciais nas receitas comprometendo serviços públicos essenciais, houve entendimento político para que os recursos da emenda coletiva de bancada fossem destinados à saúde.

Seriam R$ 160 milhões para os municípios. Os senadores retiraram parte significativa dos recursos e os destinaram à Companhia de Desenvolvimento dos Vales dos rios São Francisco e Parnaíba (Codevasf).

Atitudes como essas talvez ajudem a explicar o ‘desinteresse’ de grande parte do eleitorado maranhense com a eleição para o Senado.

Cerca de 34% dos eleitores em média estão indecisos, segundo pesquisas, dizem não saber ou não respondem em quem votarão para senador, no próximo dia 7 de outubro.

Outros 32% dizem votar nulo ou em branco. Somados teríamos mais da metade do eleitorado ‘desinteressado’ das eleições para o Senado. Em 2010, quando duas vagas estavam em disputa foram pouco mais de 20% de votos nulos e brancos. Quatro anos depois, cerca de 10% dos eleitores votaram em branco ou nulo.

Contudo, os levantamentos estatísticos apontam também para possibilidade inédita de eleição em que candidatos apoiados pelas forças oligárquicas têm chances reduzidas de chegar ao Senado. Concorre para isso a alta aprovação do governo e popularidade do governador Flávio Dino.

A dezenove dias da eleição, os candidatos apoiados pelo governador, Eliziane Gama (PPS) e Weverton Rocha (PDT) lideram a corrida pelo Senado. Edison Lobão (MDB) e Sarney Filho (PV) parecem ter alcançado o teto e estão empatados tecnicamente na terceira posição com o ex-governador Zé Reinaldo (PSDB), que também está na briga por uma das vagas.

Tradicionalmente nas eleições estaduais, candidatos apoiados por governadores candidatos à reeleição são favoritos. Exceto nas eleições de 1990 e 2006, ambas vencidas pelo oposicionista Epitácio Cafeteira.

Caso o revés da dupla de candidatos ligados ao conservadorismo se concretize será a primeira vez em décadas que a representação do Estado no Senado não terá sido eleita em coligações lideradas pelo sarneísmo.

Os maranhenses precisam dar a devida relevância ao Senado elegendo senadores comprometidos verdadeiramente com o Maranhão e seu povo.

Radialista, jornalista, Secretário adjunto de Comunicação Social e diretor-geral da Nova 1290 Timbira AM.

OPINIÃO | Com segurança, medo vai ficando no passado

O 12º Anuário Brasileiro de Segurança Pública, elaborado pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP), constatou bons resultados da acertada política de segurança pública posta em prática no Estado pelo governador Flávio Dino.

Estudo, divulgado este mês, mostra que o Maranhão foi o segundo estado do Nordeste com a maior redução dos crimes de homicídios em 2017. A curva descendente dos indicadores de violência desde 2015 é um alento para a população, que, na primeira metade desta década, viveu sob a égide do medo.

Temor que teve o ápice em 2014, quando rebeliões, degolas, ônibus incendiados, toques de recolher fizeram muitas pessoas perderem a vida nas chamas da insensatez de criminosos e da negligência de poderosos encastelados em palácios cercados por grades. Cenário pavoroso, de triste memória para os maranhenses.

Passados três anos e meio, a taxa de homicídios caiu pela metade no comparativo com o ano de 2014. Cerca de mil vidas salvas. São famílias que deixaram de chorar perda dos entes. Filhos que podem abraçar seus pais e pais que convivem com os filhos cotidianamente. São Luís deixou o ranking das 50 cidades mais violentas do mundo, segundo levantamento da organização da sociedade civil mexicana Segurança, Justiça e Paz.

Tudo isto é fruto de muito trabalho e investimento sério em políticas públicas.

As polícias foram valorizadas e estruturadas. O Maranhão tem atualmente o maior contingente da história do Estado com 15 mil policiais. Viaturas, armamentos, laboratórios científicos e inteligência, que aperfeiçoam as investigações e operações realizadas pelo sistema de segurança. Delegacias foram construídas e reformadas.

Criação de programas como o Pacto pela Paz, que envolve poder público e sociedade civil. Reconhecimento aos policiais, com o maior número de promoções da história.

O Corpo de Bombeiros foi ampliado com novos quartéis no interior do Estado, além de centenas de unidades aparelhadas e estruturadas tecnologicamente.

Com mais treinamento, profissionais e setores especializados, a apreensão de drogas foi 70 vezes maior que em 2014. A queda no roubo a bancos alcançou 73% comparado com o último ano do governo passado.

A mudança que humaniza o sistema penitenciário do Estado é notável. A construção de novos presídios, reforma e ampliação de dezenas de unidades reduziu o caos antes existente no sistema penitenciário. Com disciplina, presos passaram a aprender profissão. Milhares de apenados desenvolvem atividades, como a fabricação de blocos de concreto utilizados no Mutirão da Rua Digna.

A fiscalização no trânsito salvou muitas vidas e retirou de circulação criminosos, que praticavam assaltos, sobretudo, utilizando motos roubadas.

Com a descentralização do Centro Tático Aéreo (CTA), o Maranhão passou a combater com mais rapidez a criminalidade. Além de São Luís, o CTA passou a ter bases nos municípios de Imperatriz e Presidente Dutra.

Com profissionais capacitados, valorizados e estimulados, o combate à criminalidade é ainda mais eficaz. A segurança melhora e a população vai, passo a passo, deixando para trás o medo, que por muito tempo assombrou os maranhenses.

Radialista, jornalista, Secretário adjunto de Comunicação Social e diretor-geral da Nova 1290 Timbira AM.

OPINIÃO | A saúde eficaz do Maranhão

A crise econômica nacional levou mais de 60 mil usuários a deixarem os planos de saúde, entre junho de 2017 e junho de 2018. Os dados são do Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS). Outro estudo divulgado pelo Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (CNES) do Ministério da Saúde mostra que mais de 34 mil leitos de internação foram fechados no país, nos últimos oito anos, na rede pública de saúde.

Vários estados e municípios fecharam hospitais, UPAs, atrasam salários dos profissionais de saúde. Situação que revela a gravidade da saúde pública no país. Como consequência, brasileiros, sobretudo os mais pobres, sofrem nas intermináveis filas para atendimento e nos corredores dos hospitais.

A despeito deste cenário caótico, o Maranhão mostra eficácia e ousadia na gestão da saúde pública. Criou inédita rede de atendimento hospitalar regional. Em três anos e meio, o governador Flávio Dino concluiu e entregou oito hospitais regionais, que atendem milhões de pessoas em todas as regiões. Hospitais de média e alta complexidade em Pinheiro, Imperatriz, Caxias, Balsas, Santa Inês, Bacabal, Chapadinha e HTO (Hospital de Traumatologia e Ortopedia) em São Luís. Com as novas unidades de saúde, o governo do Estado aumentou em 50% o número de leitos na rede pública. Feito extraordinário!

Aliado a este importante investimento, a consecução de programas como o Ninar, que oferta atendimento para crianças com problemas de neurodesenvolvimento, demonstra a dimensão humana e correta aplicação dos recursos públicos. E o mais emblemático: o acolhimento das crianças e familiares ocorre na antiga casa de festas do governo. Adaptada e reestruturada, a casa abriga aqueles que mais precisam.

Enquanto o país constata o recrudescimento dos índices de mortalidade infantil e materna, o Maranhão inova com a Força Estadual de Saúde, que leva esperança para população das 30 cidades mais pobres do Estado. Atenção básica que mitiga a ocorrência de doenças crônicas como hipertensão e diabetes, além da mortalidade infantil e materna. Atendimento realizado em povoados remotos, onde muitos jamais foram visitados por médicos.

Pacientes com câncer agora tem rede de tratamento estadual, a partir do Hospital do Câncer em São Luís, antigo Hospital Geral, e a descentralização dos serviços oferecidos também em Imperatriz e Caxias.

O projeto Sorrir garante às famílias de baixa renda tratamento odontológico gratuito. A maioria dos municípios foi contemplada com ambulâncias. Concursos públicos para profissionais de saúde foram realizados, depois de décadas.

Tudo isto resulta da prioridade e esforço fiscal do governo Flávio Dino para complementar o subfinanciamento do sistema de saúde público estadual – são apenas R$ 25 milhões do SUS (Sistema Único de Saúde) por mês. O governo investe R$ 115 milhões mensais em recursos próprios.

A saúde é direito de todos. Contudo, por muito tempo este foi negligenciado. Agora, enquanto o Brasil regride com a PEC do Teto, que congela por 20 anos investimentos na área, o Maranhão colhe frutos da semente da mudança. O impacto só não é ainda maior em face do êxodo da saúde privada para o sistema público de saúde.

Radialista, jornalista, Secretário adjunto de Comunicação Social e diretor-geral da Nova 1290 Timbira AM.

OPINIÃO | Sucessão presidencial imprevisível

Concluído o prazo das convenções, 13 candidatos foram oficializados para disputar a Presidência da República. É o maior número de concorrentes desde as eleições de 1989. À época, 22 nomes concorreram ao pleito presidencial.

Salvo o imponderável, o próximo presidente do Brasil será eleito em segundo turno, como ocorre desde 2002. Imprevisível, contudo, a esta altura cravar quem estará na disputa, no dia 28 de outubro. As recentes pesquisas apontam Lula (PT) contra Bolsonaro (PSL/PRTB). Dificilmente a candidatura do ex-presidente resistirá à apreciação do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em face da Lei da Ficha Limpa, sem entrar no mérito da decisão.

Exatamente por isso, Lula e o PT confirmaram o plano B: a candidatura do ex-prefeito de São Paulo e coordenador do programa de governo petista, Fernando Haddad, como candidato a vice e virtual candidato a presidente, a se confirmar o impedimento de Lula. A aliança tem ainda PCdoB, PROS e PCO. Manuela D’Ávila será a vice de Haddad.

Sem Lula na disputa, o jogo zera. Pelo menos, teoricamente. As pesquisas mostram Bolsonaro e Marina Silva (Rede) na liderança dos levantamentos momentaneamente.

Mas é a partir do dia 16, quando começa a campanha eleitoral, e do dia 31 com a propaganda eleitoral no rádio e TV, que a batalha começa pra valer. E não há favoritismo.

Até onde a vista alcança não há ambiente de unidade nos principais pólos políticos, que protagonizam as eleições para presidente, desde 1994. Tanto no campo conservador quanto no progressista há divisões.

A despeito da aliança entre PSDB, PTB, DEM, PSD, PP, PR, SD, PRB e PPS, a direita representada na candidatura de Geraldo Alckmin (PSDB) não está coesa.

As candidaturas de Álvaro Dias (Podemos/PSC/PTC/PRP) e Henrique Meireles (MDB/PHS) demonstram que há dissensos. Cenário que fica ainda mais latente com a festejada candidatura da extrema direita, que reúne PSL e PSDC, sob liderança de Bolsonaro.

No centro, a candidatura de Marina Silva (Rede/PV) é uma espécie de zebra sempre pronta para acontecer.

No campo popular e democrático, as candidaturas de Fernando Haddad, Ciro Gomes (PDT) e Guilherme Boulos (PSol/PCB). Tal qual a direita, a pulverização de candidaturas é um dos pontos fracos para as forças progressistas. A extrema esquerda marca posição com Vera Lúcia (PSTU).

A despeito das adversidades com a prisão política de Lula, o PT foi o partido que melhor articulou para assegurar presença no segundo turno. Concorrerá para isso a força eleitoral de Lula e as alianças costuradas. Além do apoio de PROS e PCdoB, a garantia de palanques regionais fortes para Haddad, sobretudo, no Nordeste e Sudeste, aumentam as chances de estar no segundo turno.

Tarefa que parece tanto mais complexa para o candidato do establishment. Por uma razão simples. Ele terá de conter a sangria eleitoral pró-Bolsonaro, superar Marina Silva, não perder terreno para Álvaro Dias e se desvencilhar da herança maldita do governo Temer e do fantasma da Lava Jato.

Ainda assim, PT e PSDB têm reais chances de protagonizar uma vez mais a disputa pela Presidência da República.

Radialista, jornalista, Secretário adjunto de Comunicação Social e diretor-geral da Nova 1290 Timbira AM.

OPINIÃO | O povo quer mais

Por mais de 50 anos, o Maranhão viveu nas trevas. Não tinha escola em tempo integral. As minorias eram invisíveis aos olhos do Estado. Maranhenses submetidos à via crucis em busca de socorro por falta de rede hospitalar eficaz. Violência nos presídios e fora deles. Crianças e adolescentes privadas de escolas dignas. Milhares de jovens, adultos e idosos analfabetos. Sina de décadas, que parecia eterna.

Triste realidade, que começou a mudar. Quem diz isso? O povo, pesquisas e veículos de comunicação respeitados nacionalmente.

Na convenção que confirmou a candidatura à reeleição de Flávio Dino ao governo, testemunhos emocionados deram a dimensão de como a política feita com seriedade e sensibilidade pode mudar para melhor a vida das pessoas. Crislane, Karla Manuela e Ana Vitória são jovens que têm em comum sonhos e projetos de vida sendo realizados a partir dos Iemas (Institutos de Educação, Ciência e Tecnologia do Maranhão). A professora Maria de Jesus apontou o programa Escola Digna como o maior legado do governo Flávio Dino, pois além de construir, reformar e reconstruir escolas assegura valorização e formação para professores e gestores.

Beneficiário do Cidadão do Mundo, Fábio contou a experiência do intercâmbio internacional, que proporciona aos jovens estudantes da rede pública crescimento pessoal, profissional e os tornam multiplicadores de conhecimento.

A idosa Maria Erondina falou da alegria de aprender a ler e escrever, aos 72 anos, no programa “Sim, Eu Posso!”

Filas desumanas foram reduzidas com a construção da rede de hospitais regionais em Pinheiro, Caxias, Imperatriz, Santa Inês, Balsas e Bacabal. A população agora tem acesso a serviços de Ortopedia e Traumatologia, no HTO; Casa Ninar cuida de crianças com problemas de neurodesenvolvimento; atendimento odontológico no Sorrir. Atenção básica com a criação da Força Estadual de Saúde.

Telma e Raildes, esposa e filha de policiais militares, agradeceram as conquistas dos profissionais da segurança pública. Promoções, concursos públicos e contratações que deram ao Estado o maior contingente da Polícia Militar da história. São Luís deixou a vergonhosa lista das 50 cidades mais violentas do mundo. Ficou para trás o terror que dominava o sistema penitenciário e o pânico imposto pelos bandidos à população.

O menino Gabriel emocionou a todos ao falar sobre o programa Travessia, que leva pessoas com deficiência gratuitamente para atendimento médico e atividades de lazer e entretenimento. Direitos e cidadania promovidos também com ampliação de restaurantes populares, Vivas e Procons como nunca antes no Estado.

A vida de Pedro Jorge e demais beneficiários do Cheque Minha Casa mudou com moradia digna. Sonho de ver a filha na universidade, da quilombola e quebradeira de coco Marinilde, concretizado graças ao Mais IDH.

Mudanças como estas e muitas outras levaram o portal G1, da Rede Globo, a conferir ao governador Flávio Dino o título de governador mais eficiente do Brasil.

É por isto que a população afirma com altivez em atos públicos ou por meio de pesquisas, que creditam ao governador Flávio Dino mais de 60% dos votos, que o povo quer mais. Nos dizeres da menina Ana Vitória: “Gratidão, meu povo!”

Radialista, jornalista, Secretário adjunto de Comunicação Social e diretor-geral da Nova 1290 Timbira AM.

OPINIÃO | Reconhecimento nacional e popular

Três levantamentos do Portal G1, da Consultoria Arko Advice e do Portal Poder 360 divulgados, nos últimos dias, colocam o governador Flávio Dino como o mais eficiente e entre os cinco governadores mais bem avaliados e favoritos à reeleição em primeiro turno no país.

Reconhecimento nacional manifesto no cotidiano pela população:

“Este é o Brasil que a gente quer, que olhe para comunidades como a nossa”, Maria da Luz Rodrigues dos Santos, moradora de Santo Amaro.

“Hoje eu conheci a nova escola, com salas super organizadas e adequadas para nosso ensino. Vai ser muito bom, a estrutura está ótima! Nós estávamos precisando muito, nota dez para essa infraestrutura!”, Alice Martins, aluna do Núcleo de Educação Integral em Vargem Grande.

“Tá com 50 e poucos anos que eu escuto sobre isso, sobre essa ponte. Eu ouvia dizer que ia ter uma ponte, mas era só promessa que tinha. Agora vai sair”, Raimundo Almeida, 75 anos, morador de Bequimão.

“Diante da crise que o Brasil inteiro sofre, quando se pensava em demitir, a gente contratou novos profissionais. Tudo isso devido à demanda para produção de fardamento. Mantivemos a equipe anterior e realizamos novas contratações fixas e temporárias”, microempresária Maria dos Milagres Sousa Moreira Aquino.

“Salvaram a minha vida”, tratorista Eudes Rodrigues de Sousa, de 54 anos, paciente do Hospital Regional Dra. Laura Vasconcelos, em Bacabal.

“É um ganho muito importante para todos nós”, lavrador José Antônio sobre inauguração de hospital em Cajari.

“Agora que tem ela grátis, posso usar a internet todo dia, é melhor ainda”, Railson Bispo, 29 anos, morador de Rosário.

“Só o nome já diz tudo, é digno. O Rua Digna nos tira da lama e do buraco, ele valoriza e faz nosso bairro ser mais visto. Se não fosse o Rua Digna, a minha casa teria sido engolida por um buraco que tomava conta de toda a minha rua. Peço a Deus que esse programa nunca se acabe”, líder comunitária Maria Santana Rocha, da Vila São Domingos, Santa Barbara.

“Durante minha gravidez, a Maternidade Nossa Senhora da Penha foi minha segunda casa”, Lucielle Costa.

“Foi uma excelente oportunidade que todos nós tivemos. Quando viemos para o Iema percebemos que a estrutura dele é totalmente diferente das outras escolas. Muitas vezes o que incentiva a gente estudar não é só o método de ensino é, também, a estrutura, pois isso motiva a gente a estudar, a querer mais”, estudante Marta Vitória, Instituto de Educação, Ensino e Tecnologia (Iema) de Axixá.

“Sinto também que estou fazendo história; há muito tempo não tinha concurso para a Saúde no Maranhão e quando teve eu passei”, enfermeira Naira Sousa Araújo.

“Muda tudo, a gente sai da clandestinidade e fica legalizado com essa sanção feita pelo governador, e isso é de extrema importância para nosso trabalho, que a partir de agora vai nos dignificar ainda mais”, Antônio Carlos Gomes, repórter da Atual FM a Cabo de Santa Rita.

Dignidade, seriedade, justiça social e oportunidade, que fazem do Maranhão um estado cada vez melhor para todos!

Radialista, jornalista, Secretário adjunto de Comunicação Social e diretor-geral da Nova 1290 Timbira AM.