OPINIÃO | Que vença a boa política

A profusão de notícias falsas tem caracterizado as eleições deste ano. A disseminação de fake news na campanha eleitoral é algo desmesurado, nocivo e assustador. Funcionam como cortina de fumaça. Enquanto a população perde tempo discutindo o que é verdade ou mentira, o debate sobre aquilo que realmente interessa para o país passa ao largo do processo eleitoral.

Não há debate em profundidade sobre os principais problemas do Brasil. Falta discussão acerca de medidas para retirar o país do caos econômico, institucional e político. A indignação com parte dos políticos, na maioria dos casos legítima, parece ter levado à cegueira e à surdez boa parte do eleitorado. E há candidato(s) a estimular isso para retirar dividendos eleitorais.

Questões extraordinariamente importantes para nosso país estão sem respostas ou sequer são debatidas.

Como retirar milhões de brasileiros do desemprego? De onde virá financiamento para a educação pública? Quais as propostas para viabilizar a eficiência do sistema público de saúde? Há políticas públicas para reduzir o déficit habitacional? E o combate ao tráfico de drogas e de armas. Quais as soluções e responsabilidades?

Aparentemente nada disso tem importado para parte do eleitorado, que está embevecido pela agenda das discussões rasas, intolerantes e odiosas sobre fake news, kit gay, antipolítica e outras superficialidades.

Contudo, os resultados do primeiro turno mostram que há luz no fim do túnel. Em nível nacional, houve expressivas renovações na Câmara dos Deputados e no Senado Federal. A população refutou o caciquismo regional e mandou para casa muitos dos apoiadores do colapso político do país.

No Maranhão, o povo disse não à usina da fake news utilizada pelos opositores do governador Flávio Dino. Por trás dos ataques a tentativa de impedir sua recondução para mais um mandato.

Por três anos e meio, foram incontáveis as inverdades disseminadas para desgastar o governo junto à população. No período eleitoral, a produção das noticias falsas cresceu exponencialmente. De apreensão indiscriminada de motocicletas à inexistente criação de impostos passando por insinuações criminosas. Tudo foi utilizado nas redes sociais e até mesmo no horário eleitoral de rádio e TV. Em vão!

Feitos os devidos esclarecimentos, os milhões de eleitores maranhenses priorizaram aquilo que é essencial: trabalho e propostas para melhorar a vida das pessoas.

Ao fim, a consagradora reeleição de Flávio Dino em primeiro turno com larga vantagem sobre a candidata adversária e a inédita eleição dos senadores, maioria das bancadas federal e estadual demonstraram que a agenda que de fato interessa à população é a resolução dos problemas concretos e imediatos do cotidiano.

Prevaleceu a seriedade e decência na condução da coisa pública; a política que prioriza a dignidade e melhora a vida das pessoas; a promoção da justiça social e de oportunidades para todos e todas. Que a verdade vitoriosa no pleito do Maranhão prepondere também no segundo turno das eleições presidenciais. Viva a democracia!

Radialista, jornalista, Secretário adjunto de Comunicação Social e diretor-geral da Nova 1290 Timbira AM.

OPINIÃO | “Desinteresse’ do eleitorado pelo Senado

Por quase meio século a representação do Maranhão no Senado da República é hegemonizada por membros de um mesmo grupo político. No mais das vezes, sua atuação atende aos interesses menores e até eleitoreiros deste agrupamento que ao conjunto da população.

Dois episódios demonstram isto na prática. Em meados da década passada, a população foi às ruas para reivindicar a aprovação de empréstimo de US$ 30 milhões junto ao Banco Mundial, para financiar o Programa de Desenvolvimento Integrado do Maranhão (Prodim).

Pois bem! Os três senadores do Maranhão à época fizeram de tudo para boicotar o projeto, cujo objetivo era combater a pobreza rural e o então governador do Estado José Reinaldo Tavares teve de recorrer a senadores de outros estados para aprovar o projeto. O trio senatorial local preferiu atender às ordens do chefe político a ouvir o clamor da maioria dos maranhenses.

Mais recentemente, outro fato demonstrou a baixa eficiência da bancada do Maranhão. No momento da maior crise econômica da história do país, em que estados e municípios amargam quedas substanciais nas receitas comprometendo serviços públicos essenciais, houve entendimento político para que os recursos da emenda coletiva de bancada fossem destinados à saúde.

Seriam R$ 160 milhões para os municípios. Os senadores retiraram parte significativa dos recursos e os destinaram à Companhia de Desenvolvimento dos Vales dos rios São Francisco e Parnaíba (Codevasf).

Atitudes como essas talvez ajudem a explicar o ‘desinteresse’ de grande parte do eleitorado maranhense com a eleição para o Senado.

Cerca de 34% dos eleitores em média estão indecisos, segundo pesquisas, dizem não saber ou não respondem em quem votarão para senador, no próximo dia 7 de outubro.

Outros 32% dizem votar nulo ou em branco. Somados teríamos mais da metade do eleitorado ‘desinteressado’ das eleições para o Senado. Em 2010, quando duas vagas estavam em disputa foram pouco mais de 20% de votos nulos e brancos. Quatro anos depois, cerca de 10% dos eleitores votaram em branco ou nulo.

Contudo, os levantamentos estatísticos apontam também para possibilidade inédita de eleição em que candidatos apoiados pelas forças oligárquicas têm chances reduzidas de chegar ao Senado. Concorre para isso a alta aprovação do governo e popularidade do governador Flávio Dino.

A dezenove dias da eleição, os candidatos apoiados pelo governador, Eliziane Gama (PPS) e Weverton Rocha (PDT) lideram a corrida pelo Senado. Edison Lobão (MDB) e Sarney Filho (PV) parecem ter alcançado o teto e estão empatados tecnicamente na terceira posição com o ex-governador Zé Reinaldo (PSDB), que também está na briga por uma das vagas.

Tradicionalmente nas eleições estaduais, candidatos apoiados por governadores candidatos à reeleição são favoritos. Exceto nas eleições de 1990 e 2006, ambas vencidas pelo oposicionista Epitácio Cafeteira.

Caso o revés da dupla de candidatos ligados ao conservadorismo se concretize será a primeira vez em décadas que a representação do Estado no Senado não terá sido eleita em coligações lideradas pelo sarneísmo.

Os maranhenses precisam dar a devida relevância ao Senado elegendo senadores comprometidos verdadeiramente com o Maranhão e seu povo.

Radialista, jornalista, Secretário adjunto de Comunicação Social e diretor-geral da Nova 1290 Timbira AM.

OPINIÃO | Com segurança, medo vai ficando no passado

O 12º Anuário Brasileiro de Segurança Pública, elaborado pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP), constatou bons resultados da acertada política de segurança pública posta em prática no Estado pelo governador Flávio Dino.

Estudo, divulgado este mês, mostra que o Maranhão foi o segundo estado do Nordeste com a maior redução dos crimes de homicídios em 2017. A curva descendente dos indicadores de violência desde 2015 é um alento para a população, que, na primeira metade desta década, viveu sob a égide do medo.

Temor que teve o ápice em 2014, quando rebeliões, degolas, ônibus incendiados, toques de recolher fizeram muitas pessoas perderem a vida nas chamas da insensatez de criminosos e da negligência de poderosos encastelados em palácios cercados por grades. Cenário pavoroso, de triste memória para os maranhenses.

Passados três anos e meio, a taxa de homicídios caiu pela metade no comparativo com o ano de 2014. Cerca de mil vidas salvas. São famílias que deixaram de chorar perda dos entes. Filhos que podem abraçar seus pais e pais que convivem com os filhos cotidianamente. São Luís deixou o ranking das 50 cidades mais violentas do mundo, segundo levantamento da organização da sociedade civil mexicana Segurança, Justiça e Paz.

Tudo isto é fruto de muito trabalho e investimento sério em políticas públicas.

As polícias foram valorizadas e estruturadas. O Maranhão tem atualmente o maior contingente da história do Estado com 15 mil policiais. Viaturas, armamentos, laboratórios científicos e inteligência, que aperfeiçoam as investigações e operações realizadas pelo sistema de segurança. Delegacias foram construídas e reformadas.

Criação de programas como o Pacto pela Paz, que envolve poder público e sociedade civil. Reconhecimento aos policiais, com o maior número de promoções da história.

O Corpo de Bombeiros foi ampliado com novos quartéis no interior do Estado, além de centenas de unidades aparelhadas e estruturadas tecnologicamente.

Com mais treinamento, profissionais e setores especializados, a apreensão de drogas foi 70 vezes maior que em 2014. A queda no roubo a bancos alcançou 73% comparado com o último ano do governo passado.

A mudança que humaniza o sistema penitenciário do Estado é notável. A construção de novos presídios, reforma e ampliação de dezenas de unidades reduziu o caos antes existente no sistema penitenciário. Com disciplina, presos passaram a aprender profissão. Milhares de apenados desenvolvem atividades, como a fabricação de blocos de concreto utilizados no Mutirão da Rua Digna.

A fiscalização no trânsito salvou muitas vidas e retirou de circulação criminosos, que praticavam assaltos, sobretudo, utilizando motos roubadas.

Com a descentralização do Centro Tático Aéreo (CTA), o Maranhão passou a combater com mais rapidez a criminalidade. Além de São Luís, o CTA passou a ter bases nos municípios de Imperatriz e Presidente Dutra.

Com profissionais capacitados, valorizados e estimulados, o combate à criminalidade é ainda mais eficaz. A segurança melhora e a população vai, passo a passo, deixando para trás o medo, que por muito tempo assombrou os maranhenses.

Radialista, jornalista, Secretário adjunto de Comunicação Social e diretor-geral da Nova 1290 Timbira AM.

OPINIÃO | A saúde eficaz do Maranhão

A crise econômica nacional levou mais de 60 mil usuários a deixarem os planos de saúde, entre junho de 2017 e junho de 2018. Os dados são do Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS). Outro estudo divulgado pelo Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (CNES) do Ministério da Saúde mostra que mais de 34 mil leitos de internação foram fechados no país, nos últimos oito anos, na rede pública de saúde.

Vários estados e municípios fecharam hospitais, UPAs, atrasam salários dos profissionais de saúde. Situação que revela a gravidade da saúde pública no país. Como consequência, brasileiros, sobretudo os mais pobres, sofrem nas intermináveis filas para atendimento e nos corredores dos hospitais.

A despeito deste cenário caótico, o Maranhão mostra eficácia e ousadia na gestão da saúde pública. Criou inédita rede de atendimento hospitalar regional. Em três anos e meio, o governador Flávio Dino concluiu e entregou oito hospitais regionais, que atendem milhões de pessoas em todas as regiões. Hospitais de média e alta complexidade em Pinheiro, Imperatriz, Caxias, Balsas, Santa Inês, Bacabal, Chapadinha e HTO (Hospital de Traumatologia e Ortopedia) em São Luís. Com as novas unidades de saúde, o governo do Estado aumentou em 50% o número de leitos na rede pública. Feito extraordinário!

Aliado a este importante investimento, a consecução de programas como o Ninar, que oferta atendimento para crianças com problemas de neurodesenvolvimento, demonstra a dimensão humana e correta aplicação dos recursos públicos. E o mais emblemático: o acolhimento das crianças e familiares ocorre na antiga casa de festas do governo. Adaptada e reestruturada, a casa abriga aqueles que mais precisam.

Enquanto o país constata o recrudescimento dos índices de mortalidade infantil e materna, o Maranhão inova com a Força Estadual de Saúde, que leva esperança para população das 30 cidades mais pobres do Estado. Atenção básica que mitiga a ocorrência de doenças crônicas como hipertensão e diabetes, além da mortalidade infantil e materna. Atendimento realizado em povoados remotos, onde muitos jamais foram visitados por médicos.

Pacientes com câncer agora tem rede de tratamento estadual, a partir do Hospital do Câncer em São Luís, antigo Hospital Geral, e a descentralização dos serviços oferecidos também em Imperatriz e Caxias.

O projeto Sorrir garante às famílias de baixa renda tratamento odontológico gratuito. A maioria dos municípios foi contemplada com ambulâncias. Concursos públicos para profissionais de saúde foram realizados, depois de décadas.

Tudo isto resulta da prioridade e esforço fiscal do governo Flávio Dino para complementar o subfinanciamento do sistema de saúde público estadual – são apenas R$ 25 milhões do SUS (Sistema Único de Saúde) por mês. O governo investe R$ 115 milhões mensais em recursos próprios.

A saúde é direito de todos. Contudo, por muito tempo este foi negligenciado. Agora, enquanto o Brasil regride com a PEC do Teto, que congela por 20 anos investimentos na área, o Maranhão colhe frutos da semente da mudança. O impacto só não é ainda maior em face do êxodo da saúde privada para o sistema público de saúde.

Radialista, jornalista, Secretário adjunto de Comunicação Social e diretor-geral da Nova 1290 Timbira AM.

OPINIÃO | Sucessão presidencial imprevisível

Concluído o prazo das convenções, 13 candidatos foram oficializados para disputar a Presidência da República. É o maior número de concorrentes desde as eleições de 1989. À época, 22 nomes concorreram ao pleito presidencial.

Salvo o imponderável, o próximo presidente do Brasil será eleito em segundo turno, como ocorre desde 2002. Imprevisível, contudo, a esta altura cravar quem estará na disputa, no dia 28 de outubro. As recentes pesquisas apontam Lula (PT) contra Bolsonaro (PSL/PRTB). Dificilmente a candidatura do ex-presidente resistirá à apreciação do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em face da Lei da Ficha Limpa, sem entrar no mérito da decisão.

Exatamente por isso, Lula e o PT confirmaram o plano B: a candidatura do ex-prefeito de São Paulo e coordenador do programa de governo petista, Fernando Haddad, como candidato a vice e virtual candidato a presidente, a se confirmar o impedimento de Lula. A aliança tem ainda PCdoB, PROS e PCO. Manuela D’Ávila será a vice de Haddad.

Sem Lula na disputa, o jogo zera. Pelo menos, teoricamente. As pesquisas mostram Bolsonaro e Marina Silva (Rede) na liderança dos levantamentos momentaneamente.

Mas é a partir do dia 16, quando começa a campanha eleitoral, e do dia 31 com a propaganda eleitoral no rádio e TV, que a batalha começa pra valer. E não há favoritismo.

Até onde a vista alcança não há ambiente de unidade nos principais pólos políticos, que protagonizam as eleições para presidente, desde 1994. Tanto no campo conservador quanto no progressista há divisões.

A despeito da aliança entre PSDB, PTB, DEM, PSD, PP, PR, SD, PRB e PPS, a direita representada na candidatura de Geraldo Alckmin (PSDB) não está coesa.

As candidaturas de Álvaro Dias (Podemos/PSC/PTC/PRP) e Henrique Meireles (MDB/PHS) demonstram que há dissensos. Cenário que fica ainda mais latente com a festejada candidatura da extrema direita, que reúne PSL e PSDC, sob liderança de Bolsonaro.

No centro, a candidatura de Marina Silva (Rede/PV) é uma espécie de zebra sempre pronta para acontecer.

No campo popular e democrático, as candidaturas de Fernando Haddad, Ciro Gomes (PDT) e Guilherme Boulos (PSol/PCB). Tal qual a direita, a pulverização de candidaturas é um dos pontos fracos para as forças progressistas. A extrema esquerda marca posição com Vera Lúcia (PSTU).

A despeito das adversidades com a prisão política de Lula, o PT foi o partido que melhor articulou para assegurar presença no segundo turno. Concorrerá para isso a força eleitoral de Lula e as alianças costuradas. Além do apoio de PROS e PCdoB, a garantia de palanques regionais fortes para Haddad, sobretudo, no Nordeste e Sudeste, aumentam as chances de estar no segundo turno.

Tarefa que parece tanto mais complexa para o candidato do establishment. Por uma razão simples. Ele terá de conter a sangria eleitoral pró-Bolsonaro, superar Marina Silva, não perder terreno para Álvaro Dias e se desvencilhar da herança maldita do governo Temer e do fantasma da Lava Jato.

Ainda assim, PT e PSDB têm reais chances de protagonizar uma vez mais a disputa pela Presidência da República.

Radialista, jornalista, Secretário adjunto de Comunicação Social e diretor-geral da Nova 1290 Timbira AM.

OPINIÃO | O povo quer mais

Por mais de 50 anos, o Maranhão viveu nas trevas. Não tinha escola em tempo integral. As minorias eram invisíveis aos olhos do Estado. Maranhenses submetidos à via crucis em busca de socorro por falta de rede hospitalar eficaz. Violência nos presídios e fora deles. Crianças e adolescentes privadas de escolas dignas. Milhares de jovens, adultos e idosos analfabetos. Sina de décadas, que parecia eterna.

Triste realidade, que começou a mudar. Quem diz isso? O povo, pesquisas e veículos de comunicação respeitados nacionalmente.

Na convenção que confirmou a candidatura à reeleição de Flávio Dino ao governo, testemunhos emocionados deram a dimensão de como a política feita com seriedade e sensibilidade pode mudar para melhor a vida das pessoas. Crislane, Karla Manuela e Ana Vitória são jovens que têm em comum sonhos e projetos de vida sendo realizados a partir dos Iemas (Institutos de Educação, Ciência e Tecnologia do Maranhão). A professora Maria de Jesus apontou o programa Escola Digna como o maior legado do governo Flávio Dino, pois além de construir, reformar e reconstruir escolas assegura valorização e formação para professores e gestores.

Beneficiário do Cidadão do Mundo, Fábio contou a experiência do intercâmbio internacional, que proporciona aos jovens estudantes da rede pública crescimento pessoal, profissional e os tornam multiplicadores de conhecimento.

A idosa Maria Erondina falou da alegria de aprender a ler e escrever, aos 72 anos, no programa “Sim, Eu Posso!”

Filas desumanas foram reduzidas com a construção da rede de hospitais regionais em Pinheiro, Caxias, Imperatriz, Santa Inês, Balsas e Bacabal. A população agora tem acesso a serviços de Ortopedia e Traumatologia, no HTO; Casa Ninar cuida de crianças com problemas de neurodesenvolvimento; atendimento odontológico no Sorrir. Atenção básica com a criação da Força Estadual de Saúde.

Telma e Raildes, esposa e filha de policiais militares, agradeceram as conquistas dos profissionais da segurança pública. Promoções, concursos públicos e contratações que deram ao Estado o maior contingente da Polícia Militar da história. São Luís deixou a vergonhosa lista das 50 cidades mais violentas do mundo. Ficou para trás o terror que dominava o sistema penitenciário e o pânico imposto pelos bandidos à população.

O menino Gabriel emocionou a todos ao falar sobre o programa Travessia, que leva pessoas com deficiência gratuitamente para atendimento médico e atividades de lazer e entretenimento. Direitos e cidadania promovidos também com ampliação de restaurantes populares, Vivas e Procons como nunca antes no Estado.

A vida de Pedro Jorge e demais beneficiários do Cheque Minha Casa mudou com moradia digna. Sonho de ver a filha na universidade, da quilombola e quebradeira de coco Marinilde, concretizado graças ao Mais IDH.

Mudanças como estas e muitas outras levaram o portal G1, da Rede Globo, a conferir ao governador Flávio Dino o título de governador mais eficiente do Brasil.

É por isto que a população afirma com altivez em atos públicos ou por meio de pesquisas, que creditam ao governador Flávio Dino mais de 60% dos votos, que o povo quer mais. Nos dizeres da menina Ana Vitória: “Gratidão, meu povo!”

Radialista, jornalista, Secretário adjunto de Comunicação Social e diretor-geral da Nova 1290 Timbira AM.

OPINIÃO | Reconhecimento nacional e popular

Três levantamentos do Portal G1, da Consultoria Arko Advice e do Portal Poder 360 divulgados, nos últimos dias, colocam o governador Flávio Dino como o mais eficiente e entre os cinco governadores mais bem avaliados e favoritos à reeleição em primeiro turno no país.

Reconhecimento nacional manifesto no cotidiano pela população:

“Este é o Brasil que a gente quer, que olhe para comunidades como a nossa”, Maria da Luz Rodrigues dos Santos, moradora de Santo Amaro.

“Hoje eu conheci a nova escola, com salas super organizadas e adequadas para nosso ensino. Vai ser muito bom, a estrutura está ótima! Nós estávamos precisando muito, nota dez para essa infraestrutura!”, Alice Martins, aluna do Núcleo de Educação Integral em Vargem Grande.

“Tá com 50 e poucos anos que eu escuto sobre isso, sobre essa ponte. Eu ouvia dizer que ia ter uma ponte, mas era só promessa que tinha. Agora vai sair”, Raimundo Almeida, 75 anos, morador de Bequimão.

“Diante da crise que o Brasil inteiro sofre, quando se pensava em demitir, a gente contratou novos profissionais. Tudo isso devido à demanda para produção de fardamento. Mantivemos a equipe anterior e realizamos novas contratações fixas e temporárias”, microempresária Maria dos Milagres Sousa Moreira Aquino.

“Salvaram a minha vida”, tratorista Eudes Rodrigues de Sousa, de 54 anos, paciente do Hospital Regional Dra. Laura Vasconcelos, em Bacabal.

“É um ganho muito importante para todos nós”, lavrador José Antônio sobre inauguração de hospital em Cajari.

“Agora que tem ela grátis, posso usar a internet todo dia, é melhor ainda”, Railson Bispo, 29 anos, morador de Rosário.

“Só o nome já diz tudo, é digno. O Rua Digna nos tira da lama e do buraco, ele valoriza e faz nosso bairro ser mais visto. Se não fosse o Rua Digna, a minha casa teria sido engolida por um buraco que tomava conta de toda a minha rua. Peço a Deus que esse programa nunca se acabe”, líder comunitária Maria Santana Rocha, da Vila São Domingos, Santa Barbara.

“Durante minha gravidez, a Maternidade Nossa Senhora da Penha foi minha segunda casa”, Lucielle Costa.

“Foi uma excelente oportunidade que todos nós tivemos. Quando viemos para o Iema percebemos que a estrutura dele é totalmente diferente das outras escolas. Muitas vezes o que incentiva a gente estudar não é só o método de ensino é, também, a estrutura, pois isso motiva a gente a estudar, a querer mais”, estudante Marta Vitória, Instituto de Educação, Ensino e Tecnologia (Iema) de Axixá.

“Sinto também que estou fazendo história; há muito tempo não tinha concurso para a Saúde no Maranhão e quando teve eu passei”, enfermeira Naira Sousa Araújo.

“Muda tudo, a gente sai da clandestinidade e fica legalizado com essa sanção feita pelo governador, e isso é de extrema importância para nosso trabalho, que a partir de agora vai nos dignificar ainda mais”, Antônio Carlos Gomes, repórter da Atual FM a Cabo de Santa Rita.

Dignidade, seriedade, justiça social e oportunidade, que fazem do Maranhão um estado cada vez melhor para todos!

Radialista, jornalista, Secretário adjunto de Comunicação Social e diretor-geral da Nova 1290 Timbira AM.

OPINIÃO | DNA golpista

Por pouco mais de meio século raríssimas vezes o Maranhão teve governos opositores ao regime coronelista. Coincidentemente, todas as vezes que o Estado é governado com viés progressista, privilegiados gritam e ameaçam a estabilidade política.

Foi assim em meados da década passada, quando o ex-governador Zé Reinaldo rompeu com as políticas do atraso e priorizou o combate à pobreza. O corte de privilégios, a meta mobilizadora de elevar o IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) e a universalização do ensino médio causou furor aos pretensos “donos do Maranhão”.

Além do massacre midiático, o grupo dominante atuou nos bastidores para o afastamento do então governador. Mas, precisavam ter o controle da Assembleia Legislativa. Foi lá onde se deu a maior e mais importante batalha política no Maranhão, no início deste século. Hábil, o ex-governador Zé Reinaldo venceu a disputa do Legislativo com a eleição do deputado estadual João Evangelista para a presidência da Casa. Assegurou a governabilidade, a despeito das investidas jurídicas utilizadas pelos poderosos, que usaram até o então presidente do STF (Supremo Tribunal Federal) para evitar a derrota. O máximo que conseguiram foi procrastinar o revés, por pouco tempo.

Para muitos, a simbólica vitória de Jackson Lago, em 2006, seria o fim do ciclo coronelista no Maranhão. Não foi! Amparado no prestígio político junto ao governo federal e acesso aos tribunais, os derrotados pelo voto popular prepararam um absurdo processo, que culminou numa das maiores violências políticas vistas no Estado. Legitimamente eleito, Jackson Lago foi o primeiro governador cassado, no país. Pasmem, por abuso de poder político e econômico. Absurdo!

Golpe jurídico, nas palavras do ex-presidente do STF Francisco Rezek.

Pois bem. Cinco anos depois, o povo do Maranhão impôs a maior derrota ao sarneysismo, em cinco décadas, elegendo o governador Flavio Dino com mais de 63% dos votos válidos, em primeiro turno.

Afastado dos palácios e desprestigiado em âmbito nacional, o grupo oligárquico se junta aos golpistas nacionais e usa a expertise para atuar na articulação do ilegítimo impeachment da presidenta Dilma Rousseff.

Mas, quem pensa que viu tudo se engana.

Sem votos e amplamente rejeitado pela população, as pesquisas de intenções de votos mostram isso, a dinastia Sarney passa a investir uma vez mais na tentativa de chantagear os poderes para criar dificuldades ao governador Flavio Dino. Em ritmo frenético ingressam com representações no Judiciário, ataques sistemáticos pelo império midiático e agora num ato de desespero apresentam esdrúxulo pedido de impeachment na Assembleia Legislativa.

E qual o crime cometido pelo governador Flavio Dino? Combater a corrupção, os privilégios, trabalhar com seriedade e para o bem de todos? Escolas dignas, hospitais regionais e atenção à saúde primária, garantir mais segurança, transparência são inconcebíveis para aqueles que têm DNA golpista. Governar com eficiência e seriedade é inaceitável para quem deixou o estado com os piores indicadores sociais do país e conhecido internacionalmente pela barbárie medieval nos presídios. Não passarão!

Por fim, desejo ao ex-governador Zé Reinaldo, esposa e assessores plena recuperação, depois do susto sofrido em acidente de carro.

Radialista, jornalista, Secretário adjunto de Comunicação Social e diretor-geral da Nova 1290 Timbira AM.

OPINIÃO | Perseguição e baixa política

Empréstimo para combater a pobreza no Maranhão. Recursos para a construção dos hospitais Socorrões nos municípios de Imperatriz e Pinheiro. Construção de viadutos na Forquilha e no Calhau. Construção do Novo Hospital do Servidor. Ponte Central Bequimão. O que tudo isto tem em comum?

Todas foram ou são alvo de ações dos poderosos, que comandaram o Maranhão por meio século, para que não se concretizassem.

Em meados da década passada, o então governador José Reinaldo Tavares travou uma verdadeira batalha para conseguir aprovar no Senado Federal empréstimo de 30 milhões de dólares junto ao Banco Mundial para financiar o Programa de Desenvolvimento Integrado do Maranhão (Prodim). Foi necessária mobilização social e política para vencer os obstáculos.

O ex-governador Jackson Lago antes de ser deposto num golpe, por meio do Judiciário, como afirmou o ex-presidente da STF (Supremo Tribunal Federal) Francisco Rezek, celebrou convênios com as prefeituras de Pinheiro e Imperatriz com recursos de R$ 30 milhões para a construção dos hospitais Socorrões nos respectivos municípios. As obras eram parte do programa de descentralização do atendimento de urgência e emergência criado pelo ex-governador, iniciado com o Socorrão de Presidente Dutra.

Parece surreal, mas horas após assumir o poder, a ex-governadora Roseana Sarney acionou a Justiça para sequestrar os recursos transferidos aos municípios para o Estado. Nos seis anos, pós-golpe, em que a emedebista ocupou o Palácio dos Leões, nenhum dos dois hospitais foi entregue. As unidades regionais de saúde foram concluídas e postas em funcionamento pelo governador Flávio Dino.

A prática foi adotada para não permitir que a população de São Luís ganhasse duas obras fundamentais de mobilidade urbana. Os viadutos do Calhau e da Forquilha tinham recursos da ordem de R$ 120 milhões destinados em convênio assinado pelo ex-governador Jackson Lago e pelo ex-prefeito João Castelo. Outra vez a Justiça foi acionada. Os recursos foram bloqueados e a Prefeitura de São Luís teve de repassar o valor para o governo do Estado. O que poderia ser solução virou dívida para o município, que só terminou se ser quitada na gestão do prefeito Edivaldo Holanda Júnior.

Pois bem. Anos depois, o método de penalizar a população se repete. Desta vez, a baixa política volta-se contra obras essenciais para a população. Tentam usar a Justiça para impedir a construção do Novo Hospital do Servidor. A obra está em fase adiantada e beneficiará mais de 110 mil servidores estaduais.

A insensibilidade é tamanha que a mídia controlada pelo grupo Sarney comemora até suspensão de processo licitatório do Hospital da Ilha, que vai beneficiar a população dos quatro municípios da Grande São Luís.

A mais recente investida do MDB foi contra a construção da ponte Central Bequimão. Sonho de aproximadamente 150 mil habitantes de dez municípios da região do Litoral Ocidental Maranhense.

Difícil entender tanta perseguição e baixa política. Contra os governantes? Não. Contra a população, que uma vez mais poderá ser privada de direitos e serviços essenciais. Absurdo!

Radialista, jornalista, Secretário adjunto de Comunicação Social e diretor-geral da Nova 1290 Timbira AM.

Na mira dos Sarney, blogueiros e ativistas digitais defendem a Rádio Timbira

FELIPE BIANCHI

Patrimônio do povo maranhense e símbolo dos esforços por uma comunicação mais democrática no estado, a Rádio Timbira recebeu a solidariedade de comunicadores e ativistas digitais de 17 estados do país, reunidos no 6º Encontro de Blogueir@s e Ativistas Digitais. Durante o evento,que ocorreu nos dias 25 e 26 de maio, em São Paulo, foi aprovada uma moção de repúdio aos ataques que a emissora vem recebendo por parte da oligarquia Sarney.

Nós (…) repudiamos as recentes ameaças contra a liberdade de expressão e pluralidade de vozes que representaram os recentes anúncios de ações judiciais contra a emissora pública do Maranhão, a Rádio Timbira, e contra blogues independentes no estado.

De caráter público, a Rádio Timbira AM foi recuperada durante o governo de Flávio Dino (PCdoB-MA) e encontra-se na mira de fogo da família Sarney, acostumada a dominar e monopolizar a mídia maranhense e responsável pelo sucateamento da emissora. Através do deputado Eduardo Braide (PMN-MA), o clã e seu grupo político representaram contra a Rádio Timbira na Procuradoria Regional Eleitoral.

Diretor-Geral da emissora, Robson Paz criticou duramente a tentativa de censura. Em publicação no seu perfi no Facebook, Paz relembra que a censura é uma prática do sarneysmo que vem desde a época da ditadura, assim como o uso de seu império midiático para manter o povo alienado. Leia na íntegra:

Dono de um império midiático, Sarney ameaça em seu jornal retirar a Rádio Timbira do ar apenas por esta ousar informar a população maranhense. Não admite ver a emissora, extinta por Roseana Sarney, reestruturada e fazendo comunicação plural, ética, democrática e cidadã.

A censura é prática do sarneysmo desde a época da ditadura. Não satisfeitos em sucatear e extinguir a Rádio Timbira, governo Roseana Sarney proibiu a participação de ouvintes, em 2014. Por isso, usam laranjas para tentar calar a voz do povo do Maranhão. Absurdo!

Incômodo de Sarney e áulicos é porque a Rádio Timbira leva ao conhecimento da população informações de interesse público, que o império midiático de Sarney censura diariamente para tentar manter o povo alienado.

Exonerado ilegalmente da direção da Empresa Brasil de Comunicação (EBC) por Michel Temer, o jornalista Ricardo Melo também falou sobre o caso. Atualmente na Rádio Trianon, de São Paulo, Melo afirmou, no ar, que a Rádio Timbira está sendo ameaçada de ser fechada pela oligarquia Sarney em dobradinha com a Rede Globo, no Maranhão. “A Rádio Timbira está para o Maranhão como a Rádio Cultura está para São Paulo. É ligada ao governo do estado, mas presta imenso serviço à população não apenas na questão de entretenimento e serviços públicos, mas também no que diz respeito ao jornalismo. Não é à toa que foi sucateada durante o governo de Roseana Sarney”.

Assista na íntegra:

Carta de São Paulo

Além de aprovar moção em defesa da Rádio Timbira, o 6º Encontro de Blogueir@s e Ativistas Digitais reafirmou, no documento final do evento, a exigência pela liberdade de Lula, o esclarecimento do assassinato de Marielle Franco, a demissão de Pedro Parente da presidência da Petrobras e a realização de eleição livre e democrática em outubro de 2018.

O evento reuniu mais de 175 comunicadores, promovendo debates e rodas de conversa sobre a luta pela democratização da comunicação e a resistência ao golpe em curso no país, amplamente sustentado pelos grandes meios de comunicação.