OPINIÃO | Perseguição e baixa política

Empréstimo para combater a pobreza no Maranhão. Recursos para a construção dos hospitais Socorrões nos municípios de Imperatriz e Pinheiro. Construção de viadutos na Forquilha e no Calhau. Construção do Novo Hospital do Servidor. Ponte Central Bequimão. O que tudo isto tem em comum?

Todas foram ou são alvo de ações dos poderosos, que comandaram o Maranhão por meio século, para que não se concretizassem.

Em meados da década passada, o então governador José Reinaldo Tavares travou uma verdadeira batalha para conseguir aprovar no Senado Federal empréstimo de 30 milhões de dólares junto ao Banco Mundial para financiar o Programa de Desenvolvimento Integrado do Maranhão (Prodim). Foi necessária mobilização social e política para vencer os obstáculos.

O ex-governador Jackson Lago antes de ser deposto num golpe, por meio do Judiciário, como afirmou o ex-presidente da STF (Supremo Tribunal Federal) Francisco Rezek, celebrou convênios com as prefeituras de Pinheiro e Imperatriz com recursos de R$ 30 milhões para a construção dos hospitais Socorrões nos respectivos municípios. As obras eram parte do programa de descentralização do atendimento de urgência e emergência criado pelo ex-governador, iniciado com o Socorrão de Presidente Dutra.

Parece surreal, mas horas após assumir o poder, a ex-governadora Roseana Sarney acionou a Justiça para sequestrar os recursos transferidos aos municípios para o Estado. Nos seis anos, pós-golpe, em que a emedebista ocupou o Palácio dos Leões, nenhum dos dois hospitais foi entregue. As unidades regionais de saúde foram concluídas e postas em funcionamento pelo governador Flávio Dino.

A prática foi adotada para não permitir que a população de São Luís ganhasse duas obras fundamentais de mobilidade urbana. Os viadutos do Calhau e da Forquilha tinham recursos da ordem de R$ 120 milhões destinados em convênio assinado pelo ex-governador Jackson Lago e pelo ex-prefeito João Castelo. Outra vez a Justiça foi acionada. Os recursos foram bloqueados e a Prefeitura de São Luís teve de repassar o valor para o governo do Estado. O que poderia ser solução virou dívida para o município, que só terminou se ser quitada na gestão do prefeito Edivaldo Holanda Júnior.

Pois bem. Anos depois, o método de penalizar a população se repete. Desta vez, a baixa política volta-se contra obras essenciais para a população. Tentam usar a Justiça para impedir a construção do Novo Hospital do Servidor. A obra está em fase adiantada e beneficiará mais de 110 mil servidores estaduais.

A insensibilidade é tamanha que a mídia controlada pelo grupo Sarney comemora até suspensão de processo licitatório do Hospital da Ilha, que vai beneficiar a população dos quatro municípios da Grande São Luís.

A mais recente investida do MDB foi contra a construção da ponte Central Bequimão. Sonho de aproximadamente 150 mil habitantes de dez municípios da região do Litoral Ocidental Maranhense.

Difícil entender tanta perseguição e baixa política. Contra os governantes? Não. Contra a população, que uma vez mais poderá ser privada de direitos e serviços essenciais. Absurdo!

Radialista, jornalista, Secretário adjunto de Comunicação Social e diretor-geral da Nova 1290 Timbira AM.

Três pesquisas comprovam vantagem de Flávio Dino

As últimas três pesquisas sobre o cenário eleitoral no Maranhão comprovam que o governador Flávio Dino (PCdoB) seria reeleito logo no primeiro turno com vantagem estável sobre a ex-governadora Roseana Sarney (MDB), que aparece em segundo lugar em todas as projeções.

Neste domingo (3) foi a vez da Pesquisa Exata, contratada pelo Jornal Pequeno, confirmar o favoritismo do comunista. A primeira pesquisa do ano realizada pelo instituto aponta vitória de Dino no primeiro turno com 57% dos votos válidos, quase o dobro de Roseana, que obteve 30% das intenções de votos.

O levantamento Exata/JP ratifica os números de duas projeções anteriores. Em maio, Pesquisa DataIlha apontava vitória de Flávio Dino com mais de 30 pontos percentuais na frente de pré-candidata do MDB.

 

Em fevereiro, outro estudo do Instituto DataIlha já apresentava vantagem de Flávio Dino sobre Roseana Sarney. Na época, Dino também aparecia com quase o dobro das intenções de votos da ex-governadora, sua principal concorrente.

Felipe Camarão e Duarte Jr desafiam Roseana Sarney a comparar gestões e apresentar propostas

O secretário Felipe Camarão (Educação) e o ex-diretor presidente do Instituto de Consumidor (Procon-MA) Duarte Júnior reagiram aos ataques da pré-candidata Roseana Sarney (MDB) ao governo Flávio Dino e desafiaram a ex-governadora.

“Que comecem as comparações! Mas por favor, que sejam em todas as áreas, todos os índices e dimensões”, desafiou Camarão.

Felipe Camarão afirmou que mesmo com um mandato a gestão de Flávio Dino tem mais realizações que Roseana Sarney, que ocupou o governo por quatro mandatos.

“Ah, e que sejam quatro mandatos contra um apenas. Ainda assim, este é melhor! Avante!”, disparou nas redes sociais.

Duarte Junior criticou a ganância do poder pelo poder e o atentado do clã Sarney aos direitos.

“A participação do clã Sarney nas Eleições 2018 deixa duas certezas: ganância insaciável do poder pelo poder e o grande recorde de baixarias e atentados a direitos. Exemplo disso é a utilização do seu “jornal” para me agredir diariamente.”

Duarte desafiou o grupo Sarney: “Desafio! Menos ataques e ao menos uma proposta”.

Ele afirmou que se tivesse um jornal ou um canal de televisão utilizaria para informar, empoderar e libertar as pessoas. “Vejam minhas redes sociais! Sabem o motivo deles não fazerem o mesmo?! Não têm propostas”.

Adriano Sarney atribui fraco desempenho em pesquisa à indefinição de Roseana

Mesmo discordando do resultado, o deputado estadual Adriano Sarney (PV) responsabilizou a ex-governadora Roseana Sarney pelo fraco desempenho na pesquisa de intenções de votos divulgada pela TV Difusora, na última terça-feira, 15.

“Claro que precisaria de uma definição maior de quais serão os candidatos para o governo do Estado do Maranhão”, criticou o herdeiro político do clã Sarney, numa referência velada à tia, durante entrevista ao repórter Noel Soares da Rádio Timbira AM.

A pesquisa Data Ilha/TV Difusora aponta que, se as eleições fossem hoje o governador Flávio Dino seria reeleito no primeiro turno, com 60,03% dos votos. A candidata do MDB aparece com apenas 27,68% das intenções de votos.

Esta não foi a primeira vez que o sobrinho de Roseana tornou públicas as divergências no grupo do ex-senador José Sarney. Em entrevista ao Jornal Folha de S. Paulo, no início do mês, ele disse ser incerta a candidatura da emedebista.

“Não sei dizer sinceramente [se ela vai até o fim], porque é uma decisão muito dela, não sei o que o seu coração está falando”, disse, horas depois de Roseana afirmar que seria candidata na rádio da família.

Na mesma reportagem, o pré-candidato ao Senado Sarney Filho (PV) disse que tiraram o pijama de Roseana, mas ela não está se lançando ao governo.

Adriano Sarney criticou a pesquisa afirmando que o instituto teria histórico de erros e elogiou pesquisa do Vox Populi, realizada no ano passado, cujo resultado apontaria para segundo turno entre Flávio Dino e Roseana Sarney.

O Instituto DataIlha acertou o resultado do segundo turno das eleições para prefeito de São Luís em 2016, quando cravou a vitória de Edivaldo Júnior (PDT) sobre Eduardo Braide (PMN).

À época pesquisa DataIlha contratada pela Rádio São Luís AM, apontava Edivaldo com 53,75%, contra 46,25% de Braide. O resultado final divulgado pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE-MA) mostrou Edivaldo com 53,94% dos votos válidos, enquanto Braide teve 46,06%.

Roseana Sarney é a mais rejeitada pela população

A pré-candidata Roseana Sarney (MDB) tem a maior rejeição entre os pré-candidatos ao governo do Estado, segundo pesquisa DataIlha/TV Difusora, divulgada nesta terça-feira, 15.

De acordo com o levantamento, a ex-governadora é rejeitada por 39,3% da população. A rejeição da emedebista é quase duas vezes maior que a de Flávio Dino com 21,9%, enquanto 5,8% disseram não votar no pré-candidato Roberto Rocha (PSDB) de jeito nenhum.

Ricardo Murad (PRP) é rejeitado por 5,6% do eleitorado e a pré-candidata do PSL, Maura Jorge, tem 1,6% de rejeição.

A pesquisa Data Ilha/TV Difusora aponta que, se as eleições fossem hoje o governador Flávio Dino seria reeleito no primeiro turno, com 60,03% dos votos.

Contratada pela TV Difusora, a pesquisa foi registrada sob o número MA-05944/2018 no Tribunal Regional Eleitoral (TRE) e ouviu 2.137 maranhenses entre os dias 9 e 10 de maio. O instituto percorreu 37 cidades do estado.

OPINIÃO | Pré-candidatura de Roseana Sarney agoniza

A 90 dias do fim do prazo de registro de candidaturas para as eleições de 7 de outubro, um mar de incertezas ronda a oposição sarneysista sobre o candidato que enfrentará o governador Flávio Dino na disputa pelo governo do Estado.

Há meses, escrevi neste espaço que o embate entre o governador Flávio Dino e a ex-governadora Roseana Sarney é improvável. Tese que se consolida à medida em que se aproxima o pleito.

A razão é simples. Sem apoio popular, político e aliada de Michel Temer, presidente mais rejeitado do país pós-ditadura, Roseana Sarney aposta as últimas fichas no poderio midiático do clã. E partiu para um festival de ataques Fake news ao governo Flávio Dino. Tentaram transformar em escândalo e envolver o governo no suicídio do médico Mariano Castro; no suposto monitoramento de políticos e a nomeação legal de capelães da Polícia Militar. Com baixa credibilidade e nenhum amparo na realidade, as investidas midiáticas da oposição sarneysista fracassaram, conforme atestam pesquisas.

A rejeição experimentada nas andanças pelo interior fez a emedebista recuar das aparições públicas. Aos defensores da candidatura de Roseana Sarney resta torcer por um ‘inusitado’ escândalo envolvendo o governo. Uma espécie de novo ‘Reis Pacheco’ para dar o mínimo de oxigênio ao projeto sarneysista de voltar ao poder. Chances remotas se considerarmos que o governo Flávio Dino se destaca como o mais eficiente do país, combate a corrupção e cuja transparência e controle dos gastos públicos saltou de zero para dez na escala da CGU (Controladoria Geral da União).

E na ausência de Roseana Sarney, qual será o posicionamento do clã? Apoiar Roberto Rocha? Estimular a candidatura de Eduardo Braide? Nenhuma coisa, nem outra. Ser a segunda força política do Estado não é a pior situação dos mundos. Menos ainda considerando que daqui a quatro anos haverá novo embate pelo governo e este não terá como candidato o governador Flávio Dino.

Por isso mesmo, Sarney não pensa na hipótese de transferir o espólio. Sabendo disso, o deputado estadual Eduardo Braide anunciará, nas próximas semanas, sua candidatura a deputado federal. Manterá, assim, o projeto de disputar a prefeitura de São Luís em 2020.

Pois bem, e o que faria o grupo Sarney? A prioridade do clã é eleger um senador. Com o olhar voltado para a eleição de 2022. A evidência aponta para a candidatura de Sarney Filho (PV). Mas, este poderá ser uma vez mais sacrificado e ceder a vaga para a irmã.

Qual seria a justificativa e quem substituiria Roseana Sarney? A explicação já começou a ser ensaiada. Roseana só aceitaria ser candidata ao governo no comando do MDB. Proposta, de pronto, recusada pelo senador João Alberto. Com a desistência de Roseana Sarney resta como alternativa a candidatura do fiel escudeiro de Sarney, João Alberto. Candidatura que cumprirá a tarefa de manter minimamente coeso os 25% orgânicos do grupo.

Aos demais candidatos do consórcio sarneysista restará resignarem-se à condição de linha auxiliar do projeto coronelista. E Flávio Dino segue com amplo favoritismo para conquistar o segundo mandato.

Radialista, jornalista. Secretário adjunto de Comunicação Social e diretor-geral da Nova 1290 Timbira AM.

Flávio Dino: Espero que a princesa da oligarquia dispute a eleição para o governo

O governador Flávio Dino desafiou Roseana Sarney (MDB) a se candidatar ao governo do Estado. “Espero que a princesa da oligarquia dispute a eleição para o governo”, escreveu Dino nas redes sociais. Princesa da oligarquia era o codinome dado à ex-governadora do Maranhão na planilha de propinas da Odebrecht, segundo investigações da operação Lava Jato.

As declarações foram dadas após reportagem exibida pelo Fantástico sobre circular assinada por integrante da PM do interior do Maranhão, que determinava levantamento de informações sobre políticos da oposição municipal e estadual.

“Globo no Maranhão é a TV do Sarney, que faz essas reportagens veiculadas nacionalmente. Chamam isso de “jornalismo” e “democracia”. No caso, imputar a mim um papel assinado por um tenente-coronel que nem sei quem é. E sobre algo que jamais ordenei ou concordei”, criticou o governador.

O governador afirmou que prova há mais de três dias que jamais ordenou, concordou ou autorizou a assinatura do tal papel. Atribuiu o episódio a mais uma armação, que atende a pequenos interesses coronelistas e delírios fascista. “TV do Sarney todas as semanas produz material distorcido sobre o Maranhão e tenta veicular na Globo. Isso desde 2015. Acham que isso vai devolver o poder a eles? Ou é só maldade mesmo?”, questionou.

Dino lembrou que a TV do Sarney não faz reportagem sobre um único programa governamental. “Nada. Até eventos como carnaval tentam esconder. Só maldade e perseguição todos os dias, o dia inteiro. E chamam isso de “jornalismo”.

Ele disse não se abater com nada e ter muita fé em Deus. “Por isso não tenho medo desses demônios. E tenho muita confiança no trabalho sério e honrado que fazemos e divulgamos nas redes sociais. Já que a TV do Sarney esconde”.

Fávio Dino afirmou que terá o maior prazer de debater todos os temas na TV do Sarney. “Eles só me entrevistam no período eleitoral, quando são obrigados por lei.”, disse.

 

 

 

OPINIÃO | Mais uma etapa vencida

Mais um ciclo pré-eleitoral foi encerrado. O fim dos prazos de trocas partidárias e novas filiações, além das desincompatibilizações para disputar as eleições de outubro, deixou mais nítido o cenário da sucessão estadual.

A disputa pelo governo do Estado mantém amplo favoritismo do governador Flávio Dino. As ‘profecias’ dos adversários não se materializaram.
Nenhum partido do arco de alianças liderado pelo PCdoB deixou de apoiar o projeto de reeleição do governador comunista. Tampouco houve loteamento de cargos para atrair novos aliados, nem para manter os atuais como pregou a oposição oligárquica.
Nem mesmo as mudanças de legenda feita por políticos com mandato favoreceram a pré-candidatura do grupo Sarney. Ao contrário, até o vice-prefeito de Caxias deixou a nau sarneísta para se filiar ao PP, que integra a base de apoio ao governo Flávio Dino.
Se por um lado, o PSDB ganhou sobrevida com filiações de dois deputados federais pré-candidatos ao Senado, a pré-candidatura de Eduardo Braide (PMN) subiu no telhado. Sem tempo de televisão, estrutura partidária e aliados que lhe garantam sustentação para uma campanha competitiva, o deputado deve disputar a eleição para a Câmara Federal. Com isso, minguam as chances de segundo turno como atestam todas as pesquisas.
Cenário, por óbvio, pouco atraente para a confirmação da candidatura de Roseana Sarney ao governo. Corroboram para isto outras profecias apocalípticas alardeadas pelo sarneísmo, que não se concretizaram. O estado do Maranhão vai muito bem administrativamente, com investimentos, inaugurações diárias, serviços públicos e servidores valorizados, além de amplo reconhecimento de instituições nacionais e internacionais. Portanto, muito distante daquilo que desejavam os pregadores do caos.
O governador Flavio Dino goza de uma das maiores aprovações do país com mais de 60% de popularidade e praticamente o mesmo percentual de intenções de votos.
Como as eleições deste ano ocorrerão em ambiente de tensão após a prisão política do ex-presidente Lula, há outro componente que terá grande importância. Enquanto Flávio Dino tem o apoio do ex-presidente, cuja aprovação beira os 80% no estado, seus adversários terão que carregar o peso da desaprovação acima de 80% do governo Michel Temer, defendido por eles.
A seis meses das eleições muito ainda por acontecer, mas o ambiente político eleitoral está pouco propício a reviravolta. Por tudo isto, parece cada vez mais improvável o embate entre Flavio Dino e Roseana Sarney. Os sinais são visíveis. Esperemos para conferir.
Radialista, jornalista. Secretário adjunto de Comunicação Social e diretor-geral da Nova 1290 Timbira AM.

Fragilidade de Roseana faz Sarney transferir domicílio eleitoral para o Maranhão

O ex-governador José Reinaldo Tavares avisou certa vez ao governador Flávio Dino que a disputa pela reeleição não seria contra Roseana, mas sim contra o pai dela, o velho oligarca José Sarney (MDB), hoje um dos principais conselheiros presidente Michel Temer.

O alerta de Zé Reinaldo foi concretizado com a confirmação, na tarde de ontem, da transferência do domicílio eleitoral do ex-senador José Sarney, do Amapá para o Maranhão, na esperança de mudar o quadro totalmente favorável a renovação do mandato do governador.

Ao retornar ao seu estado natal, onde praticamente seus ex-companheiros de política já fizeram a passagem para o outro mundo, Sarney, conforme especulam nos bastidores, vem com missão de organizar a campanha da filha e trabalhar pela eleição do filho ao Senado e do neto a deputado estadual.

O ingresso do velho oligarca na campanha que se aproxima expõe a fragilidade da liderança de Roseana, que já não consegue reunir sequer aliados para percorrer o interior do Estado e se apresentar à população como pré-candidata.

Roseana teve que abortar recentemente sua ida a Imperatriz e região porque não conseguiu organizar a comitiva. Até o jornal da sua família já trata a ex-governadora como provável candidata, ou seja, Roseana permanecer indecisa em se submeter novamente a humilhação das urnas. a exemplo do que ocorreu em 2006 e 2014.

Aberto inquérito contra empresários por fraude fiscal durante gestão Roseana Sarney

Foi aberto na Delegacia Fazendária (Defaz) inquérito para apurar a concessão ilegal de isenções fiscais na Secretária de Estado da Fazenda (Sefaz) durante a gestão Roseana Sarney (PMDB).

O rombo causado pelas fraudes chegaria ao valor de R$ 410 milhões, segundo o promotor de Justiça Final José Osmar Alves, conforme reportado pelo Atual 7.

Ainda em julho do ano passado, a Promotoria Pública já havia confirmado que empresários estavam sendo alvo de investigações sobre crimes tibutários.

Segundo o Relatório de Auditoria Especial, produzido em 2016 pela Secretaria de Estado da Transparência e Controle (STC) e pela Sefaz, quase 200 empresas tiveram benéficos fiscais irregulares.

Foi com base nesse relatório que o MP-MA formulou sua denúncia contra Roseana Sarney na época.

Entre as fraudes estão, segundo o relatório, compensasões tributárias ilegais, operações tributárias fantasmas, reativação de parcelamento de débitos mesmo sem a realização de quitação das parcelas devidas, e exclusão indevida dos autos de infração do banco de dados da pasta.

De Redação, com informações de Portal Atual7.