Coronel da PM, primo de Sarney, é preso pela PF em São Luís

Carlos Roberto Lima (Coronel Betão) foi preso, na manhã dessa terça-feira (15), em sua residência, no Renascença, numa ação da Polícia Federal.

O coronel reformado da PMMA é primo do ex-presidente José Sarney e tio da ex-governadora Roseana. O juiz César Artur Cavalcante de Carvalho, da 13ª Vara Federal de Pernambuco, decretou a prisão do Coronel Betão.

O primo de Sarney é acusado de desvio de recursos públicos, peculato, pagamento de propina relacionado a contratos do Corpo de Bombeiros do Estado do Maranhão e tráfico de influência.

O envolvimento do Coronel Betão tem origem em uma operação criada ainda no governo de Roseana Sarney para socorrer os atingidos pela estiagem que atingiu o interior do Maranhão em 2013.

O esquema funcionava da seguinte forma: algumas empresas foram habilitadas para fornecimento de cestas básicas e filtros de polipropileno. Betão seria proprietário de uma dessas empresas. Dois contratos foram feitos com o Corpo de Bombeiros do Maranhão, na época comandado pelo Coronel Vanderley, que foi preso recentemente pela Polícia Federal.

Esta é a segunda passagem do Coronel Betão pela Polícia Federal. O primo de Sarney já havia sido conduzido coercitivamente à sede da PF, que cumpriu um mandado de busca e apreensão e recolheu dois carros e 50 cheques que se encontravam em poder do oficial reformado.

Betão foi preso hoje em sua residência, e conduzido para a superintendência da PF, no final da tarde. O primo de Sarney foi transferido para a carceragem do Comando Geral da PM, no Calhau.

Do Marrapá

OPINIÃO | Pré-candidatura de Roseana Sarney agoniza

A 90 dias do fim do prazo de registro de candidaturas para as eleições de 7 de outubro, um mar de incertezas ronda a oposição sarneysista sobre o candidato que enfrentará o governador Flávio Dino na disputa pelo governo do Estado.

Há meses, escrevi neste espaço que o embate entre o governador Flávio Dino e a ex-governadora Roseana Sarney é improvável. Tese que se consolida à medida em que se aproxima o pleito.

A razão é simples. Sem apoio popular, político e aliada de Michel Temer, presidente mais rejeitado do país pós-ditadura, Roseana Sarney aposta as últimas fichas no poderio midiático do clã. E partiu para um festival de ataques Fake news ao governo Flávio Dino. Tentaram transformar em escândalo e envolver o governo no suicídio do médico Mariano Castro; no suposto monitoramento de políticos e a nomeação legal de capelães da Polícia Militar. Com baixa credibilidade e nenhum amparo na realidade, as investidas midiáticas da oposição sarneysista fracassaram, conforme atestam pesquisas.

A rejeição experimentada nas andanças pelo interior fez a emedebista recuar das aparições públicas. Aos defensores da candidatura de Roseana Sarney resta torcer por um ‘inusitado’ escândalo envolvendo o governo. Uma espécie de novo ‘Reis Pacheco’ para dar o mínimo de oxigênio ao projeto sarneysista de voltar ao poder. Chances remotas se considerarmos que o governo Flávio Dino se destaca como o mais eficiente do país, combate a corrupção e cuja transparência e controle dos gastos públicos saltou de zero para dez na escala da CGU (Controladoria Geral da União).

E na ausência de Roseana Sarney, qual será o posicionamento do clã? Apoiar Roberto Rocha? Estimular a candidatura de Eduardo Braide? Nenhuma coisa, nem outra. Ser a segunda força política do Estado não é a pior situação dos mundos. Menos ainda considerando que daqui a quatro anos haverá novo embate pelo governo e este não terá como candidato o governador Flávio Dino.

Por isso mesmo, Sarney não pensa na hipótese de transferir o espólio. Sabendo disso, o deputado estadual Eduardo Braide anunciará, nas próximas semanas, sua candidatura a deputado federal. Manterá, assim, o projeto de disputar a prefeitura de São Luís em 2020.

Pois bem, e o que faria o grupo Sarney? A prioridade do clã é eleger um senador. Com o olhar voltado para a eleição de 2022. A evidência aponta para a candidatura de Sarney Filho (PV). Mas, este poderá ser uma vez mais sacrificado e ceder a vaga para a irmã.

Qual seria a justificativa e quem substituiria Roseana Sarney? A explicação já começou a ser ensaiada. Roseana só aceitaria ser candidata ao governo no comando do MDB. Proposta, de pronto, recusada pelo senador João Alberto. Com a desistência de Roseana Sarney resta como alternativa a candidatura do fiel escudeiro de Sarney, João Alberto. Candidatura que cumprirá a tarefa de manter minimamente coeso os 25% orgânicos do grupo.

Aos demais candidatos do consórcio sarneysista restará resignarem-se à condição de linha auxiliar do projeto coronelista. E Flávio Dino segue com amplo favoritismo para conquistar o segundo mandato.

Radialista, jornalista. Secretário adjunto de Comunicação Social e diretor-geral da Nova 1290 Timbira AM.

Atacar capelães evangélicos é perseguição aos cristãos, diz Eliziane Gama

A deputada federal Eliziane Gama (PPS) condenou os ataques do Sistema Mirante de Comunicação, de propriedade da família Sarney, aos capelães da Polícia Militar do Maranhão.

“Atacar aos capelães evangélicos é uma clara perseguição aos cristãos evangélicos que sempre lutaram pela evangelização em presídios do Maranhão, seguindo a premissa bíblica, “estive na prisão, e foste me vê”. Um desrespeito a todos nós evangélicos!”, criticou por meio das suas redes sociais.

Os veículos de comunicação do grupo Sarney tem tratado como escândalo a criação de cargos e nomeação de capelães evangélicos para os quadros da Polícia Militar do Maranhão.

O presidente estadual do PCdoB, Márcio Jerry, também reagiu e afirmou que os ataques demonstram a degradação da oposição sarneysista.

“Os ataques aos capelães evangélicos não agride o governador Flávio Dino, como José Sarney e seus capangas pensam, mas sim a todos os evangélicos, todos os cristãos. Realmente uma prova de degradação absoluta dessa gente”, disse.

Em nota, o governo do Maranhão informou que o número de cargos criados de capelão da Polícia Militar manteve-se na média das gestões anteriores, totalizando seis novas vagas. Diz ainda que na Polícia Civil, no Corpo de Bombeiros e no Sistema Prisional, a criação de cargos de capelania, conforme previsto na Constituição Federal, atendeu igualmente à necessidade de oferta da assistência a esses servidores, que tiveram seus quadros ampliados na atual gestão em 50%. E conclui afirmando que “as mudanças de patente efetivadas seguiram, como de praxe, regras da Corporação”.

Temer, como Sarney: um presidente que não pode sair à rua

Tijolaço

Será que alguém, depois da cena de hoje no centro de São Paulo, vai querer ser o candidato que “vai preservar o legado” de Michel Temer?

Como José Sarney, apedrejado no Centro do Rio em 1988, 30 anos depois, Temer, ao sair corrido da visita aos escombros do prédio incendiado no Centro paulistano vai completando a mórbida semelhança com José Sarney, que ascendeu ao poder para ser o antípoda das esperanças despertadas na redemocratização.

Como o seu “mestre”, o usurpador destes tempos está fadado a ser apenas um saco de pancadas nas eleições.

Quem lhe carregava o fardo – Ulysses Guimarães e Aureliano Chaves – foi reduzido a candidato “nanico”, malgrado todas as máquinas partidárias de que dispunham.

Em meio ao drama das famílias miseráveis que perderam até mesmo os farrapos que tinham a presença de alguém que virtualmente paralisou a construção de moradias para os mais pobres – o Governo Temer contratou, ano passado, apenas apenas 23 mil na faixa 1, que atende famílias com renda mensal de até R$ 1.800, não podia dar em outra coisa.

Ex-presidente da EBC critica campanha aberta de mídia controlada por Sarney contra Flávio Dino

O ex-presidente da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), jornalista Ricardo Melo, criticou os sistemáticos ataques do Sistema Mirante de Comunicação, de propriedade da família do ex-senador José Sarney, ao governador Flávio Dino.

“O Estado do Maranhão, a TV Mirante do Sarney estão em campanha aberta contra o governador Flávio Dino com uma série de fake news, notícias improcedentes acusando o governador de coisas que ele não fez, de atos que ele não praticou”, disse Melo, durante apresentação do programa Contraponto, na Rádio Trianon AM de São Paulo.

O comentário se referia às notícias falsas produzidas pela TV do Sarney e repercutidas pela Rede Globo sobre papel assinado por um tenente coronel da Polícia Militar sobre suposto monitoramento de adversários políticos.

Ricardo Melo disse que o ambiente é de perseguição do grupo Sarney ao governo Flávio Dino em diversas áreas. “Um cerco em relação a verbas federais, cerco interno da mídia pesado”, criticou.

O ex-colunista do Jornal Folha de S. Paulo creditou os ataques ao êxito da gestão de Flávio Dino e o favoritismo nas eleições deste ano.

“O governador Flávio Dino faz uma administração exemplar nas condições colocadas. O Maranhão que era sempre lanterninha nos indicadores sociais e econômicos, na gestão dele teve crescimento. É o estado que mais cresceu no país, paga o melhor salário de professor do país. Faz uma política baseada em instrumentos de democracia e lidera as pesquisas com 60% das intenções de votos”, afirmou.

O jornalista afirmou que além do governador está fazendo uma administração exemplar tem sido uma das vozes mais respeitadas e abalizadas em defesa do presidente Lula e da democracia.

“Nossa solidariedade ao povo maranhense, nossa solidariedade ao governador Flávio Dino. Sarney vamos combinar… já era! Já era Roseana! Deixa o Flávio Dino trabalhar”, afirmou.

Máfia maranhense não quer eleições, quer tapetão, diz Flávio Dino

O governador Flávio Dino usou as redes sociais para criticar o pedido de intervenção federal feito por deputados estaduais sarneysistas junto à Procuradoria Geral da República (PGR). Eles pedem forças de segurança nacionais no Estado até as eleições de outubro.

“A máfia maranhense agora quer intervenção federal no Maranhão, com base em um papel assinado por um oficial do 5º escalão da PM. Não querem eleições, querem “tapetão”, disse o governador.

Ele afirmou que o clã Sarney deve estar com saudade do tempo da ditadura militar, quando mandavam sem ter votos.

Flávio Dino avalia que a máfia está insatisfeita com os resultados obtidos pela Polícia do Maranhão, nos últimos três anos.

“No esdrúxulo pedido de intervenção federal, a máfia demonstra insatisfação contra a Polícia que tirou São Luís das 50 cidades mais violentas do mundo, acabou com o caos em Pedrinhas, reduziu os crimes violentos. Sarney não deve gostar desses êxitos”, tuitou.

PGR defende no Supremo que Sarney e mais três do MDB tornem-se réus

A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, defendeu nesta segunda-feira que o Supremo Tribunal Federal (STF) transforme em réus quatro senadores, dois ex-senadores e três executivos de empreiteiras envolvidos em crimes de corrupção passiva e ativa, e lavagem de dinheiro, entre 2008 e 2012, com a Transpetro, braço de logística e transporte da Petrobras, segundo nota divulgada pela assessoria de imprensa do órgão.

A manifestação ocorreu na réplica da PGR às alegações feitas pelas defesas dos denunciados. A acusação criminal foi apresentada em agosto de 2017 pelo ex-procurador-geral Rodrigo Janot e aguarda análise pelo STF.

A réplica rebate as alegações dos senadores do MDB Renan Calheiros (AL), Garibaldi Alves Filho (RN), Valdir Raupp (RO) e Romero Jucá (RR), presidente do partido; do ex-presidente e ex-senador José Sarney (MDB-AP); dos administradores da NM Engenharia e da NM Serviços Luiz Maramaldo e Nelson Cortonesi Maramaldo; e do executivo da Odebrecht Ambiental Fernando Reis.

O ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado, pivô do esquema investigado, não fez contestações à denúncia da PGR, justificando que o fará durante o interrogatório judicial, além de reafirmar “integralmente as declarações prestadas até o momento e o seu compromisso de cooperar com as investigações em curso”.

Dodge aceitou apenas a argumentação dos executivos Luiz e Nelson Maramaldo, os quais afirmaram que a denúncia os responsabilizava por oito atos de corrupção ativa, quando a acusação “relaciona sete repasses indevidos de verbas a diretórios políticos, por meio de doação oficial”, diz o texto.

A defesa de Renan afirmou que não estava demonstrado “categoricamente o ato de ofício praticado em contrapartida ao recebimento da suposta vantagem indevida”.

 Dodge rebateu-o: “O ato de ofício inerente ao crime de corrupção consiste nessa sustentação política ao presidente da Transpetro e na omissão ao dever parlamentar de fiscalização da administração pública federal, o que viabilizava a prática dos vários crimes de corrupção ativa e passiva e lavagem de dinheiro no âmbito da empresa estatal”, explica.
Reuters.

Indicado por Sarney, Fernando Segovia é demitido da direção da PF

Revista Fórum

O novo ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, decidiu trocar o comando da Polícia Federal (PF), que foi transferida do Ministério da Justiça para a nova pasta. Fernando Segovia será substituído por Rogério Galloro. As informações são de Jailton de Carvalho, de O Globo.

Galloro era o preferido do ministro da Justiça, Torquato Jardim, para assumir a PF no momento em que Segovia foi nomeado, em novembro. Em troca, Torquato o escolheu para comandar a Secretaria Nacional de Justiça.

Fragilidade de Roseana faz Sarney transferir domicílio eleitoral para o Maranhão

O ex-governador José Reinaldo Tavares avisou certa vez ao governador Flávio Dino que a disputa pela reeleição não seria contra Roseana, mas sim contra o pai dela, o velho oligarca José Sarney (MDB), hoje um dos principais conselheiros presidente Michel Temer.

O alerta de Zé Reinaldo foi concretizado com a confirmação, na tarde de ontem, da transferência do domicílio eleitoral do ex-senador José Sarney, do Amapá para o Maranhão, na esperança de mudar o quadro totalmente favorável a renovação do mandato do governador.

Ao retornar ao seu estado natal, onde praticamente seus ex-companheiros de política já fizeram a passagem para o outro mundo, Sarney, conforme especulam nos bastidores, vem com missão de organizar a campanha da filha e trabalhar pela eleição do filho ao Senado e do neto a deputado estadual.

O ingresso do velho oligarca na campanha que se aproxima expõe a fragilidade da liderança de Roseana, que já não consegue reunir sequer aliados para percorrer o interior do Estado e se apresentar à população como pré-candidata.

Roseana teve que abortar recentemente sua ida a Imperatriz e região porque não conseguiu organizar a comitiva. Até o jornal da sua família já trata a ex-governadora como provável candidata, ou seja, Roseana permanecer indecisa em se submeter novamente a humilhação das urnas. a exemplo do que ocorreu em 2006 e 2014.

Sarney pode ter influenciado atraso em julgamento de apadrinhado político no TCU

O ex-presidente do Senado José Sarney (MDB-AP) pode ter influenciado politicamente junto ao TCU (Tribunal de Contas da União) para segurar por quase cinco anos o julgamento de processo que apurou superfaturamento de R$ 14 milhões em contrato firmado por ex-dirigentes do Senado sob gestões do MDB.

Um dos acusados é Agaciel Maia, ex-diretor geral do Senado, no período em que Sarney foi presidente da Casa. A ligação de Maia e Sarney é antiga remete ainda ao escândalo dos atos secretos, revelados após investigações da Operação Boi Barrica, rebatizada Faktor, da Polícia Federal, em 2009.

De acordo com reportagem publicada pelo jornal Folha de S. Paulo, neste sábado (17), o presidente do TCU, Raimundo Carreiro, pleiteou o adiamento. Ligado a Sarney, ele foi secretário-geral da Mesa do Senado até 2007 (época dos fatos apurados no TCU).

Auditoria da corte de contas, concluída em novembro de 2012, responsabiliza o ex-senador e ex-primeiro secretário da Casa Efraim Morais (DEM-PB) e o ex-diretor geral Agaciel Maia (PR-DF), hoje deputado distrital em Brasília, pela contratação, a valores exorbitantes, de serviços terceirizados de auxiliar técnico de informática entre 2006 e 2009.

O relatório que pede a reprovação das contas de ambos, além da aplicação de multas e da devolução dos recursos (em valores atualizados), está pronto desde novembro de 2012.

INÉRCIA

O último parecer necessário para o julgamento foi emitido pelo Ministério Público de Contas em maio do ano seguinte. O caso hibernou. Só voltou a correr no fim do ano passado, após a Procuradoria da República no DF cobrar o tribunal pela inércia. O caso foi inicialmente pautado para a sessão de 12 de dezembro, mas o relator, ministro José Múcio Monteiro, atendeu a um pedido de Morais, que requereu mais uma semana para apresentar defesa, e adiou o julgamento. Como a corte entrou em recesso, o processo só voltou à pauta em 24 de janeiro, mas a análise não ocorreu a pedido do ministro Vital do Rêgo, que não estava no tribunal. Vital foi senador pelo MDB da Paraíba e aliado de Morais no Estado.

Recentemente, o ex-senador convidou o irmão do ministro, o deputado federal Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB), a se filiar ao seu partido. O caso foi pautado para 31 de janeiro. Como Múcio não estava, foi relatado pelo ministro substituto André Luís de Carvalho. Além da multa e da devolução dos recursos, ele propôs que Morais e Maia fiquem proibidos de exercer cargos em comissão e funções de confiança. Mas Vital pediu vista do processo.

As defesas tentam articular com parte dos ministros que a auditoria volte para técnicos da corte e seja refeita, passados cinco anos. Seis dias após o pedido de vista de Vital, os advogados de Maia fizeram consulta à Advocacia do Senado. Na mesma data, 5 de fevereiro, o órgão entregou um documento indicando que a responsabilidade pelas irregularidades não seria dele. A expectativa é que esse suposto “fato novo” justifique o retorno dos autos para os auditores. A auditoria do TCU diz que Morais e Maia autorizaram a licitação e a contratação superfaturada.

MEMÓRIA

Gravações da PF ligaram Sarney a Agaciel e ao escândalo dos atos secretos

Uma sequencia de diálogos gravados pela Polícia Federal (PF) com autorização judicial, durante a Operação Boi Barrica, revelou a prática de nepotismo explícito pela família Sarney no Senado e amarra o presidente da Casa, José Sarney (PMDB-AP), ao ex-diretor-geral Agaciel Maia na prestação de favores concedidos por meio de atos secretos.

Em uma das conversas, o empresário Fernando Sarney, filho do parlamentar, diz à filha, Maria Beatriz Sarney, que mandou Agaciel reservar uma vaga para o namorado dela, Henrique Dias Bernardes. Em conversa com o filho, alvo da investigação, Sarney caiu na interceptação. Segundo a gravação, o senador se compromete a falar com Agaciel para sacramentar a nomeação. O namorado da neta foi nomeado oito dias depois, por ato secreto.

(Com informações da Folha de S. Paulo e O Estado de S. Paulo)