Flávio Dino vence no 1º turno; Weverton e Eliziane ampliam vantagem para o Senado

A última pesquisa Exata/JP mostra que o governador Flávio Dino mantém ampla vantagem sobre seus adversários e deve ser reeleito neste domingo no primeiro turno. De acordo com a pesquisa, Flávio tem 62% das intenções de votos válidos.

O levantamento foi publicado pelo Jornal Pequeno neste sábado (6), véspera da eleição.

Flávio tem mais que o dobro de Roseana Sarney, com 29%. Em seguida, vêm Maura Jorge (6%) e Roberto Rocha (3%). Odívio Neto e Ramon Zapata não pontuaram.

Senado

Para o Senado, a pesquisa mostra que os dois candidatos da chapa de Flávio ampliaram a vantagem sobre os demais concorrentes e lideram com folga. Eles têm mais de dez pontos de diferença sobre os candidatos das famílias Sarney e Lobão.

Neste ano, os eleitores votam em dois senadores.

Weverton cresceu de 31% para 36% de intenções de votos totais. Eliziane Gama subiu de 28% para 33%.

Já Edison Lobão foi de 26% para 24%. Sarney Filhou passou de 23% para 21%.

Depois vêm Zé Reinaldo (14%), Alexandre Almeida (10%), Samuel Campelo (2%) e Preta Lú (2%). Saulo Pinto e Saulo Arcangeli têm 1% cada. Iêgo Brunno não pontuou. Votos brancos e nulos somam 30%. Indecisos são 26%.

Registro

A pesquisa Exata/JP ouviu 1.400 pessoas entre os dias 2 e 4 de outubro. A margem de erro é de 3,3 pontos para mais ou para menos. O registro da pesquisa no TSE é o MA-07634/18.

Econométrica: Flávio vence com 62%; Eliziane e Weverton são líderes isolados para o Senado

A nova pesquisa Econométrica, divulgada nesta segunda-feira (1), mostra que o governador Flávio Dino está consolidado em primeiro lugar na corrida eleitoral, com ampla vantagem sobre a segunda colocada. Flávio aparece com 61,9% dos votos válidos.

É mais que o dobro de Roseana Sarney, que tem 29,9% das intenções de voto. Em seguida, vêm Maura Jorge (5,3%), Roberto Rocha (2,5%), Ramon Zapata (0,4%) e Odívio Neto (0,1%).

Senado

Para o Senado, os dois candidatos de Flávio Dino lideram com boa vantagem sobre os demais concorrentes. Neste ano, o eleitor vota em dois senadores.

Weverton Rocha tem 33,1% das intenções totais de voto, e Eliziane Gama aparece com 30%.

Atrás deles estão Sarney Filho, com 23,5%, e Edison Lobão, com 23,1%. A lista ainda tem Zé Reinaldo (9,8%), Alexandre Almeida (5,7%), Samuel Campelo (1,7%), Iêgo Brunno (1,3%), Preta Lú (1,1%), Saulo Arcangeli (0,8%) e Saulo Pinto (0,5%).

Brancos e nulos são 17,9%. E 51,5% não souberam responder. A soma total dá 200% porque o eleitor vota em dois senadores.

Registro

A pesquisa foi feita entre os dias 27 e 30 de setembro, com 1.411 entrevistados em todas as regiões do Maranhão. A margem de erro é de 2,6 pontos para mais ou para menos. O levantamento está registrado sob o número MA-01075/2018.

Pesquisa Data M: Flávio Dino vence no 1º turno. Eliziane e Weverton lideram ao Senado

A pesquisa Data M divulgada nesta terça-feira (25) pelo Jornal Pequeno confirma a ampla vantagem do governador Flávio Dino na disputa eleitoral. Ele aparece com 59,5% das intenções de votos válidos, o que o levaria à vitória em primeiro turno se a votação fosse hoje. A pesquisa foi encomendada pelo Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado do Maranhão.

De acordo com o levantamento, Roseana Sarney tem 33,8% das intenções de votos válidos, contra 4,1% de Maura Jorge, 1,9% de Roberto Rocha, 0,6% de Ramon Zapata e 0,1% de Odívio Neto.

Senado

Na disputa pelo Senado, Weverton Rocha e Eliziane Gama lideram. Ele tem 29,9% das intenções de votos. Ela tem 29,4%. Ambos são da chapa de Flávio Dino. Neste ano, os eleitores votam em dois senadores.

Em seguida, aparecem Edison Lobão (22,3%), Sarney Filho (21,4%), José Reinaldo Tavares (9,7%), Alexandre Almeida (7,5%), Preta Lú (1,5%), Samuel Campelo (1,1%), Saulo Arcangeli (0,7%), Iêgo Bruno (0,3%) e Saulo Pinto (0,3). Brancos, nulos e indecisos são 75,9%. O somatório total dá 200% porque o eleitor vota em dois senadores.

Registro

A pesquisa do instituto Data M, contratada pelo SINDUSCON-MA, foi realizada entre 19 e 21 de setembro, ouvindo 1500 pessoas e está registrada no TRE com o número MA-07468/2018. A margem de erro é de 3 pontos percentuais para mais ou para menos.

Eliziane e Weverton crescem na disputa ao Senado, revela nova pesquisa Econométrica

A nova pesquisa Econométrica divulgada neste sábado (22) pela Rádio FC FM mostra que Eliziane Gama (PPS) e Weverton Rocha (PDT) cresceram em relação ao levantamento passado e agora aparecem na frente da disputa pelo Senado, a duas semanas do dia da votação. Neste ano, o eleitor vota em dois senadores. Eliziane e Weverton são da chapa de Flávio Dino.

Na amostragem publicada pelo instituto no início de setembro, Eliziane Gama aparecia em segundo, com 24%, e agora tem 26,8%.

Weverton, que ocupava a quarta posição no início do mês com 20% das intenções de voto, cresceu mais de seis pontos percentuais e agora aparece tecnicamente empatado com a candidata do PPS, com 26,5%.

Ainda segundo o levantamento, Sarney Filho (PV), que tinha 25,7%, caiu e agora tem 21,2%. Já o candidato Edison Lobão (MDB), que liderava com 26,3%, registrou queda de mais de seis pontos percentuais e foi para a quarta posição com 19,8%.

Depois vêm os candidatos Zé Reinaldo (PSDB), com 12,5%; Alexandre Almeida (PSDB), com 7,0%; Preta Lú (PSTU), com 1,7%; Iêgo Brunno (PCB), com 1,0%; Samuel Campelo (PSL), com 0,7%, Saulo Arcangeli (PSTU), com 0,6% e Saulo Pinto (PSOL), com 0,5%. Brancos e nulos somaram 26,6%; e 55% disseram não saber ou não responderam.

A soma total dá 200% porque neste ano os eleitores votam em dois senadores.

Registrada no TSE sob o nº MA-04166/2018, a pesquisa Econométrica ouviu 1.437 de 48 municípios do Maranhão entre os dias 15 a 19 de setembro de 2018. O intervalo de confiança é de 95%, e a margem de erro é de 2,6 pontos para mais ou para menos.

OPINIÃO | “Desinteresse’ do eleitorado pelo Senado

Por quase meio século a representação do Maranhão no Senado da República é hegemonizada por membros de um mesmo grupo político. No mais das vezes, sua atuação atende aos interesses menores e até eleitoreiros deste agrupamento que ao conjunto da população.

Dois episódios demonstram isto na prática. Em meados da década passada, a população foi às ruas para reivindicar a aprovação de empréstimo de US$ 30 milhões junto ao Banco Mundial, para financiar o Programa de Desenvolvimento Integrado do Maranhão (Prodim).

Pois bem! Os três senadores do Maranhão à época fizeram de tudo para boicotar o projeto, cujo objetivo era combater a pobreza rural e o então governador do Estado José Reinaldo Tavares teve de recorrer a senadores de outros estados para aprovar o projeto. O trio senatorial local preferiu atender às ordens do chefe político a ouvir o clamor da maioria dos maranhenses.

Mais recentemente, outro fato demonstrou a baixa eficiência da bancada do Maranhão. No momento da maior crise econômica da história do país, em que estados e municípios amargam quedas substanciais nas receitas comprometendo serviços públicos essenciais, houve entendimento político para que os recursos da emenda coletiva de bancada fossem destinados à saúde.

Seriam R$ 160 milhões para os municípios. Os senadores retiraram parte significativa dos recursos e os destinaram à Companhia de Desenvolvimento dos Vales dos rios São Francisco e Parnaíba (Codevasf).

Atitudes como essas talvez ajudem a explicar o ‘desinteresse’ de grande parte do eleitorado maranhense com a eleição para o Senado.

Cerca de 34% dos eleitores em média estão indecisos, segundo pesquisas, dizem não saber ou não respondem em quem votarão para senador, no próximo dia 7 de outubro.

Outros 32% dizem votar nulo ou em branco. Somados teríamos mais da metade do eleitorado ‘desinteressado’ das eleições para o Senado. Em 2010, quando duas vagas estavam em disputa foram pouco mais de 20% de votos nulos e brancos. Quatro anos depois, cerca de 10% dos eleitores votaram em branco ou nulo.

Contudo, os levantamentos estatísticos apontam também para possibilidade inédita de eleição em que candidatos apoiados pelas forças oligárquicas têm chances reduzidas de chegar ao Senado. Concorre para isso a alta aprovação do governo e popularidade do governador Flávio Dino.

A dezenove dias da eleição, os candidatos apoiados pelo governador, Eliziane Gama (PPS) e Weverton Rocha (PDT) lideram a corrida pelo Senado. Edison Lobão (MDB) e Sarney Filho (PV) parecem ter alcançado o teto e estão empatados tecnicamente na terceira posição com o ex-governador Zé Reinaldo (PSDB), que também está na briga por uma das vagas.

Tradicionalmente nas eleições estaduais, candidatos apoiados por governadores candidatos à reeleição são favoritos. Exceto nas eleições de 1990 e 2006, ambas vencidas pelo oposicionista Epitácio Cafeteira.

Caso o revés da dupla de candidatos ligados ao conservadorismo se concretize será a primeira vez em décadas que a representação do Estado no Senado não terá sido eleita em coligações lideradas pelo sarneísmo.

Os maranhenses precisam dar a devida relevância ao Senado elegendo senadores comprometidos verdadeiramente com o Maranhão e seu povo.

Radialista, jornalista, Secretário adjunto de Comunicação Social e diretor-geral da Nova 1290 Timbira AM.

Disputa pelo Senado segue embolada, diz pesquisa TV Guará/Econométrica

Continua bastante acirrada a disputa pelo Senado nas eleições maranhenses deste ano. De acordo com a pesquisa TV Guará/Econométrica divulgada neste sábado (1), há múltiplos empates técnicos entre os primeiros colocados.

A disputa está assim: Edison Lobão tem 26,3% das intenções de votos, seguido por Sarney Filho (25,7%), Eliziane Gama (24%), Weverton Rocha (20,5%) e Zé Reinaldo (18,1%).

Como a margem de erro é de 2,61%, há uma série de empates técnicos entre os candidatos.

Mais afastados, estão Alexandre Almeida (9,3%), Preta Lú (2,2%), Samuel Campelo (2%), Saulo Arcangeli (1,6%), Saulo Pinto (1,4%) e Iêgo Bruno (0,6%).

Brancos e nulos somam 30,7%. Outros 37,5% não sabem ou não responderam. A soma total dá 200% porque, neste ano, os eleitores votam em dois senadores.

Votos válidos

Considerando apenas os votos válidos – que excluem brancos, nulos e indecisos – Lobão tem 20%; Sarney Filho, 19,5%; Eliziane, 18,5%; Weverton, 15,5%; Zé Reinaldo, 14%; Alexandre Almeida, 7%; Preta Lú, 1,5%; Samuel Campelo, 1,5%; Saulo Arcangeli, 1%; Saulo Pinto, 1%; Iêgo Brunno, 0,5%.

Nesse caso, a soma dá 100% porque são apenas os votos válidos, como são computados na apuração oficial.

A pesquisa está registrada no TSE sob o número MA-08877/2018. Foi feita entre 21 e 25 de agosto, com 1.407 entrevistados. A margem de erro é de 2,61 pontos.

Pesquisa mostra disputa embolada pelo Senado no Maranhão

A quatro meses das eleições é imprevisível a disputa pelas duas vagas para o Senado Federal. É o que mostra a pesquisa Exata, contratada pelo Jornal Pequeno, realizada entre os dias 25 e 30 de maio.

Praticamente todos os pré-candidatos estão empatados tecnicamente considerando a margem de erro. A pré-candidata Eliziane Gama (PPS) lidera a disputa com 17% das intenções de votos. A seguir aparecem Edison Lobão (MDB) e Sarney Filho (PV) com 15% cada um.

O deputado federal Weverton Rocha (PDT) aparece com 9% das intenções de votos seguido por Zé Reinaldo (PSDB) e Alexandre Almeida (PSDB) com 8% e 6%, respectivamente.

Nenhum, branco e nulo somam 18%, enquanto não sabe ou não responderam 12% dos entrevistados.

No cenário em que o instituto pergunta em quem seria o segundo voto para o Senado, há novo empate técnico entre os principais concorrentes. Lobão e Sarney Filho tem 12% e 11%, respectivamente. São seguidos de perto por Weverton Rocha com 9%; Zé Reinaldo e Eliziane Gama com 8% cada um e Alexandre Almeida com 6% das intenções de votos.

Nenhum, branco e nulo totalizam 30%, enquanto 16% não sabem ou não responderam.

A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob nº 06478/2018. A Exata entrevistou 1.400 pessoas em todas as regiões do Estado. A margem de erro é de 3,2 pontos percentuais para mais ou para menos. O intervalo de confiança de 95%.

Chapa majoritária de Flávio Dino está definida

O governador do estado Flávio Dino (PCdoB) definiu quais os nomes da chapa majoritária que disputarão as eleições deste ano ao seu lado.

Dino segue tendo Carlos Brandão (PRB) como vice para disputar a reeleição ao cargo mais alto dos Leões.

O atual deputado federal Weverton Rocha (PDT) passa a pré-candidato ao Senado, junto com a atual deputada federal Eliziane Gama (PPS).

A decisão será apresentada aos partidos da base aliada da situação e à imprensa em um jantar na próxima quinta-feira (19).

Ainda precisam ser escolhidos os nomes dos dois suplentes aos pré-candidatos.

Waldir Maranhão, ex-vice de Cunha, formalizou pedido de filiação ao PT

Revista Fórum

O deputado federal Waldir Maranhão (Avante-MA) formalizou nesta semana um pedido de filiação no diretório estadual do PT de seu estado. Ex-vice presidente na Câmara durante o mandato do ex-deputado Eduardo Cunha, Maranhão era filiado ao PP e passou a ser pressionado pelo seu partido, principalmente, depois que votou contra o impeachment da ex-presidenta Dilma Rousseff. Em agosto do ano passado, se filiou ao Avante (antigo PTdoB).

A filiação ainda não foi concretizada e o PT não se pronunciou oficialmente sobre o assunto. Setores da militância petista, no entanto, pressionam o partido contra a filiação. Nas redes sociais, já circula um texto do blogueiro Marcelo Bancalero conclamando a militância a pressionar os dirigentes do PT contra a vinda ao partido do deputado maranhense.

“Aceitar a filiação de Waldir Maranhão, vice do Cunha, que tentou até mostrar ser contra o golpe, mas aceitou as ordens de seu chefe, como membro PT, é colocar de novo nosso partido à mercê de aventureiros como aquele Delcídio Amaral”, diz a postagem do blogueiro.

Senado aumenta pena do feminicídio

O Senado aprovou, nesta terça-feira (13), o projeto que institui o Plano Nacional de Enfrentamento ao Homicídio de Jovens, tendo como principal objetivo reduzir, em dez anos, os altos índices de assassinato de jovens negros e pobres, condição que lidera o ranking de mortes nessa faixa etária no país. A proposta, que ainda precisa ser votada pelos deputados, foi criada após os trabalhos da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Assassinato de Jovens, que funcionou no Senado entre 2015 e 2016.

Os senadores também aprovaram, em votação simbólica, o projeto de lei que amplia a pena para os casos de feminicídio cometidos contra pessoas com condição limitante ou de vulnerabilidade. A matéria, que inclui também o homicídio de mulheres na presença física ou virtual de pais e filhos das vítimas, precisa ser aprovada pela Câmara e depois sancionada pelo presidente da República para que vire lei.

O Plano Nacional de Enfrentamento ao Homicídio de Jovens foi aprovado pela unanimidade dos presentes, sem a necessidade de uma discussão prévia. Os parlamentares buscam, neste momento, imprimir uma agenda na área de segurança ao longo deste ano, e, nas últimas semanas, os senadores já haviam aprovado o projeto de lei (PLS 240/2016) na Comissão de Constituição e Justiça do Senado.

Feminicídio de vulneráveis

O projeto aumenta a pena de reclusão para os crimes de feminicídio praticados na presença de parentes da vítima ou cometidos contra idosos ou meninas menores de 14 anos. O feminicídio, assassinato vinculado à condição de mulher da vítima, prevê atualmente pena de reclusão de 12 a 30 anos. Caso seja cometido contra pessoas de idade avançada, ou na presença de descendente ou ascendente da vítima, a legislação já prevê o aumento da pena de 1/3 até a metade da prisão.

O projeto, porém, busca garantir uma pena maior para o feminicídio de pessoas com deficiência, mulheres com doenças degenerativas ou com vulnerabilidade física ou mental. A proposta também prevê aumento da pena nos casos de presença física ou virtual de algum parente da vítima. Durante a votação, os senadores aceitaram a retirada do trecho que estabelecia pena maior também para o descumprimento das medidas protetivas previstas na Lei Maria da Penha. Com a alteração, a proposta segue novamente para análise dos deputados.

A senadora Simone Tebet defendeu a retirada do descumprimento das medidas protetivas do projeto. Segundo ela, o Senado já aprovou na semana passada uma matéria que pune os homensque violarem a proibição judicial de se aproximarem das mulheres nos casos de violência doméstica e familiar.