Trump ameaça manter pressão contra a Síria

O governo norte-americano anunciou novas sanções logo após o ataque com mísseis

Após os ataques de 50 mísseis à Síria, o governo americano anunciou novas sanções de guerra (Foto: Williams/Courtesy U.S. Navy/Handout via REUTERS

Os Estados Unidos estão prometendo manter a pressão sobre a Síria, após a intensa onda noturna de ataques com mísseis de navios norte-americanos, apesar da possibilidade de escalada da doença russa que poderia inflamar ainda mais um dos conflitos mais vexatórios do mundo.

O governo do Trump, na sexta-feira, anunciou novas sanções logo após o ataque com mísseis, e o Pentágono investigava se a própria Rússia estava envolvida no ataque às armas químicas que obrigou o presidente Donald Trump a agir. O ataque contra uma base aérea síria foi o primeiro ataque dos EUA contra o governo do presidente Bashar Assad.

Grande parte da comunidade internacional reuniu-se atrás da decisão de Trump de disparar os mísseis de cruzeiro em reação ao ataque de armas químicas desta semana que matou dezenas de homens, mulheres e crianças na Síria. Mas um porta-voz do presidente russo, Vladimir Putin, alertou que as greves causaram “um golpe significativo” nas relações entre Moscou e Washington.

Nas Nações Unidas, o vice-embaixador russo, Vladimir Safronkov, criticou fortemente o que ele chamou de “flagrante violação do direito internacional e um ato de agressão” cujas “consequências para a segurança regional e internacional podem ser extremamente graves”. Ele chamou o governo Assad de uma força principal contra o terrorismo e disse que merecia a presunção de inocência no ataque com armas químicas.

Fonte: Time Magazine

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