ENCHENTES

Com seis cidades em situação de emergência, Governo do Maranhão intensifica auxílio às vitimas das chuvas

No Maranhão, os prejuízos causados pelo período de chuvas já deixou 779 famílias desabrigadas ou desalojadas. São seis municípios em… [ ]

11 de janeiro de 2022

No Maranhão, os prejuízos causados pelo período de chuvas já deixou 779 famílias desabrigadas ou desalojadas. São seis municípios em situação de emergência: Mirador, Grajaú, Barra do Corda, Jatobá, Paraibano e Formosa da Serra Negra. As informações são do Corpo de Bombeiros.

Para enfrentar a crise e ajudar a população, um comitê com órgãos do estado foi criado e está percorrendo as cidades afetadas pelas inundações. Ele é liderado pelo vice-governador Carlos Brandão, uma vez que o governador Flávio Dino cumpre quarentena após ser diagnosticado com Covid-19.

Dentre as principais ações do governo estadual está a distribuição de 3,9 mil cestas básicas para a população atingida pelas enchentes. Foram despachadas 2,1 mil cestas básicas para a região de Colinas, mil para Mirador e 750 para Imperatriz.

Os Restaurantes Populares também estão mobilizados para distribuir refeições. Em Imperatriz são 400 almoços e 400 jantares diariamente, enquanto Grajaú serve 100 pratos no almoço e outros 100 no jantar. Cabe ao Corpo de Bombeiros retirar as quentinhas e entregar aos desabrigados. Eles também executam ações de apoio, como o transporte da população e de profissionais da saúde, distribuem medicamentos e resgatam pessoas em locais de risco, além de monitorar as condições do tempo e o volume dos rios.

Situação dos municípios

O nível do rio Tocantins subiu 9,6 metros em Imperatriz e deixou 244 famílias desabrigadas ou desalojadas. Em Mirador, o rio Itapecuru apresenta tendência de baixa, porém ainda acumula grande volume, marcando o nível de 4,7 metros. Alguns povoados seguem isolados.

Nas cidades de Trizidela do Vale e Pedreiras, o nível do rio Mearim encontra-se próximo da cota de inundação. Em decorrência do aumento do volume do água as cidades permanecem em alerta. Até esta segunda-feira (10), 100 abrigos públicos estavam prontos para receber as famílias que estão sendo retiradas pelos bombeiros dos locais de maior risco.

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