Robson Paz

Governar com sentimento de humanidade

Manhã ensolarada de 26 de julho. Povoado Novo Horizonte, município de Buriti. Mais uma Escola Digna entregue pelo governador Flávio… [ ]

3 de agosto de 2017

Manhã ensolarada de 26 de julho. Povoado Novo Horizonte, município de Buriti. Mais uma Escola Digna entregue pelo governador Flávio Dino, que anuncia também a reforma da escola de ensino médio do município, aguardada há uma década. Uma jovem senhora chora. É Alcilene. Diretora da escola. Lágrimas descem pelo rosto da professora. Emoção e esperança se misturam.

Cenas como esta têm sido comuns no Maranhão de todos nós. Nos mais longínquos lugares, onde a pobreza fez morada agora chega a mão amiga e o cuidado do Estado. Nas casas de pais e mães desesperançados, os profissionais da Força Estadual de Saúde estão presentes. No tratamento digno aos pequeninos com microcefalia e problemas de neurodesenvolvimento, na Casa Ninar. Gente simples, que jamais pensou em ser atendida no metro quadrado mais caro de São Luís.

Novos ares que movem sonhos de jovens cidadãos do mundo, que, pela primeira vez, conhecem outros países, culturas e adquirem conhecimento.

Pequenos produtores rurais desiludidos a deixar suas famílias pelas incertezas do subemprego em outros estados vêem a realidade modificada e esperança devolvida com projetos, que estimulam a produção da agricultura familiar.

Os mutirões de rua digna e os milhares contemplados com “Cheque Minha Casa” para reformar suas residências. Oportunidade em tempos de escassez. Ciclo que movimenta a economia e cria empregos.

Investimento no ser humano com o Bolsa Escola, que confere estímulo à educação e dignidade às crianças e adolescentes. Muitos se evadem da escola por falta de material escolar. Agora, recebem também uniformes gratuitos.

O combate às desumanas procissões de ambulâncias é feito com hospitais regionais, de verdade, com atendimento de média e alta complexidade, próximo de quem mais precisa.

A segunda chance para quem cometeu erros, que lhes custaram a liberdade. A condenação à morte por decapitações de apenados substituída pelo trabalho. A humanização e ressocialização progressiva do sistema penitenciário do estado.

A união capaz de tornar concreta a melhoria da qualidade de vida da população, com investimentos em Mais Asfalto e urbanização das cidades maranhenses.

São apenas dois anos e meio de governo, que parecem décadas. Por uma razão simples: há sentimento, amor, humanidade na concepção e execução das políticas públicas.

“Deixe-me dizer, mesmo com o risco de parecer ridículo, que o verdadeiro revolucionário é guiado por grandes sentimentos de amor. É preciso lutar todos os dias para que esse amor à humanidade viva se transforme em atos concretos que sirvam de exemplo e mobilizem”, Che Guevara.

Comove ver a alegria, por vezes transformada em lágrimas, resultante da mudança na vida de quem quase capitulou ao ceticismo, de tanto ver triunfar o desamor e a ganância.

O livro de Eclesiastes no capítulo 3, versículo 12, nos ensina que “nada de bom existe senão alegrar-se e fazer o bem durante a vida”. Preceito praticado pelo governo Flávio Dino, que há de contagiar o nosso país.

Radialista, jornalista. Secretário adjunto de Comunicação Social e diretor-geral da Nova 1290 Timbira AM

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