SAÚDE

Governo do Estado entrega 17ª Policlínica e IEMA no Polo do Coroadinho

Durante solenidade na Avenida dos Africanos, na sexta-feira (1º), foram entregues duas importantes obras ao Polo do Coroadinho. A primeira delas… [ ]

3 de abril de 2022

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Durante solenidade na Avenida dos Africanos, na sexta-feira (1º), foram entregues duas importantes obras ao Polo do Coroadinho. A primeira delas foi a Policlínica da Africanos, que é a 100ª obra de saúde do Governo Flávio Dino. A segunda, a Unidade Vocacional do Instituto Estadual de Educação, Ciência e Tecnologia do Maranhão (IEMA), que conta com cursos técnico-profissionalizantes e vai oferecer educação em tempo integral.

“Estamos vendo aqui a inauguração da Policlínica da Africanos, do Coroadinho, de toda essa região, trazendo consultas e exames. Também o IEMA, abrindo oportunidades de formação e capacitação. Vamos inaugurar, ainda, a segunda etapa do Parque do Rangedor, nosso compromisso com o meio ambiente, com a qualidade de vida”, disse o então governador Flávio Dino, que conduziu a solenidade de entrega.

Carlos Lula, então secretário de Estado da Saúde, destacou que a Policlínica do Coroadinho é a 100ª obra de saúde do Governo do Estado, acrescendo a maior rede de saúde que o Maranhão já teve.

“Essa é a 17ª Policlínica entregue pelo governador Flávio Dino, a 100ª obra de saúde. Dá mais de uma obra de saúde entregue por mês. A gente entrega a maior rede de saúde da história, mais uma Policlínica que é fruto das reivindicações da comunidade. A Policlínica do Coroadinho faz parte de reivindicações do Polo do Coroadinho como um todo”, frisou Carlos Lula.

Secretária de Estado Extraordinária da Juventude, Tatiana Pereira, ressaltou que agora o Coroadinho está recheado de espaços públicos para transformar a vida das pessoas.

“Vivemos um dia muito importante para a nossa comunidade, que é a entrega de um espaço que a minha mãe lutou. Aqui no Coroadinho, minha mãe falava muito que não tinha escola de nível médio. A gente tinha que ir lá pro Centro pra fazer um curso, a gente não tinha espaço. Até mesmo pra fazer um exame, tinha que ir pra outras comunidades. Hoje, a gente vê esse espaço recheado de equipamentos públicos”, disse Tatiana Pereira.

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