PANDEMIA

Governo reforça importância do cumprimento de medidas para controle da Covid-19 em Imperatriz

O Governo do Estado continua trabalhando para abrir novos leitos e ampliar o alcance dos atendimentos específicos aos casos de… [ ]

14 de maio de 2020

O Governo do Estado continua trabalhando para abrir novos leitos e ampliar o alcance dos atendimentos específicos aos casos de Covid-19 em todas as regiões do Maranhão. O secretário de Estado da Saúde, Carlos Lula, esteve nesta terça-feira (12) em visita à Região Tocantina, onde anunciou novas ações com o objetivo de descomprimir o sistema de saúde e alertou para o cumprimento das medidas preventivas para evitar o avanço do novo coronavírus principalmente na cidade de Imperatriz, onde já foram confirmados mais de 500 casos da Covid-19.

“Mesmo a gente ampliando a oferta de atendimento na cidade, não conseguiremos vencer essa batalha sem a colaboração da população. As medidas não farmacológicas, que vão evitar o contágio da doença, precisam ser consideradas como uma das principais formas de reduzir o impacto da doença no sistema de saúde”, afirmou Carlos Lula.

Desde antes da confirmação do primeiro caso da doença no Maranhão, o Governo do Estado vem incentivando e adotando medidas de distanciamento social como prevenção ao novo coronavírus. As medidas incluem limitação do funcionamento das atividades econômicas durante o período da pandemia do novo coronavírus, com permissão apenas aos serviços considerados essenciais.

Na terça-feira (12) foi anunciado o aumento do número de leitos clínicos e de UTI específicos para tratamento da Covid-19, a abertura de um ambulatório especializado para pacientes com quadro leve da doença e com comorbidades, além da parceria entre o setor público e privado que vai viabilizar o funcionamento de outro ambulatório específico para atendimento aos casos do novo coronavírus e com a UPA São José, que também passará a ser porta de entrada para o atendimento aos casos da doença.

Carlos Lula alertou que o ritmo da cidade precisa diminuir para que o sistema de saúde na região consiga dar conta da demanda. “Não podemos deixar que faltem leitos, mas para isso é importante reduzir o ritmo de contágio da doença. Considerando o número crescente de casos, se a cidade continuar como se nada estivesse acontecendo, há risco de perdermos esta batalha aqui na região”.

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