SAÚDE

Investimentos do Governo no transporte inter-hospitalar impacta positivamente na assistência ao paciente

“Nosso município tem Hospital Regional que depende muito de transporte, é uma cidade grande e muitos pacientes dependem de ambulâncias… [ ]

6 de janeiro de 2021

“Nosso município tem Hospital Regional que depende muito de transporte, é uma cidade grande e muitos pacientes dependem de ambulâncias para se deslocar de uma unidade para a outra”, destaca a dona de casa Maria Derizel Queiroz, 58 anos, sobre a importância de investimentos no transporte de pacientes. Maria conta que sua mãe, a aposentada que também atende pelo nome de Maria Oliveira de Queiroz, 84 anos, fez um tratamento no Hospital de Câncer por conta de um câncer no estômago e precisou de uma ambulância para a transferência para a cidade de Presidente Dutra, cidade onde elas moram.

“Graças ao transporte realizado pela ambulância, minha mãe conseguiu voltar para casa, pois estava muito debilitada. O transporte foi ótimo e os condutores foram muito atenciosos e cuidadosos”, comentou a dona de casa Maria Derizel Queiroz. O Hospital Regional de Presidente Dutra foi uma das unidades beneficiadas com a entrega de novas ambulâncias.

Na segunda-feira (4), o Governo do Maranhão, por meio da Secretaria de Estado da Saúde (SES), entregou mais dez ambulâncias que irão beneficiar unidades da rede estadual de saúde. Desde 2014, mais de 300 ambulâncias já foram entregues para unidades da Rede Estadual de Saúde e para os municípios maranhenses.

Segundo o secretário de Estado da Saúde, Carlos Lula, esse é um programa que o Governo do Estado tem mantido, não só na rede estadual, mas também na rede municipal. “Nós sabemos das dificuldades que os municípios, muitas vezes, têm na aquisição desse meio de transporte. Historicamente, infelizmente muitos municípios faziam o transporte de pacientes em carrocerias de veículos ou mesmo em carros pequenos sem nenhum tipo de segurança. Nos últimos anos, nós mudamos essa realidade com a entrega de centenas de ambulâncias”, afirma o secretário Carlos Lula.

As ambulâncias recentemente entregues são responsáveis pelo deslocamento de pacientes para transferências e realização de exames e procedimentos em outras unidades. O Hospital Regional de Presidente Dutra trabalha, atualmente, com duas unidades móveis, uma de Unidade de Suporte Avançado (USA) e uma Unidade de Suporte Básico (USB) que, só em 2020, realizaram cerca de 590 viagens entre transferências e deslocamentos para exames e procedimentos.

Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) também foram beneficiadas com a entrega dos veículos, entre as quais a UPA da Cidade Operária em São Luís que hoje possui duas ambulâncias que realizam, mensalmente, cerca de 280 saídas entre transferências e exames. “Essa nova ambulância vai proporcionar mais agilidade e pontualidade nos atendimentos aos nossos usuários”, diz a diretora administrativa da UPA Cidade Operária, Silvia Barbosa.

Além do Hospital Regional de Presidente Dutra e da UPA da Cidade Operária, também foram beneficiadas as Unidades de Pronto Atendimento do Araçagi, do Parque Vitória, de São João dos Patos e de Codó; os hospitais de Câncer, Hospital Dr. Carlos Macieira (HCM); a Policlínica do Cohatrac; e a Retaguarda do Nina Rodrigues.

Assistência

Os veículos irão complementar ainda mais a frota da rede estadual de saúde, proporcionando maior segurança e agilidade nos deslocamentos de pacientes. “Os veículos são novos, equipados, confortáveis e irão impactar na melhoria dos serviços oferecidos aos nossos pacientes. Pois temos uma rede de hospitais pelo estado e o deslocamento entre essas unidades poderá ser feito com toda a segurança”, ressalta o coordenador das Unidades Regionais de Saúde do Maranhão, Aristeu Marques de Almeida.

As dez ambulâncias entregues na segunda-feira (4) são do Tipo B, que oferecem o suporte básico de vida. São destinadas ao transporte inter-hospitalar de pacientes. Essas unidades podem ser equipadas ainda como Unidade de Suporte Avançado (USA), destinada ao atendimento e transporte de pacientes de alto risco em emergências pré-hospitalares e/ou de transporte inter-hospitalar que necessitam de cuidados médicos intensivos.

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