CORONAVÍRUS

Perfil nas redes sociais faz checagem de fake news sobre Covid-19

Frente à crescente avalanche de fake news que inundam as redes dos maranhenses em meio a crise sanitária que o… [ ]

1 de maio de 2020

Frente à crescente avalanche de fake news que inundam as redes dos maranhenses em meio a crise sanitária que o país atravessa, o Governo do Maranhão lançou, na última quarta-feira (29), o perfil “Verdade Covid MA” nas redes sociais, com checagem de notícias falsas e publicação de informações corretas sobre o coronavírus no estado.

No Instragram, o perfil é @verdadecovidma e no Twitter as publicações estão na página @VerdadeCovidMA. A intenção é que os maranhenses possam conferir e compartilhar o que é verdade e o que é mentira, formando uma corrente do bem.

As fake news já prestam desserviço em condições de normalidade, e nos dias atuais, de luta para combater a proliferação do vírus, tem sido ainda pior. Informações corretas são fundamentais para salvar vidas.

Além dos perfis “Verdade Covid MA”, o cidadão deve ficar atento às páginas do Governo do Estado, sempre com notícias oficiais e recentes das ações executadas no Maranhão.

Dicas para identificar notícias falsas
As fake news têm grande capacidade de viralização, são facilmente compartilhadas, o que é um grande desafio. No entanto, notícias falsas costumam ter um padrão que podem ajudar na identificação. Podem conter informações desencontradas; números sem fontes oficiais ou não comprovados; conteúdos antigos compartilhados fora de contexto; vídeos ou áudios muito apelativos ou sensacionalistas; podem conter erros gramaticais e excesso de adjetivos.

Para averiguar, é possível dar uma conferida nos canais oficias do Governo do Estado (site e redes sociais). Verifique também a data de publicação da mensagem, já que notícias antigas servem de inspiração para fake news. Uma conferida em sites de pesquisa pode ajuda a decifrar.

Além disso, leia o texto completo, já que geralmente lançam mão de título apelativo ou fora de contexto. E diante áudios e vídeos, verifique se a imprensa institucional e os canais oficiais abordam o tema.

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