Psol registra candidatos da chapa “sem medo de mudar o Maranhão”

Nesta segunda-feira (13),  o Partido Socialismo e Liberdade, PSOL, tem um encontro marcado com a Justiça Eleitoral, para  registrar as candidaturas da chapa “ Sem medo de mudar o Maranhão” que disputará às eleições de 2018.

Nesta segunda-feira (13),  o Partido Socialismo e Liberdade, PSOL, tem um encontro marcado com a Justiça Eleitoral, para  registrar as candidaturas da chapa “ Sem medo de mudar o Maranhão” que disputará às eleições de 2018. A realização do registro ocorrerá às  16h, no TRE-MA.

Em convenção realizada no último dia 02, o PSOL  escolheu como candidato a governador, o engenheiro Odivio Neto, que tem como vice a professora Helena Viana. Para o senado, o partido disputará a eleição com o economista e professor  Saulo Pinto e o servidor público Iego Brunno (PCB). Na convenção, o PSOL homologou aliança com o Partido Comunista Brasileiro, PCB, e escolheu os nomes de 15 candidatos a deputado estadual e 15 para  federal.

O candidato a governador Odívio Neto tem como uma de suas proposta para gerar emprego e renda à população, investir no micro e pequeno empresário que, de acordo com ele, é o segmento da sociedade que mais gera empregos.  “Vamos inverter as prioridades, os recursos do Estado são para investir  no povo, na classe trabalhadora e não em mega projetos, que só favorece ricos. Nós vamos governar com o apoio do povo, vamos decidir junto com o povo”,  diz Odívio.

Odivio Neto, que também é analista ambiental da Secretaria Estadual de Meio Ambiente, foi candidato a prefeito do município maranhense São José dos Patos, em 2012, e a vice-governador na chapa do PSOL em 2014, encabeçada pelo advogado Luís Antônio Pedrosa. Nas últimas eleições municipais (2016), Odívio disputou uma vaga à Câmara Municipal de São Luís.

O candidato ao Senado, professor Saulo Pinto, propõe um programa econômico orientado pelos interesses da maioria pobre e oprimida, na defesa da igualdade e da soberania popular. Segundo ele, “não podemos sucumbir à falsa escolha entre candidaturas representantes do velho oligarquismo ou às novas candidaturas golpistas. Temos que participar das eleições, combinando a luta nas ruas contra todos os retrocessos e a disputa do processo eleitoral com candidaturas democráticas e populares.”

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