Setor de serviços sobe 9,9% no Maranhão

Em março, o setor de serviços apresentou queda de 2,3% no volume de serviços prestados frente ao mês anterior (série… [ ]

16 de maio de 2017

Em março, o setor de serviços apresentou queda de 2,3% no volume de serviços prestados frente ao mês anterior (série com ajuste sazonal), após ter registrado crescimento de 0,4% em fevereiro (revisado) e 0,0% em janeiro (revisado), de acordo com tabela divulgada pelo Instituto Brasileiro de Estatística e Geografia (IBGE). Na contramão dos dados apontados pelo IBGE, o Maranhão, em relação aos resultados regionais do setor de serviços em março frente a fevereiro (com ajuste sazonal), ocupa o segundo lugar nas maiores variações positivas, com 9,9%.

Em primeiro lugar Tocantins (24,9%) e em terceiro, o estado de Alagoas (4,1%). As maiores variações negativas foram observadas em Roraima (-4,2%), Rio Grande do Sul (-4,0%) e Paraná e Distrito Federal (ambas com -3,4%). Na série sem ajuste sazonal, na comparação com o mesmo mês do ano anterior, as maiores variações positivas foram registradas no Rio Grande do Norte (6,5%), Mato Grosso (5,3%) e Paraná (4,9%). As maiores variações negativas foram observadas em Roraima (-18,7%), Amapá (-16,5%) e Distrito Federal (-13,2%).

Por atividade, em relação a fevereiro de 2017 (série com ajuste), todos os segmentos apresentaram quedas, sendo Serviços prestados às famílias (-2,1%); Outros Serviços (-1,2%); Transportes, serviços auxiliares dos transportes e correio (-1,1%); Serviços profissionais, administrativos e complementares (-0,8%) e Serviços de informação e comunicação (-0,4%). O agregado especial das Atividades turísticas apresentou crescimento de 0,9% na comparação com o mês imediatamente anterior.

VEJA AS TABELAS AQUI

Queda nacional

Nacionalmente, é a maior queda da série iniciada em 2012 e interrompe uma sequência de quatro meses de resultados não negativos. Na série sem ajuste sazonal, no confronto com março de 2016, o setor apontou queda de 5,0%, acompanhando as quedas de 5,3% em fevereiro (revisado) e 3,5% em janeiro. Com esses resultados, a taxa acumulada no ano ficou em -4,6% e, em 12 meses, -5,0%.

A receita nominal em março registrou variação de -1,0% em relação a fevereiro (série com ajuste) e na comparação com mesmo mês do ano anterior (série sem ajuste sazonal) ficou em 1,0%. A taxa acumulada no ano ficou em 1,1% e, em 12 meses, 0,1%. A publicação completa da Pesquisa Mensal de Serviços divulgada pelo IBGE pode ser acessada aqui.

Em termos de composição da taxa global de volume, em comparação com março de 2016, as contribuições dos segmentos foram: Serviços profissionais, administrativos e complementares (-2,4 pp); Outros serviços (-1,1 pp); Transportes, serviços auxiliares dos transportes e correio (-0,8 pp); Serviços de informação e comunicação (-0,5 pp) e Serviços prestados às famílias (-0,2 pp).

 

Saiba mais

A Pesquisa Mensal de Serviços produz indicadores que permitem acompanhar o comportamento conjuntural do setor de serviços no País, investigando a receita bruta de serviços nas empresas formalmente constituídas, com 20 ou mais pessoas ocupadas, que desempenham como principal atividade um serviço não financeiro, excluídas as áreas de saúde e educação.

A pesquisa foi iniciada em janeiro de 2011 e apresenta indicadores a partir de janeiro de 2012. Compõem a pesquisa indicadores gerais, sem detalhamento por atividade, para o Brasil e as 27 Unidades da Federação. Para o Brasil, há indicadores por atividade, de acordo com os seguintes grupos e subgrupos: serviços prestados às famílias (alojamento e alimentação; outros serviços prestados às famílias); serviços de informação e comunicação (serviços TIC; serviços audiovisuais, de edição e agências de notícias); serviços profissionais, administrativos e complementares (serviços técnico-profissionais; serviços administrativos e complementares); transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio (transporte terrestre; transporte aquaviário, transporte aéreo; armazenagem, serviços auxiliares dos transportes e correio); e outros serviços.

Também são produzidos indicadores por atividade para os Estados do Ceará, Pernambuco, Bahia, Minas Gerais, Espírito Santo, Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Goiás e o Distrito Federal, com o seguinte nível de desagregação: serviços prestados às famílias; serviços de informação e comunicação; serviços profissionais, administrativos e complementares; transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio; e outros serviços.

 

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